Somos Bairro Alto - Associação de Moradores

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Somos Bairro Alto - Associação de Moradores Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Somos Bairro Alto - Associação de Moradores, Organização sem fins lucrativos, Bairro Alto, Lisbon.

Somos Bairro Alto é uma associação de moradores apartidária sem fins lucrativos que defende os interesses dos moradores do Bairro Alto, preserva a identidade histórica e cultural do bairro, promove a qualidade de vida e fortalece o espírito de comunidade.

Para quem acha que o Bairro Alto não tem moradores...
14/10/2026

Para quem acha que o Bairro Alto não tem moradores...

Agradecemos, desde já, ao Regimento de Sapadores Bombeiros (RSB) pelo simulacro realizado hoje, no Bairro Alto, pelas 10...
14/10/2026

Agradecemos, desde já, ao Regimento de Sapadores Bombeiros (RSB) pelo simulacro realizado hoje, no Bairro Alto, pelas 10h00.

Contudo, gostaríamos que o próximo exercício decorresse pelas 23h00, num fim de semana, de forma a permitir avaliar, em condições mais próximas da realidade, as dificuldades que os nossos bombeiros enfrentam durante a noite, nomeadamente devido à afluência de pessoas, à ocupação do espaço público e aos constrangimentos na circulação das viaturas de emergência.

Só assim poderemos compreender melhor os desafios e contribuir para encontrar soluções que garantam uma resposta rápida e eficaz em situações de emergência.

Um bem-haja aos nossos Bombeiros pelo profissionalismo, dedicação e coragem ao serviço de todos! 👏

RUA JOÃO PEREIRA DA ROSA — ATÉ QUANDO?De um lado, os tapumes das obras no Conservatório Nacional. Do outro, carros estac...
10/10/2026

RUA JOÃO PEREIRA DA ROSA — ATÉ QUANDO?

De um lado, os tapumes das obras no Conservatório Nacional. Do outro, carros estacionados em cima do passeio, impedindo a passagem dos peões.

E quem paga as consequências? As crianças, os idosos, as pessoas com mobilidade reduzida e todos os que, por não terem espaço no passeio, são obrigados a circular pelo meio da rua, sujeitos ao risco de serem atropelados.

Será que alguns condutores pensam que os passeios são estacionamento privado? A falta de civismo de uns não pode continuar a pôr em perigo a segurança de todos.

Compreendemos os constrangimentos causados pelas obras, mas isso torna ainda mais necessária a fiscalização e a criação de condições para a circulação segura dos peões.

A Associação de Moradores Somos Bairro Alto defende uma cidade onde as pessoas tenham prioridade sobre os carros, onde os passeios sejam para caminhar e onde a segurança dos mais vulneráveis não seja esquecida.

Haja paciência, mas sobretudo haja fiscalização e respeito pelos outros!

📍 Rua João Pereira da Rosa, Lisboa.

A DEFESA DOS MORADORES NÃO É ELEITORALISTA. É UM DIREITO!A Associação de Moradores Somos Bairro Alto repudia as declaraç...
10/10/2026

A DEFESA DOS MORADORES NÃO É ELEITORALISTA. É UM DIREITO!

A Associação de Moradores Somos Bairro Alto repudia as declarações de Ricardo Tavares, que procuram desvalorizar as queixas dos moradores, classificando-as como “eleitoralistas e partidárias”.

É lamentável que, em vez de se discutirem os problemas concretos que afetam quem vive nos bairros históricos de Lisboa, se procure descredibilizar aqueles que reclamam o direito ao descanso, à segurança e à qualidade de vida.

Os moradores não são cidadãos de segunda categoria!

O argumento de que o Bairro Alto sempre foi um bairro barulhento não pode servir de justificação para perpetuar problemas. A cidade evolui, as condições de vida mudam e a legislação existe para ser cumprida. O facto de no passado existirem problemas ainda maiores não torna aceitável aquilo que hoje continua a afetar os residentes.

Também não aceitamos que se procure desvalorizar as queixas com o argumento de que existem poucos moradores ou de que muitos edifícios são ocupados por alojamentos locais. Mesmo que fossem apenas alguns moradores, os seus direitos continuariam a merecer respeito e proteção. Uma casa não deixa de ser um lar por estar situada numa zona de animação noturna.

A animação noturna, a restauração e o turismo são importantes para Lisboa, mas não podem funcionar à custa do direito ao descanso de quem cá vive. A economia noturna deve ser compatível com a habitação, a segurança, a higiene urbana e o cumprimento das regras.

Importa ainda distinguir a atividade legítima dos estabelecimentos da venda descontrolada de bebidas alcoólicas para consumo na via pública, do ruído no exterior, das concentrações de pessoas durante a madrugada e dos comportamentos que prejudicam moradores e comerciantes cumpridores.

As medidas em discussão devem ser equilibradas, fundamentadas e fiscalizadas com eficácia. Não basta anunciar restrições: é necessário garantir o seu cumprimento, avaliar os resultados e corrigir o que não funcionar.

Quanto às acusações de motivações partidárias, lembramos que a defesa dos moradores não pertence a nenhum partido. A Associação Somos Bairro Alto é uma associação de moradores que pretende representar os interesses da população e contribuir para soluções concretas, independentemente de quem governa a Câmara Municipal ou a Junta de Freguesia.

Não estamos contra os bares, os restaurantes ou o turismo. Estamos contra a ideia de que a atividade económica pode sobrepor-se sistematicamente aos direitos de quem reside nos bairros históricos.

O Bairro Alto não pode ser visto apenas como um espaço de consumo e diversão. É também um lugar de habitação, de memória, de identidade e de comunidade.

Defender quem aqui vive não é eleitoralismo. É defender o direito à cidade e a possibilidade de continuar a viver no bairro onde se construiu uma vida.

Associação de Moradores Somos Bairro Alto

A Câmara de Lisboa quer limitar os horários na venda de álcool. Ricardo Tavares, da Associação Portuguesa de Bares, Discotecas e Animadores, diz que queixas são "eleitoralistas e partidárias".

Proibição de venda de álcool não reduz ruído em Lisboa
09/10/2026

Proibição de venda de álcool não reduz ruído em Lisboa

Moradores dizem que medida de probição de venda de álcool não resultou. Bares apontam quebra de 80% na faturação em dias úteis e pedem regras mais eficazes.

🕊️ NOTA DE PESARÉ com profunda tristeza que comunicamos as exéquias do João Ferreira, um filho do nosso Bairro, que fez ...
06/10/2026

🕊️ NOTA DE PESAR
É com profunda tristeza que comunicamos as exéquias do João Ferreira, um filho do nosso Bairro, que fez parte da vida e da história do Bairro Alto.

As exéquias fúnebres terão lugar, amanhã dia 7:

Velório: 10h30 — Igreja de Nossa Senhora da Encarnação
Funeral: 15h00 — Cemitério do Alto de São João

A Associação Somos Bairro Alto apresenta as mais sentidas condolências à sua família, amigos e a todos aqueles que tiveram o privilégio de com ele conviver.

Neste momento de profunda dor, deixamos à família e aos amigos um abraço solidário e fraterno.

João, um filho do Bairro, ficará para sempre na memória daqueles que te conheceram.

Descanse em paz.

05/10/2026

Questões sobre a atuação da Polícia Municipal no Bairro Alto

Enquanto moradores e representantes da Associação Somos Bairro Alto, entendemos ser legítimo questionar a forma como está a ser realizada a fiscalização no Bairro Alto, particularmente durante o período noturno.
Não está em causa a importância da Polícia Municipal nem o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelos seus agentes. O que pretendemos é perceber quais são os meios efetivamente disponibilizados e quais as orientações existentes para fiscalizar situações que afetam diretamente o direito ao descanso, a segurança e a qualidade de vida dos moradores.
Nesse sentido, gostaríamos de obter esclarecimentos concretos sobre os seguintes pontos:
1. Emissão de som para a via pública
Os agentes da Polícia Municipal que efetuam fiscalização no Bairro Alto estão equipados com sonómetros devidamente certificados/calibrados?
Se não estão, como é efetuada a fiscalização de estabelecimentos que projetam música ou outros sons para a via pública?
Perante uma situação de música claramente audível no exterior, que procedimento é adotado?
São levantados autos, efetuadas notificações ou solicitada a intervenção de outros serviços?
Quantas fiscalizações relacionadas com ruído foram realizadas no Bairro Alto nos últimos 12 meses e quantas deram origem a autos de contraordenação?
A própria estrutura da Polícia Municipal identifica expressamente a fiscalização do ruído proveniente de estabelecimentos como uma das suas competências.
2. Consumo de bebidas alcoólicas na via pública
Desde fevereiro de 2026 existem em Lisboa regras específicas que proíbem a venda de bebidas alcoólicas para consumo no exterior dos estabelecimentos entre as 23h00 e as 08h00, de domingo a quinta-feira, e entre as 24h00 e as 08h00 às sextas-feiras, sábados e vésperas de feriado. A fiscalização compete à Polícia Municipal e às forças de segurança.
Assim, perguntamos:
Que fiscalização está efetivamente a ser realizada no Bairro Alto relativamente à venda de bebidas para consumo no exterior?
Depois dos horários estabelecidos pela CML, são realizadas operações específicas junto de minimercados, lojas de conveniência e outros estabelecimentos?
Quantos autos foram levantados no Bairro Alto por incumprimento desta regra?
Como é fiscalizado o consumo de bebidas alcoólicas na via pública quando este resulta de vendas efetuadas por estabelecimentos?
Existe articulação entre Polícia Municipal e PSP para impedir que a proibição seja simplesmente contornada através da venda antes do horário-limite?
3. Fiscalização das esplanadas
É igualmente necessário esclarecer como está a ser fiscalizada a ocupação do espaço público pelas esplanadas:
Todas as esplanadas existentes no Bairro Alto possuem licença ou autorização válida?
É verificada a correspondência entre a área licenciada e a área efetivamente ocupada?
É fiscalizado o horário de funcionamento das esplanadas?
É verificada a remoção do mobiliário quando o estabelecimento encerra?
O que acontece quando uma esplanada ocupa espaço público para além da área autorizada?
Quantos autos ou outras medidas de fiscalização foram efetuados no Bairro Alto relativamente a esplanadas?
O regulamento municipal estabelece regras específicas para as esplanadas e prevê, designadamente, a possibilidade de remoção de mobiliário colocado abusivamente no espaço público.
4. Equipamentos de som instalados no exterior
Importa ainda saber como é fiscalizada a existência de colunas, amplificadores ou outros equipamentos que projetem som para a via pública.
O regulamento estabelece que não é permitida a instalação de equipamentos de som no exterior dos estabelecimentos que projetem som para as vias e lugares públicos em violação das regras aplicáveis.
Quantas situações deste tipo foram detetadas no Bairro Alto?
Quantas deram origem a autos?
Que medidas são tomadas perante estabelecimentos reincidentes?
5. Resultados concretos da fiscalização
Finalmente, entendemos que não basta afirmar que existe fiscalização. É fundamental conhecer os seus resultados.
Solicitamos, por isso, informação sobre:
número de ações de fiscalização realizadas no Bairro Alto;
número de fiscalizações relativas a ruído;
número de fiscalizações relativas a horários;
número de fiscalizações a esplanadas;
número de autos levantados;
número de contraordenações instauradas;
número de situações de venda de álcool para consumo no exterior detetadas;
número de intervenções realizadas em articulação com a PSP.
A questão que colocamos é simples:
Se existem regras, competências e legislação para proteger o direito ao descanso e regular a utilização do espaço público, estão a ser disponibilizados à Polícia Municipal os meios humanos, técnicos e operacionais necessários para que essas regras sejam efetivamente cumpridas no Bairro Alto?
Os moradores não podem continuar a sentir que as regras existem apenas no papel. O Bairro Alto não pode ser tratado como um território onde, durante a noite, a fiscalização seja excecional ou insuficiente.
Defendemos uma fiscalização equilibrada, dirigida tanto aos estabelecimentos incumpridores como às situações de ocupação abusiva do espaço público, ruído e consumo de álcool na via pública, sem penalizar os comerciantes que cumprem as regras.
O objetivo não é criar um conflito entre moradores, comércio e Polícia Municipal. É precisamente o contrário: garantir que todos conhecem as regras, que estas são fiscalizadas de forma igual e que o direito ao descanso dos residentes é efetivamente respeitado.

04/10/2026

ESPLANADAS ILEGAIS: QUEM CUMPRE NÃO PODE SER PENALIZADO
O espaço público é de todos, não é propriedade de quem decide ocupá-lo sem autorização ou sem cumprir as regras.
É cada vez mais preocupante assistir à proliferação de esplanadas e outras ocupações do espaço público que funcionam à margem das regras, enquanto comerciantes que investem, pagam taxas, obtêm licenças e cumprem todas as exigências legais acabam prejudicados.
Não podemos aceitar que existam dois pesos e duas medidas: uns são obrigados a cumprir todas as regras, enquanto outros ocupam passeios, ruas e praças sem o devido enquadramento, condicionando a circulação de peões, moradores e, muitas vezes, até o acesso a edifícios e serviços.
Não somos contra as esplanadas nem contra o comércio. Pelo contrário: queremos um comércio dinâmico, responsável e integrado no Bairro. O que defendemos é igualdade, fiscalização e respeito pelas regras.
Se uma atividade é autorizada, deve cumprir as condições previstas. Se é ilegal, deve ser fiscalizada e regularizada ou retirada.
Porque quando quem cumpre é prejudicado e quem não cumpre é tolerado, a mensagem que passa é perigosa: as regras deixam de valer para todos.
O espaço público deve ser gerido com equilíbrio, transparência e justiça, não pode ser uma corrida a ver quem ocupa primeiro.
Regras iguais para todos. Quem cumpre não pode continuar a ser penalizado.

Somos Bairro Alto.

COPOMAIS NO BAIRRO ALTO: MENOS PROPAGANDA, MAIS RESULTADOSA Câmara Municipal de Lisboa apresentou o CopoMais como uma so...
03/10/2026

COPOMAIS NO BAIRRO ALTO: MENOS PROPAGANDA, MAIS RESULTADOS
A Câmara Municipal de Lisboa apresentou o CopoMais como uma solução para reduzir os copos descartáveis e melhorar a limpeza da cidade. O Bairro Alto foi escolhido como uma das primeiras zonas de implementação.
Mas, passado tempo suficiente para avaliar resultados, há perguntas que continuam sem resposta:
Quantos estabelecimentos do Bairro Alto aderiram efetivamente ao CopoMais?
Quantos copos reutilizáveis são utilizados por noite?
Quantos são devolvidos?
E quanto lixo deixou realmente de chegar às ruas?
O CopoMais anunciou mais de 30 bares e restaurantes aderentes em Lisboa e cinco máquinas de devolução no Bairro Alto, mas não apresenta publicamente uma contagem atualizada específica dos estabelecimentos aderentes do Bairro Alto nem resultados quantificados para esta zona.
É aqui que a Câmara de Carlos Moedas tem de ser transparente.
Não basta apresentar projetos, inaugurar equipamentos e fazer anúncios. É preciso medir, publicar os resultados e perceber se as medidas estão realmente a resolver os problemas do Bairro Alto.
Os moradores continuam a enfrentar todas as noites enormes quantidades de copos, garrafas e outros resíduos abandonados no espaço público.
Se o CopoMais está a funcionar, mostrem os números. Se não está a funcionar como previsto, expliquem porquê e o que vai ser alterado.
O Bairro Alto não precisa de propaganda.
Precisa de resultados.
Associação Somos Bairro Alto

Endereço

Bairro Alto
Lisbon
1200-037

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