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SINTTAV Sindicato Nacional dos Trabalhadores das Telecomunicações e Audiovisual. THE UNION THAT STANDS BY YOU

  📢 3 JUNHO   📍 LOCAIS     ✊️     CGTP IN Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens - CIMH Fectrans CGTP IN / Aç...
30/05/2026

📢 3 JUNHO 📍 LOCAIS ✊️ CGTP IN Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens - CIMH Fectrans CGTP IN / Açores União dos Sindicatos de Lisboa - USL União dos Sindicatos do Porto-CGTP-IN União de Sindicatos de Castelo Branco USAM - União dos Sindicatos da Madeira União-Sindicatos-Setúbal União dos Sindicatos do Algarve/CGTP-IN União de Sindicatos de São Miguel e Santa Maria União dos Sindicatos Angra União De Sindicatos de S.Miguel e Stª Maria

  ℹ️ 1 DE JUNHO -
29/05/2026

ℹ️ 1 DE JUNHO -

  📍 JUNE 3️⃣ JUNHO 📢  👀   à   ✊   to   👀
28/05/2026

📍 JUNE 3️⃣ JUNHO 📢
👀 à ✊ to 👀

  📢 DIA 3 TEM DE SER UMA GRANDE GREVE GERAL ✊🗨️ MAIS UM EMPURRÃO E O PACOTE VAI AO CHÃO 💬‼️ A LUTA É AGORA 🫵 CONTAMOS CO...
28/05/2026

📢 DIA 3 TEM DE SER UMA GRANDE GREVE GERAL ✊
🗨️ MAIS UM EMPURRÃO E O PACOTE VAI AO CHÃO 💬
‼️ A LUTA É AGORA 🫵 CONTAMOS CONTIGO ‼️

28/05/2026

📌Saúde da mulher: CGTP acusa Governo de desmantelamento

A Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens da CGTP critica duramente a ação do Executivo na área da gravidez e maternidade, apontando o encerramento de maternidades e urgências como um “desmantelamento” que penaliza sobretudo as mulheres, a poucos dias da data dedicada à saúde feminina.

Instituído ainda nos anos 80 do século passado, o Dia Internacional pela Saúde da Mulher assinala-se na próxima quinta-feira e serve, todos os anos, para lembrar à sociedade a importância dos direitos se***is e reprodutivos, bem como a prevenção de patologias como o cancro da mama, o cancro do colo do útero e as doenças crónicas. A efeméride, que já leva quase quatro décadas, costuma passar despercebida para muitos, mas não para a CIMH da CGTP, que aproveitou a proximidade da data para soltar o verbo.

Em comunicado enviado às redações esta segunda-feira, a comissão começa por sublinhar que o dia 28 de maio constitui “um lembrete anual para que os governos garantam que as mulheres tenham acesso pleno e seguro aos cuidados de saúde necessários”. Só que, logo a seguir, o tom muda. E o tal lembrete, escrevem, torna-se “muito oportuno” face ao que descrevem como “a política de saúde desastrosa que está a ser seguida pelo Governo, em particular em relação à gravidez, às urgências e ao ataque global e deliberado ao Serviço Nacional de Saúde”.

A CIMH faz questão de frisar que o SNS não é uma mera “estrutura administrativa” — antes “um direito essencial consagrado na Constituição da República Portuguesa” — e que é ali, nesse serviço público, que “a maternidade tem de ser protegida, onde a doença encontra cuidado [e] onde se recusa transformar a saúde em negócio”. E é neste ponto que o texto do comunicado se torna mais incisivo, quase poético, com uma passagem que foge ao jargão sindical habitual: “Fechar uma maternidade não é desligar uma luz — é apagar um começo. Encerrar uma urgência não é reorganizar recursos — é transformar quilómetros em perigo, espera em angústia, distância em risco. E quem carrega esse peso? As mulheres. Sempre as mulheres.”

Quem leu o documento percebe que a CGTP não compra a narrativa oficial. Recusa liminarmente os argumentos de que o encerramento de maternidades decorre de uma “reorganização”, “racionalização” ou “inevitabilidade”. Pelo contrário, a estrutura sindical classifica o processo como “desmantelamento”, sem meias palavras. E acrescenta, num tom que oscila entre a denúncia política e o apelo emocional: “A saúde das mulheres não cabe em cortes, mapas ou desculpas técnicas. Cabe em cuidados próximos, em equipas completas, em portas abertas quando a vida chama. A saúde das mulheres exige proximidade. Não aceitamos um país onde nascer depende do código postal.”

A CIMH lembra ainda que, apesar de as mulheres portuguesas viverem mais anos do que os homens, enfrentam uma maior carga de doenças crónicas — uma contradição que deveria merecer mais atenção por parte de quem governa. “Um país que falha às mulheres e às crianças falha ao seu futuro”, sentencia o comunicado, que termina com um caderno de exigências: “investimento público e profissionais valorizados”, “respeito por quem cuida e por quem precisa de ser cuidada” e “serviços públicos à altura de quem neles confia para viver”. No fundo, remata a comissão, “defender a saúde das mulheres é defender o Serviço Nacional de Saúde” com “tudo o que ele deve ser: público, universal, acessível, humano”.

NR/HN/Lusa
25.05.2026

28/05/2026

Os funcionários afirmam "não se rever nas medidas apresentadas pelo Governo e manifestam o seu descontentamento e reprovação relativamente às alterações previstas", salienta o dirigente do Sinttav.

27/05/2026

Trabalhadores dos “Call Centers” na Greve Geral

Os trabalhadores dos “call centers” de Castelo Branco decidiram, em plenário, aderir à Greve Geral convocada para o próximo dia 3 de Junho.

Os trabalhadores consideram que, sendo um dos sectores mais marcados pela precariedade laboral e pela ausência de instrumentos de regulamentação colectiva, seriam fortemente prejudicados pelo novo pacote laboral apresentado pelo Governo se este viesse a ser aprovado.

Entendem que estas alterações representariam a perda de direitos que a actual legislação ainda garante, agravando ainda mais as condições de trabalho e de vida de milhares de trabalhadores, em particular dos mais jovens, que constituem a maioria do sector.

Os trabalhadores afirmam não se rever nas medidas apresentadas pelo Governo e manifestam o seu profundo descontentamento e reprovação relativamente às alterações previstas.

Nesse sentido, irão participar na greve geral e na concentração promovida pela União de Sindicatos de Castelo Branco, a realizar-se no dia 3 de Junho, pelas 11h00, junto à Câmara Municipal de Castelo Branco.

Comunicado completo AQUI https://fectrans.pt/index.php/informacao/sectorial/sector-dos-correios-e-telecomunicacoes/10436-trabalhadores-dos-call-centers-na-greve-geral

Enquanto a   e alguns parceiros, como a   e a  , "aumentaram" salários e subsídios de alimentação apenas nas linhas de C...
27/05/2026

Enquanto a e alguns parceiros, como a e a , "aumentaram" salários e subsídios de alimentação apenas nas linhas de Consumo e Técnico para reduzir o impacto da greve, todas as outras linhas, áreas e departamentos continuam esquecidos, como sempre.
Tu, que continuas a trabalhar até à exaustão sem qualquer reconhecimento, recebendo apenas um salário baixo e um prémio que exige abdicar de muito — e que podes perder facilmente se não cumprires um único critério ou tiveres de meter baixa.

Está na altura de mostrar o que acontece perante a falta de respeito e o silêncio da NOS e dos seus parceiros.

Inscreve-te no Plenário e adere à no dia 3 de Junho.

PARTICIPA | MOBILIZA | REIVINDICA

A PARTIR DAS 09:00 (1º turno) e 14:00 (2º turno)

- Copa 0A do Edifício NOS
- inscrição através do link: https://forms.gle/cua68C2cDdTxacQm6

NOTA: o tempo do plenário é justificado e remunerado sem perda de direitos. A lei confere aos trabalhadores 15 horas por ano para se reunirem.

Qualquer dúvida ou esclarecimento contacta o : [email protected]

"SINTTAV | «Trabalhadores dos Call-Centers de Castelo Branco aderem à greve de 03 de Junho!»":Os trabalhadores dos call-...
27/05/2026

"SINTTAV | «Trabalhadores dos Call-Centers de Castelo Branco aderem à greve de 03 de Junho!»":

Os trabalhadores dos call-centers de Castelo Branco decidiram, em plenário, aderir à greve geral convocada para o próximo dia 03 de Junho.

Os trabalhadores consideram que, sendo um dos sectores mais marcados pela precariedade laboral e pela ausência de instrumentos de regulamentação colectiva, seriam fortemente prejudicados pelo novo pacote laboral apresentado pelo Governo se este viesse a ser aprovado.

Entendem que estas alterações representariam a perda de direitos que a actual legislação ainda garante, agravando ainda mais as condições de trabalho e de vida de milhares de trabalhadores, em particular dos mais jovens, que constituem a maioria do sector.

Os trabalhadores afirmam não se rever nas medidas apresentadas pelo Governo e manifestam o seu profundo descontentamento e reprovação relativamente às alterações previstas.

Nesse sentido, irão participar na greve geral e na concentração promovida pela União de Sindicatos de Castelo Branco, a realizar-se no dia 03 de Junho, pelas 11h00, junto à Câmara Municipal de Castelo Branco.

Fonte: SINTTAV — Sindicato Nacional dos Trabalhadores das Telecomunicações e Audiovisual.

Os trabalhadores dos call centers de Castelo Branco decidiram, em plenário, aderir à greve geral convocada para o próximo dia 3 de junho.Os trabalhadores consideram que, sendo um dos sectores mais marcados pela...

27/05/2026

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Avenida Miguel Bombarda 50 3º
Lisbon
1050-166

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Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

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