MDM Lisboa

MDM Lisboa Núcleo de Lisboa do Movimento Democrático de Mulheres, fundado em 1968, pela emancipação das mulheres

O MDM é um Movimento com a força da vida que radica na experiência de organizações de mulheres progressistas, democratas, antifascistas, revolucionárias. Na história dos movimentos de mulheres, as lutas feministas e femininas estiveram sempre ligadas às lutas do povo – pela paz, pelo direito ao voto, pela educação das crianças e das mulheres, pelo direito ao trabalho.

21 de maio. Juntas na rua. Pela dignidade das pensionistas, reformadas e idosas💢 Basta de reformas de miséria.💢 Basta de...
19/05/2026

21 de maio. Juntas na rua. Pela dignidade das pensionistas, reformadas e idosas

💢 Basta de reformas de miséria.
💢 Basta de um custo de vida que ninguém consegue acompanhar.
💢 Basta de ignorar quem construiu este país.

O MURPI chama-nos à rua no Dia da Indignação e Protesto - 21 de maio de 2026
O MDM apoia estas reivindicações e junta a sua voz a esta luta.

A nossa luta não termina quando passamos a reformadas ou pensionistas. Termina quando as reformas chegam para viver com dignidade. termina quando viver em igualdade e com dignidade é uma realidade para todas as mulheres.

Por isso, neste 21 de maio, não ficamos em casa.

📣 Partilha, convida, aparece. A tua presença é a tua voz.

19/05/2026

O Movimento Democrático de Mulheres (MDM) lança um questionário nacional para aferir a percepção da população sobre os direitos consagrados na Constituição da República e a concretização na vida das mulheres.

DIA MUNDIAL DO MÉDICO DE FAMÍLIA - 19 de MaioPORTA DE ENTRADA PARA UM SNS DE QUALIDADE Ao celebrarmos os 50 anos da Cons...
19/05/2026

DIA MUNDIAL DO MÉDICO DE FAMÍLIA - 19 de Maio

PORTA DE ENTRADA PARA UM SNS DE QUALIDADE
Ao celebrarmos os 50 anos da Constituição da República Portuguesa, reafirmamos a exigência do cumprimento do direito à saúde consagrado no seu artigo 64.º: universal, geral e tendencialmente gratuito.
A(o) médica(o), a(o) enfermeira(o) de família e as unidades de saúde primárias são a porta de entrada no SNS, o primeiro rosto para milhões de cidadãs e cidadãos, em todas as fases da vida, com especial atenção às mulheres, crianças e idosos.
No caso das mulheres e das crianças é fundamental garantir uma vigilância especializada na avaliação de fatores de risco e realização de rastreios (ex: cancro da mama e colo do útero) e acompanhamento do desenvolvimento infantil e juvenil, planeamento familiar e vigilância de gravidez de baixo risco.
O MDM saúda todas/os os médicos de família e os estudantes de Medicina que escolhem esta especialidade fundamental, não obstante as condições adversas que enfrentam: carreiras desvalorizadas, agendas sobrecarregadas, sobrecarga crescente.
DIGNIFICAR A PROFISSÃO, INVESTIR NAS PESSOAS E NO SNS
Por opções políticas, esta “porta” está a fechar-se. Faltam cerca de 800 médicos de família, deixando mais de 1,6 milhões de utentes sem cuidados de proximidade.
As razões dos governos são conhecidas: enfraquecer, descredibilizar o SNS para sustentar o negócio da saúde, garantindo milhões de euros públicos para os grandes grupos privados.
O MDM exige: equipas completas de saúde familiar para todos os utentes; valorização salarial e progressão nas carreiras; acesso a diagnóstico, saúde mental, saúde oral e planeamento familiar, nomeadamente o acesso em todo o país ao direito de escolha através da IVG; e o fim da privatização dos cuidados primários.
Saudamos igualmente a adesão dos Sindicatos dos Médicos à greve geral do próximo dia 3 de junho para derrotar o Pacote Laboral para impedir jornadas até 50 horas semanais como norma, horários desregulados, bancos de horas impostos, vínculos precários, ataques à maternidade-paternidade, etc.
O SNS é de todas e de todos e exige que se garantam os direitos e a dignidade dos seus profissionais.

📆"Mulheres pela Paz e  a liberdade no Sahara Ocidental", a 22 de maio (6ª feira) às 18 horas, na sede do MDM em Lisboa📣O...
19/05/2026

📆"Mulheres pela Paz e a liberdade no Sahara Ocidental", a 22 de maio (6ª feira) às 18 horas, na sede do MDM em Lisboa
📣O MDM convida-vos a participar numa sessão onde, de viva voz, mulheres que lá estiveram no Congresso da UNMS contam as histórias de resistência e de sonho de descolonização e liberdade. O Sahara Ocidental é um mundo silenciado, mas a sua luta é viva e justa. Um conflito e uma história de dor e sofrimento, coragem e resistência, que deve ser partilhada e conhecida. Desde 1975 que o povo saharaui luta nas zonas ocupadas por Marrocos e em acampamentos de refugiados no deserto para onde foram obrigados a fugir debaixo de bombas de na**lm, vivendo em condições tão inóspitas que lhe chamam "o deserto da morte". No Sec. XXI, é a última colónia em África, que a ONU, inacreditavelmente, não tem conseguido resolver.
E nós ? que podemos fazer?
Entre outras coisas: Fazer cumprir a nossa Constituição. Não ceder a chantagens nem a mentiras.
Fazer cumprir as normas do Direito Internacional. Falar verdade.
Contamos contigo!

📢 A Constituição garante direitos. Mas esses direitos chegam à tua vida?No ano em que se assinalam os 50 anos da Constit...
19/05/2026

📢 A Constituição garante direitos. Mas esses direitos chegam à tua vida?
No ano em que se assinalam os 50 anos da Constituição da República Portuguesa, o MDM lança um inquérito nacional para perceber o que sabemos — e o que sentimos — sobre os direitos das mulheres consagrados na CRP.
A Constituição garante direitos. Mas esses direitos chegam à tua vida?

🗓️ São apenas 5 a 8 minutos. A tua resposta conta.
✅ Maiores de 18 anos
✅ Anónimo
👉 Preenche aqui: [link na bio]
https://forms.gle/zk4kcZvpzaxg5q4B9

Os resultados vão alimentar reflexão, conhecimento e luta — porque a Constituição não é peça de museu. É para cumprir!

«Constituição e Igualdade: 50 Anos de Direitos das Mulheres» A Constituição da República Portuguesa, aprovada em 1976 na sequência da Revolução de Abril, consagrou direitos fundamentais que transformaram profundamente a vida das mulheres e do povo português. Com este inquérito, pretende-...

📣78 anos após NAKBA: Palestina Resiste, o Mundo Não Pode Ficar em SilêncioA 15 de maio recorda-se a catástrofe de 1948 (...
16/05/2026

📣78 anos após NAKBA: Palestina Resiste, o Mundo Não Pode Ficar em Silêncio
A 15 de maio recorda-se a catástrofe de 1948 (NAKBA) quando Israel expulsou os palestinos de suas terras e de suas casas.
“Não deixem de falar de nós!” é o grito das mulheres palestinas.
A deslocação forçada da população palestina tem sido contínua, decorrente de uma política de limpeza étnica que passa pela confiscação de terras, negação de recursos naturais e serviços, prisões, tortura e violência com total impunidade. Um muro já designado do apartheid serpenteia por montes e vales, impedindo a circulação de pessoas, enquanto colonatos israelitas continuam a ser construídos em flagrante violação do direito internacional.
Gaza continua a sofrer. A destruição de hospitais, escolas e infraestruturas tornou a vida cada vez mais difícil. A cada dia continuam a ser mortas crianças, mulheres, jornalistas e profissionais de saúde. As prisões israelitas estão cheias de crianças, jovens e trabalhadores sujeitos a sevicias e condições infra-humanas. A comunidade internacional não é capaz de agir nem fazer cumprir as ordens do Tribunal Penal Internacional face ao genocídio mais que comprovado.
Nesta data, o MDM saúda as mulheres e o povo palestino e manifesta profundo respeito e solidariedade com as vítimas desta barbárie.
Num quadro em que Israel parece estar a preparar uma nova NAKBA, o MDM exige do Governo de Portugal e do Presidente da República:
• A assunção da responsabilidade constitucional pelo cumprimento do direito internacional e das resoluções da ONU, que obrigam à criação do Estado da Palestina com capital em Jerusalém, o regresso dos refugiados, a libertação dos prisioneiros e a consagração do direito à terra;
• A condenação do Estado de Israel pelo crime de genocídio imposto pelo Tribunal Penal Internacional e o corte de relações comerciais.
Que a voz das mulheres se ouça em todo o mundo! Palestina não está só! Palestina resiste e vencerá!

📆Dia Internacional do Enfermeiro – 12 de maioValorizar os profissionais de saúde é defender o SNS e os direitos de todas...
13/05/2026

📆Dia Internacional do Enfermeiro – 12 de maio
Valorizar os profissionais de saúde é defender o SNS e os direitos de todas as mulheres
Amanhã, assinala-se o Dia Internacional do Enfermeiro e o MDM saúda todos os enfermeiros e enfermeiras e manifesta plena solidariedade com a greve nacional convocada pelo SEP/CGTP-IN para este 12 de maio.
Esta greve — nos sectores público, privado e social — não é um acto de ruptura: é a resposta legítima de profissionais a quem anos de desinvestimento, precariedade e desvalorização impuseram condições indignas de trabalho.
O MDM denuncia os retrocessos no acesso das mulheres à saúde: encerramentos de urgências de obstetrícia e pediatria, recurso ao sector privado à custa de dinheiros públicos, e desigualdades regionais que persistem e se agravam. As mulheres — maioria entre utentes e profissionais de saúde — pagam um preço muito caro.
Subscrevemos as reivindicações dos enfermeiros e denunciamos um pacote laboral que penaliza de forma especialmente grave as mulheres enfermeiras, já sobrecarregadas com turnos, horas extra e a impossibilidade crescente de conciliar a vida profissional com a familiar.
O MDM reafirma o seu compromisso com a defesa intransigente do SNS público, universal e de qualidade — conquista de Abril que não pode ser desmontada nem fragilizada.
Apelamos à mobilização de todas as mulheres e de todos os que defendem o direito constitucional à saúde: em solidariedade com a greve de 12 de maio, e na exigência de um SNS mais forte, mais capaz, com profissionais valorizados e com respostas de proximidade para todas — independentemente de onde vivem ou do que ganham.
Não estamos caladas. Estamos em luta.
Pelo direito à saúde para todas e em todo o ciclo de vida!

👉 A Constituição não é peça museu, é guia de acção! É um mapa para igualdade.Há quem trate a Constituição como um livro ...
23/04/2026

👉 A Constituição não é peça museu, é guia de acção! É um mapa para igualdade.
Há quem trate a Constituição como um livro antigo na prateleira.
Nós preferimos tratá-la como um compromisso vivo com a dignidade, a igualdade e a democracia.

20/04/2026
As comemorações populares do 25 de Abril da Zona Oriental de Lisboa voltarão a ter lugar na grande festa na Praça Paiva ...
20/04/2026

As comemorações populares do 25 de Abril da Zona Oriental de Lisboa voltarão a ter lugar na grande festa na Praça Paiva Couceiro!

Esta festa é construída pela Comissão Promotora das Comemorações do 25 de Abril na Zona Oriental de Lisboa e conta com actuações de:
🍭Coro Infantil d’ A Voz do Operário
📍Ginástica + 55 do Clube Musical União
👫Coro da Casa da Achada
📍Handala Dabke – Dança Tradicional da Palestina
📍«Cantos de (para) Liberdade» com Nani Medeiros, João Pita e Fernando Baggio
📍Hélder Moutinho

Há ainda muitas iguarias para provar! 🍕🍰🥤

📆 24 de abril, a partir das 19 horas, Praça Paiva Couceiro - VAMOS DAR VOZ À LIBERDADE
promovido pelas Comemorações populares da Zona Oriental de Lisboa

Esperamos por todas! Viva o 25 de Abril✊🌺

Endereço

Avenida Almirante Reis, 90/A
Lisbon
1150-022

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