Somos Bairro Alto - Associação de Moradores

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Somos Bairro Alto é uma associação de moradores apartidária sem fins lucrativos que defende os interesses dos moradores do Bairro Alto, preserva a identidade histórica e cultural do bairro, promove a qualidade de vida e fortalece o espírito de comunidade.

26/08/2026

Reunião muito positiva com o CAF-Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

A nossa Associação reuniu com o CAF, numa reunião muito positiva, onde tivemos oportunidade de trocar impressões e abordar diferentes questões relacionadas com o Bairro Alto.
A área social foi um dos assuntos predominantes, pela sua importância para a qualidade de vida e o bem-estar dos moradores.
Ficou o compromisso de mantermos um contacto permanente e uma colaboração próxima, sempre com o objetivo de contribuir para um Bairro Alto mais inclusivo, seguro, equilibrado e com melhores condições para quem nele vive.
Juntos pelo Bairro Alto e pelos seus moradores.

Como sempre acordam tarde para o grave problema. Mas calma, ainda está em estudo 😉 Descaracterizaram todas as zonas hist...
25/08/2026

Como sempre acordam tarde para o grave problema. Mas calma, ainda está em estudo 😉 Descaracterizaram todas as zonas históricas!

E o Bairro Alto...Nuno Krus Abecassis, tem uma relação importante entre o seu mandato na Câmara de Lisboa e as condições...
25/08/2026

E o Bairro Alto...
Nuno Krus Abecassis, tem uma relação importante entre o seu mandato na Câmara de Lisboa e as condições de acesso à Rua do Carmo durante o incêndio do Chiado, em 25 de agosto de 1988.

A Rua do Carmo tinha sido transformada em zona pedonal durante o mandato de Krus Abecassis.
Foram instalados grandes canteiros/floreiras de betão, com flores e bancos, que ocupavam parte da faixa de circulação.

Quando os bombeiros chegaram, esses obstáculos dificultaram a entrada e a manobra dos veículos de socorro, incluindo autotanques e escadas Magirus.

A própria RTP conserva imagens e declarações da época em que o comandante dos Sapadores Bombeiros explica as dificuldades provocadas pelo planeamento urbanístico da Rua do Carmo.

O incêndio acabou por destruir 18 edifícios, provocar duas mortes e deixar uma enorme área do Chiado devastada.

Há, portanto, uma lição particularmente atual: o mobiliário urbano e a colocação de floreiras, pilaretes, barreiras ou outros obstáculos nunca podem comprometer os corredores de emergência. A segurança e o acesso dos bombeiros têm de prevalecer sobre qualquer opção estética ou de ordenamento do espaço público.

No Bairro Alto, qualquer intervenção deve ser pensada também em função de:

🚒 acesso permanente dos bombeiros e ambulâncias;

🚧 localização de pilaretes, floreiras, bancos e outros obstáculos;

🚪 acessibilidade às entradas dos edifícios;

🚑 corredores de emergência devidamente dimensionados;

🗑️ localização e recolha dos resíduos sem bloquear as ruas;

🌙 segurança durante a noite, quando a pressão sobre o espaço público é maior;

🏘️ compatibilização entre moradores, comércio, restauração, turismo e espaço público.

A grande lição é simples: uma decisão urbanística aparentemente pequena pode ter consequências enormes numa situação de emergência.

No Bairro Alto, antes de colocar mais barreiras ou mobiliário urbano, deveria existir uma avaliação conjunta da Câmara Municipal, Bombeiros, PSP, Junta de Freguesia e moradores.

Bairro Alto ainda sem solução à vista.https://www.somosbairroalto.pt/quem-somos/documentos/download-file.html?path=SOL_2...
24/07/2026

Bairro Alto ainda sem solução à vista.
https://www.somosbairroalto.pt/quem-somos/documentos/download-file.html?path=SOL_24_07_NoiteBA.pdf

03/07/2026
30/06/2026

Estivemos presentes na Assmbleia de Freguesia.
A nossa intervenção foi a seguinte:
Iniciei dizendo que vinha insistir sobre o assunto da minha intervenção na última Assembleia de Freguesia.

"Gostaria de dirigir uma pergunta a todos os presentes.
Perante o problema persistente do excesso de ruído nocturno no Bairro Alto e noutras zonas da freguesia, gostaria de saber, para quem assim o entender, o que pensa fazer, ou o que já fez, para contribuir para a resolução desta situação.

Trata-se de um problema que afeta diariamente a qualidade de vida e o descanso de muitos moradores. Por isso, considero importante conhecer as propostas, as iniciativas já desenvolvidas e o compromisso de todos os que têm responsabilidades ou interesse nesta matéria."
A senhora Presidente da Junta, Dra. Carla Almeida respondeu, que têm feito tudo o que é possível e que irá marcar uma audiência com o Senhor Ministro da Administração Interna contando com a nossa presença.
Não obtivemos mais nenhuma resposta concreta, dos outros membros da Assembleia.
Vamos continuar a lutar pelos nossos fregueses, por isso "Somos Bairro Alto".

28/06/2026

O problema do barulho no Bairro Alto não é a falta de leis, é a falta de vontade para as fazer cumprir. Enquanto as entidades competentes continuarem a ignorar as queixas dos moradores, o ruído continuará a fazer parte do quotidiano. É possível conciliar animação noturna com o direito ao descanso, mas isso exige fiscalização séria, regras iguais para todos e coragem para atuar quando há incumprimentos.
Haja vontade por parte de quem tem competências !

O Regulamento Geral do Ruído aplica-se também ao chamado "ruído de vizinhança", que pode ser produzido por pessoas, anim...
21/06/2026

O Regulamento Geral do Ruído aplica-se também ao chamado "ruído de vizinhança", que pode ser produzido por pessoas, animais, equipamentos ou atividades que perturbem o descanso, dentro ou fora de edifícios.
No entanto, quando falamos de centenas ou milhares de pessoas concentradas na via pública, como acontece frequentemente no Bairro Alto, a situação deixa de ser apenas uma questão de ruído. Entra também no domínio da manutenção da ordem pública, ocupação do espaço público, consumo de álcool na rua, segurança e fiscalização municipal.
Ou seja:
Um grupo de pessoas a fazer barulho na rua pode justificar intervenção por ruído.
Uma festa não autorizada na via pública pode justificar intervenção por ruído e por falta de licenciamento.
Grandes concentrações de pessoas podem justificar intervenção por razões de ordem pública, independentemente da medição do ruído.
É precisamente por isso que muitos moradores argumentam que não é necessário medir decibéis para perceber que existe uma perturbação contínua do descanso. Quando centenas de pessoas permanecem durante horas a conversar, gritar, cantar ou consumir bebidas na rua durante a madrugada, a questão ultrapassa o mero conceito técnico de ruído e passa a envolver o direito ao descanso dos residentes e a gestão do espaço público.
Do ponto de vista jurídico, a PSP e a polícia municipal têm mecanismos para atuar perante situações de perturbação da tranquilidade pública. A discussão que costuma surgir não é tanto sobre a existência de instrumentos legais, mas sobre a frequência e a intensidade com que esses instrumentos são utilizados em diferentes zonas da cidade.

Endereço

Bairro Alto
Lisbon
1200-037

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