Elos Clube de Lisboa

Elos Clube de Lisboa Visa concretizar os objecivos do Movimento Elista difudindo os valores da Cultura Elista reforçando os laços de amizade entre os povos de língua portuguesa
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A arte tem a capacidade de nos fazer parar, observar e sentir para além do visível.É com grande gosto que divulgamos a i...
20/06/2026

A arte tem a capacidade de nos fazer parar, observar e sentir para além do visível.

É com grande gosto que divulgamos a inauguração da exposição “Violante Cysneiros”, da artista plástica Lena Gal, que terá lugar no próximo dia 16 de julho, pelas 18h00, na Galeria de Arte do Palácio dos Aciprestes, em Linda-a-Velha.

Reconhecida pela sensibilidade da sua expressão artística e pela forma singular como transporta emoção para a tela, Lena Gal convida-nos a uma viagem de contemplação, reflexão e encontro com a beleza da criação artística.

O Elos Clube de Lisboa associa-se à divulgação desta iniciativa cultural, convidando os seus associados, familiares e amigos a prestigiarem este momento e a celebrarem a arte nas suas múltiplas formas de expressão.

Parabéns à artista por mais este trabalho e votos de grande sucesso para esta exposição.

📍 Palácio dos Aciprestes – Linda-a-Velha
📅 16 de julho de 2026 | 18h00

Nota de PesarFoi com profunda tristeza que recebemos a notícia do falecimento da nossa estimada associada Maria Fernanda...
01/06/2026

Nota de Pesar

Foi com profunda tristeza que recebemos a notícia do falecimento da nossa estimada associada Maria Fernanda Vieira.

A vida mede-se, muitas vezes, não pelo número dos anos vividos, mas pela marca que deixamos no coração daqueles que connosco caminham. E há pessoas cuja presença permanece para além da sua partida, porque transformaram os seus dias em gestos de amizade, afeto e partilha.

Hoje despedimo-nos da Maria Fernanda, mas permanecem as memórias, os momentos vividos e a saudade serena que apenas nasce quando alguém foi verdadeiramente importante.

Em nome da Direção do Elos Clube de Lisboa, apresentamos à família e amigos as nossas mais sentidas condolências, acompanhando-os neste momento de dor com um abraço de solidariedade, respeito e carinho.

Que a lembrança da sua vida continue a florescer na memória de todos aqueles que tiveram o privilégio de a conhecer.

Reliane de Carvalho

No dia 04 de abril, a vida pediu silêncio.Um silêncio daqueles que não se impõem — revelam-se.Partiu Fernando Cardoso.E ...
07/04/2026

No dia 04 de abril, a vida pediu silêncio.
Um silêncio daqueles que não se impõem — revelam-se.

Partiu Fernando Cardoso.
E há partidas que não são apenas ausências… são deslocações de luz.

Há homens que passam pela vida.
E há outros — raros — que a ampliam.

O Dr. Fernando Cardoso foi um desses.

Homem do Direito, sim — mas não apenas das leis escritas.
Foi, acima de tudo, um homem daquilo que não se legisla:
a ética, o compromisso, a palavra que sustenta, o gesto que educa.

No universo do Elos Clube de Lisboa, a sua presença não era apenas institucional — era essencial.
Porque há pessoas que não ocupam lugares…
dão sentido a eles.

E talvez poucos saibam — ou poucos compreendam em profundidade —
que a sua obra não se limitou ao rigor do Direito.

Ele escreveu para crianças.
E quem escreve para crianças… escreve para o futuro.

Os seus livros, utilizados em contexto escolar, não eram apenas páginas.
Eram sementes.
Sementes de valores, de consciência, de humanidade —
num tempo em que educar é, cada vez mais, um ato de coragem.

Porque ensinar uma criança não é transmitir conhecimento…
é moldar o invisível que um dia se tornará mundo.

Ao ler a vida — e ao reler as emoções, como tantas vezes reflete em si mesma esta caminhada interior — percebemos que:

somos feitos daquilo que deixamos nos outros. 

E o Dr. Fernando Cardoso deixou… muito.
Deixou presença.
Deixou exemplo.
Deixou continuidade.

Há perdas que doem.
Mas há perdas que também elevam — porque nos obrigam a recordar quem valeu a pena.

E hoje, não é apenas um adeus.
É um reconhecimento silencioso de que algumas vidas não terminam —
ecoam.

Que a sua memória permaneça onde deve permanecer:
nos gestos que inspirou,
nas palavras que ensinou,
e nos corações que tocou sem ruído, mas com verdade.

Porque há pessoas que partem…
mas não deixam vazio.

Deixam legado.

Prezados amigos e sócios do Elos Clube de Lisboa, Há encontros que não se medem pelo tempo… mas pela profundidade com qu...
27/03/2026

Prezados amigos e sócios do Elos Clube de Lisboa,

Há encontros que não se medem pelo tempo… mas pela profundidade com que tocam a alma. E o que vivemos no passado dia 21 de março foi exatamente isso — um desses raros instantes em que a vida se eleva, e a palavra deixa de ser apenas dita… para ser sentida. No Dia Internacional da Poesia, celebrámos muito mais do que versos. Celebrámos o encontro. Celebrámos a consciência. Celebrámos essa força invisível que nos une — esse Elos que não é apenas um nome, mas uma travessia viva entre almas, culturas e sentimentos. A poesia, nesse dia, não esteve apenas nos poemas. Esteve nos olhares.
Nos silêncios. Nos gestos. Esteve na forma como cada presença deu sentido ao todo — porque, como acredito profundamente, o mundo que vivemos é reflexo do mundo que construímos dentro de nós . E foi isso que construímos juntos: um mundo, ainda que por algumas horas, mais belo, mais humano, mais verdadeiro. A todos os poetas presentes — guardiões da palavra e da emoção — o meu mais profundo reconhecimento. São vocês que mantêm viva esta ponte invisível que liga corações.

Ao nosso Conselho — o meu profundo agradecimento ao Barão, pela sua dedicação constante; ao Diogo Costa, ao Luís Garcia, à Aura Gorito, ao Sr. Lourenço, que com os seus 100 anos nos inspira pela sua energia e alegria de estar — até a dançar no meio de nós — e a todos os membros do Conselho que, mesmo ausentes, continuam a fazer parte viva desta equipa.
À nossa Direção — às minhas Vice-Presidentes: à Luísa Ramos, que mesmo ausente esteve presente em nossos corações, e à querida Ana Paula, sempre presente e profundamente dedicada ao Elos; à primeira-secretária Carolina Sirgado; ao tesoureiro Eduardo Martins; e a todos os membros da Direção que, mesmo na ausência, são presença viva entre nós — o meu sincero agradecimento por caminharem comigo, não atrás, nem à frente, mas lado a lado.

À Manuela Coutinho, pela oração que nos devolve ao essencial. Ao David Carrapo, ao Paulo Sanches e ao Fernando Modesto, por transformarem som em emoção viva.
Aos fotógrafos António Alfredo e Fátima Lopes, por captarem aquilo que muitas vezes só o sentir alcança. Aos artistas plásticos — Manuel Galvão, Lena Gal, Ana Ancoc — por nos lembrarem que a arte é, também, uma forma de respirar a alma. Ao Sr. Nogueira e à sua equipa, pelo cuidado que alimenta não só o corpo, mas o encontro. E a todos os presentes… Porque nenhum momento ganha eternidade sem quem o vive.
O Elos existe porque cada um de nós escolhe estar. Escolhe sentir. Escolhe construir. Seguimos… com a certeza de que cada elo fortalece a corrente, e de que há ainda muitos mares por navegar — sempre com a coragem de quem acredita que a beleza da vida está naquilo que partilhamos.

Com profunda gratidão e elevada consideração,
Reliane de Carvalho
Fotos de Antonio Alfredo:
https://www.facebook.com/antonio.alfredo.35

Prezados amigos e sócios do Elos Clube de Lisboa, Há encontros que não se medem pelo tempo… mas pela profundidade com qu...
27/03/2026

Prezados amigos e sócios do Elos Clube de Lisboa,

Há encontros que não se medem pelo tempo… mas pela profundidade com que tocam a alma. E o que vivemos no passado dia 21 de março foi exatamente isso — um desses raros instantes em que a vida se eleva, e a palavra deixa de ser apenas dita… para ser sentida. No Dia Internacional da Poesia, celebrámos muito mais do que versos. Celebrámos o encontro. Celebrámos a consciência. Celebrámos essa força invisível que nos une — esse Elos que não é apenas um nome, mas uma travessia viva entre almas, culturas e sentimentos. A poesia, nesse dia, não esteve apenas nos poemas. Esteve nos olhares.
Nos silêncios. Nos gestos. Esteve na forma como cada presença deu sentido ao todo — porque, como acredito profundamente, o mundo que vivemos é reflexo do mundo que construímos dentro de nós . E foi isso que construímos juntos: um mundo, ainda que por algumas horas, mais belo, mais humano, mais verdadeiro. A todos os poetas presentes — guardiões da palavra e da emoção — o meu mais profundo reconhecimento. São vocês que mantêm viva esta ponte invisível que liga corações.

Ao nosso Conselho — o meu profundo agradecimento ao Barão, pela sua dedicação constante; ao Diogo Costa, ao Luís Garcia, à Aura Gorito, ao Sr. Lourenço, que com os seus 100 anos nos inspira pela sua energia e alegria de estar — até a dançar no meio de nós — e a todos os membros do Conselho que, mesmo ausentes, continuam a fazer parte viva desta equipa.
À nossa Direção — às minhas Vice-Presidentes: à Luísa Ramos, que mesmo ausente esteve presente em nossos corações, e à querida Ana Paula, sempre presente e profundamente dedicada ao Elos; à primeira-secretária Carolina Sirgado; ao tesoureiro Eduardo Martins; e a todos os membros da Direção que, mesmo na ausência, são presença viva entre nós — o meu sincero agradecimento por caminharem comigo, não atrás, nem à frente, mas lado a lado.

À Manuela Coutinho, pela oração que nos devolve ao essencial. Ao David Carrapo, ao Paulo Sanches e ao Fernando Modesto, por transformarem som em emoção viva.
Aos fotógrafos António Alfredo e Fátima Lopes, por captarem aquilo que muitas vezes só o sentir alcança. Aos artistas plásticos — Manuel Galvão, Lena Gal, Ana Ancoc — por nos lembrarem que a arte é, também, uma forma de respirar a alma. Ao Sr. Nogueira e à sua equipa, pelo cuidado que alimenta não só o corpo, mas o encontro. E a todos os presentes… Porque nenhum momento ganha eternidade sem quem o vive.

O Elos existe porque cada um de nós escolhe estar. Escolhe sentir. Escolhe construir. Seguimos… com a certeza de que cada elo fortalece a corrente, e de que há ainda muitos mares por navegar — sempre com a coragem de quem acredita que a beleza da vida está naquilo que partilhamos.

Com profunda gratidão e elevada consideração,
Reliane de Carvalho

Fotos de Antonio Alfredo:
https://www.facebook.com/antonio.alfredo.35

Prezados amigos e sócios do Elos Clube de Lisboa, Há encontros que não se medem pelo tempo… mas pela profundidade com qu...
27/03/2026

Prezados amigos e sócios do Elos Clube de Lisboa,
Há encontros que não se medem pelo tempo… mas pela profundidade com que tocam a alma. E o que vivemos no passado dia 21 de março foi exatamente isso — um desses raros instantes em que a vida se eleva, e a palavra deixa de ser apenas dita… para ser sentida.

No Dia Internacional da Poesia, celebrámos muito mais do que versos. Celebrámos o encontro. Celebrámos a consciência. Celebrámos essa força invisível que nos une — esse Elos que não é apenas um nome, mas uma travessia viva entre almas, culturas e sentimentos. A poesia, nesse dia, não esteve apenas nos poemas. Esteve nos olhares.
Nos silêncios. Nos gestos. Esteve na forma como cada presença deu sentido ao todo — porque, como acredito profundamente, o mundo que vivemos é reflexo do mundo que construímos dentro de nós . E foi isso que construímos juntos: um mundo, ainda que por algumas horas, mais belo, mais humano, mais verdadeiro. A todos os poetas presentes — guardiões da palavra e da emoção — o meu mais profundo reconhecimento. São vocês que mantêm viva esta ponte invisível que liga corações.
Ao nosso Conselho — o meu profundo agradecimento ao Barão, pela sua dedicação constante; ao Diogo Costa, ao Luís Garcia, à Aura Gorito, ao Sr. Lourenço, que com os seus 100 anos nos inspira pela sua energia e alegria de estar — até a dançar no meio de nós — e a todos os membros do Conselho que, mesmo ausentes, continuam a fazer parte viva desta equipa.

À nossa Direção — às minhas Vice-Presidentes: à Luísa Ramos, que mesmo ausente esteve presente em nossos corações, e à querida Ana Paula, sempre presente e profundamente dedicada ao Elos; à primeira-secretária Carolina Sirgado; ao tesoureiro Eduardo Martins; e a todos os membros da Direção que, mesmo na ausência, são presença viva entre nós — o meu sincero agradecimento por caminharem comigo, não atrás, nem à frente, mas lado a lado.

À Manuela Coutinho, pela oração que nos devolve ao essencial. Ao David Carrapo, ao Paulo Sanches e ao Fernando Modesto, por transformarem som em emoção viva.
Aos fotógrafos António Alfredo e Fátima Lopes, por captarem aquilo que muitas vezes só o sentir alcança. Aos artistas plásticos — Manuel Galvão, Lena Gal, Ana Ancoc — por nos lembrarem que a arte é, também, uma forma de respirar a alma. Ao Sr. Nogueira e à sua equipa, pelo cuidado que alimenta não só o corpo, mas o encontro. E a todos os presentes… Porque nenhum momento ganha eternidade sem quem o vive.

O Elos existe porque cada um de nós escolhe estar. Escolhe sentir. Escolhe construir. Seguimos… com a certeza de que cada elo fortalece a corrente, e de que há ainda muitos mares por navegar — sempre com a coragem de quem acredita que a beleza da vida está naquilo que partilhamos.

Com profunda gratidão e elevada consideração,
Reliane de Carvalho

Fotos de Antonio Alfredo:
https://www.facebook.com/antonio.alfredo.35

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