Loja de comércio justo do CIDAC

Loja de comércio justo do CIDAC Loja de Comércio Justo em Lisboa, gerida pela associação, com estatuto de ONGD, CIDAC Centro de I

QUEM SOMOS:

O CIDAC centra a sua ação em duas temáticas principais – Educação para o Desenvolvimento e Comércio e Desenvolvimento – que concretiza através de atividades e projetos realizados em Portugal, na Guiné-Bissau e em Timor Leste, muitas vezes em parceria com outras organizações. O Centro de Recursos para o Desenvolvimento e a Loja de Comércio Justo são os dois instrumentos através dos qu

ais passam a maior parte das iniciativas. O QUE É O COMÉRCIO JUSTO

O Comércio Justo é um movimento social que, através de uma prática comercial alicerçada na justiça e no respeito, e de um trabalho permanente de sensibilização e mobilização dos cidadãos, aspira a transformar os atuais modelos de relações económicas desiguais e a participar na construção de alternativas. Há mais de 20 anos que o CIDAC intervém enquanto ator do Comércio Justo, nas vertentes da sensibilização da sociedade acerca deste tema e do apoio a ações de organizações timorenses e guineenses. Chegou agora o momento do grande desafio da comercialização direta de produtos! O CJ rege-se por um conjunto de princípios, dos quais destacamos os seguintes:

O respeito e a preocupação pelas pessoas e pelo ambiente, colocando as pessoas acima do lucro;
O estabelecimento de boas condições de trabalho e o pagamento de um preço justo aos produtores e produtoras (um preço que cubra os custos de um rendimento digno, da protecção ambiental e da segurança económica);
A disponibilização de pré-financiamento ou acesso a outras formas de crédito;
A transparência quanto à estrutura das organizações e todos os aspectos da sua actividade, e a informação mútua entre todos os intervenientes na cadeia comercial sobre os seus produtos ou serviços e métodos de comercialização;
O fornecimento de informação ao consumidor sobre os objectivos do CJ, a origem dos produtos ou serviços, os produtores e a estrutura do preço;
A promoção de actividades de sensibilização e campanhas, quer junto dos/as consumidores/as (para realçar o impacto das suas decisões de compra), quer junto das organizações (para provocar mudanças nas regras e práticas do comércio internacional);
O reforço das capacidades organizativas, produtivas e comerciais das produtoras e dos produtores através de formação, aconselhamento técnico, pesquisa de mercados e desenvolvimento de novos produtos;
O envolvimento de todas as pessoas (produtores/as, voluntárias/os e empregados/as) nas tomadas de decisão que os afectam no seio das suas respectivas organizações;
A protecção e a promoção dos direitos humanos, nomeadamente os das mulheres, crianças e povos indígenas, bem como a igualdade de oportunidades entre os sexos;
A protecção do ambiente e a promoção de um desenvolvimento sustentável, subjacente a todas as actividades;
O estabelecimento de relações comerciais estáveis e de longo prazo;
A produção tão completa quanto possível dos produtos comercializados no país de origem.

25/08/2026

Apesar de termos procurado várias vias para continuarmos a ter sabonetes da Sindyanna of Galilee Fair Trade, na Loja, infelizmente não conseguimos. O CIDAC e a Loja são ELAs: Espaços Livres de Apartheid, uma iniciativa dentro da campanha BDS Portugal.
A Sindyanna exporta produtos à base de azeite a partir do Estado de Israel, mas é importante entender o que esta organização de mulheres, israelitas e palestianas, tenta construir há mais de 2 décadas.

Bem-vindo/a ao maravilhoso mundo da Selyn! Fundada em 1991, a Selyn iniciou o seu trabalho com 15 mulheres na aldeia de ...
24/08/2026

Bem-vindo/a ao maravilhoso mundo da Selyn! Fundada em 1991, a Selyn iniciou o seu trabalho com 15 mulheres na aldeia de Wanduragala, no Sri Lanka. Conta, hojte, mais 1000 membros, dos quais 95% são mulheres. E são 16 os ateliers onde trabalham, um pouco por todo o país. Algumas mulheres, devido à sua condição social ou familiar, trabalham a partir de casa. Venha sonhar e brincar neste mundo colorido, solidário e justo.

Domingo, 23 de agosto, é 𝗗𝗶𝗮 𝗜𝗻𝘁𝗲𝗿𝗻𝗮𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹 𝗱𝗮 𝗠𝗲𝗺𝗼́𝗿𝗶𝗮 𝗱𝗼 𝗧𝗿𝗮́𝗳𝗶𝗰𝗼 𝗱𝗲 𝗘𝘀𝗰𝗿𝗮𝘃𝗼𝘀 𝗲 𝗱𝗮 𝘀𝘂𝗮 𝗔𝗯𝗼𝗹𝗶𝗰̧𝗮̃𝗼. Este dia, adoptado p...
21/08/2026

Domingo, 23 de agosto, é 𝗗𝗶𝗮 𝗜𝗻𝘁𝗲𝗿𝗻𝗮𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹 𝗱𝗮 𝗠𝗲𝗺𝗼́𝗿𝗶𝗮 𝗱𝗼 𝗧𝗿𝗮́𝗳𝗶𝗰𝗼 𝗱𝗲 𝗘𝘀𝗰𝗿𝗮𝘃𝗼𝘀 𝗲 𝗱𝗮 𝘀𝘂𝗮 𝗔𝗯𝗼𝗹𝗶𝗰̧𝗮̃𝗼. Este dia, adoptado pela UNESCO em 1998, assinala a Revolução de São Domingos no Haiti, que eclodiu na noite de 22 para 23 de agosto de 1791, um marco na luta centenária das pessoas escravizadas pela sua libertação. A escravatura foi um elemento central para a expansão do sistema económico capitalista, processo esse de que Portugal foi ator prepoderante (Portugal absteve-se, em março deste ano, na votação na Assembleia Geral da ONU da resolução para o reconhecimento do tráfico transatlântico de escravos como “o crime mais grave contra a Humanidade"). No comércio justo, lutamos para que essa história não se repita no presente. Não podemos, enquanto sociedade, aceitar que qualquer coisa que comemos ou usamos, do algodão, da China, às framboesas, do Sudoeste Alentejano, seja o resultado de trabalho humano escravo em nenhum lugar do mundo!
Para saber mais, sugerimos a leitura de dois textos da revista Outras Economias:
https://outraseconomias.pt/outrasec/acumulacao-primitiva-do-capital-2/
https://outraseconomias.pt/outrasec/um-pouco-de-justica-no-comercio-internacional/

Descodificar a economia implica confrontar-nos com alguns conceitos da teoria económica que podem parecer, na sua formulação, algo complexos, mas que na realidade dizem respeito a fenómenos facilmente compreensíveis. A acumulação primitiva do capital é um destes conceitos, neste caso da teor...

Quer um Jornal Mapa fresquinho? Passe por cá!Apoie o MAPA fazendo a sua assinatura de seis números aqui: https://www.jor...
20/08/2026

Quer um Jornal Mapa fresquinho? Passe por cá!
Apoie o MAPA fazendo a sua assinatura de seis números aqui: https://www.jornalmapa.pt/assinatura-do-jornal/

Chegámos ao número 50 do Jornal MAPA!

O policiamento de bairros guetizados é destaque, resultante de oito anos de investigação do Fumaça e da Divergente, demonstrando esse guião da polícia em “agredir, bater e acusar de resistência”, e desde as prisões publicamos outros relatos da violência arbitrária. Visitamos Coimbra e nas suas Repúblicas testemunhamos uma vivência comunitária e de apoio mútuo. Em conversa com Nik Völker, da MiningWatch Portugal, reiteramos o apoio às lutas anti mineração do Barroso. O papel de informação crítica é evocado nesta edição e a luta inédita das e dos jornalistas da revista Visão é contada na primeira pessoa. Uma entrevista a Mira do Solidarity Collectives leva-nos aos anarquistas e antiautoritários ucranianos na resistência perante a invasão russa. E a história do desertor Dominik Richert recorda a resistência ao militarismo na Primeira Guerra Mundial. Com Aurélien Berlan, falamos sobre Autonomia e Subsistência, que intitula o livro lançado em 2024. E na recensão do livro As FP-25 e o Pós-Revolução (Francisco B. Ruivo, 2026) é sublinhada a memória desses tempos por M. Ricardo de Sousa. Nota ainda para as rusgas a casas de ativistas da causa palestiniana em Portugal, num escalar internacional contra os movimentos de resistência ecologista, de esquerda e anarquistas. Podes ainda descobrir neste novo MAPA outras notas de leituras, noticias e crónicas.

Por fim, as nossas desculpas pelo atraso na saída desta edição, imposta por motivos imponderáveis e que nos foram alheios.

Mantemos o apelo para nos apoiares com a tua assinatura. E marca na tua agenda: temos Festa dos 50 Mapas no dia 24 de Outubro no espaço da ADAO no Barreiro!

Como prefere as suas bolachas? Dolces ou salgadas? De azeite, tomilho, oregãos, ou em doces combinações como chocolate n...
19/08/2026

Como prefere as suas bolachas? Dolces ou salgadas? De azeite, tomilho, oregãos, ou em doces combinações como chocolate negro com pimenta rosa, são muitas as opções Pescoto du Monti. Produzidas artesanalmente em Cabeço de Vide, Portalegre. Venha provar! Saiba mais aqui:
https://www.facebook.com/profile.php?id=100063721773681

Aqui vão as habituais sugestões de leitura estivas: "Quebrar em caso de Emergência Climática", um testemunho-manifesto e...
17/08/2026

Aqui vão as habituais sugestões de leitura estivas: "Quebrar em caso de Emergência Climática", um testemunho-manifesto escrito pelo coletivo Climáximo, editado pela Tinta da China. No seguimento do colóquio, em maio, sobre o legado de Mário Pinto de Andrade, sugerimos uma das suas obras fundamentais para mergulharmos no seu pensamento político: "Origens do Nacionalismo Africano", editado pela Letra Livre. E claro dois jornais fundamentais para se ler o estado do mundo, desde as bases até à análise macro: Jornal Mapa e Le Monde Diplomatique - ed. portuguesa. Muito para pensar, muito para agir! Boas Leituras!

Foi ver o filme Odisseia? Sabe onde foi filmado? Em territórios ocupados do Sahara Ocidental. O Sahara Ocidental foi uma...
13/08/2026

Foi ver o filme Odisseia? Sabe onde foi filmado? Em territórios ocupados do Sahara Ocidental. O Sahara Ocidental foi uma colónia espanhola até 1975, ano em que foi invadido pelo seu vizinho Reino de Marrocos. Ainda hoje é um território ocupado e à espera de descolonização e de um referendo eternamente protelado. O povo saharaui exige, de acordo com o Direito Internacional, a realização de um referendo para que possa ser ele a determinar o seu próprio futuro.
A Associação de Amizade Portugal-Sahara Ocidental divulga os vários aspectos desta luta pela liberdade e denuncia as violações dos direitos humanos praticadas pelo regime de Marrocos no Sahara Ocidental. Junte-se à solidariedade com o povo saharaui. Conheça, apoie e envolva-se! Nenhuma pessoa será totalmente livre enquanto existirem povos oprimidos!

Um branco fresquinho ou um tinto à temperatura do ar, são três os vinhos produzidos pela Adega Regional de Colares, CRL:...
12/08/2026

Um branco fresquinho ou um tinto à temperatura do ar, são três os vinhos produzidos pela Adega Regional de Colares, CRL: Serra da Lua, Chão Rijo e Arenae. Para saber mais sobre a Adega de Colares, vinho e cooperativismo, leia a brochura:https://cidac.pt/files/2016/8901/0848/Ficha_Colares_e_cooperativismo.pdf

Número de agosto do Le Monde Diplomatique - ed. portuguesa já disponível na Loja!
10/08/2026

Número de agosto do Le Monde Diplomatique - ed. portuguesa já disponível na Loja!

O número de agosto está nas bancas e online no link em comentário. Boas leituras!

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Lisbon
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