Opus Diversidades

Ligar Como chegar Website

Opus Diversidades Consideramos fundamental o apoio psicológico à comunidade LGBTQIA+ e por isso disponibilizamos consultas de psicologia especializadas nesta área.

Instituição Particular de Solidariedade Social que se foca na defesa e promoção dos Direitos Humanos da comunidade LGBTI+ e Migrantes, e na implementação da Igualdade de Género, na luta pelo direito de existência igualitária de todas as pessoas A Opus Diversidades definiu como móbil de ação, em parceria e sinergia com as instituições nacionais, internacionais (e europeias), a promoção e defesa dos Direitos Humanos de pessoas LGBTQIA+ e migrantes no trabalho, nas escolas e universidades, nas entidades de saúde pública e/ou privada, na habitação, no seio familiar e em todos os segmentos de uma sociedade que se idealiza progressivamente mais informada e inclusiva das realidades LGBTQIA+. Procuramos ainda, em parceria com outras organizações, apoiar na implementação de medidas que defendam os ecossistemas e a biodiversidade.

"Leviticus", de Adrian Chiarella, é muito mais do que um filme de terror. É a história de dois adolescentes que se apaix...
30/10/2026

"Leviticus", de Adrian Chiarella, é muito mais do que um filme de terror. É a história de dois adolescentes que se apaixonam e descobrem que, numa comunidade marcada pelo conservadorismo religioso e pela homofobia, amar alguém do mesmo s**o pode tornar-se motivo de perseguição.

Através do terror sobrenatural, o filme aborda uma realidade profundamente perturbadora: as chamadas terapias de conversão, que procuram alterar, reprimir ou apagar a orientação sexual ou a identidade de género de uma pessoa.

O monstro de "Leviticus" não representa a homossexualidade. Representa a violência do preconceito, da intolerância e da tentativa de convencer alguém de que há algo de errado consigo.

Porque não há.

As práticas de conversão não são tratamentos, não têm fundamento científico e podem provocar graves consequências na saúde mental. Vergonha, culpa, ansiedade, depressão e rejeição de si próprio são algumas delas.

Quando alguém cresce a ouvir que aquilo que sente é errado, o preconceito exterior pode transformar-se em homofobia internalizada, condicionando a autoestima, as relações afetivas e a liberdade de viver plenamente.

Importa lembrar: não é a orientação sexual ou a identidade de género que causa sofrimento psicológico. São a discriminação, a rejeição, a violência e a ausência de espaços seguros de acolhimento.

Em Portugal, estas práticas são proibidas pela Lei n.º 15/2024, de 29 de janeiro. Mas a lei, por si só, não faz desaparecer o preconceito.

O amor não é uma doença. A diversidade não precisa de cura. O preconceito, esse sim, precisa de ser combatido.

🏳️‍🌈 Que "Leviticus" nos lembre que o verdadeiro horror nunca esteve no amor entre duas pessoas, mas na violência de quem lhes nega o direito de amar.

🎬 Nos cinemas a 5 de Novembro

Há datas que nos lembram que cuidar de nós também é um gesto de amor. E a prevenção é uma das formas mais importantes de...
30/10/2026

Há datas que nos lembram que cuidar de nós também é um gesto de amor. E a prevenção é uma das formas mais importantes de o fazer. 💗

O cancro da mama continua a fazer parte da vida de milhares de pessoas e das suas famílias. Sabemos que a prevenção, a vigilância regular e o diagnóstico precoce fazem toda a diferença.

Conhecer o nosso corpo, estar atente às suas alterações, não adiar consultas e cumprir os rastreios recomendados são gestos que podem salvar vidas. Perante qualquer dúvida ou alteração, procurar aconselhamento de profissionais de saúde é fundamental.

Mas há também algo de que precisamos de falar: o medo. O medo de descobrir, de receber um diagnóstico, de enfrentar tratamentos e de não saber o que vem a seguir. Ninguém deve ter de atravessar esse caminho sem informação, acompanhamento, respeito e apoio.

E as pessoas lésbicas, bissexuais e q***r não podem ser esquecidas nas campanhas de prevenção nem nos programas de rastreio. As pessoas trans devem ter acesso a informação, rastreios e acompanhamento adequados às suas características individuais, necessidades e historial clínico.

Nenhuma pessoa deve adiar um exame, evitar uma consulta ou deixar de procurar ajuda por receio de ser discriminada, desrespeitada ou não ser compreendida. Respeitar o nome, os pronomes, a identidade e a dignidade de cada pessoa também faz parte dos cuidados de saúde.

Neste Dia Nacional de Prevenção do Cancro da Mama, deixamos um apelo à prevenção, ao diagnóstico atempado e ao acesso universal a cuidados de saúde dignos, próximos e inclusivos 💗.

Cuidar é muito mais do que estar presente. É escutar sem julgar, acolher sem restrições, respeitar a dignidade de cada p...
29/10/2026

Cuidar é muito mais do que estar presente. É escutar sem julgar, acolher sem restrições, respeitar a dignidade de cada pessoa e garantir que ninguém tem de enfrentar os momentos mais difíceis da vida sem apoio.

Mas quem cuida também precisa de ser cuidado. Garantir condições de trabalho dignas e assegurar que os serviços de apoio são acessíveis, inclusivos e capazes de responder às necessidades reais das pessoas.

Na Opus Diversidades, acreditamos que o cuidado se constrói todos os dias, através de pequenos gestos e de respostas concretas que podem fazer uma grande diferença na vida de alguém.

Por isso, disponibilizamos à comunidade: 💜 Consultas gratuitas de psicologia;
🤝 Acompanhamento social e apoio à empregabilidade;
⚖️ apoio jurídico;
🪪 Apoio a migrantes;
🥫 Apoio alimentar;
🩺 Rastreios gratuitos de ISTs e literacia sexual;
👥 Acompanhamento por pares, porque partilhar experiências também pode ser uma forma de encontrar força, compreensão e esperança.

Porque cuidar é um compromisso colectivo: ninguém deve ficar sem apoio e ninguém que cuida deve ser esquecido.

Hoje é um dia para lembrar que a diversidade humana é muito maior do que aquilo que nos ensinaram a reconhecer.As pessoa...
26/10/2026

Hoje é um dia para lembrar que a diversidade humana é muito maior do que aquilo que nos ensinaram a reconhecer.

As pessoas inters**o existem. E esta diversidade faz parte da natureza humana. Não é uma doença, não é um erro e não é algo de que alguém tenha de se envergonhar.

Ainda assim, muitas pessoas inters**o crescem sem informação, sem referências, sem espaço para compreender o próprio corpo. Enfrentam o silêncio, o preconceito e, por vezes, intervenções médicas desnecessárias realizadas sem o seu consentimento livre e informado.

Hoje, lembramos também que a letra " I ", não é de invisível. É de pessoas reais, com histórias, afetos, sonhos e direitos. Pessoas que merecem ser escutadas, respeitadas e reconhecidas na sua dignidade.

A diversidade não precisa de ser corrigida. Precisa de ser compreendida e respeitada.

**o

A igualdade constrói-se todos os dias. Em cada território. Por todas as pessoas.O Dia Municipal para a Igualdade lembra-...
23/10/2026

A igualdade constrói-se todos os dias. Em cada território. Por todas as pessoas.

O Dia Municipal para a Igualdade lembra-nos que uma sociedade mais justa não se constrói apenas com boas intenções. Exige acção, compromisso e responsabilidade colectiva.

Os municípios têm um papel essencial na criação de comunidades inclusivas, na prevenção das discriminações e na garantia de direitos e oportunidades para todas as pessoas.

Esta transformação precisa também do envolvimento da sociedade civil, das associações, das instituições e de cada pessoa. É juntes que podemos identificar desigualdades, derrubar barreiras e construir respostas que respeitem a diversidade e não deixem ninguém para trás.

Que "Agir pela Igualdade e Diversidade: um compromisso territorial", seja mais do que uma frase: seja um compromisso vivido junto das comunidades, nas decisões e no cuidado com as pessoas. Porque todas merecem pertencer, participar e viver com dignidade, sem medo e sem discriminação.

Agir pela igualdade é transformar palavras em mudanças concretas. E essa responsabilidade é de todes nós.

22/10/2026

Na madrugada de domingo, 25 de Outubro, os relógios atrasam uma hora. Em Portugal continental e na Madeira, quando forem 02h00, passam a ser 01h00. Nos Açores, a mudança acontece à 01h00, passando para as 00h00. 🕐

Para algumas pessoas, é apenas um pequeno ajuste. Para outras, pode significar dias de maior cansaço, alterações no sono e dificuldade em adaptar-se a um novo ritmo. Porque o tempo que medimos nem sempre coincide com o tempo de que precisamos.

🕰️Afinal, qual é o horário certo?

Em Portugal, a escolha não é tão simples como parece. Manter o horário de Verão durante todo o ano significaria, que no Inverno, o Sol nasceria depois das oito da manhã. Todavia manter o horário de Inverno faria com que, no Verão, o dia começasse a clarear perto das cinco da manhã.

⏳ Talvez a questão não seja apenas acertar os relógios, mas respeitar os nossos ritmos.

A luz natural influencia o nosso sono, a nossa disposição e o nosso bem-estar. E, numa sociedade que tantas vezes nos pede para fazer mais, mais depressa e com menos descanso, vale a pena lembrar que o nosso corpo não funciona por decreto nem se adapta por magia.

🫵🏼E tu, como sentes a mudança da hora? Preferias manter o horário de Inverno durante todo o ano ou deixar de mudar os relógios duas vezes por ano?
Deixa o teu comentário.

Há medos que se escondem atrás de um sorriso e dias em que encontrar forças para continuar é, por si só, uma enorme conq...
18/10/2026

Há medos que se escondem atrás de um sorriso e dias em que encontrar forças para continuar é, por si só, uma enorme conquista.

O cancro da mama não é apenas um diagnóstico. É um caminho feito de incertezas, consultas, tratamentos, esperança e de uma coragem que nem sempre sentimos ter.

A prevenção e o diagnóstico precoce podem salvar vidas. Conhecer o nosso corpo, estar atentes a alterações, cumprir as recomendações de rastreio e procurar aconselhamento médico são gestos de cuidado e amor-próprio.

Mas importa lembrar que a saúde mamária também é uma questão de igualdade e inclusão.
As pessoas LGBTI+ também precisam de acesso à prevenção, ao rastreio e aos cuidados de saúde, sem preconceitos, discriminação ou pressupostos sobre a sua identidade de género, orientação sexual ou composição familiar.

Pessoas lésbicas, bissexuais, trans e não binárias podem enfrentar barreiras adicionais no acesso aos serviços de saúde, seja pelo receio de discriminação, pela falta de informação inclusiva ou por experiências anteriores que deixaram marcas. Estas barreiras não podem ser ignoradas.

Os cuidados preventivos devem ser adequados à história clínica, à idade e às características de cada pessoa. No caso das pessoas trans e não binárias, as necessidades de rastreio devem também considerar a anatomia e os eventuais tratamentos hormonais ou cirúrgicos.

Que ninguém se sinta invisível num consultório. Que a saúde seja, verdadeiramente, um direito de todas as pessoas.
Porque ninguém deveria enfrentar o cancro sem apoio, dignidade e humanidade. 💗

18/10/2026

Em Portugal o direito à habitação está consagrado no Artigo 65.º da Constituição da República Portuguesa, que estabelece que todos têm direito, para si e para a sua família, a uma habitação de dimensão adequada, em condições de higiene e conforto, que preserve a intimidade pessoal e a privacidade familiar.

📍 Rossio, Lisboa 🗓️ 17 Out 2026

🎥 Paula Felgar 📷 Instagram

Há vidas que se escondem atrás de portas fechadas. Há pessoas a quem roubaram a liberdade, a voz, os sonhos e até a espe...
17/10/2026

Há vidas que se escondem atrás de portas fechadas. Há pessoas a quem roubaram a liberdade, a voz, os sonhos e até a esperança de um futuro diferente.

O tráfico de seres humanos é uma das mais graves violações dos direitos humanos. Acontece mais perto de nós do que imaginamos e assume muitas formas: exploração sexual, exploração laboral, mendicidade forçada, servidão e outras formas de exploração que reduzem pessoas a objetos, como se a sua dignidade tivesse um preço.

Por detrás de cada história há uma pessoa. Alguém com um nome, uma família, afetos e sonhos. Vidas que merece ser vistas, ouvidas, protegidas e tratadas com dignidade.

Combater o tráfico de seres humanos é muito mais do que identificar redes criminosas. É prevenir, informar, acolher sem julgar e proteger quem sobreviveu. 

Uma pessoa não é mercadoria. A liberdade não tem preço. Nenhuma vida deve ser invisível.

 

Há uma pobreza que se vê. E há outra que se esconde atrás de um sorriso, de uma resposta apressada ou de um "está tudo b...
16/10/2026

Há uma pobreza que se vê. E há outra que se esconde atrás de um sorriso, de uma resposta apressada ou de um "está tudo bem" que nem sempre corresponde à verdade.

Assinalamos o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza logo depois dos Dias Mundiais da Alimentação e do Pão. Três momentos que nos recordam algo essencial: ninguém deveria ter de escolher entre comer, pagar a renda ou comprar os medicamentos de que precisa.

A crise habitacional, o aumento do custo de vida e a precariedade dos contratos de trabalho empurram cada vez mais pessoas para situações de vulnerabilidade. Pessoas que trabalham, que se esforçam, que cumprem as suas obrigações, mas que, ainda assim, vivem no limiar da pobreza.

É a pobreza envergonhada. Aquela que tantas vezes se vive em silêncio, por medo do julgamento, por vergonha de pedir ajuda ou por se acreditar que admitir dificuldades é sinal de fracasso.

Mas a pobreza não é uma falha de carácter. Não é falta de vontade. E não deve ser motivo de vergonha.

Por detrás de cada número, existe uma pessoa. Uma história. Uma família. Há quem deixe de comer para que os filhos possam fazê-lo, quem esconda as dificuldades para não preocupar quem ama e quem enfrente, em silêncio, a angústia de não saber como será o dia de amanhã.

Erradicar a pobreza é muito mais do que garantir o mínimo para sobreviver. É assegurar habitação digna, trabalho com direitos, alimentação adequada, acesso à saúde e condições para que todas as pessoas possam viver com dignidade.

Precisamos de olhar para quem está ao nosso lado com mais empatia e menos julgamento. Porque ninguém deveria ter de esconder a sua vulnerabilidade para preservar a sua dignidade.

A pobreza não se combate com indiferença. Combate-se com dignidade, justiça social e humanidade.

Endereço

Rua José Estevão, 2/2º ESquare/à Estefânia, Metro: Saldanha, Arroios Ou Anjos
Lisbon
1150-202

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviamos-lhe um e-mail quando Opus Diversidades publicar novidades e promoções. O seu endereço de e-mail não será utilizado para nenhum outro fim e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Patrocinado

Partilhar