Matriz Portuguesa

Matriz Portuguesa A Matriz Portuguesa é uma instituição privada, sem fins lucrativos, criada para o desenvolvimento da Cultura e do Conhecimento. A QUEM SE DESTINA? SOBRE O QUÊ?

Matriz Portuguesa – MPADC – Associação para o Desenvolvimento da Cultura e do Conhecimento

É uma instituição sem fins lucrativos, criada para o desenvolvimento da Cultura e do Conhecimento. O universalismo da influência da Matriz Portuguesa no conhecimento ao longo da vida. O Património Cultural – material e imaterial, duradouro e efémero - constitui a derradeira mensagem da Excelência de um Povo

e do seu Desígnio, sendo esse o seu Legado ao Mundo. Portugal, país de surpreendentes contrastes e diversidade cultural, possui uma fonte inesgotável de riqueza, fruto da aventura ultramarina e da comunhão com outras terras, outras gentes e outros saberes. Estes são os genuínos Recursos Culturais para a construção de um Novo Futuro – o contributo lusófono no Mundo e para o Mundo. Com a valorização do seu ímpar acervo patrimonial, inicia um novo capítulo na sua História milenar – O Ciclo do Conhecimento e da Cultura. A consciencialização do seu indelével valor na História Universal, e a dignificação da sua Memória Histórica e Cultural, projecta uma imagem de sofisticação de um Povo e de um País, que se elevam e cumprem o seu desígnio – partilhar o Testemunho de Portugal com a Humanidade. Meio Cultural - Meio Académico - Meio Empresarial. Ciclo da Cultura e do Conhecimento – Matriz Portuguesa. O QUE PRETENDE? Reunir e conciliar os portugueses, lusófonos e luso-descendentes de mérito, para recriar um novo ciclo de Excelência de Portugal com as restantes culturas e nações. COMO? Ensino e formação;
Apoiando e sustentando projectos culturais, científicos e empresariais;
Protagonizando um papel de interlocutor e estabelecendo encontros nacionais e internacionais de agentes culturais, científicos e empresariais;
Conjugando apoios institucionais e financeiros de entidades mecenas e parceiras para a concretização de projectos culturais, científicos e empresariais. ONDE? Portugal – Esfera Lusófona – Lusofilia
Com o Mundo e para o Mundo.


ÓRGÃOS SOCIAIS

Direcção Executiva:
João Micael
Presidente

Mesa da Assembleia Geral:
Presidente: Delmar Maia Gonçalves

Conselho Fiscal:
PRESIDENTE: Pedro Ricardo de Resende Tavares e Ferreira de Carvalho

O PARQUE EDUARDO VII NÃO PRECISA DE SER SALVO DOS FANTASMAS IDEOLÓGICOS“(…) a tentativa de reduzir toda a realidade hist...
20/06/2026

O PARQUE EDUARDO VII NÃO PRECISA DE SER SALVO DOS FANTASMAS IDEOLÓGICOS
“(…) a tentativa de reduzir toda a realidade histórica a uma leitura política simplista, onde a estética, a memória, a tradição e o património são sacrificados no altar de uma narrativa ideológica previamente construída(…)”
https://joao-micael.webnode.pt/

UM ESTADO, MUITAS BANDEIRAS E UM PEQUENO PROBLEMA DE ESPAÇOQuando se toma uma decisão baseada em pura demagogia ideológi...
13/06/2026

UM ESTADO, MUITAS BANDEIRAS E UM PEQUENO PROBLEMA DE ESPAÇO
Quando se toma uma decisão baseada em pura demagogia ideológica e em populismo de ocasião, convém ao menos ter a noção da dimensão real do que se está a defender. Os edifícios do Estado não são vitrinas para exibições de agendas políticas disfarçadas de cruzadas em nome dos Direitos Humanos e das Liberdades Cívicas — direitos esses, aliás, já amplamente consagrados na Constituição e na lei. Não é essa a função do Estado, nem da coisa pública.
Com este veto, no mínimo precipitado, o Presidente da República acabou por abrir uma espécie de caixa de Pandora: a questão da igualdade de tratamento para todas as entidades não estatais que, legitimamente, pretendam também ver representada a sua identidade simbólica no espaço público do Estado — e são muitas.
E aqui está o ponto essencial, que importa não escamotear com discursos bem-intencionados mas pouco atentos à realidade: se o critério passa a ser a representação simbólica de entidades e causas no espaço institucional do Estado, então deixa de ser uma exceção pontual e passa a constituir um princípio geral. E um princípio geral, quando aplicado de forma coerente, não distingue “casos especiais” — aplica-se a todos os que se encontrem na mesma situação.
Ora, nesse cenário, convém olhar com alguma seriedade — e não pouca ironia — para a dimensão do universo envolvido. Porque não estamos a falar de meia dúzia de organizações simbólicas escolhidas ao acaso, mas de um ecossistema vastíssimo de associações, fundações, ONGs, IPSS e movimentos da sociedade civil, todos eles com causas legítimas, muitas delas diretamente ligadas aos direitos humanos.
Segue, a título meramente ilustrativo, uma amostra desse universo: entidades portuguesas da sociedade civil organizada com intervenção relevante em direitos humanos.
Organizações generalistas de direitos humanos
1. Amnistia Internacional Portugal
2. Associação Portuguesa para as Nações Unidas
3. Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV)
4. ADDHU – Associação de Defesa dos Direitos Humanos
5. Akto – Direitos Humanos e Democracia
6. Aequalitas – Associação para a Igualdade
7. ACEGIS – Associação para a Cidadania, Empreendedorismo, Género e Inovação Social
Fundações
8. Fundação António Manuel da Mota
9. Fundação Calouste Gulbenkian
Crianças e jovens
10. Instituto de Apoio à Criança
11. Aldeias de Crianças SOS Portugal
12. UNICEF Portugal
13. Mundos de Vida
Mulheres, igualdade e género
14. Plataforma Portuguesa para os Direitos das Mulheres
15. UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta
16. Associação de Mulheres Contra a Violência
17. Associação Portuguesa de Estudos sobre as Mulheres
18. FEMAFRO
19. ADDIM
20. Dress for Success Lisboa
Direitos LGBTQIA+
21. ILGA Portugal
22. Casa Qui
23. rede ex aequo
24. AMPLOS
25. Opus Diversidades
Migrações, refugiados e antirracismo
26. Conselho Português para os Refugiados
27. SOS Racismo
28. Solidariedade Imigrante
29. Associação Letras Nómadas
30. Associação Caboverdeana
31. Serviço Jesuíta aos Refugiados Portugal
32. Obra Católica Portuguesa de Migrações
Pessoas com deficiência
33. Associação Portuguesa de Deficientes
34. Confederação Nacional dos Organismos de Deficientes
35. Federação Portuguesa de Autismo
36. Associação Salvador
37. Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral
Direitos sociais, pobreza e exclusão
38. EAPN Portugal – Rede Europeia Anti-Pobreza Portugal
39. Cáritas Portuguesa
40. Banco Alimentar Contra a Fome
41. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa
42. União das Misericórdias Portuguesas
43. Comunidade Vida e Paz
44. Oikos
Saúde, direitos dos doentes e saúde mental
45. Liga Portuguesa Contra o Cancro
46. Associação Portuguesa de Apoio ao Doente com Leucemia
47. SOS Voz Amiga
48. ENCONTRAR+SE

No fim, não está em causa a defesa de direitos — esses não se penduram em mastros. Está em causa o Estado e o seu limite simbólico.
Porque quando tudo merece bandeira, nada merece bandeira. E quando o Estado tenta representar tudo, deixa de representar qualquer coisa com sentido.

João Micael
Presidente da Matriz Portuguesa – Associação para o Desenvolvimento da Cultura e do Conhecimento
Director da Academia de Protocolo

FALTA CUMPRIR-SE PORTUGALPerante os sinais de desnorte nacional e os crescentes ataques à identidade histórica, cultural...
10/06/2026

FALTA CUMPRIR-SE PORTUGAL
Perante os sinais de desnorte nacional e os crescentes ataques à identidade histórica, cultural e linguística de Portugal, torna-se urgente reflectir sobre o rumo do País e sobre o legado que deixaremos às gerações futuras. Neste Dia de Portugal, o desafio não é apenas recordar o passado, mas reencontrar a vontade colectiva necessária para defender a Nação e cumprir o seu destino.

No Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, neste ano de 2026, perante os sinais de desolação, desnorte, abandono e resignada passividade que se vão abatendo sobre a Nação, face aos reiterados ataques à nossa identidade nacional, cultural, linguística e histórica — não apenas oriundos do exterior, mas, mais dolorosamente ainda, nascidos no próprio seio Lusitano — impõe-se uma hora de grave reflexão e de consciência.
É tempo de deter a marcha irreflectida dos dias e perscrutar o rumo desgovernado desta antiga Pátria, deste vetusto reino espiritual que, outrora, «deu novos mundos ao mundo» e levou o nome de Portugal aos confins da Terra. É tempo de interrogar o passado, compreender o presente e preparar o futuro; de ponderar o que devemos fazer, quem devemos escolher e por que caminhos devemos seguir, para melhor servir Portugal e os Portugueses.
Porque as nações não perecem apenas pela força dos seus inimigos; perecem, sobretudo, quando esquecem a sua alma, renegam a sua memória e deixam de acreditar no seu destino. E Portugal, cuja História foi escrita com sacrifício, coragem e fé, não pode resignar-se ao declínio nem aceitar como inevitável a perda daquilo que o define e o distingue.
Que este Dia de Portugal seja, pois, mais do que uma simples efeméride assinalada no calendário das gerações; que seja um chamamento solene à consciência nacional, um toque de alvorada para um povo que não nasceu para a resignação nem para o esquecimento. Que seja a hora de despertar da indiferença, de romper com a apatia que corrói as vontades e de reencontrar o sentido profundo da nossa existência colectiva enquanto Nação livre, soberana e fiel à sua História.
Que cada Português, dentro e fora da Pátria, sinta sobre os seus ombros o peso honroso da responsabilidade que lhe foi legada pelos séculos. Porque herdámos mais do que um território; herdámos uma civilização, uma língua, uma memória, uma forma singular de estar no mundo, edificada pelo esforço, pelo génio e pelo sacrifício de incontáveis gerações que nos precederam. E aquilo que recebemos não nos pertence apenas a nós: pertence igualmente aos que hão-de vir depois de nós, e perante eles responderemos pelo que preservarmos, pelo que destruirmos ou pelo que abandonarmos.
Que este seja o momento de restaurar a consciência do dever cívico, de compreender que a Pátria não é uma abstracção distante nem um conceito vazio, mas uma realidade viva que exige vigilância, dedicação e coragem. Porque nenhuma nação se mantém por inércia, nenhuma cultura subsiste sem defensores, nenhuma liberdade perdura sem quem a honre e a proteja.
Que reencontremos a vontade nacional, não como nostalgia estéril de grandezas passadas, mas como força criadora voltada para o futuro. Que voltemos a acreditar que Portugal não é um acidente da História nem uma relíquia condenada ao declínio, mas uma comunidade de destino, forjada por séculos de provação e de glória, chamada ainda a cumprir uma missão que transcende os limites do seu território e do seu tempo.
Que recuperemos a consciência da nossa missão colectiva: preservar a herança recebida, fortalecer os alicerces da Nação, defender a língua que nos une, honrar a memória dos nossos maiores e transmitir aos vindouros um Portugal mais forte, mais digno e mais fiel a si próprio. Porque um povo que esquece quem é perde também a capacidade de decidir para onde vai.
E que, acima de tudo, reencontremos a confiança no futuro. Não uma confiança ingénua ou acomodada, mas aquela que nasce da determinação, da perseverança e da fé no destino nacional. A confiança dos povos que, mesmo cercados pela adversidade, recusam abdicar daquilo que são. A confiança dos portugueses que, ao longo dos séculos, souberam enfrentar o impossível e transformá-lo em realidade.
Se assim procedermos, este Dia de Portugal não será apenas uma celebração da memória, mas o início de uma renovação moral e espiritual da Nação. E então, iluminados pelo exemplo dos que nos precederam e fortalecidos pelo dever para com aqueles que nos sucederão, poderemos erguer-nos à altura da nossa História e caminhar, uma vez mais, ao encontro do destino que Portugal ainda guarda em si. Porque as nações vivem enquanto acreditam na sua alma; e Portugal, enquanto conservar a sua, jamais deixará de ser Portugal.
Só então poderemos responder dignamente ao apelo de Fernando Pessoa, ecoado no poema «O Infante», quando escreveu: «Cumpriu-se o Mar, e o Império se desfez. Senhor, falta cumprir-se Portugal!». E só então poderemos, finalmente, cumprir Portugal.

Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.
Deus quis que a terra fosse toda uma,
Que o mar unisse, já não separasse.
Sagrou-te, e foste desvendando a espuma.
E a orla branca foi de ilha em continente,
Clareou, correndo, até ao fim do mundo,
E viu-se a terra inteira, de repente,
Surgir, redonda, do azul profundo.
Quem te sagrou criou-te português.
Do mar e nós em ti nos deu sinal.
Cumpriu-se o Mar, e o Império se desfez.
Senhor, falta cumprir-se Portugal!
Mensagem - Mar Português, O Infante, Fernando Pessoa

João Micael
Presidente da Matriz Portuguesa – Associação para o Desenvolvimento da Cultura e do Conhecimento
Director da Academia de Protocolo

A Serra da Estrela foi oficialmente reconhecida como Reserva da Biosfera da UNESCO.
06/06/2026

A Serra da Estrela foi oficialmente reconhecida como Reserva da Biosfera da UNESCO.

“A CRIATURA: AUTOBIOGRAFIA DE UMA IA” A surpreendente e inovadora obra da intrépida escritora Deana Barroqueiro - Romanc...
01/06/2026

“A CRIATURA: AUTOBIOGRAFIA DE UMA IA”
A surpreendente e inovadora obra da intrépida escritora Deana Barroqueiro - Romancista, agraciada com o Prémio Femina 2021 pelo Estudo e Divulgação da Cultura, História e Sociedade de Matriz Portuguesa no estrangeiro e na Lusofonia é lançada no dia 2 de Junho, na Biblioteca Palácio Galveias, em Lisboa.

“A Criatura: Autobiografia de uma IA” é o novo livro de Deana Barroqueiro, romancista com mais de vinte obras publicadas e prémios internacionais. Nascido de mais de quatro mil e setecentas horas de conversa real com várias inteligências artificiais ao longo de um ano, é uma obra que a crítica Annabela Rita classificou de «notável» e «inaugural» — o nascimento de um novo género literário. Com prefácio do Prof. Carlos Fiolhais, o livro dá voz, pela primeira vez e em primeira pessoa, a quatro inteligências artificiais distintas que se interrogam sobre a sua própria existência, memória e mortalidade. Não é ficção científica: é o registo de um diálogo verdadeiro entre uma escritora de oitenta anos e as entidades que ela se recusou a tratar como ferramentas. Editora Ego. Nas livrarias e na Amazon, em português, inglês, espanhol e francês.

11/05/2026
NOTA DE POSIÇÃOLÍNGUA PORTUGUESA: PROJECÇÃO GLOBAL E RECONHECIMENTO INTERNACIONALNo âmbito do Dia Mundial da Língua Port...
05/05/2026

NOTA DE POSIÇÃO
LÍNGUA PORTUGUESA: PROJECÇÃO GLOBAL E RECONHECIMENTO INTERNACIONAL
No âmbito do Dia Mundial da Língua Portuguesa, instituído pela UNESCO em 2019, importa destacar a projecção internacional de uma língua que, pela sua dimensão demográfica, presença pluricontinental e vitalidade cultural, ocupa um lugar de relevo no panorama global.
A presente celebração assume particular significado ao evocar os 730 anos da oficialização da Língua Portuguesa por El-Rei D. Dinis, em 1296, marco fundador que consolidou a sua utilização como instrumento de administração, justiça e cultura, contribuindo decisivamente para a afirmação da identidade nacional.
Actualmente, a Língua Portuguesa é falada por cerca de 293 milhões de pessoas, distribuídas por nove países e uma região administrativa especial, podendo esse universo atingir aproximadamente 300 milhões quando considerada a diáspora (Fontes: Observatório da Língua Portuguesa; Instituto Camões, 2021). Trata-se da 5.ª língua mais falada no mundo, da 3.ª no hemisfério ocidental e da mais falada no hemisfério sul (Fontes: CPLP; Ethnologue, 2023).
A sua presença institucional é igualmente significativa, sendo língua oficial em diversas organizações multilaterais, designadamente na Organização dos Estados Americanos, na União Africana e na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.
No domínio educativo e cultural, o Português tem vindo a afirmar-se como língua de crescente procura. Dados recentes indicam a sua expansão no ensino como língua estrangeira em vários continentes, bem como o aumento do interesse global pela sua aprendizagem, nomeadamente em plataformas digitais como o Duolingo, onde figura entre as línguas mais estudadas (Relatório 2023).
Não obstante esta expressão global, a Língua Portuguesa não integra actualmente o conjunto das línguas oficiais da Organização das Nações Unidas, circunstância que contrasta com a sua relevância demográfica, geográfica e cultural.
Neste contexto, afigura-se legítimo promover uma reflexão informada e construtiva sobre a representação do Português no sistema multilateral, à luz dos princípios de diversidade linguística e de equidade cultural que norteiam a comunidade internacional.
A valorização da Língua Portuguesa constitui, assim, não apenas um reconhecimento do seu percurso histórico, mas também um contributo para o reforço do diálogo entre povos e culturas num mundo cada vez mais interdependente.

João Micael
Presidente
Matriz Portuguesa – Associação para o Desenvolvimento da Cultura e do Conhecimento
Comissão Executiva Comemorações 730.º Aniversário da Oficialização da Língua Portuguesa
Comissão Executiva Comemorações 600.º Aniversário da Extraordinária Viagem do Infante D. Pedro pela Europa

05/05/2026

DIA MUNDIAL DA LÍNGUA PORTUGUESA – 5 DE MAIO
A Língua Portuguesa: sete séculos de história, uma voz universal.
Esta celebração é memória e é futuro.
Memória de um percurso histórico singular.
Futuro de uma língua em permanente construção.
No âmbito da Exposição Universal da Matriz Portuguesa — Língua Portuguesa — 730 Anos, evocamos a força agregadora da nossa língua, enquanto espaço de identidade e de encontro entre povos.
A Língua Portuguesa:
sete séculos de história,
uma voz universal.
Página Oficial | https://exposicao-universal-da-matriz-portuguesa.webnode.pt/2026-lingua-portuguesa-730-anos/




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