24/09/2026
E se aquilo que hoje vai para o lixo pudesse ganhar uma nova vida?
Foi a partir dessa pergunta que Lucas Tadao Sugahara Wernick desenvolveu bandejas biodegradáveis feitas com casca de mandioca e galhos de araucária triturados e cozidos em água.
O resultado é um material que pode substituir embalagens de plástico e isopor e que, nos te**es realizados pelo estudante, levou cerca de 30 dias para se decompor quando enterrado no solo e aproximadamente três meses quando exposto às condições ambientais.
A pesquisa acompanha Lucas desde o ensino básico e mostra como a curiosidade também pode ser ponto de partida para criar novas possibilidades para a relação entre materiais, consumo e Natureza.
Agora, ele investiga outros usos para a mistura, incluindo aplicações em arquitetura, design e decoração.
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A ideia começou quando Luísa Carvalho, e outros quatro estudantes passaram a investigar o potencial da ora-pro-nóbis, uma planta nativa do Brasil conhecida por ser rica em nutrientes e fácil de cultivar.
O grupo cultivou dez mudas e testou diferentes formas de processamento até chegar à produção de uma farinha a partir das folhas. Para viabilizar a etapa de secagem, os estudantes construíram uma pequena estufa movida a energia solar e identificaram que 45 °C era a temperatura adequada para secar as folhas sem degradar as proteínas.
A farinha pode ser usada no lugar da farinha branca ou adicionada a preparações como sucos e saladas.
O trabalho também ganhou espaço em um desafio internacional de inovação promovido por uma universidade de Wageningen, na Holanda. Luísa foi escolhida para representar o grupo na competição, cuja final acontece em 29 de setembro.
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A erva-doce é conhecida principalmente pelo uso culinário, mas o estudante Kenisson Morais Brito, de 18 anos, enxergou nela uma função diferente: combater fungos que podem se desenvolver no café durante o período pós-colheita.
Aluno da Escola SESI Anísio Teixeira, em Vitória da Conquista, ele criou o projeto Anis