03/10/2026
SE HÁ TEMPO PARA O FUTEBOL, TEM DE HAVER TEMPO PARA PORTUGAL
A fotografia que hoje circula é, por si só, suficientemente elucidativa. O Primeiro-Ministro encontrou tempo para telefonar ao seleccionador nacional, Jorge Jesus, e ao ex-capitão da Selecção Nacional, Cristiano Ronaldo, na sequência do episódio que envolveu a equipa Portuguesa. Não me interessa discutir aqui o futebol, nem a polémica, nem as razões que levaram o Primeiro-Ministro a fazer esses telefonemas. O que me interessa é outra coisa: perceber se a mesma disponibilidade, a mesma atenção e o mesmo interesse existirão quando o assunto são os Portugueses que, espalhados pelo mundo, estão a fazer avançar o conhecimento, a ciência, a tecnologia, a cultura e a economia — enfim, a Humanidade.
Foi esta imagem que me levou a pensar numa realidade muito menos mediática, mas que considero de enorme importância para o futuro de Portugal: a dos Portugueses que trabalham fora do País e que, em muitas das áreas mais relevantes do conhecimento e da actividade humana, ocupam posições de enorme reconhecimento e responsabilidade. Não quero, por isso, pedir ao Senhor Primeiro-Ministro que lhes telefone. Quero eu próprio dirigir-me a eles, enquanto cidadão Português e enquanto fundador e presidente da Matriz Portuguesa – Associação para o Desenvolvimento da Cultura e do Conhecimento.
Quero começar por lhes dizer obrigado pela contribuição que dão ao progresso da Humanidade, pelo trabalho que desenvolvem, pelo conhecimento que produzem e, sobretudo e especificamente, pelo prestígio que dão a Portugal no estrangeiro. Prestígio que resulta do vosso mérito, da vossa competência, da vossa dedicação e da excelência que demonstram nas mais diversas áreas, muitas vezes em instituições de referência mundial e em contextos de enorme exigência. E quero também lamentar que, tantas vezes, o Estado Português não tenha tido qualquer participação nesse percurso, apesar de serem Portugueses aqueles que, através do seu mérito, do seu conhecimento e do seu trabalho, continuam a projectar o nome de Portugal muito para além das nossas fronteiras.
Quero também lamentar que o Estado Português, tantas vezes, não se preocupe com estes Portugueses com a atenção, o reconhecimento e o interesse que merecem, nem procure acompanhar aquilo que fazem ou perceber de que forma o conhecimento, a experiência e as redes que construíram poderiam também contribuir para o desenvolvimento do País. E quero lamentar, igualmente, que o Senhor Primeiro-Ministro não tenha demonstrado para com estes Portugueses o mesmo decoro e o mesmo interesse que demonstrou para com este jogador de futebol e perante esta situação do futebol.
Quero também lamentar que o Estado Português não tenha criado as condições necessárias para que pudessem desenvolver em Portugal o trabalho que hoje desenvolvem fora do País. Muitos tiveram de procurar no estrangeiro as oportunidades, os meios e as condições que o Estado Português não soube, não pôde ou não quis proporcionar. E é igualmente lamentável que o Estado Português continue, tantas vezes, a assistir à saída de Portugueses de reconhecido mérito como se ela fosse uma inevitabilidade, sem assumir plenamente a responsabilidade de compreender as razões dessa partida e de criar condições para que possam regressar, colaborar ou continuar a contribuir para Portugal a partir dos lugares onde hoje desenvolvem os seus percursos.
Porque esta é uma das grandes contradições de Portugal. Somos capazes de formar pessoas altamente qualificadas, vemos muitas delas partir e, quando alcançam reconhecimento internacional, orgulhamo-nos legitimamente do seu sucesso. Reivindicamos, então, essa excelência como uma expressão da qualidade Portuguesa, mas raramente fazemos a pergunta que me parece essencial: porque é que tantos tiveram de sair para encontrar as condições que lhes permitiram chegar onde chegaram?
Não se trata, naturalmente, de retirar qualquer mérito a Portugal por ter contribuído para a formação destas pessoas, nem de negar o orgulho que devemos sentir quando um Português alcança uma posição de destaque internacional. Trata-se, isso sim, de reconhecer uma realidade que não podemos continuar a ignorar: em muitos casos, foram outros países que lhes proporcionaram os laboratórios, as universidades, as empresas, os recursos, as redes profissionais, as condições de investigação e as oportunidades que lhes permitiram desenvolver plenamente o seu potencial. E é precisamente aqui que Portugal deveria fazer uma reflexão séria sobre aquilo que perde quando o talento que ajudou a formar encontra fora do País melhores condições para produzir conhecimento, inovação, cultura e riqueza.
Porque um País não se constrói com discursos ocos sobre talento, inovação, conhecimento ou internacionalização. Constrói-se criando condições concretas para que quem possui talento, conhecimento e capacidade de inovação encontre razões para permanecer, para regressar e para colocar a sua experiência ao serviço do País. Não basta dizer que queremos atrair talento, quando continuamos a não conseguir criar as condições para o fixar. Não basta celebrar os Portugueses que triunfam lá fora, quando continuamos a não lhes oferecer razões suficientemente fortes para que possam fazer aqui aquilo que aprenderam a fazer no estrangeiro.
É precisamente neste contexto que deve ser entendida a lista que apresento no final deste artigo. É uma lista ainda incipiente, assumidamente incompleta e que está longe de abranger toda a dimensão da excelência Portuguesa espalhada pelo mundo. Há certamente muitos outros nomes a acrescentar, muitas outras áreas a investigar e muitos outros países onde será necessário procurar Portugueses que desempenham funções de extraordinária relevância. Mas, mesmo sendo apenas umprimeiro levantamento, a dimensão e a diversidade dos nomes que já foi possível identificar permitem perceber a realidade extraordinária que temos diante de nós.
Há Portugueses nas áreas da Física, da Matemática, da Astronomia, da Medicina, da Biotecnologia, da Inteligência Artificial, da Robótica, da Engenharia, da investigação científica, dos Oceanos, da energia e do ambiente; há-os na banca, nas finanças, na economia, na tecnologia e nas grandes empresas internacionais; há-os na Arquitectura, na Moda, nas Artes Visuais, na Música, na Ópera, no Teatro, na Literatura, no Cinema, no Design e nas instituições culturais de referência; há-os nas grandes universidades, nos grandes centros de investigação, nos hospitais, nos museus e nas organizações internacionais. Em muitos destes sectores, encontramos Portugueses a trabalhar precisamente onde o conhecimento, a inovação e a criação estão a definir o futuro.
Cada um desses nomes representa, naturalmente, uma história individual de mérito, de trabalho e de perseverança. Mas o conjunto destes nomes revela qualquer coisa que é muito mais importante: revela a dimensão internacional da competência Portuguesa e a capacidade que os Portugueses têm demonstrado para se afirmar nos ambientes mais exigentes e competitivos do mundo. Revela também que a projecção internacional de Portugal não se faz apenas através daqueles que têm maior visibilidade mediática, mas igualmente através de homens e mulheres que, muitas vezes longe dos holofotes, estão a produzir ciência, a desenvolver tecnologia, a criar cultura, a dirigir instituições, a formar novas gerações e a participar em projectos que terão consequências muito para além das fronteiras dos países onde trabalham.
É por isso que esta lista não deve ser entendida como uma simples relação de Portugueses de sucesso no estrangeiro. Deve ser entendida como um pequeno retrato de uma realidade muito maior: a existência de uma verdadeira rede internacional de conhecimento, competência e excelência Portuguesa que, em grande medida, ainda não soubemos reconhecer nem aproveitar na dimensão que poderia ter para o País.
E é aqui que surge a questão que considero inevitável: quanto poderia Portugal ganhar se fosse capaz de criar condições para que parte deste conhecimento, desta experiência, destas competências e destas redes internacionais pudesse ser colocada ao serviço do próprio País? Quanto poderíamos beneficiar se conseguíssemos estabelecer uma relação estruturada com estes Portugueses, não para lhes pedir que abandonassem as vidas e as carreiras que construíram, mas para lhes criar oportunidades reais de colaboração, de investimento, de investigação, de criação, de transmissão de conhecimento e, quando essa for a sua vontade, de regresso?
Não se trata de pedir a ninguém que regresse por patriotismo, por obrigação ou por qualquer espécie de dever moral. Seria injusto fazê-lo. Quem construiu uma carreira internacional tem o direito de escolher onde quer viver e trabalhar, e Portugal não pode exigir aquilo que não foi capaz de oferecer. A questão é precisamente a inversa: que País teríamos de construir para que um Português de excelência, depois de ter conhecido as melhores universidades, os melhores centros de investigação, as empresas mais inovadoras e as instituições mais exigentes do mundo, pudesse olhar para Portugal e encontrar aqui condições suficientemente fortes para considerar o regresso?
Essa é, para mim, a verdadeira questão.
Porque não podemos continuar a aceitar como uma fatalidade que os Portugueses mais qualificados tenham de sair para encontrar condições para realizar aquilo de que são capazes. Não podemos continuar a considerar normal que Portugal forme talento para depois assistir à sua utilização e valorização por outros países. E não podemos limitar-nos a celebrar, com orgulho, os Portugueses que atingem o reconhecimento internacional sem olhar para aquilo que poderíamos estar a fazer para que parte dessa excelência pudesse também contribuir directamente para o desenvolvimento do País.
Enquanto fundador e presidente da Matriz Portuguesa – Associação para o Desenvolvimento da Cultura e do Conhecimento, é esta dimensão que me interessa sublinhar. Portugal possui uma diáspora que não pode ser vista apenas através das estatísticas da emigração, das remessas ou da distribuição geográfica dos Portugueses pelo mundo. Existe uma verdadeira diáspora de conhecimento, de ciência, de cultura, de inovação e de competência altamente especializada, constituída por pessoas que representam um activo extraordinário para Portugal e que deveriam ser reconhecidas não apenas pelo sucesso individual que alcançaram, mas também pelo potencial que representam para o futuro do País.
É por isso que esta minha palavra se dirige directamente a todos esses Portugueses.
Quero agradecer-vos aquilo que fazem pelo progresso da Humanidade, agradecer-vos o trabalho que desenvolvem e, sobretudo, agradecer-vos o prestígio que dão a Portugal. E quero lamentar que, tantas vezes, o Estado Português não tenha tido qualquer participação no vosso percurso, nem tenha conseguido criar as condições que vos permitissem desenvolver em Portugal aquilo que hoje desenvolveis com reconhecimento internacional.
E é precisamente por tudo isto que entendo que o reconhecimento destes Portugueses não pode depender apenas da atenção mediática ou da iniciativa circunstancial das instituições do Estado.
Não vos peço que regressem. Não vos peço que abandonem as vidas que construíram. Não vos peço sequer que considerem Portugal como uma obrigação. O que desejo é que um dia Portugal seja capaz de se tornar um País onde um Português que tenha atingido a excelência em qualquer parte do mundopossa olhar para o seu País e encontrar aqui condições, oportunidades e ambição suficientes para querer voltar, para colaborar ou, simplesmente, para colocar parte do seu conhecimento e da sua experiência ao serviço de uma nova geração.
Porque Portugal não pode limitar-se a formar talento para o mundo. Tem de ser capaz de criar condições para que esse talento possa também contribuir para transformar Portugal.
E talvez a verdadeira medida do nosso desenvolvimento não esteja apenas na capacidade de formar Portugueses de excelência, mas na capacidade de construir um País que esteja à altura deles.
É também por isso que, enquanto fundador e presidente da Matriz Portuguesa – Associação para o Desenvolvimento da Cultura e do Conhecimento, tomo a decisão de atribuir colectivamente um Diploma de Reconhecimento de Qualidade e Excelência aos Portugueses que, através do seu mérito, do seu trabalho e do conhecimento que produzem, contribuem de forma relevante para o prestígio de Portugal no mundo e para o progresso da Humanidade. Esta decisão constitui uma forma de reconhecimento institucional da Matriz Portuguesa para com aqueles que, muitas vezes longe do País, projectam internacionalmente a competência e a excelência Portuguesas. É uma distinção que pretende dar visibilidade a esses percursos e afirmar, publicamente, o nosso apreço por quem tanto contribui para Portugal, mesmo quando Portugal nem sempre soube reconhecer devidamente esse contributo.
PORTUGUESES E PORTUGUESAS DE EXCELÊNCIA NO ESTRANGEIRO
CIÊNCIAS EXACTAS, MATEMÁTICA E FÍSICA
João Magueijo — Reino Unido — Imperial College London — Física Teórica e Cosmologia.
Pedro G. Ferreira — Reino Unido — University of Oxford — Astrofísica e Cosmologia.
André Neves — Estados Unidos — University of Chicago — Matemática, Geometria Diferencial e Análise Geométrica.
Irene Fonseca — Estados Unidos — Carnegie Mellon University — Matemática, Análise Matemática e Ciência dos Materiais.
Bruno Correia — Suíça — EPFL, Lausanne — Bioengenharia, Desenho de Proteínas e Imunologia.
ASTRONOMIA, ASTROFÍSICA E ESPAÇO
Alexandre Cabral — Alemanha — European Southern Observatory — Astronomia e Instrumentação Astronómica.
FÍSICA DE PARTÍCULAS E GRANDES INFRA-ESTRUTURAS CIENTÍFICAS
Portugueses em experiências ATLAS e CMS — Suíça — CERN — Física de Partículas e Física Nuclear — área a aprofundar individualmente.
António Onofre — Portugal / CERN — Universidade do Minho / CERN — Física Experimental de Partículas, Física do Quark Top e do Bosão de Higgs, Astropartículas e Cosmologia.
MEDICINA, BIOMEDICINA E BIOTECNOLOGIA
Caetano Reis e Sousa — Reino Unido — The Francis Crick Institute, Londres / Imperial College London — Imunologia.
Gonçalo Bernardes — Reino Unido / Espanha — University of Cambridge / Centro Nacional de Investigaciones Oncológicas (CNIO) — Química Medicinal e Oncologia.
João Passos — Estados Unidos — Mayo Clinic — Biologia do Envelhecimento e Medicina Regenerativa.
João Xavier — Estados Unidos — Memorial Sloan Kettering Cancer Center, Nova Iorque — Biologia Computacional e Cancro.
Inês Cebola — Reino Unido — Imperial College London — Genómica e Medicina.
Andreia Bernardo — Reino Unido — Imperial College London — Biologia Cardíaca e Medicina Regenerativa.
Alexandre G. Maia — Estados Unidos — Mayo Clinic — Epigenética, Genómica e Medicina de Precisão.
ROBÓTICA E SISTEMAS AUTÓNOMOS
David Portugal — Portugal / actividade internacional — Instituto de Sistemas e Robótica / Universidade de Coimbra — Percepção Robótica, Sistemas Multi-Robô, Robótica de Campo e Fusão Sensorial.
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E MACHINE LEARNING
Pedro Saleiro — Estados Unidos / actividade internacional — Opnova / percurso anterior na University of Chicago e Microsoft Research — Inteligência Artificial, Responsible AI, Machine Learning e AI Agents.
TECNOLOGIA, CIBERSEGURANÇA E INOVAÇÃO
Diogo Mónica — Estados Unidos — Anchorage Digital / Haun Ventures — Cibersegurança, Fintech e Infra-estruturas Digitais.
André Corrêa d'Almeida — Estados Unidos — Columbia University — Desenvolvimento, Inovação e Sistemas Urbanos.
Joaquim dos Santos Gromicho — Países Baixos — University of Amsterdam — Business Analytics e Investigação Operacional.
Andreia Passos — Estados Unidos / Portugal — University of Texas at Austin Portugal Program / INESC TEC — Ciência, Tecnologia e Relações Internacionais.
ECONOMIA
Ricardo Reis — Reino Unido — London School of Economics and Political Science — Macroeconomia e Economia Monetária.
Francisco H. G. Ferreira — Reino Unido — London School of Economics and Political Science — Economia da Desigualdade e Pobreza.
Daniel Pinéu — Países Baixos — University of Amsterdam — Relações Internacionais e Segurança Internacional.
BANCA, FINANÇAS E MERCADOS DE CAPITAIS
Pedro Castro e Almeida — Espanha / actividade internacional — Grupo Santander — Banca, Gestão de Risco e Gestão Executiva.
António Horta Osório — Reino Unido / actividade internacional — Actividade financeira internacional — Banca e Gestão.
Maria Luís Albuquerque — Bélgica — Comissão Europeia — Serviços Financeiros e União da Poupança e dos Investimentos.
Cláudia Custódio — Reino Unido — Imperial College London — Finanças e Corporate Finance.
Miguel Boucinha — Alemanha — European Central Bank, Frankfurt — Economia Monetária e Política Monetária.
Carla Soares — Alemanha — European Central Bank, Frankfurt — Economia Monetária.
ENGENHARIA E TECNOLOGIA INDUSTRIAL
António Ferraz — Estados Unidos — NASA Jet Propulsion Laboratory / Caltech — Observação da Terra, Cartografia e Ciências Ambientais.
OCEANOS E CIÊNCIAS MARINHAS
Telmo Morato — Portugal / Canadá / Nova Caledónia / actividade internacional — OKEANOS, Universidade dos Açores — Ecologia de Mar Profundo, Ciências Marinhas e Gestão Sustentável dos Oceanos.
ENERGIA, CLIMA E AMBIENTE
Joana Portugal Pereira — Reino Unido / Portugal — Imperial College London / Instituto Superior Técnico — Sistemas Energéticos, Política Energética, Transição Climática e Neutralidade Carbónica.
ARQUITECTURA E URBANISMO
Diogo Burnay — Canadá — Dalhousie University — Arquitectura e Urbanismo.
Didier Fiúza Faustino — França — Paris / actividade internacional — Arquitectura e Arte Contemporânea.
Carolina Backlar — França / Reino Unido / Estados Unidos — Paris / Londres / Nova Iorque — Arquitectura e Design.
Miguel Marcelino — Portugal / actividade internacional — Actividade internacional — Arquitectura.
Eduardo Souto de Moura — Portugal / actividade internacional — Actividade internacional — Arquitectura e projecção internacional.
João Luís Carrilho da Graça — Portugal / actividade internacional — Actividade internacional — Arquitectura e projecção internacional.
MODA E ALTA-COSTURA
Miguel Castro Freitas — França — Mugler, Paris — Direcção Criativa.
Felipe Oliveira Baptista — França — Paris / actividade internacional — Moda e Direcção Criativa.
Marta Marques e Paulo Almeida — Reino Unido / actividade internacional — Marques'Almeida — Moda e Design.
Steven Passaro — França — Paris — Moda de Luxo e Alta-Costura.
Inês Amorim e Reid Baker — França / actividade internacional — Ernest W. Baker, Paris — Moda Masculina e Design.
ARTES VISUAIS, CURADORIA E MUSEOLOGIA
João Fernandes — Espanha — Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid — Curadoria e Direcção Museológica.
Marta de Menezes — Países Baixos / Reino Unido / Austrália — Actividade internacional — Arte e Ciência / Bioarte.
Tatiana Macedo — Reino Unido / Alemanha — Actividade internacional — Arte Contemporânea e Fotografia.
TEATRO, DRAMATURGIA E ARTES PERFORMATIVAS
Tiago Rodrigues — França — Festival d'Avignon — Teatro, Dramaturgia e Direcção Artística.
Francisco Frazão — França / actividade internacional — Festival d'Avignon / circuito internacional das artes performativas — Programação, Tradução e Teatro.
MÚSICA E DIRECÇÃO DE ORQUESTRA
Nuno Coelho — Espanha — Orquesta Sinfónica del Principado de Asturias — Direcção de Orquestra.
Rita Castro Blanco — Reino Unido — Circuito orquestral internacional — Direcção de Orquestra.
Abel Pereira — Estados Unidos — National Symphony Orchestra, Washington — Música Orquestral / Trompa.
Jorge Chaminé — França — Centre Européen de Musique — Música e Diplomacia Cultural.
Maria João Pires — Bélgica / actividade internacional — Actividade internacional — Piano e Pedagogia Musical.
Artur Pizarro — Reino Unido / actividade internacional — Actividade internacional — Piano.
ÓPERA
Pedro Ribeiro — Reino Unido / actividade internacional — Royal Opera House e circuito internacional de Ópera — Encenação e Direcção de Cena.
LITERATURA, HISTÓRIA E ESTUDOS PORTUGUESES
Nuno Castel-Branco — Reino Unido — University of Oxford / All Souls College — História da Ciência e Cultura Europeia.
Maria Manuel Lisboa — Reino Unido — University of Cambridge / St John's College — Literatura Portuguesa, Brasileira e Moçambicana.
Maria Luísa Coelho — Reino Unido — University of Oxford — Estudos Portugueses, Literatura, Arte e Cultura.
Maria-Benedita Basto — França — Sorbonne Université — Estudos Portugueses, Literatura e Cultura.
Egidia Souto — França — Sorbonne Nouvelle — Literatura, Arte, Antropologia e Património Lusófono.
DIREITO E ARBITRAGEM INTERNACIONAL
Vanessa Winkler — Estados Unidos / França / Brasil — Souto Correa Advogados / circuito internacional — Arbitragem Internacional e Litigância.
Luiz Aboim — Reino Unido / França / Brasil — Mayer Brown — Arbitragem Internacional e Direito de Mercados Emergentes.
RELAÇÕES INTERNACIONAIS, DIPLOMACIA E SEGURANÇA
Luís Lacerda — Reino Unido — University College London — Ciência, Política Científica e Diplomacia Científica.
Daniel Pinéu — Países Baixos — University of Amsterdam — Relações Internacionais e Segurança Internacional.
ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS
Miguel Cruz — Estados Unidos — World Bank Group — Alternate Executive Director para Itália, Portugal, Albânia, Grécia, Malta, São Marino e Timor-Leste.
CINEMA E AUDIOVISUAL
Miguel Gomes — Portugal / actividade internacional — Cinema — Realização e Cinema de Autor.
FOTOGRAFIA
Mário Cruz — Portugal / actividade internacional — Fotografia documental e fotojornalismo — World Press Photo, Magnum 30 Under 30 e imprensa internacional.
JOALHARIA E LUXO
Bruno da Rocha — Portugal / actividade internacional — Bruno da Rocha Jewellery — Joalharia de Autor e Design de Jóias.
GASTRONOMIA E ENOLOGIA
Nuno Mendes — Reino Unido / actividade internacional — Londres / circuito gastronómico internacional — Alta Gastronomia e divulgação internacional da Gastronomia Portuguesa.
ARQUEOLOGIA E PATRIMÓNIO
João Zilhão — Portugal / actividade internacional — Universidade de Lisboa / percurso académico internacional em Bristol e Barcelona — Arqueologia Pré-Histórica, Paleolítico e Neandertais.
FILOSOFIA, SOCIOLOGIA E CIÊNCIA POLÍTICA
Ricardo Soares de Oliveira — Reino Unido / França — University of Oxford / Sciences Po — Ciência Política e Política Internacional.
INDÚSTRIA E LIDERANÇA EMPRESARIAL INTERNACIONAL
Pedro Penalva — América Latina / actividade internacional — Aon — CEO da América Latina e membro do Global Executive Committee.
João Micael
Presidente da Matriz Portuguesa – Associação para o Desenvolvimento da Cultura e do Conhecimento
Director da Academia de Protocolo