STCCMCS-Sindicato dos Trabalhadores da Cerâmica e da Construção do Sul e RA

STCCMCS-Sindicato dos Trabalhadores da Cerâmica e da Construção do Sul e RA Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de STCCMCS-Sindicato dos Trabalhadores da Cerâmica e da Construção do Sul e RA, Sindicato laboral, Rua Cidade de Liverpool, n°16, Piso 01 e 1, Lisbon.

O STCCMCS, é o Sindicato da CGTP-IN que representa os trabalhadores da Cerâmica, Cimentos e Similares, Construção, Madeiras, Mármores e Cortiças nos Distritos de Santarém, Setúbal, Lisboa, Portalegre, Évora, Beja, Faro e Regiões Autónomas

03/06/2026

Europe General strike in Portugal June 3, 2026 FacebookTwitterPinterestWhatsApp General strike in Portugal, protesting against the detrimental changes to labor laws, and demanding higher wages, more rights, and more public services. FacebookTwitterPinterestWhatsApp Andreas Athanasiades

29/05/2026
27/05/2026

Em vésperas de greve geral, a Amorim Cork Equipar, empresa do Grupo Amorim, impediu o acesso de representantes sindicais às suas instalações fabris em Coruche. Para o sindicato, a acção é de «extrema gravidade democrática».

🔥 Basta de empobrecer a trabalhar📈 Tudo aumenta menos os saláriosO Ataque é brutal, 3 de Junho é GREVE GERAL! 🚧👷📢
26/05/2026

🔥 Basta de empobrecer a trabalhar
📈 Tudo aumenta menos os salários
O Ataque é brutal, 3 de Junho é GREVE GERAL! 🚧👷📢

26/05/2026

A AMORIM CORK EQUIPAR (Grupo Amorim) protagonizou hoje, 26 de Maio, um acto de extrema gravidade democrática ao impedir o acesso do Sindicato às instalações fabris, em Coruche, bloqueando uma actividade sindical...

A APCOR QUER MISÉRIA. NÓS QUEREMOS DIGNIDADE!A segunda reunião do CCT deixou tudo a mais claro: a APCOR não quer negocia...
19/05/2026

A APCOR QUER MISÉRIA. NÓS QUEREMOS DIGNIDADE!

A segunda reunião do CCT deixou tudo a mais claro: a APCOR não quer negociar, não quer valorizar, não quer respeitar os trabalhadores. Depois de chegar à primeira reunião de mãos vazias, agora aparece com 2,8%, um valor miserável que não repõe perdas, não acompanha a inflação real e o aumento do custo de vida e empurra ainda mais as tabelas para o Salário Mínimo Nacional.

E isto num sector onde:
• A produtividade cresceu mais de 20% em 10 anos,
• As exportações bateram recordes,
• As margens continuam elevadas,
• Os salários representam apenas 20% dos custos.

Perante estes factos, a proposta da APCOR não é “responsável”. É uma provocação. É um insulto. É uma tentativa descarada de manter o trabalho fabril no fundo da escala salarial.

A discriminação entre administrativos e fabris continua porque a APCOR não quer pagar diuturnidades a quem está no chão de fábrica. O trabalho por turnos continua desvalorizado porque a APCOR não quer reconhecer o desgaste real. A estrutura salarial continua desactualizada porque a APCOR não quer investir em quem produz a riqueza.
E depois admiram se que faltem trabalhadores. Faltam porque pagam mal. Faltam porque não respeitam. Faltam porque tratam o trabalho fabril como descartável.

A APROXIMAÇÃO AO SALÁRIO MÍNIMO É UMA ESCOLHA PATRONAL

Os sindicatos alertaram novamente para a aproximação das tabelas ao Salário Mínimo Nacional. Com a proposta da APCOR, que representa 28,36€ no nível XIV, a diferença para o SMN (previsto) em 2027 seria de apenas 71,36€.

Isto significa que o trabalho fabril especializado está a ser empurrado para o patamar mais baixo da escala salarial nacional. A APCOR sabe disto. A APCOR reconhece isto.
E mesmo assim mantém a sua proposta mínima.

OS SINDICATOS NÃO RECUAM - E NÃO VÃO RECUAR

A FEVICCOM reafirmou propostas sérias, justas e possíveis:
• Aumento de 80€,
• Diuturnidades iguais às dos administrativos,
• 25 dias de férias,
• Majoração dos turnos,
• Subsídio de alimentação de 8€,
• Valorização real do trabalho fabril.

A APCOR tentou pressionar para recuos. Não conseguiu. Não vai conseguir.
Porque o sector tem margem e os trabalhadores têm razão!!

MAS O ATAQUE NÃO VEM SÓ DA APCOR - VEM TAMBÉM DO GOVERNO

Enquanto a APCOR tenta congelar salários, o Governo avança com um pacote laboral profundamente anti trabalhadores, feito à medida dos interesses patronais. Este pacote laboral:

• Facilita despedimentos, tornando mais fácil substituir trabalhadores experientes por mão de obra mais barata.
• Aumenta a precariedade, abrindo portas a vínculos mais frágeis e instáveis.
• Enfraquece a contratação colectiva, retirando força aos CCT e às negociações sectoriais.
• Reduz a intervenção sindical, limitando direitos, acesso e capacidade de defesa dos trabalhadores.
• Desprotege o trabalho por turnos, ignorando o desgaste físico e social que ele implica.
• Aumenta o poder patronal, permitindo que empresas imponham condições mais duras com menos escrutínio.

Este pacote laboral é uma peça central de uma estratégia mais ampla: baixar salários, fragilizar direitos, enfraquecer sindicatos e tornar os trabalhadores mais vulneráveis.
É exactamente a mesma lógica que vemos na mesa da negociação.

A LUTA É AGORA — E TEM DE SER NAS FÁBRICAS

É assim desde sempre. E é isso que vai voltar a acontecer.
As negociações retomam na primeira quinzena de Junho.
Até lá, cada trabalhador tem um papel decisivo. A força negocial constrói se nas fábricas, no turno, no plenário, na unidade e na disponibilidade para lutar.

Por isso, nos próximos dias, todos os trabalhadores corticeiros são chamados a participar activamente na mobilização nacional.

A LUTA CONTRA O PACOTE LABORAL É A LUTA PELO CCT

O que está em causa não é apenas um aumento salarial.
É o modelo de relações laborais que queremos no sector da cortiça e no país.
A APCOR quer trabalhadores baratos. O Governo quer trabalhadores frágeis.
E ambos contam que os trabalhadores fiquem calados.
Mas os trabalhadores corticeiros têm história, têm força e têm consciência.
E sabem que cada direito conquistado foi arrancado com luta.

A Greve Geral de 3 de Junho é um momento central desta luta, porque enfrenta a desvalorização salarial e o pacote laboral que retira direitos.

E A APCOR SÓ AVANÇA QUANDO OS TRABALHADORES SE LEVANTAM

NO DIA 3 DE JUNHO, MOSTRAMOS QUE OS TRABALHADORES CORTICEIROS
NÃO ACEITAM MIGALHAS!! EXIGEM RESPEITO, SALÁRIO E FUTURO!!

A MOBILIZAÇÃO É AGORA. A FORÇA É NOSSA!!

19/05/2026
... é só mais um empurrão e o Pacote vai ao chão!! 💪📢3 de Junho 2026 | GREVE GERAL ✊
18/05/2026

... é só mais um empurrão e o Pacote vai ao chão!! 💪📢
3 de Junho 2026 | GREVE GERAL ✊

 

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