Núcleo AJA Lisboa - Associação José Afonso

Núcleo AJA Lisboa - Associação José Afonso Rua de São Bento, 170
1200-821 Lisboa

Tel: +351 21 131 82 90

[email protected] O nosso lema é: “Traz outro amigo também”.

A Associação José Afonso é uma associação cultural e cívica, não confessional, que visa contribuir para preservar e divulgar a obra de José Afonso e honrar o seu exemplo cívico. A partir de 2005, têm-se vindo a constituir núcleos regionais de modo a potenciar a acção da AJA e aproximar as suas iniciativas das comunidades locais. O núcleo de Lisboa da Associação José Afonso foi constituído em 11 d

e Janeiro de 2012. Move-nos a vontade de prosseguir os objectivos e os princípios da AJA, à semelhança de outros núcleos, contribuindo assim para que a palavra, a música e o exemplo cívico do Zeca continuem bem vivos na nossa memória colectiva e, sobretudo, junto das novas gerações. Pretendemos organizar e apoiar iniciativas na região de Lisboa em torno da obra de José Afonso, unidos na mesma atitude solidária que o animava como autor, cantor e cidadão.

O Núcleo AJA Lisboa informa que a sede está 𝐞𝐧𝐜𝐞𝐫𝐫𝐚𝐝𝐚 para férias até ao 𝐟𝐢𝐧𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐚𝐠𝐨𝐬𝐭𝐨.Regressamos em setembro. Boas f...
11/08/2026

O Núcleo AJA Lisboa informa que a sede está 𝐞𝐧𝐜𝐞𝐫𝐫𝐚𝐝𝐚 para férias até ao 𝐟𝐢𝐧𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐚𝐠𝐨𝐬𝐭𝐨.

Regressamos em setembro. Boas férias! ⛱

Registos da apresentação do livro "𝗔 𝗚𝗮𝗹𝗶𝘇𝗮 𝗱𝗲 𝗝𝗼𝘀𝗲́ 𝗔𝗳𝗼𝗻𝘀𝗼", com a presença do autor, 𝗣𝗮𝘂𝗹𝗼 𝗘𝘀𝗽𝗲𝗿𝗮𝗻𝗰̧𝗮, no dia 23 de ju...
11/08/2026

Registos da apresentação do livro "𝗔 𝗚𝗮𝗹𝗶𝘇𝗮 𝗱𝗲 𝗝𝗼𝘀𝗲́ 𝗔𝗳𝗼𝗻𝘀𝗼", com a presença do autor, 𝗣𝗮𝘂𝗹𝗼 𝗘𝘀𝗽𝗲𝗿𝗮𝗻𝗰̧𝗮, no dia 23 de julho.

Agradecemos a quem marcou presença! ✊

📢 𝗢 𝗾𝘂𝗲 𝗳𝗮𝘇 𝗳𝗮𝗹𝘁𝗮 𝗲́ 𝗮𝘃𝗶𝘀𝗮𝗿 𝗮 𝗺𝗮𝗹𝘁𝗮!Até 𝟑𝟎 𝐝𝐞 𝐬𝐞𝐭𝐞𝐦𝐛𝐫𝐨, o Núcleo AJA Lisboa recebe a exposição "𝗘𝗺𝗶𝗴𝗿𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼, 𝗲𝘅𝗶́𝗹𝗶𝗼 𝗲 𝗰...
11/07/2026

📢 𝗢 𝗾𝘂𝗲 𝗳𝗮𝘇 𝗳𝗮𝗹𝘁𝗮 𝗲́ 𝗮𝘃𝗶𝘀𝗮𝗿 𝗮 𝗺𝗮𝗹𝘁𝗮!

Até 𝟑𝟎 𝐝𝐞 𝐬𝐞𝐭𝐞𝐦𝐛𝐫𝐨, o Núcleo AJA Lisboa recebe a exposição "𝗘𝗺𝗶𝗴𝗿𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼, 𝗲𝘅𝗶́𝗹𝗶𝗼 𝗲 𝗰𝗮𝗻𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝗽𝗿𝗼𝘁𝗲𝘀𝘁𝗼".

Originalmente produzida no âmbito da atividade do Observatório da Canção de Protesto (OCP) e apresentada durante o Encontro da Canção de Protesto de 2020, dedicado a José Mário Branco e à temática do exílio, esta exposição reúne 𝐭𝐞𝐱𝐭𝐨𝐬 e diverso 𝐦𝐚𝐭𝐞𝐫𝐢𝐚𝐥 𝐢𝐜𝐨𝐧𝐨𝐠𝐫𝐚́𝐟𝐢𝐜𝐨 que dão a conhecer o percurso de vários cantores portugueses exilados em França, desde meados da década de 1960 até ao 25 de Abril de 1974, bem como a intensa atividade artística desenvolvida no meio associativo e político da emigração.

A exposição está aberta ao público às 𝒔𝒆𝒈𝒖𝒏𝒅𝒂𝒔, 𝒒𝒖𝒂𝒓𝒕𝒂𝒔, 𝒔𝒆𝒙𝒕𝒂𝒔 𝐞 𝒔𝒂́𝒃𝒂𝒅𝒐𝒔, das 𝟏𝟔𝐡 𝐚̀𝐬 𝟏𝟗𝐡, na sede do Núcleo AJA Lisboa.

Esta iniciativa conta com o apoio de divulgação do projeto FCT EXIMUS – «É preciso avisar toda a gente»: Música e exílio em França durante o regime do Estado Novo (1933–1974).

𝑽𝒆𝒎 𝒆 𝒕𝒓𝒂𝒛 𝒐𝒖𝒕𝒓𝒐 𝒂𝒎𝒊𝒈𝒐 𝒕𝒂𝒎𝒃𝒆́𝒎!

É já 𝐚𝐦𝐚𝐧𝐡𝐚̃ 𝐚̀𝐬 𝟏𝟖𝐡 que o Manifesto pelo Centenário de José Afonso é apresentado na Casa do Capitão.Convidamo-vos a mar...
23/06/2026

É já 𝐚𝐦𝐚𝐧𝐡𝐚̃ 𝐚̀𝐬 𝟏𝟖𝐡 que o Manifesto pelo Centenário de José Afonso é apresentado na Casa do Capitão.

Convidamo-vos a marcar presença. ✊

𝑽𝒆𝒎 𝒆 𝒕𝒓𝒂𝒛 𝒐𝒖𝒕𝒓𝒐 𝒂𝒎𝒊𝒈𝒐 𝒕𝒂𝒎𝒃𝒆́𝒎!

Celebrando 100 anos de José Afonso (1929 - 2029) | Apresentação do Manifesto

Ergue-te ó sol de verão!

No próximo dia 24 de junho às 18h na Casa Capitão, a Associação José Afonso apresentará o Manifesto pelo Centenário de José Afonso. Contaremos com um momento musical com a presença de Ana Lua Caiano e dos Couple Coffee.

Queremos colocar no centenário de José Afonso - cantor, poeta e cidadão profundamente atento ao seu tempo - a sinergia de todas as expressões artísticas, culturais e cívicas, evocando e investigando, salvaguardando e divulgando, criando e recriando.

Convidamos sócios, amigos, e todos aqueles que querem celebrar o tão atual legado cultural, político, e cívico de José Afonso a juntarem-se a nós neste início de caminho que faremos juntos rumo ao centenário do homem que foi "poeta, andarilho e cantor".

Patente na sede da AJA, em Lisboa, até ao 𝐟𝐢𝐧𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐣𝐮𝐧𝐡𝐨, esta 𝐞𝐱𝐩𝐨𝐬𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨 contempla duas vertentes:Inicialmente, 𝟏𝟎 𝐜𝐚𝐫...
03/06/2026

Patente na sede da AJA, em Lisboa, até ao 𝐟𝐢𝐧𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐣𝐮𝐧𝐡𝐨, esta 𝐞𝐱𝐩𝐨𝐬𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨 contempla duas vertentes:

Inicialmente, 𝟏𝟎 𝐜𝐚𝐫𝐭𝐚𝐳𝐞𝐬 sobre o tema “𝐅𝐥𝐚𝐠𝐞𝐥𝐨 – 𝐕𝐢𝐨𝐥𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐃𝐨𝐦𝐞́𝐬𝐭𝐢𝐜𝐚”. Mais tarde, em contraponto, a autora, 𝐅𝐞𝐫𝐧𝐚𝐧𝐝𝐚 𝐃𝐮𝐫𝐚̃𝐨, decidiu acrescentar outros 𝟗, desta vez sob o tema “𝐁𝐥𝐚𝐜𝐤 𝐁𝐞𝐚𝐮𝐭𝐢𝐞𝐬 𝐌𝐚𝐭𝐭𝐞𝐫” (“A Beleza Negra Importa”).

Opondo-se, complementam-se: de um lado, a violência; do outro, a beleza de uma condição duplamente discriminada: ser mulher e ser negra. E é a imagem desta beleza, vitória possível sobre a violência, que paira nos nossos horizontes.

𝐅𝐥𝐚𝐠𝐞𝐥𝐨 – 𝐕𝐢𝐨𝐥𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐃𝐨𝐦𝐞́𝐬𝐭𝐢𝐜𝐚

A imagem do cartaz que abre a exposição figura um caminho largo que se estreita à medida que avança e leva às montanhas/dunas. É o símbolo/réplica frequente do percurso amoroso do casal, onde às carícias se sucedem as agressões. E os dilaceramentos.

Psicológicos, de um lado e de outro, muitas vezes. Físicos, na grande maioria, e com gravidade, tendo como alvo as mulheres.

As restantes pinturas dão-nos conta de corpos devassados e castigados.

A bota. O automóvel. Instrumentos de prepotência sobre o corpo da mulher. Território seu. Pensam. Propriedade sua, que foi durante séculos. E continua.

Linguagem de que se servem para impor a sua vontade e contrariar os direitos e o desejo das mulheres.

Esta pintura é a expressão dessa denúncia e da recusa da sua “naturalidade”.

Juntamo-nos a ela nessa luta contra um patriarcado que é tóxico.

Fernanda Durão, jornalista e designer, inspirou-se em notícias publicadas na imprensa diária e em algumas imagens de pintores de figuras femininas.

Técnica mista em cartolina A3.

𝐁𝐥𝐚𝐜𝐤 𝐁𝐞𝐚𝐮𝐭𝐢𝐞𝐬 𝐌𝐚𝐭𝐭𝐞𝐫

E se pintores como Leonardo da Vinci, Sandro Botticelli, Vermeer, Gustav Klimt, Van Gogh, Gauguin e outros tivessem escolhido raparigas negras como modelos?

Este é o desafio que a autora nos faz. E temos imagens de mulheres negras de referência, entre elas, Marielle Franco, ativista política brasileira que foi assassinada durante o governo de Bolsonaro. E outras.

No final, a autora acrescenta um último cartaz à exposição: Blimunda, a figura feminina da obra de Saramago, “Memorial do Convento”, chamando a atenção para um autor que o atual governo acha descartável.

Ainda a resistir.

Venham ver a obra de 𝐅𝐞𝐫𝐧𝐚𝐧𝐝𝐚 𝐃𝐮𝐫𝐚̃𝐨, que nos acompanhará numa sessão especial que vamos fazer acontecer no dia 𝟐𝟓 𝐝𝐞 𝐣𝐮𝐧𝐡𝐨.

Amélia Resende
3 de junho de 2026

Endereço

Rua De São Bento, 170
Lisbon
1200-821

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 16:00 - 19:00
Quarta-feira 16:00 - 19:00
Sexta-feira 16:00 - 19:00
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