SMAQ - Sindicato dos Maquinistas

SMAQ - Sindicato dos Maquinistas Página Oficial do SMAQ - Sindicato dos Maquinistas dos Caminhos de Ferro Portugueses - na plataforma Facebook

O SMAQ reuniu hoje com representantes da Continental Rail, designadamente o Diretor-Geral Ibérico, o Diretor de Operaçõe...
30/06/2026

O SMAQ reuniu hoje com representantes da Continental Rail, designadamente o Diretor-Geral Ibérico, o Diretor de Operações e o responsável pela área de Regulamentação e Segurança, naquela que constituiu a primeira reunião institucional entre as duas partes.

Ao longo da reunião foram abordados diversos assuntos relacionados com a organização do trabalho, as condições de trabalho dos maquinistas, a segurança ferroviária e outros assuntos de interesse para os trabalhadores.

O encontro decorreu num clima de diálogo construtivo, tendo f**ado estabelecido o compromisso de manter um canal de comunicação institucional entre o SMAQ e a Continental Rail.

O SMAQ continuará a acompanhar de perto a realidade da empresa, defendendo os direitos dos maquinistas e contribuindo para a melhoria das suas condições de trabalho e para o reforço da segurança ferroviária.

25/06/2026

🇪🇺✊🚆 Presidente da ALE: Só sindicatos fortes garantem a segurança ferroviária

«O caminho para a segurança 🇪🇺✊🚆 Presidente da ALE: Só sindicatos fortes garantem a segurança ferroviária

«O caminho para a segurança ferroviária passa por um Sindicato dos Maquinistas Ferroviários forte na Polónia. Passa pela unidade do sindicato. Passa pela unidade de toda a comunidade reunida em torno do sindicato!» – foi esta, entre outras, a mensagem transmitida por Juan Jesús García Fraile durante a sua visita a Varsóvia.

🎥 Convidamo-vos a assistir ao discurso do Presidente da Federação Europeia de Maquinistas (ALE), gravado durante a reunião da Mesa da ALE em Varsóvia, com a participação do Presidente do ZZM, Leszek Miętek, e do Vice-Presidente, Daniel Biernacik.

No seu discurso, Fraile fala sobre a segurança ferroviária, as experiências dos maquinistas espanhóis após uma série de acidentes trágicos no início deste ano, o papel das organizações sindicais na proteção dos trabalhadores e os desafios que a comunidade europeia de maquinistas enfrenta atualmente.

💬 «Na maioria das vezes, só começam a ouvir-nos quando ocorre um acidente. Em vez de reagirem antecipadamente e prevenirem os problemas. Com demasiada frequência, procura-se culpados, quando o mais importante deveria ser a prevenção dos riscos. Por isso, o movimento sindical tem de ser ativo, ef**az e inflexível».

Esta é uma voz importante do movimento sindical europeu e uma confirmação de que a segurança ferroviária, condições de trabalho dignas e uma forte representação dos trabalhadores continuam a ser um objetivo comum das organizações afiliadas à ALE.

💬 «Caros colegas, maquinistas polacos! Estou convencido de que, agindo em conjunto, com solidariedade e de forma coerente, podemos melhorar as nossas condições de trabalho, as condições sociais e a situação económica. A União Europeia aspira à criação de um sistema ferroviário interoperável, mas temos também de garantir que as condições de trabalho dos maquinistas em toda a Europa sejam mais semelhantes e coerentes, preservando simultaneamente a identidade e as especificidades da nossa profissão. Existe apenas um caminho para alcançar estes objetivos: um Sindicato dos Maquinistas Ferroviários forte na Polónia, a unidade do sindicato e a unidade de toda a comunidade em torno do sindicato. Tanto no transporte de mercadorias como no de passageiros, precisamos de solidariedade e determinação na ação. Só assim melhoraremos os padrões no local de trabalho, as condições sociais e económicas e, acima de tudo, aumentaremos o nível de segurança», acrescentou Juan Jesús García Fraile. passa por um Sindicato dos Maquinistas Ferroviários forte na Polónia. Passa pela unidade do sindicato. Passa pela unidade de toda a comunidade reunida em torno do sindicato!» – foi esta, entre outras, a mensagem transmitida por Juan Jesús García Fraile durante a sua visita a Varsóvia.

🎥 Convidamo-vos a assistir ao discurso do Presidente da Federação Europeia de Maquinistas (ALE), gravado durante a reunião da Mesa da ALE em Varsóvia, com a participação do Presidente do ZZM, Leszek Miętek, e do Vice-Presidente, Daniel Biernacik.

No seu discurso, Fraile fala sobre a segurança ferroviária, as experiências dos maquinistas espanhóis após uma série de acidentes trágicos no início deste ano, o papel das organizações sindicais na proteção dos trabalhadores e os desafios que a comunidade europeia de maquinistas enfrenta atualmente.

💬 «Na maioria das vezes, só começam a ouvir-nos quando ocorre um acidente. Em vez de reagirem antecipadamente e prevenirem os problemas. Com demasiada frequência, procura-se culpados, quando o mais importante deveria ser a prevenção dos riscos. Por isso, o movimento sindical tem de ser ativo, ef**az e inflexível».

Esta é uma voz importante do movimento sindical europeu e uma confirmação de que a segurança ferroviária, condições de trabalho dignas e uma forte representação dos trabalhadores continuam a ser um objetivo comum das organizações afiliadas à ALE.

💬 «Caros colegas, maquinistas polacos! Estou convencido de que, agindo em conjunto, com solidariedade e de forma coerente, podemos melhorar as nossas condições de trabalho, as condições sociais e a situação económica. A União Europeia aspira à criação de um sistema ferroviário interoperável, mas temos também de garantir que as condições de trabalho dos maquinistas em toda a Europa sejam mais semelhantes e coerentes, preservando simultaneamente a identidade e as especificidades da nossa profissão. Existe apenas um caminho para alcançar estes objetivos: um Sindicato dos Maquinistas Ferroviários forte na Polónia, a unidade do sindicato e a unidade de toda a comunidade em torno do sindicato. Tanto no transporte de mercadorias como no de passageiros, precisamos de solidariedade e determinação na ação. Só assim melhoraremos os padrões no local de trabalho, as condições sociais e económicas e, acima de tudo, aumentaremos o nível de segurança», acrescentou Juan Jesús García Fraile.

𝐋𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐝𝐨 𝐌𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐧𝐨 𝐥𝐢𝐦𝐢𝐭𝐞: 𝐒𝐌𝐀𝐐 𝐝𝐢𝐯𝐮𝐥𝐠𝐚 𝐫𝐞𝐥𝐚𝐭ó𝐫𝐢𝐨 𝐭é𝐜𝐧𝐢𝐜𝐨 𝐞 𝐚𝐥𝐞𝐫𝐭𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐫𝐢𝐬𝐜𝐨𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐩𝐞𝐫𝐬𝐢𝐬𝐭𝐞𝐦 𝐚𝐩ó𝐬 𝐨𝐛𝐫𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝟖𝟑 𝐦𝐢𝐥𝐡õ𝐞𝐬 𝐝𝐞 ...
24/06/2026

𝐋𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐝𝐨 𝐌𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐧𝐨 𝐥𝐢𝐦𝐢𝐭𝐞: 𝐒𝐌𝐀𝐐 𝐝𝐢𝐯𝐮𝐥𝐠𝐚 𝐫𝐞𝐥𝐚𝐭ó𝐫𝐢𝐨 𝐭é𝐜𝐧𝐢𝐜𝐨 𝐞 𝐚𝐥𝐞𝐫𝐭𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐫𝐢𝐬𝐜𝐨𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐩𝐞𝐫𝐬𝐢𝐬𝐭𝐞𝐦 𝐚𝐩ó𝐬 𝐨𝐛𝐫𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝟖𝟑 𝐦𝐢𝐥𝐡õ𝐞𝐬 𝐝𝐞 𝐞𝐮𝐫𝐨𝐬

O SMAQ – Sindicato Nacional dos Maquinistas dos Caminhos de Ferro Portugueses torna hoje público o relatório “Linha do Minho no Limite – Documento de enquadramento técnico e alerta público”, um trabalho de análise técnica que documenta as condições atuais de exploração da Linha do Minho e evidencia que continuam a existir problemas graves de infraestrutura, apesar do elevado investimento realizado nos últimos anos.

O documento resulta de uma nova verif**ação efetuada pelo SMAQ ao longo de toda a linha, incidindo sobre as dimensões úteis das plataformas, a sua altura, o posicionamento das composições e os constrangimentos operacionais que continuam a afetar a segurança da exploração ferroviária. A conclusão é inequívoca: persistem plataformas curtas, desniveladas e inadequadas para o serviço atualmente prestado, obrigando passageiros e trabalhadores a conviver diariamente com riscos que deveriam ter sido eliminados pelas obras concluídas em 2023.

O relatório demonstra, através de fotografias, medições e exemplos concretos em estações e apeadeiros como Barcelos, Tamel, Areia-Darque, Barroselas, Viana do Castelo, Afife, Âncora Praia, Moledo, Caminha e Vila Nova de Cerveira, que continuam a existir situações em que parte das composições f**a fora da zona útil das plataformas, portas permanecem fora da área segura de embarque e desembarque e subsistem descontinuidades de altura que comprometem a acessibilidade e aumentam o risco de acidentes.

Para o SMAQ, esta realidade é particularmente preocupante porque transfere para as tripulações a responsabilidade de compensar insuficiências da infraestrutura. Em demasiados locais, a segurança depende da experiência dos maquinistas, revisores e restantes trabalhadores operacionais, obrigados a adotar procedimentos específicos e uma vigilância acrescida para minimizar riscos que deveriam ser eliminados na origem. Uma ferrovia moderna não pode depender da adaptação permanente dos seus profissionais às limitações das instalações fixas.

O SMAQ recorda ainda que esta situação não é recente. Desde 2023 que o SMAQ tem vindo a alertar o Ministério das Infraestruturas, o IMT e a Autoridade Nacional de Segurança Ferroviária para estas deficiências, tendo remetido uma identif**ação detalhada dos principais problemas existentes em diversas linhas da rede ferroviária nacional, incluindo a Linha do Minho. Apesar desse trabalho e do investimento realizado, muitos dos constrangimentos mantêm-se praticamente inalterados.

Além das preocupações relacionadas com a segurança operacional, o relatório questiona a eficácia da aplicação dos recursos públicos investidos na modernização da Linha do Minho. O SMAQ entende que não basta executar obras; é indispensável que essas intervenções resolvam efetivamente os problemas identif**ados e garantam uma exploração ferroviária segura, previsível, acessível e compatível com as necessidades atuais do serviço ferroviário.

O documento termina com um conjunto de propostas concretas, entre as quais o prolongamento das plataformas onde necessário, a uniformização das respetivas alturas, a eliminação dos principais pontos críticos, a adaptação da sinalização que limita desnecessariamente o comprimento útil das gares e a realização de uma avaliação técnica independente das condições reais de exploração. Até que essas intervenções sejam concretizadas, o SMAQ defende igualmente a adoção de regras operacionais transitórias claras que reduzam o risco para passageiros e trabalhadores.

A segurança ferroviária constitui um dos pilares fundamentais do transporte ferroviário e não pode continuar dependente da capacidade de adaptação das tripulações. O SMAQ continuará a acompanhar este processo e a exigir da Infraestruturas de Portugal, da CP e da tutela a adoção das medidas necessárias para eliminar definitivamente estes constrangimentos.

𝐎 𝐫𝐞𝐥𝐚𝐭ó𝐫𝐢𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐥𝐞𝐭𝐨 “𝐋𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐝𝐨 𝐌𝐢𝐧𝐡𝐨 𝐧𝐨 𝐋𝐢𝐦𝐢𝐭𝐞 – 𝐃𝐨𝐜𝐮𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝐞𝐧𝐪𝐮𝐚𝐝𝐫𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐭é𝐜𝐧𝐢𝐜𝐨 𝐞 𝐚𝐥𝐞𝐫𝐭𝐚 𝐩ú𝐛𝐥𝐢𝐜𝐨” 𝐞𝐧𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐚-𝐬𝐞 𝐝𝐢𝐬𝐩𝐨𝐧í𝐯𝐞𝐥 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐮𝐥𝐭𝐚 𝐞 𝐝𝐨𝐰𝐧𝐥𝐨𝐚𝐝.

https://smaq.pt/2026/06/23/linha-do-minho-no-limite-smaq-divulga-relatorio-tecnico-e-alerta-para-riscos-que-persistem-apos-obras-de-83-milhoes-de-euros/

Uma Vitória dos Trabalhadores e dos Direitos SindicaisA rejeição do pacote de alterações ao Código do Trabalho represent...
19/06/2026

Uma Vitória dos Trabalhadores e dos Direitos Sindicais

A rejeição do pacote de alterações ao Código do Trabalho representa uma importante vitória para os trabalhadores portugueses e para a liberdade sindical.

As propostas apresentadas continham medidas que enfraqueciam direitos laborais conquistados ao longo de décadas, fragilizavam a contratação coletiva e criavam novos obstáculos à ação dos sindicatos nas empresas, comprometendo o equilíbrio das relações laborais.

O SMAQ orgulha-se de ter participado ativamente na mobilização contra este conjunto de alterações, juntando a sua voz à de muitos trabalhadores e organizações sindicais na defesa de um princípio essencial: o progresso económico não pode ser alcançado à custa da redução dos direitos de quem trabalha.

Esta decisão demonstra que a participação cívica, a intervenção sindical e a unidade dos trabalhadores continuam a ser instrumentos fundamentais para impedir retrocessos sociais.

O SMAQ continuará a defender um Código do Trabalho que promova relações laborais justas, valorize a negociação coletiva, respeite a liberdade sindical e assegure condições de trabalho dignas para todos.

Porque defender os direitos dos trabalhadores é defender uma sociedade mais justa.

𝐉𝐮𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐬𝐨𝐦𝐨𝐬 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐟𝐨𝐫𝐭𝐞𝐬!

𝐍𝐨𝐭𝐚 𝐝𝐞 𝐩𝐞𝐬𝐚𝐫⁣⁣⁣⁣Foi com profunda tristeza que o SMAQ tomou conhecimento do falecimento do seu Associado 𝐉𝐨𝐫𝐠𝐞 𝐌𝐚𝐧𝐮𝐞𝐥 𝐝𝐚...
11/06/2026

𝐍𝐨𝐭𝐚 𝐝𝐞 𝐩𝐞𝐬𝐚𝐫⁣⁣
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Foi com profunda tristeza que o SMAQ tomou conhecimento do falecimento do seu Associado 𝐉𝐨𝐫𝐠𝐞 𝐌𝐚𝐧𝐮𝐞𝐥 𝐝𝐚 𝐒𝐢𝐥𝐯𝐚 𝐂𝐚𝐫𝐝𝐨𝐬𝐨, Maquinista da Viaporto/Metro do Porto.⁣⁣
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Neste momento de luto, prestamos homenagem ao colega e profissional dedicado que foi, recordando com respeito o seu percurso na ferrovia e a sua ligação ao SMAQ.⁣⁣
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À sua esposa, filhos, restantes familiares e amigos, endereçamos as nossas mais sentidas condolências e expressamos a nossa total solidariedade neste momento particularmente difícil.⁣⁣
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A sua memória permanecerá entre todos aqueles que tiveram o privilégio de com ele trabalhar e conviver.⁣⁣
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Até sempre, Jorge Cardoso.⁣⁣
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A Direção do SMAQ

A Jornada de Luta contra as alterações à legislação laboral que fragilizam a contratação coletiva, aceleram a caducidade...
03/06/2026

A Jornada de Luta contra as alterações à legislação laboral que fragilizam a contratação coletiva, aceleram a caducidade dos Acordos de Empresa, facilitam despedimentos, aumentam a precariedade através do alargamento dos contratos a prazo, promovem a desregulação dos horários de trabalho, reintroduzem mecanismos de banco de horas individual e enfraquecem a capacidade de intervenção dos sindicatos na defesa dos trabalhadores, prossegue com a máxima força.

𝐏𝐨𝐝𝐞𝐫𝐨𝐬𝐚 𝐚𝐝𝐞𝐬ã𝐨 à 𝐆𝐫𝐞𝐯𝐞 𝐆𝐞𝐫𝐚𝐥 𝐞𝐦 𝐭𝐨𝐝𝐨 𝐨 𝐬𝐞𝐜𝐭𝐨𝐫 𝐟𝐞𝐫𝐫𝐨𝐯𝐢á𝐫𝐢𝐨.Fortíssima adesão à Greve Geral em todo o sector ferroviário ...
03/06/2026

𝐏𝐨𝐝𝐞𝐫𝐨𝐬𝐚 𝐚𝐝𝐞𝐬ã𝐨 à 𝐆𝐫𝐞𝐯𝐞 𝐆𝐞𝐫𝐚𝐥 𝐞𝐦 𝐭𝐨𝐝𝐨 𝐨 𝐬𝐞𝐜𝐭𝐨𝐫 𝐟𝐞𝐫𝐫𝐨𝐯𝐢á𝐫𝐢𝐨.

Fortíssima adesão à Greve Geral em todo o sector ferroviário (IP, CP, Medway, Fertagus, Metro do Porto/Viaporto, MTS - Metro Transportes do Sul, Captrain, Continental Rail), onde praticamente só circulam os comboios dos serviços mínimos decretados. FERTAGUS com 37 comboios suprimidos até às 10h00 do dia 3 de junho. 💪💪

𝐉𝐮𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐬𝐨𝐦𝐨𝐬 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐟𝐨𝐫𝐭𝐞𝐬!

02/06/2026
Na Linha do Minho continuam a existir plataformas aquém do tamanho das composições, plataformas desniveladas e situações...
26/05/2026

Na Linha do Minho continuam a existir plataformas aquém do tamanho das composições, plataformas desniveladas e situações em que algumas portas f**am fora da zona mais segura para embarque e desembarque.

O problema não é novo. É conhecido há anos e continua presente em vários pontos da linha, apesar das intervenções já realizadas e do dinheiro investido. O resultado é um Operador Ferroviário (CP) que continua a absorver as limitações da infraestrutura, com riscos para passageiros e maior exigência para tripulações que acumulam a responsabilidade das insuficiências das instalações fixas.

O SMAQ entende que a CP, a IP e a Tutela têm de assegurar as condições no que respeita à segurança ferroviária, às acessibilidades, previsibilidade e proteção efetiva de passageiros e trabalhadores.

O SMAQ realizou nos dias 11 e 12 de maio nova verif**ação no terreno, em toda a extensão da Linha do Minho para documentar a dimensão útil das plataformas, o posicionamento das composições, os constrangimentos operacionais existentes e as limitações que persistem após as obras recentes, que terminaram em 2023 com um custo de 83 milhões de euros.

Da análise efetuada decorre que continuam a existir plataformas curtas, zonas perigosas, constrangimentos físicos ao embarque e desembarque e locais onde parte da composição ultrapassa a zona útil da gare. Em vários casos, a operação depende demasiado da experiência das tripulações, de procedimentos adaptados à realidade local e de vigilância operacional acrescida.

Esta não é uma forma aceitável de consolidar a segurança ferroviária. A operação deve assentar numa infraestrutura preparada para as necessidades do Operador e não na adaptação permanente dos trabalhadores a quem são imputadas, de forma recorrente, as insuficiências do serviço.

A IP, a CP e a tutela não podem continuar a transferir para os trabalhadores o risco criado pelas insuficiências da infraestrutura.

SMAQ - Sindicato Nacional dos Maquinistas dos Caminhos de Ferro Portugueses

𝐂𝐎𝐌𝐔𝐍𝐈𝐂𝐀𝐃𝐎 𝐃𝐄 𝐈𝐌𝐏𝐑𝐄𝐍𝐒𝐀 𝐍.º 𝟎𝟏/𝟐𝟔: 𝐆𝐑𝐄𝐕𝐄 𝐆𝐄𝐑𝐀𝐋O SMAQ apresentou pré-aviso de greve, aderindo à Greve Geral convocada para...
19/05/2026

𝐂𝐎𝐌𝐔𝐍𝐈𝐂𝐀𝐃𝐎 𝐃𝐄 𝐈𝐌𝐏𝐑𝐄𝐍𝐒𝐀 𝐍.º 𝟎𝟏/𝟐𝟔: 𝐆𝐑𝐄𝐕𝐄 𝐆𝐄𝐑𝐀𝐋

O SMAQ apresentou pré-aviso de greve, aderindo à Greve Geral convocada para o próximo dia 3 de junho de 2026, no âmbito da contestação às alterações à legislação laboral atualmente em discussão. O SMAQ manifesta preocupação com medidas relacionadas com contratação coletiva, organização dos tempos de trabalho, precariedade laboral, despedimentos e desregulação dos horários em setores de elevada exigência operacional, como o ferroviário. A greve abrangerá trabalhadores de todas as empresas ferroviárias de passageiros, mercadorias e gestor da infraestrutura (IP).

Endereço

Avenida Duque De Loulé 104, 4. º
Lisbon
1050-092

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