Meco Livre

Meco Livre Movimento cívico pela defesa e preservação do património natural e paisagístico de Sesimbra.

50 anos do Parque Natural da Arrábida. 🌿Há meio século que a Arrábida é reconhecida como um dos maiores tesouros naturai...
28/07/2026

50 anos do Parque Natural da Arrábida. 🌿

Há meio século que a Arrábida é reconhecida como um dos maiores tesouros naturais de Portugal.

Falésias, florestas mediterrânicas, praias, grutas, biodiversidade única e um património natural que faz desta serra um lugar irrepetível.

Mas celebrar 50 anos não pode ser apenas olhar para o passado mas também perguntar que Arrábida queremos deixar para os próximos 50.

Num tempo em que a pressão urbanística, o turismo desregulado, a degradação dos ecossistemas e a crise climática colocam este território à prova, proteger a Arrábida exige mais do que palavras e celebrações.

Exige decisões corajosas, fiscalização eficaz e uma gestão que coloque a conservação acima dos interesses de curto prazo.

O melhor presente que podemos dar ao Parque Natural da Arrábida é garantir que continua a ser natureza selvagem protegida.

Que Sesimbra saiba honrar a responsabilidade de integrar uma parte significativa do Parque Natural da Arrábida, protegendo-o para as gerações futuras.

🌿Parabéns pelos 50 anos.
Que os próximos sejam de verdadeira conservação.

A verdadeira grande substituição que importa, e que quase não se fala está a acontecer diante dos nossos olhos: a nature...
26/07/2026

A verdadeira grande substituição que importa, e que quase não se fala está a acontecer diante dos nossos olhos: a natureza está a ser substituída por BETÃO.

Florestas, dunas, zonas húmidas, campos agrícolas e habitats que protegem a biodiversidade e ajudam a enfrentar a crise climática continuam a dar lugar a urbanizações, estradas e megaprojetos.

Cada hectare perdido significa menos capacidade para reter água, mais vulnerabilidade a incêndios e cheias, menos biodiversidade e uma menor qualidade de vida para todos...

O verdadeiro desenvolvimento não se mede pelos metros cúbicos de betão que conseguimos erguer, mas pela capacidade de preservar os territórios que nos protegem e sustentam.

Dizer não à substituição da natureza por betão é defender o futuro e a nossa sobrevivência.

Não fiques parado! Faz a tua parte.

Sesimbra ⚠️ no relatório ‘Destruição a toda a costa -  Retrato de um litoral português em risco Greenpeace Portugal Nenh...
25/07/2026

Sesimbra ⚠️ no relatório ‘Destruição a toda a costa - Retrato de um litoral português em risco Greenpeace Portugal

Nenhuma novidade para os mais atentos, mas Sesimbra é um caso gravíssimo de complacência com a destruição da costa que precisa ser conhecido e combatido. Partilhem! 🌲

🚜 O avanço do betão sobre a Rede Natura 2000

O relatório identifica diretamente vários projetos no concelho:

Sesimbra (Meco e Azoia): Projetos como o Pinhal da Prata, Pinhal do Atlântico e o eco-hotel Etosoto ocupam mais de 260 hectares dentro de Zonas Especiais de Conservação (ZEC) e do Parque Natural da Arrábida.

Estes licenciamentos avançam sem Avaliações deImpacte Ambiental (AIA) cumulativas, violando normas europeias.

A nossa costa está a mudar drasticamente.No novo relatório “Destruição a Toda a Costa – Retrato de um litoral português ...
25/07/2026

A nossa costa está a mudar drasticamente.

No novo relatório “Destruição a Toda a Costa – Retrato de um litoral português em risco”, a Greenpeace Portugal mostra como décadas de construção, ocupação e pressão urbanística aumentaram a vulnerabilidade do litoral português.

🚨 Cerca de 25% da costa continental encontra-se em recuo e mais de 100 mil pessoas vivem em zonas costeiras de elevado risco.

O relatório defende o cumprimento efetivo da legislação, o travão a novas construções em áreas de risco e a proteção e recuperação dos ecossistemas costeiros, garantindo também que a costa continua a ser um bem público e acessível a todos.

É um trabalho rigoroso e essencial, que merece ser lido e servir de apoio a decisões sérias de quem licencia e gere o território.

Tem também os contributos dos movimentos Associação Dunas Livres, Reabrir A Galé e do Meco Livre.

📖 Conhece o relatório.
🗺️ Explora o mapa interativo.
✍️ Assina a petição.

Tudo disponível no link da bio da Greenpeace Portugal.

10/07/2026
A água não é um recurso ilimitado e Sesimbra já dá sinais que exigem atenção. 💧Em 2024, o concelho registou perdas reais...
10/07/2026

A água não é um recurso ilimitado e Sesimbra já dá sinais que exigem atenção. 💧

Em 2024, o concelho registou perdas reais estimadas de 244 litros de água por ramal e por dia, num território classificado com escassez hídrica elevada ou severa.

Este cenário torna-se ainda mais preocupante quando grande parte do abastecimento depende de águas subterrâneas e o consumo aumenta no verão, quando não chove.

Nos aquíferos costeiros, a exploração excessiva pode provocar a descida dos níveis da água subterrânea e aumentar o risco de intrusão salina. Quando se retira mais água do que o sistema consegue repor, diminui a pressão natural que ajuda a impedir o avanço da água salgada.

Não afirmamos que a salinização esteja já a ocorrer mas alertamos para um risco conhecido que deve ser evitado.

Caso ocorra a salinização da bacia vários concelhos serão afetados, uma vez que o sistema aquífero se estende por grande parte da Península de Setúbal/ Tejo. A salinização torna a água imprópria para consumo humano.

Os megaempreendimentos turísticos representarão um aumento significativo do consumo obviamente, sobretudo no verão. A esta pressão acrescem as construções ilegais que proliferam no Parque Natural, muitas com captações próprias de água.

No caso das Matas de Sesimbra, documentação ambiental oficial estimou que o desenvolvimento turístico previsto poderia aumentar o consumo de água em mais de 30% face ao consumo atual.

Quanto mais solo for ocupado por edifícios, estradas e estacionamentos, menor será a infiltração da chuva e recarga das reservas subterrâneas.

Ficam as questões:

Quanta água existe realmente?

Como têm evoluído os aquíferos?

Que consumo adicional será criado?

Qual será o impacto acumulado de todos os projetos?

Não basta garantir água segura hoje. É necessário proteger as suas origens e garantir o abastecimento futuro.

Este é um dos impactos hoje invisíveis que se farão sentir no território e no bem-estar da população quando os hoteis entrarem em funcionamento.

Se continuarmos a licenciar sem respeitar os limites do território, caminhamos para consequências ambientais e sociais difíceis de reverter.

Ficaremos atentos!

— Fomos recebidos na Assembleia da República, onde representantes de todas as bancadas parlamentares, sem exceção, recon...
09/07/2026

— Fomos recebidos na Assembleia da República, onde representantes de todas as bancadas parlamentares, sem exceção, reconheceram e elogiaram o trabalho que temos desenvolvido na defesa das áreas protegidas de Sesimbra - porque a democracia se faz do envolvimento cívico dos cidadãos.

— Somos cerca de 40 pessoas ativamente envolvidas no movimento

— Foram mais de 210 voluntários que se candidataram para integrar o Meco Livre, aos quais ainda nem conseguimos dar resposta.

— Em poucos meses, apresentámos uma petição à Assembleia da República, que reuniu cerca de 20 mil assinaturas, sobre os 4 Mega empreendimentos licenciados para Áreas protegidas no Meco e Espichel.

— Organizámos, de forma totalmente espontânea e pacífica, uma manifestação que reuniu cerca de 300 pessoas contra o abate do pinhal centenário do Cabeço da Flauta, para a qual endereçamos, cordialmente, o convite ao Sr. Presidente da Camara e ao seu Executivo por entendermos que o interesse dos Municipes neste caso teria de se sobrepor a qualquer diferença de opinão que possamos ter. Ninguém da Camara Municipal de Sesimbra compareceu.

🤔 No entanto, parece que apenas o Presidente da Câmara Municipal de Sesimbra nos vê como inimigos.

Fomos bloqueados da sua conta Instagram (franciscojesus_yessesimbra) e perfil de presidente da CMS no facebook.

Se isto não levanta questões sobre transparência, diálogo e respeito pelo escrutínio democrático, não sabemos o que levantará.

Para nós, apenas demonstra que não estamos a defender os mesmos valores.

Mais estranho ainda é ouvir, numa Comissão Parlamentar, o presidente afirmar que lamenta que o Cabeço da Flauta não estivesse integrado numa Zona Especial de Conservação (ZEC), porque "assim estaríamos todos descansados".

A questão impõe-se: e o Meco? A área onde estão previstos 3 empreendimentos turísticos está integrada numa ZEC e, outro no Parque Natural, ainda assim, esses projetos foram aprovados.

Dois pesos e duas medidas? Ou apenas uma memória curta e seletiva?

Apoiamos o movimento DESLARGUEM A ARRÁBIDA   e .a.gale porque esta causa não pertence apenas a Setúbal nem ao litoral. P...
03/07/2026

Apoiamos o movimento DESLARGUEM A ARRÁBIDA e .a.gale porque esta causa não pertence apenas a Setúbal nem ao litoral. Pertence a todos os portugueses.

O que está em causa vai muito além de um território específico. Está em causa o precedente que se cria quando interesses privados se sobrepõem ao património natural e ao direito de todos de usufruírem livremente do litoral.

Há precedentes que não podem ser abertos. Porque, quando se abre uma exceção, abre-se caminho para muitas outras.

Defender este território é defender o futuro do nosso património natural. 🌿

Vimos milhares de pessoas na Albânia saírem à rua para defender a sua costa.

Mostraram-nos que, quando uma comunidade se une para proteger o seu património natural, é possível fazer a diferença.

Está na hora de fazermos o mesmo.

Depois da caminhada que reuniu centenas de pessoas em junho, a luta continua.

Novos processos judiciais procuram reclamar não só as praias do Albarquel, Maria Esguelha, Rainha, Comenda e Rasca, mas também o Parque de Merendas, a ribeira e a sua foz.

Está em causa o futuro de um Parque Natural, de um Parque Marinho e do direito de todos nós a usufruirmos livremente de um território que é património comum.

Exigências:

🏖️ O fim das intimidações e agressões ao Parque Natural da Arrábida e à população.

🚫 A remoção imediata das redes e vedações ilegais.

🥾 Trilhos públicos livres, seguros e acessíveis.

🚗 Uma gestão da mobilidade que proteja verdadeiramente a serra, sem excluir as pessoas.

🧺 A reabertura dos acessos públicos ao Parque de Merendas.

🛣️ A reabertura imediata do Caminho Municipal 1056.

Se deixarmos de poder visitar estes lugares, torna-se muito mais fácil destruí-los em silêncio e abrir caminho a novos empreendimentos turísticos.

Sesimbra e Setúbal estão sob ataque de interesses privados que veem a natureza como um ativo a explorar, mas Portugal não está à venda.

Está na hora de agir, antes que seja tarde.

📍 19 de julho | 10h

Inscrições: e .a.gale

É com profunda tristeza que informamos que começaram os trabalhos no Pinhal da Prata, no Meco. 🚜 Os responsáveis por est...
25/06/2026

É com profunda tristeza que informamos que começaram os trabalhos no Pinhal da Prata, no Meco. 🚜

Os responsáveis por este licenciamento devem estar MUITO satisfeitos por finalmente ver um território natural protegido ser destruído para dar lugar a um mega empreendimento. 🙄

Acabaram os confrangimentos.

‘Este empreendimento, localizado numa propriedade de 153 hectares (ha) incluída na Zona Especial de Conservação (ZEC) Arrábida/Espichel e nas imediações do Parque Natural da Arrábida, prevê a construção de 58 unidades de alojamento, com um total de 88 quartos, e respetivas estruturas de apoio.

‘Este é mais um projeto aprovado em área sensível (Rede Natura 2000) e que não tem em conta os impactes cumulativos da existência de outros dois mega-projetos aprovados para as proximidades da Aldeia do Meco, o empreendimento “Pinhal do Atlântico” e o “Aldeamento Turístico Pinhal da Prata”. O primeiro, a implantar numa área de 30 ha, prevê um aparthotel com 411 unidades de alojamento com capacidade para 1168 camas; o segundo, numa área de 20 ha, incluirá 95 unidades de alojamento turístico com capacidade de 360 camas; sendo que ambos incluem um rol de unidades de apoio.

A continuada apresentação e aprovação de mediáticos e polémicos projetos para implantação de mega-empreendimentos turísticos com afetação direta de habitats sensíveis, leva-nos a questionar a força política do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo no desempenho de um papel que não pode ser condicionado pelo poder político e pelos interesses económicos.

Projeto contraria as opções de gestão preconizadas para este espaço’

Zero

In ExpressoOs donos da Herdade da Comenda reclamam a posse de cinco praias da Arrábida e invocam uma aquisição em 1864.O...
25/06/2026

In Expresso

Os donos da Herdade da Comenda reclamam a posse de cinco praias da Arrábida e invocam uma aquisição em 1864.

O processo está em tribunal. O Ministério Público opõe-se, assim como a APA, que representa o Estado.

A Câmara de Setúbal também diz que as praias são públicas, mas não faz parte do processo.

Juntos com o movimento ’Deslarguen a Arrábida’ Associação Dunas Livres Reabrir A Galé ✊🏽

Não há descanso 🫠

Endereço

Rua De São Lázaro 72
Lisbon
1150-199

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