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Conclusões da reunião de direcçãoA Direcção Nacional da FECTRANS aprovou, em 23 de Junho de 2026, uma resolução onde des...
23/06/2026

Conclusões da reunião de direcção

A Direcção Nacional da FECTRANS aprovou, em 23 de Junho de 2026, uma resolução onde destaca a derrota do Pacote Laboral como uma vitória alcançada pela luta dos trabalhadores ao longo de 11 meses.

Foi uma luta em que se destacam as greves gerais de 11 de Dezembro de 2025 e 3 de Junho de 2026. Segundo o documento, “foi a luta que isolou o Governo e os seus aliados (…) e criou as condições para a derrota do Pacote Laboral”.

Foi sublinhado que esta vitória deve servir de estímulo para reforçar a acção sindical nos locais de trabalho, nomeadamente na valorização dos salários, na redução do horário de trabalho e na melhoria das condições de vida e laborais.

A resolução refere os avanços já registados no que concerne ao horário de trabalho em empresas como a Carris, o Metropolitano de Lisboa e a Transtejo/Soflusa, reforçando que “quando os trabalhadores se unem, se mobilizam e lutam, é possível obter resultados”.

No documento aprovado considera-se que, apesar da derrota recente, o Governo não abdicou dos seus projectos de dar resposta às reivindicações patronais e dos grupos económicos e financeiros, como está expresso nas declarações de vários ministros, de que destacamos a intenção de privatizar as partes rentáveis das empresas, estando já à cabeça a concessão/privatização das linhas suburbanas da CP.

Principais decisões da Direcção Nacional
• Saudar todos os trabalhadores do sector dos transportes e comunicações, assim como todas as organizações que se mobilizaram e participaram nas lutas contra o Pacote Laboral, que tiveram a sua maior expressão nas greves gerais de 11 de Dezembro de 2025 e de 3 de Junho passado, dando um grande contributo para essas lutas e para o resultado da rejeição das intenções do Governo.
• Apelar aos trabalhadores de todo o sector, independentemente da sua opção sindical, para que reforcem a unidade na acção pela valorização do trabalho e dos trabalhadores.
• Através dos sindicatos que integram a FECTRANS, reforçar a acção sindical pela valorização dos salários e pelo aumento do poder de compra dos trabalhadores, tendo por base os objectivos reivindicativos, e dinamizar a entrega de propostas, cadernos reivindicativos e propostas de aumentos intercalares onde os trabalhadores assim o decidam.
• Dinamizar uma campanha de sensibilização e acção em torno da reivindicação das 35 horas semanais, sem perda de retribuição.
• Propor ao Plenário de Sindicatos a realização do 6.º Congresso da FECTRANS no dia 9 de Abril de 2027.
• Lançar uma campanha de sindicalização até à data do Congresso, com o objectivo mínimo de 1500 novos sindicalizados.

A Direcção da reafirma que continuará a intervir contra projectos governamentais que visem privatizações no sector e a defender o carácter público dos transportes e comunicações.

Resolução completa AQUI https://fectrans.pt/index.php/informacao/geral/10458-conclusoes-da-reuniao-de-direccao-2

Degradação e abandono da Estação do OrienteO SNTSF/FECTRANS enviou um ofício à CP e à Infraestruturas de Portugal a denu...
23/06/2026

Degradação e abandono da Estação do Oriente

O SNTSF/FECTRANS enviou um ofício à CP e à Infraestruturas de Portugal a denunciar o actual estado de degradação da Estação do Oriente, em Lisboa.

Nesse ofício alertou-se para as consequências que esta situação tem para os trabalhadores ferroviários e para os utentes do transporte público.

Considerada uma das principais estações ferroviárias do país, a Estação do Oriente apresenta sinais evidentes de abandono, nomeadamente falta de limpeza nos espaços públicos, maus odores persistentes, elevadores e escadas rolantes frequentemente avariados e dificuldades acrescidas de acesso para pessoas com mobilidade reduzida.

A situação tem provocado impactos directos nas condições de trabalho dos ferroviários, que são confrontados diariamente com reclamações dos utentes, situações de tensão, insultos e ameaças, apesar de não terem qualquer responsabilidade pela falta de manutenção e investimento na infra-estrutura.

O SNTSF/FECTRANS sublinha que é inadmissível que, em pleno século XXI, passageiros em cadeira de rodas, idosos, pessoas com mobilidade reduzida, passageiros acompanhados por crianças ou com bagagem pesada continuem a enfrentar obstáculos para aceder aos comboios numa estação que deveria ser uma referência de acessibilidade, segurança e modernidade.

Para a organização sindical, esta realidade resulta de anos de desinvestimento, ausência de manutenção adequada e falta de resposta por parte das entidades responsáveis. O sindicato considera que os trabalhadores não podem continuar a suportar as consequências de opções de gestão que colocam em causa a qualidade do serviço público ferroviário e a dignidade de quem trabalha e utiliza a estação.

O SNTSF/FECTRANS exige, por isso, uma intervenção rápida e eficaz por parte da CP e da Infraestruturas de Portugal, de forma a garantir a limpeza, a manutenção, a acessibilidade e as condições de segurança necessárias na Estação do Oriente.

Caso não sejam adoptadas medidas concretas, a organização sindical admite avançar com formas de mobilização e luta, em defesa dos trabalhadores ferroviários, dos utentes e de um serviço público de transporte digno.

Leia aqui https://fectrans.pt/index.php/informacao/sectorial/sector-ferroviario/10457-degradacao-e-abandono-da-estacao-do-oriente

Plenários de trabalhadores da TTSLAs cinco organizações sindicais (STFCMM; SITRA; SIMAMEVIP; SNTSF; SITESE) da TTSL (TRA...
22/06/2026

Plenários de trabalhadores da TTSL

As cinco organizações sindicais (STFCMM; SITRA; SIMAMEVIP; SNTSF; SITESE) da TTSL (TRANSTEJO SOFLUSA) convocaram novos plenários para que os trabalhadores decidam os próximos passos da negociação.

Calendário dos plenários
• Montijo – 29 Junho, 14h00
• Seixal – 30 Junho, 13h15m
• Porto Brandão – 30 Junho, 14h45m
• Cacilhas – 1 Julho, 11h00m
• Cacilhas (manutenção) - 1 Julho, 13h30m
• Barreiro – 2 Julho, 11h00m

Após três novas reuniões, os sindicatos confirmam que os valores salariais, subsídio de refeição e anuidades mantêm-se como já divulgados, com retroactivos a Janeiro.

A administração aceitou ainda garantir, sem ambiguidades, que a redução para as 38 horas semanais entra em vigor a 1 de Janeiro de 2027, ficando para 2026 a negociação do calendário rumo às 35 horas.

A cláusula 23, relativa ao local de trabalho, foi amplamente debatida. Após as objecções sindicais, o presidente da administração declarou em acta que “não há qualquer intenção de alterar o que está em vigor, apenas se pretende simplificar e melhorar o que está em vigor”.
A administração aceitou a redacção proposta pelos sindicatos, que mantém o conceito actual de local habitual de trabalho.

O texto em discussão prevê ainda negociações a redução faseada para as 35 horas, sobre o regime de promoções, progressões e propomos nós também o de concursos e propomos no documento enviado e aceite que sejam discutidas as situações de incumprimento relacionadas com as cláusulas 51.ª e 52.ª

A próxima reunião com a administração está marcada para 6 de Julho, às 10h30.

Comunicado completo AQUI https://fectrans.pt/index.php/informacao/sectorial/sector-fluvial-mar-e-portos/10456-plenarios-de-trabalhadores-da-ttsl

Negociações do ML sem avançosA 11.ª reunião de negociação do Acordo de Empresado AL – Metropolitano de Lisboa realizou s...
20/06/2026

Negociações do ML sem avanços

A 11.ª reunião de negociação do Acordo de Empresado AL – Metropolitano de Lisboa realizou se esta sexta feira, sem progressos nas matérias pecuniárias.

A empresa reafirmou que não tem margem financeira para novas propostas, acrescentando apenas o prolongamento da vigência do AE até 31 de Dezembro de 2032.

As organizações sindicais defenderam que é necessário garantir algum ganho económico para todos os trabalhadores e rejeitaram qualquer imposição de participação em “Eventos Especiais” fora do horário de trabalho.

Reivindicaram ainda que a redução do horário no subsolo seja aplicada em dois anos, e não em três, como propõe a empresa.

Sobre o pagamento das variáveis, o ML admitiu não ter ainda datas definidas para a sua concretização.

Comunicado completo AQUI https://fectrans.pt/index.php/informacao/sectorial/sector-dos-metros/10455-negociacoes-do-ml-sem-avancos

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20/06/2026

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Unidade e luta derrotam o pacote laboralNa sequência da luta determinada dos trabalhadores, incluindo duas greves gerais...
19/06/2026

Unidade e luta derrotam o pacote laboral

Na sequência da luta determinada dos trabalhadores, incluindo duas greves gerais, o pacote laboral foi hoje reprovado na Assembleia da República.

Esta é uma vitória da unidade, da resistência e da mobilização de quem não aceitou perder direitos, foi uma vitória dos trabalhadores.

Neste importante momento para os trabalhadores portugueses, saudamos todos os que, no sector dos transportes e comunicações — sindicalizados ou não — não baixaram os braços e enfrentaram esta brutal ofensiva do Governo.

Saudamos a forte unidade na acção, que juntou a quase totalidade das organizações sindicais e levou milhares de trabalhadores à luta. Foi essa força colectiva que fez a diferença.

O resultado de hoje demonstra que vale a pena lutar e que, sem luta, nada se conquista. Esta vitória deve ser um estímulo para prosseguir a luta pela valorização do trabalho e dos trabalhadores, por direitos, salários dignos e por um sector dos transportes e comunicações com forte componente social — ao serviço das populações e não do negócio privado.

A luta continua. A unidade constrói vitórias.
Saudação da CGTP-IN: AQUI https://fectrans.pt/index.php/informacao/geral/10454-unidade-e-luta-derrotam-o-pacote-laboral

18/06/2026

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Na luta pelo AE, é determinante derrotar o pacote laboral!Após insistência, o C.A. (Conselho de Administração da Carris)...
16/06/2026

Na luta pelo AE, é determinante derrotar o pacote laboral!

Após insistência, o C.A. (Conselho de Administração da Carris) marcou uma reunião para o dia 25/06, às 15h, em Miraflores, com todas as organizações sindicais.

Nesta reunião, o STRUP/FECTRANS continuará a defender as decisões tomadas no último plenário geral. Embora essas decisões impliquem uma profunda reformulação da proposta de revisão que apresentámos, constituem uma base mínima da qual não abdicaremos e cuja concretização continuaremos a exigir.

Na última reunião, o C.A. recusou qualquer evolução no subsídio de refeição, mas ficou de analisar e responder à proposta de actualização salarial, com retroactivos a Janeiro. Quanto à proposta de redução de 1 hora por ano, até se atingirem as 35 horas semanais, admitiu a sua discussão, embora tenha referido que serão necessárias contrapartidas para se poder avançar nessa matéria.

O STRUP/FECTRANS apresentou propostas concretas para garantir os meios necessários à continuação da redução do horário de trabalho. Nesse sentido, propusemos o fim do prémio dito de “excelência” e que os recursos financeiros a ele alocados sejam canalizados para a diminuição do horário de trabalho.

Entendemos igualmente que o executivo da CML não pode furtar-se às suas responsabilidades quanto à dotação dos meios financeiros necessários para esta evolução civilizacional, que representa a conquista das 35 horas semanais. Isto tanto mais que, da parte do executivo da CML, não têm faltado meios financeiros para uma série de “festas e festanças”, muitas delas de natureza privada, que proliferam na cidade.

Comunicado completo AQUI https://fectrans.pt/index.php/informacao/sectorial/sector-rodoviario-passageiros/10453-na-luta-pelo-ae-e-determinante-derrotar-o-pacote-laboral

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MEO – Reunião de carreiras sem evolução à vistaRecentemente realizou-se a reunião com a DPE da MEO sobre carreiras confo...
16/06/2026

MEO – Reunião de carreiras sem evolução à vista

Recentemente realizou-se a reunião com a DPE da MEO sobre carreiras conforme o protocolado.

A reunião começou pela terceira etapa deste novo processo em que os sindicatos não tiveram conhecimento da 1ª e 2ª etapa do processo.

Para o SNTCT é claro que para este novo modelo de carreiras é necessário envolver os trabalhadores e ser desenvolvido por fases.

Neste projecto em primeiro lugar tem de ser definido uma estrutura de carreiras que seja justa para os trabalhadores, analisar o modelo de evolução profissional que se pretende, uma tabela de remunerações mínimas que responda aos anseios dos trabalhadores e um modelo de avaliação que seja sério, transparente para que se possa corrigir quem está a mais de 5, 10 e15 anos sem qualquer evolução.

É um processo que pode demorar, mas para que corra bem é necessária vontade da gestão sem colocar linhas vermelhas.

Comunicado completo AQUI https://fectrans.pt/index.php/informacao/sectorial/sector-dos-correios-e-telecomunicacoes/10452-meo-reuniao-de-carreiras-sem-evolucao-a-vista

14/06/2026

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