Elos Clube de Lisboa

Elos Clube de Lisboa Visa concretizar os objecivos do Movimento Elista difudindo os valores da Cultura Elista reforçando os laços de amizade entre os povos de língua portuguesa
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No dia 04 de abril, a vida pediu silêncio.Um silêncio daqueles que não se impõem — revelam-se.Partiu Fernando Cardoso.E ...
07/04/2026

No dia 04 de abril, a vida pediu silêncio.
Um silêncio daqueles que não se impõem — revelam-se.

Partiu Fernando Cardoso.
E há partidas que não são apenas ausências… são deslocações de luz.

Há homens que passam pela vida.
E há outros — raros — que a ampliam.

O Dr. Fernando Cardoso foi um desses.

Homem do Direito, sim — mas não apenas das leis escritas.
Foi, acima de tudo, um homem daquilo que não se legisla:
a ética, o compromisso, a palavra que sustenta, o gesto que educa.

No universo do Elos Clube de Lisboa, a sua presença não era apenas institucional — era essencial.
Porque há pessoas que não ocupam lugares…
dão sentido a eles.

E talvez poucos saibam — ou poucos compreendam em profundidade —
que a sua obra não se limitou ao rigor do Direito.

Ele escreveu para crianças.
E quem escreve para crianças… escreve para o futuro.

Os seus livros, utilizados em contexto escolar, não eram apenas páginas.
Eram sementes.
Sementes de valores, de consciência, de humanidade —
num tempo em que educar é, cada vez mais, um ato de coragem.

Porque ensinar uma criança não é transmitir conhecimento…
é moldar o invisível que um dia se tornará mundo.

Ao ler a vida — e ao reler as emoções, como tantas vezes reflete em si mesma esta caminhada interior — percebemos que:

somos feitos daquilo que deixamos nos outros. 

E o Dr. Fernando Cardoso deixou… muito.
Deixou presença.
Deixou exemplo.
Deixou continuidade.

Há perdas que doem.
Mas há perdas que também elevam — porque nos obrigam a recordar quem valeu a pena.

E hoje, não é apenas um adeus.
É um reconhecimento silencioso de que algumas vidas não terminam —
ecoam.

Que a sua memória permaneça onde deve permanecer:
nos gestos que inspirou,
nas palavras que ensinou,
e nos corações que tocou sem ruído, mas com verdade.

Porque há pessoas que partem…
mas não deixam vazio.

Deixam legado.

Prezados amigos e sócios do Elos Clube de Lisboa, Há encontros que não se medem pelo tempo… mas pela profundidade com qu...
27/03/2026

Prezados amigos e sócios do Elos Clube de Lisboa,

Há encontros que não se medem pelo tempo… mas pela profundidade com que tocam a alma. E o que vivemos no passado dia 21 de março foi exatamente isso — um desses raros instantes em que a vida se eleva, e a palavra deixa de ser apenas dita… para ser sentida. No Dia Internacional da Poesia, celebrámos muito mais do que versos. Celebrámos o encontro. Celebrámos a consciência. Celebrámos essa força invisível que nos une — esse Elos que não é apenas um nome, mas uma travessia viva entre almas, culturas e sentimentos. A poesia, nesse dia, não esteve apenas nos poemas. Esteve nos olhares.
Nos silêncios. Nos gestos. Esteve na forma como cada presença deu sentido ao todo — porque, como acredito profundamente, o mundo que vivemos é reflexo do mundo que construímos dentro de nós . E foi isso que construímos juntos: um mundo, ainda que por algumas horas, mais belo, mais humano, mais verdadeiro. A todos os poetas presentes — guardiões da palavra e da emoção — o meu mais profundo reconhecimento. São vocês que mantêm viva esta ponte invisível que liga corações.

Ao nosso Conselho — o meu profundo agradecimento ao Barão, pela sua dedicação constante; ao Diogo Costa, ao Luís Garcia, à Aura Gorito, ao Sr. Lourenço, que com os seus 100 anos nos inspira pela sua energia e alegria de estar — até a dançar no meio de nós — e a todos os membros do Conselho que, mesmo ausentes, continuam a fazer parte viva desta equipa.
À nossa Direção — às minhas Vice-Presidentes: à Luísa Ramos, que mesmo ausente esteve presente em nossos corações, e à querida Ana Paula, sempre presente e profundamente dedicada ao Elos; à primeira-secretária Carolina Sirgado; ao tesoureiro Eduardo Martins; e a todos os membros da Direção que, mesmo na ausência, são presença viva entre nós — o meu sincero agradecimento por caminharem comigo, não atrás, nem à frente, mas lado a lado.

À Manuela Coutinho, pela oração que nos devolve ao essencial. Ao David Carrapo, ao Paulo Sanches e ao Fernando Modesto, por transformarem som em emoção viva.
Aos fotógrafos António Alfredo e Fátima Lopes, por captarem aquilo que muitas vezes só o sentir alcança. Aos artistas plásticos — Manuel Galvão, Lena Gal, Ana Ancoc — por nos lembrarem que a arte é, também, uma forma de respirar a alma. Ao Sr. Nogueira e à sua equipa, pelo cuidado que alimenta não só o corpo, mas o encontro. E a todos os presentes… Porque nenhum momento ganha eternidade sem quem o vive.
O Elos existe porque cada um de nós escolhe estar. Escolhe sentir. Escolhe construir. Seguimos… com a certeza de que cada elo fortalece a corrente, e de que há ainda muitos mares por navegar — sempre com a coragem de quem acredita que a beleza da vida está naquilo que partilhamos.

Com profunda gratidão e elevada consideração,
Reliane de Carvalho
Fotos de Antonio Alfredo:
https://www.facebook.com/antonio.alfredo.35

Prezados amigos e sócios do Elos Clube de Lisboa, Há encontros que não se medem pelo tempo… mas pela profundidade com qu...
27/03/2026

Prezados amigos e sócios do Elos Clube de Lisboa,

Há encontros que não se medem pelo tempo… mas pela profundidade com que tocam a alma. E o que vivemos no passado dia 21 de março foi exatamente isso — um desses raros instantes em que a vida se eleva, e a palavra deixa de ser apenas dita… para ser sentida. No Dia Internacional da Poesia, celebrámos muito mais do que versos. Celebrámos o encontro. Celebrámos a consciência. Celebrámos essa força invisível que nos une — esse Elos que não é apenas um nome, mas uma travessia viva entre almas, culturas e sentimentos. A poesia, nesse dia, não esteve apenas nos poemas. Esteve nos olhares.
Nos silêncios. Nos gestos. Esteve na forma como cada presença deu sentido ao todo — porque, como acredito profundamente, o mundo que vivemos é reflexo do mundo que construímos dentro de nós . E foi isso que construímos juntos: um mundo, ainda que por algumas horas, mais belo, mais humano, mais verdadeiro. A todos os poetas presentes — guardiões da palavra e da emoção — o meu mais profundo reconhecimento. São vocês que mantêm viva esta ponte invisível que liga corações.

Ao nosso Conselho — o meu profundo agradecimento ao Barão, pela sua dedicação constante; ao Diogo Costa, ao Luís Garcia, à Aura Gorito, ao Sr. Lourenço, que com os seus 100 anos nos inspira pela sua energia e alegria de estar — até a dançar no meio de nós — e a todos os membros do Conselho que, mesmo ausentes, continuam a fazer parte viva desta equipa.
À nossa Direção — às minhas Vice-Presidentes: à Luísa Ramos, que mesmo ausente esteve presente em nossos corações, e à querida Ana Paula, sempre presente e profundamente dedicada ao Elos; à primeira-secretária Carolina Sirgado; ao tesoureiro Eduardo Martins; e a todos os membros da Direção que, mesmo na ausência, são presença viva entre nós — o meu sincero agradecimento por caminharem comigo, não atrás, nem à frente, mas lado a lado.

À Manuela Coutinho, pela oração que nos devolve ao essencial. Ao David Carrapo, ao Paulo Sanches e ao Fernando Modesto, por transformarem som em emoção viva.
Aos fotógrafos António Alfredo e Fátima Lopes, por captarem aquilo que muitas vezes só o sentir alcança. Aos artistas plásticos — Manuel Galvão, Lena Gal, Ana Ancoc — por nos lembrarem que a arte é, também, uma forma de respirar a alma. Ao Sr. Nogueira e à sua equipa, pelo cuidado que alimenta não só o corpo, mas o encontro. E a todos os presentes… Porque nenhum momento ganha eternidade sem quem o vive.

O Elos existe porque cada um de nós escolhe estar. Escolhe sentir. Escolhe construir. Seguimos… com a certeza de que cada elo fortalece a corrente, e de que há ainda muitos mares por navegar — sempre com a coragem de quem acredita que a beleza da vida está naquilo que partilhamos.

Com profunda gratidão e elevada consideração,
Reliane de Carvalho

Fotos de Antonio Alfredo:
https://www.facebook.com/antonio.alfredo.35

Prezados amigos e sócios do Elos Clube de Lisboa, Há encontros que não se medem pelo tempo… mas pela profundidade com qu...
27/03/2026

Prezados amigos e sócios do Elos Clube de Lisboa,
Há encontros que não se medem pelo tempo… mas pela profundidade com que tocam a alma. E o que vivemos no passado dia 21 de março foi exatamente isso — um desses raros instantes em que a vida se eleva, e a palavra deixa de ser apenas dita… para ser sentida.

No Dia Internacional da Poesia, celebrámos muito mais do que versos. Celebrámos o encontro. Celebrámos a consciência. Celebrámos essa força invisível que nos une — esse Elos que não é apenas um nome, mas uma travessia viva entre almas, culturas e sentimentos. A poesia, nesse dia, não esteve apenas nos poemas. Esteve nos olhares.
Nos silêncios. Nos gestos. Esteve na forma como cada presença deu sentido ao todo — porque, como acredito profundamente, o mundo que vivemos é reflexo do mundo que construímos dentro de nós . E foi isso que construímos juntos: um mundo, ainda que por algumas horas, mais belo, mais humano, mais verdadeiro. A todos os poetas presentes — guardiões da palavra e da emoção — o meu mais profundo reconhecimento. São vocês que mantêm viva esta ponte invisível que liga corações.
Ao nosso Conselho — o meu profundo agradecimento ao Barão, pela sua dedicação constante; ao Diogo Costa, ao Luís Garcia, à Aura Gorito, ao Sr. Lourenço, que com os seus 100 anos nos inspira pela sua energia e alegria de estar — até a dançar no meio de nós — e a todos os membros do Conselho que, mesmo ausentes, continuam a fazer parte viva desta equipa.

À nossa Direção — às minhas Vice-Presidentes: à Luísa Ramos, que mesmo ausente esteve presente em nossos corações, e à querida Ana Paula, sempre presente e profundamente dedicada ao Elos; à primeira-secretária Carolina Sirgado; ao tesoureiro Eduardo Martins; e a todos os membros da Direção que, mesmo na ausência, são presença viva entre nós — o meu sincero agradecimento por caminharem comigo, não atrás, nem à frente, mas lado a lado.

À Manuela Coutinho, pela oração que nos devolve ao essencial. Ao David Carrapo, ao Paulo Sanches e ao Fernando Modesto, por transformarem som em emoção viva.
Aos fotógrafos António Alfredo e Fátima Lopes, por captarem aquilo que muitas vezes só o sentir alcança. Aos artistas plásticos — Manuel Galvão, Lena Gal, Ana Ancoc — por nos lembrarem que a arte é, também, uma forma de respirar a alma. Ao Sr. Nogueira e à sua equipa, pelo cuidado que alimenta não só o corpo, mas o encontro. E a todos os presentes… Porque nenhum momento ganha eternidade sem quem o vive.

O Elos existe porque cada um de nós escolhe estar. Escolhe sentir. Escolhe construir. Seguimos… com a certeza de que cada elo fortalece a corrente, e de que há ainda muitos mares por navegar — sempre com a coragem de quem acredita que a beleza da vida está naquilo que partilhamos.

Com profunda gratidão e elevada consideração,
Reliane de Carvalho

Fotos de Antonio Alfredo:
https://www.facebook.com/antonio.alfredo.35

Prezados amigos e sócios do Elos Clube de Lisboa, Há encontros que não se medem pelo tempo… mas pela profundidade com qu...
27/03/2026

Prezados amigos e sócios do Elos Clube de Lisboa,

Há encontros que não se medem pelo tempo… mas pela profundidade com que tocam a alma. E o que vivemos no passado dia 21 de março foi exatamente isso — um desses raros instantes em que a vida se eleva, e a palavra deixa de ser apenas dita… para ser sentida. No Dia Internacional da Poesia, celebrámos muito mais do que versos. Celebrámos o encontro.

Celebrámos a consciência. Celebrámos essa força invisível que nos une — esse Elos que não é apenas um nome, mas uma travessia viva entre almas, culturas e sentimentos. A poesia, nesse dia, não esteve apenas nos poemas. Esteve nos olhares.
Nos silêncios. Nos gestos. Esteve na forma como cada presença deu sentido ao todo — porque, como acredito profundamente, o mundo que vivemos é reflexo do mundo que construímos dentro de nós . E foi isso que construímos juntos: um mundo, ainda que por algumas horas, mais belo, mais humano, mais verdadeiro. A todos os poetas presentes — guardiões da palavra e da emoção — o meu mais profundo reconhecimento. São vocês que mantêm viva esta ponte invisível que liga corações.

Ao nosso Conselho — o meu profundo agradecimento ao Barão, pela sua dedicação constante; ao Diogo Costa, ao Luís Garcia, à Aura Gorito, ao Sr. Lourenço, que com os seus 100 anos nos inspira pela sua energia e alegria de estar — até a dançar no meio de nós — e a todos os membros do Conselho que, mesmo ausentes, continuam a fazer parte viva desta equipa.
À nossa Direção — às minhas Vice-Presidentes: à Luísa Ramos, que mesmo ausente esteve presente em nossos corações, e à querida Ana Paula, sempre presente e profundamente dedicada ao Elos; à primeira-secretária Carolina Sirgado; ao tesoureiro Eduardo Martins; e a todos os membros da Direção que, mesmo na ausência, são presença viva entre nós — o meu sincero agradecimento por caminharem comigo, não atrás, nem à frente, mas lado a lado.

À Manuela Coutinho, pela oração que nos devolve ao essencial. Ao David Carrapo, ao Paulo Sanches e ao Fernando Modesto, por transformarem som em emoção viva.
Aos fotógrafos António Alfredo e Fátima Lopes, por captarem aquilo que muitas vezes só o sentir alcança. Aos artistas plásticos — Manuel Galvão, Lena Gal, Ana Ancoc — por nos lembrarem que a arte é, também, uma forma de respirar a alma.

Ao Sr. Nogueira e à sua equipa, pelo cuidado que alimenta não só o corpo, mas o encontro. E a todos os presentes… Porque nenhum momento ganha eternidade sem quem o vive.
O Elos existe porque cada um de nós escolhe estar. Escolhe sentir. Escolhe construir. Seguimos… com a certeza de que cada elo fortalece a corrente, e de que há ainda muitos mares por navegar — sempre com a coragem de quem acredita que a beleza da vida está naquilo que partilhamos.

Com profunda gratidão e elevada consideração,
Reliane de Carvalho

Fotos de Antonio Alfredo:
https://www.facebook.com/antonio.alfredo.35

Prezados amigos e sócios do Elos Clube de Lisboa, Há encontros que não se medem pelo tempo… mas pela profundidade com qu...
27/03/2026

Prezados amigos e sócios do Elos Clube de Lisboa,

Há encontros que não se medem pelo tempo… mas pela profundidade com que tocam a alma. E o que vivemos no passado dia 21 de março foi exatamente isso — um desses raros instantes em que a vida se eleva, e a palavra deixa de ser apenas dita… para ser sentida. No Dia Internacional da Poesia, celebrámos muito mais do que versos. Celebrámos o encontro. Celebrámos a consciência. Celebrámos essa força invisível que nos une — esse Elos que não é apenas um nome, mas uma travessia viva entre almas, culturas e sentimentos. A poesia, nesse dia, não esteve apenas nos poemas. Esteve nos olhares.
Nos silêncios. Nos gestos. Esteve na forma como cada presença deu sentido ao todo — porque, como acredito profundamente, o mundo que vivemos é reflexo do mundo que construímos dentro de nós . E foi isso que construímos juntos: um mundo, ainda que por algumas horas, mais belo, mais humano, mais verdadeiro. A todos os poetas presentes — guardiões da palavra e da emoção — o meu mais profundo reconhecimento. São vocês que mantêm viva esta ponte invisível que liga corações.

Ao nosso Conselho — o meu profundo agradecimento ao Barão, pela sua dedicação constante; ao Diogo Costa, ao Luís Garcia, à Aura Gorito, ao Sr. Lourenço, que com os seus 100 anos nos inspira pela sua energia e alegria de estar — até a dançar no meio de nós — e a todos os membros do Conselho que, mesmo ausentes, continuam a fazer parte viva desta equipa.

À nossa Direção — às minhas Vice-Presidentes: à Luísa Ramos, que mesmo ausente esteve presente em nossos corações, e à querida Ana Paula, sempre presente e profundamente dedicada ao Elos; à primeira-secretária Carolina Sirgado; ao tesoureiro Eduardo Martins; e a todos os membros da Direção que, mesmo na ausência, são presença viva entre nós — o meu sincero agradecimento por caminharem comigo, não atrás, nem à frente, mas lado a lado.

À Manuela Coutinho, pela oração que nos devolve ao essencial. Ao David Carrapo, ao Paulo Sanches e ao Fernando Modesto, por transformarem som em emoção viva.
Aos fotógrafos António Alfredo e Fátima Lopes, por captarem aquilo que muitas vezes só o sentir alcança. Aos artistas plásticos — Manuel Galvão, Lena Gal, Ana Ancoc — por nos lembrarem que a arte é, também, uma forma de respirar a alma. Ao Sr. Nogueira e à sua equipa, pelo cuidado que alimenta não só o corpo, mas o encontro. E a todos os presentes… Porque nenhum momento ganha eternidade sem quem o vive.

O Elos existe porque cada um de nós escolhe estar. Escolhe sentir. Escolhe construir. Seguimos… com a certeza de que cada elo fortalece a corrente, e de que há ainda muitos mares por navegar — sempre com a coragem de quem acredita que a beleza da vida está naquilo que partilhamos.

Com profunda gratidão e elevada consideração,
Reliane de Carvalho

Fotos de Antonio Alfredo:
https://www.facebook.com/antonio.alfredo.35

Prezados amigos e sócios do Elos Clube de Lisboa, Há encontros que não se medem pelo tempo… mas pela profundidade com qu...
26/03/2026

Prezados amigos e sócios do Elos Clube de Lisboa,

Há encontros que não se medem pelo tempo… mas pela profundidade com que tocam a alma. E o que vivemos no passado dia 21 de março foi exatamente isso — um desses raros instantes em que a vida se eleva, e a palavra deixa de ser apenas dita… para ser sentida. No Dia Internacional da Poesia, celebrámos muito mais do que versos. Celebrámos o encontro. Celebrámos a consciência. Celebrámos essa força invisível que nos une — esse Elos que não é apenas um nome, mas uma travessia viva entre almas, culturas e sentimentos. A poesia, nesse dia, não esteve apenas nos poemas. Esteve nos olhares.

Nos silêncios. Nos gestos. Esteve na forma como cada presença deu sentido ao todo — porque, como acredito profundamente, o mundo que vivemos é reflexo do mundo que construímos dentro de nós . E foi isso que construímos juntos: um mundo, ainda que por algumas horas, mais belo, mais humano, mais verdadeiro. A todos os poetas presentes — guardiões da palavra e da emoção — o meu mais profundo reconhecimento. São vocês que mantêm viva esta ponte invisível que liga corações.

Ao nosso Conselho — o meu profundo agradecimento ao Barão, pela sua dedicação constante; ao Diogo Costa, ao Luís Garcia, à Aura Gorito, ao Sr. Lourenço, que com os seus 100 anos nos inspira pela sua energia e alegria de estar — até a dançar no meio de nós — e a todos os membros do Conselho que, mesmo ausentes, continuam a fazer parte viva desta equipa.

À nossa Direção — às minhas Vice-Presidentes: à Luísa Ramos, que mesmo ausente esteve presente em nossos corações, e à querida Ana Paula, sempre presente e profundamente dedicada ao Elos; à primeira-secretária Carolina Sirgado; ao tesoureiro Eduardo Martins; e a todos os membros da Direção que, mesmo na ausência, são presença viva entre nós — o meu sincero agradecimento por caminharem comigo, não atrás, nem à frente, mas lado a lado.

À Manuela Coutinho, pela oração que nos devolve ao essencial. Ao David Carrapo, ao Paulo Sanches e ao Fernando Modesto, por transformarem som em emoção viva.
Aos fotógrafos António Alfredo e Fátima Lopes, por captarem aquilo que muitas vezes só o sentir alcança. Aos artistas plásticos — Manuel Galvão, Lena Gal, Ana Ancoc — por nos lembrarem que a arte é, também, uma forma de respirar a alma. Ao Sr. Nogueira e à sua equipa, pelo cuidado que alimenta não só o corpo, mas o encontro. E a todos os presentes… Porque nenhum momento ganha eternidade sem quem o vive.

O Elos existe porque cada um de nós escolhe estar. Escolhe sentir. Escolhe construir. Seguimos… com a certeza de que cada elo fortalece a corrente, e de que há ainda muitos mares por navegar — sempre com a coragem de quem acredita que a beleza da vida está naquilo que partilhamos. Com profunda gratidão e elevada consideração,

Reliane de Carvalho

Fotos de Antonio Alfredo:
https://www.facebook.com/antonio.alfredo.35

CONVITEJantar de 21 de Março de 2026Caríssimos Elistas, Amigos e Companheiros de Caminho,Há encontros que não são apenas...
12/02/2026

CONVITE

Jantar de 21 de Março de 2026

Caríssimos Elistas, Amigos e Companheiros de Caminho,

Há encontros que não são apenas datas no calendário — são pontos de luz na travessia da vida.

O Elos Clube de Lisboa, fiel à sua missão de cultivar a amizade, a cultura e a consciência lusófona, convida-o a estar presente no nosso próximo jantar, momento de comunhão, reflexão e celebração dos laços que nos unem.

📅 21 de março de 2026
🕖 19h00
📍 Ordem dos Engenheiros – Região Sul
Rua António Augusto de Aguiar, 3D
1069-030 Lisboa

Cada presença é um elo.
Cada elo fortalece a corrente.
E nenhuma corrente se sustenta sem a energia viva de quem acredita que o mundo pode ser melhor quando cuidamos do nosso mundo interior.

Será uma noite onde a amizade fará morada, onde a palavra terá brilho, onde a cultura será ponte — e onde a música tocará não apenas os ouvidos, mas a Alma.

Teremos a honra de contar com David Carrapo – Saxofonista, cuja arte transcende a técnica e se transforma em emoção pura. O seu talento não apenas executa notas — constrói atmosferas, desperta memórias, eleva o espírito. A sua presença artística é, por si só, um privilégio e um presente para esta casa.

👔 Traje: Formal

🍽 Contribuição: 40€ por pessoa

Pagamento por transferência bancária até 10 de março de 2026:

Reliane de Carvalho
IBAN: PT50 0033 0000 4563 9351 5640 5

Após pagamento, enviar comprovativo para:
📩 [email protected]

Mais do que um jantar, este será um momento de construção consciente — porque o mundo é o reflexo dos mundos de cada um. E quando nos reunimos com propósito, fortalecemos não apenas um clube, mas uma visão de humanidade.

A Direção e o Conselho do Elos Clube de Lisboa aguardam com estima a sua presença.
Porque esta casa também é sua.
Porque a sua energia importa.
Porque juntos somos mais fortes.

Com elevada consideração e espírito elista,

Reliane de Carvalho
Elos Clube de Lisboa

No passado dia 17 de janeiro, o Elos Clube de Lisboa viveu uma noite particularmente especial, marcada pela presença lum...
04/02/2026

No passado dia 17 de janeiro, o Elos Clube de Lisboa viveu uma noite particularmente especial, marcada pela presença luminosa de Liza Veiga, que se juntou a nós no nosso último evento — um encontro onde a arte, a amizade e a celebração caminharam de mãos dadas.

Foi também, com grande alegria, uma noite partilhada em torno da celebração do meu aniversário, num ambiente de verdadeira comunhão, sensibilidade e beleza — valores que definem o Elos e que Liza personifica de forma rara.

Com um percurso artístico notável, que atravessa o fado, o canto lírico e a fusão contemporânea entre ópera, pop e rock, Liza Veiga é uma voz de excelência, reconhecida nacional e internacionalmente, mas, acima de tudo, uma presença humana profundamente generosa, elegante e inspiradora.

A sua presença entre nós elevou ainda mais o significado deste encontro, reforçando aquilo que acreditamos no Elos: a cultura como ponte, a arte como linguagem universal e o encontro humano como essência.

Gratidão, querida Liza, por ter celebrado connosco — a sua arte, a sua sensibilidade e a sua luz ficam na memória desta noite e na história viva do Elos Clube de Lisboa.

Um abraço com profunda gratidão e reconhecimento,
Reliane de Carvalho

A versatile artist exploring the boundaries of classical and contemporary music through three distinct artistic personas.

13/10/2025

Encontro de Presidentes, com a presidente do Elos Internacional

Um tributo à arte, à língua portuguesa e à alma da lusofonia

Há encontros que não pertencem apenas ao tempo — pertencem à eternidade. ✨
No coração do Clube Português de Niterói, durante a ###V Convenção Internacional do Elos Internacional, vivi um desses instantes que não se explicam — apenas se sentem.

Ali, ao lado da querida Matilde Carone Slaibi Conti, nossa Presidente Internacional, senti o perfume antigo da história e a brisa doce da eternidade que sopra quando a cultura se torna ponte entre as almas.

Entre nós, o olhar silencioso de Luís de Camões, guardião da palavra e da memória, parecia ouvir e abençoar. Diante dele, gravámos um vídeo que é mais do que registro — é símbolo vivo daquilo que o Elos representa: o amor pela língua que nos une, pela arte que nos eleva e pela cultura que nos reconhece como um só povo, feito de mar, de sonho e de esperança.

Nesse mesmo instante, prestamos uma homenagem à estimada Dyandreia Portugal, mulher de luz e de palavra, cuja missão à frente da Rede Sem Fronteiras tem levado a literatura e a alma lusófona aos quatro cantos do mundo.

O seu trabalho é uma ponte entre vozes, um abraço entre culturas, um gesto que reafirma que a língua portuguesa é casa — e nela todos cabemos.
O Elos Internacional é, para mim, essa casa maior: o espaço onde a amizade floresce, onde a arte respira, onde o coração fala a mesma língua — seja em Lisboa, no Rio, em Angola, em Moçambique ou em qualquer lugar onde um eloísta sonhe e sirva.

Defender a arte, a língua portuguesa e a lusofonia é defender a alma que habita em nós, o nosso passado que ilumina o futuro, o verbo que faz do sentir a nossa mais bela forma de existir.
Naquela noite de gala, senti que o tempo parou apenas para ouvir: a voz da cultura, o sopro da amizade, a melodia do idioma que nos une.

E compreendi que o verdadeiro encontro não foi apenas entre presidentes — foi entre corações que acreditam que servir à cultura é servir à vida.

Com amor, emoção e gratidão,
Reliane de Carvalho

Presidente do Elos Clube de Lisboa
###V Convenção Internacional do Elos Internacional – Niterói, 10 de outubro de 2025

Endereço

Rua João De Lemos, 4
Lisbon
1130-324

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