Festival Mental

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Festival da Saúde Mental
Cinema - Artes - Informação
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Ao longo deste mês temos falado sobre a importância da infância, do brincar e da criatividade para a saúde mental.Mas a ...
15/06/2026

Ao longo deste mês temos falado sobre a importância da infância, do brincar e da criatividade para a saúde mental.

Mas a verdade é que a criatividade não é apenas uma necessidade das crianças. É um recurso que, ao longo de toda a vida, pode contribuir para a nossa saúde física e mental.

Sabia que participar regularmente em atividades artísticas pode estar associado a um envelhecimento biológico mais lento?

Um estudo recente da University College London, publicado na revista Innovation in Aging, analisou dados de 3.556 adultos e concluiu que as pessoas que se envolvem com maior frequência em atividades artísticas e culturais apresentam uma idade biológica mais jovem. Os participantes que realizavam estas atividades semanalmente apresentavam um ritmo de envelhecimento cerca de 4% mais lento e uma idade biológica, em média, um ano mais jovem do que aqueles que raramente participavam.

Embora os resultados sejam mais evidentes em adultos, a literatura científ**a tem vindo a demonstrar que os benefícios das artes e da criatividade começam desde cedo, contribuindo para o desenvolvimento emocional, a autoestima, as competências sociais e o bem-estar psicológico das crianças e dos jovens.

Neste mês em que celebramos as infâncias, vale a pena lembrar que a criatividade não é apenas uma ferramenta de aprendizagem ou uma forma de brincar. É também um importante fator de promoção da saúde mental ao longo de toda a vida.

🎬 Imagem: still do filme Tão Forte e Tão Perto (Extremely Loud & Incredibly Close, 2011), realizado por Stephen Daldry.

Fonte principal: University College London (2026), estudo publicado na revista Innovation in Aging.

🌱 No Dia Internacional do Brincar lembramos que brincar é muito mais do que diversão.É através da brincadeira que explor...
11/06/2026

🌱 No Dia Internacional do Brincar lembramos que brincar é muito mais do que diversão.

É através da brincadeira que exploramos emoções, desenvolvemos criatividade, aprendemos a relacionar-nos com os outros e começamos a dar sentido ao mundo que nos rodeia.

A imaginação que nasce na infância continua a acompanhar-nos ao longo da vida: na arte, na música, no cinema, nas histórias e em tantas outras formas de cuidar da nossa saúde mental.

Talvez por isso nunca devêssemos deixar de brincar. 💙

Fontes: ONU e UNICEF

🌿 Antes de ser um troféu, foi uma ideia.A ideia de criar um objeto que refletisse aquilo que o Festival Mental procura c...
08/06/2026

🌿 Antes de ser um troféu, foi uma ideia.

A ideia de criar um objeto que refletisse aquilo que o Festival Mental procura celebrar: a transformação, a vulnerabilidade e a capacidade de crescer através das experiências.

Concebido e oferecido pela Sildel - We Think Cork , o troféu da Mostra Internacional de Curtas-Metragens nasceu da cortiça – um material natural que carrega em si a memória do tempo e das mudanças que o moldam.

Tal como as pessoas.

Num ano em que voltámos a destacar a ligação entre ambiente e saúde mental, este símbolo ganhou um signif**ado ainda mais especial.

Obrigado à Isabel Silva e à Sildel por darem forma a esta visão. 💙

🌿 Dia Mundial do Ambiente 🌿No Festival Mental acreditamos que não é possível falar de saúde mental sem falar do ambiente...
05/06/2026

🌿 Dia Mundial do Ambiente 🌿

No Festival Mental acreditamos que não é possível falar de saúde mental sem falar do ambiente em que vivemos.

Ao longo da última década, temos dedicado espaço à reflexão sobre a relação entre natureza, alterações climáticas e bem-estar psicológico através do segmento M-Natura, de debates sobre ecoansiedade, de atividades ao ar livre e da publicação do livro Isto Não É Uma Invenção – Ecoansiedade e o Futuro do Planeta.

A imagem que partilhamos hoje recupera precisamente a capa desta obra, com design de Dinis Costa.

Hoje, mais do que nunca, sabemos que a qualidade do ambiente influencia a nossa qualidade de vida, o nosso equilíbrio emocional e a nossa saúde mental.

Neste Dia Mundial do Ambiente, deixamos um convite: encontrar tempo para estar na natureza, observar, respirar fundo e recordar que fazemos parte de algo maior.

Porque cuidar do planeta é também cuidar de nós. 🌱

O cinema português teve este ano um lugar de destaque no Festival Mental.Entre cerca de 220 curtas-metragens submetidas ...
04/06/2026

O cinema português teve este ano um lugar de destaque no Festival Mental.

Entre cerca de 220 curtas-metragens submetidas à nossa Mostra Internacional de Curtas-Metragens, foram selecionadas apenas 25 obras para integrar a programação oficial. Três delas eram portuguesas: Uma História Mal Narrada, de Rui Paulo Silva, A Minha Casa, de André Fontaneta D'Errico e Catarina Reis Bogalho, e EGO, de Diogo Assis e Rafael Vicente.

Três olhares distintos, três linguagens cinematográf**as diferentes, mas unidos pela capacidade de explorar temas profundamente humanos e de nos convidar a refletir sobre identidade, memória, pertença e saúde mental.

Entre os momentos marcantes desta edição esteve também a exibição de Malcata: Conto de Uma Serra Solitária, de Miguel Cortes Costa e Ricardo Guerreiro, integrada no segmento M-Natura. Um documentário reconhecido pelo seu percurso em festivais e pela forma sensível como retrata a relação entre território, natureza e comunidade.

Na fotografia: Francisco Costa, programador de cinema do Festival Mental, Migue Cortes Costa, realizador de Malcata, e Carolina Castro Almeida, produtora do documentário.

Acreditamos que conhecer, divulgar e apoiar o cinema português é essencial. Porque valorizar os nossos criadores é garantir que continuam a existir histórias capazes de nos representar, desafiar e inspirar. E porque o talento que se faz em Portugal merece ser visto, discutido e celebrado.

Fotografia de Isabella G***k

🌈 Junho começa com o Dia da Criança - uma data que nos lembra que a infância é muito mais do que uma fase da vida. É o p...
01/06/2026

🌈 Junho começa com o Dia da Criança - uma data que nos lembra que a infância é muito mais do que uma fase da vida. É o período em que aprendemos a sentir, a relacionar-nos com os outros e a dar sentido ao mundo que nos rodeia.

Cuidar da saúde mental das crianças signif**a também reconhecer as suas emoções, escutá-las com atenção e compreender que experiências difíceis podem deixar marcas profundas, mesmo quando nem sempre são visíveis.

E porque o cinema pode ajudar-nos a olhar para estas vivências com mais empatia, na rubrica Filme Mental do Mês, o programador de cinema do Mental, Francisco Costa, sugere-nos Tão Forte e Tão Perto (Extremely Loud & Incredibly Close), de Stephen Daldry 🎬

🎞️ Sinopse
Oskar é um rapaz de nove anos que tenta lidar com a perda do pai, vítima dos atentados de 11 de setembro. Quando encontra uma chave misteriosa deixada pelo pai, embarca numa viagem por Nova Iorque em busca da fechadura correspondente, numa tentativa de encontrar respostas para a sua dor e manter viva a ligação à sua memória.

Um filme emocionante sobre infância, luto, resiliência e a forma singular como as crianças procuram compreender e dar sentido às perdas que enfrentam.

💬 Que filmes vos fazem refletir sobre a infância e a importância de cuidar da saúde mental desde os primeiros anos de vida?

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Faz amanhã duas semanas que encerrámos a 10.ª edição do Festival Mental.E que forma tão especial de fechar uma década de...
31/05/2026

Faz amanhã duas semanas que encerrámos a 10.ª edição do Festival Mental.

E que forma tão especial de fechar uma década de festival.

No dia 17 de maio, na Sala 2 do Cinema São Jorge, recebemos Maria João e João Farinha para mais uma edição do My Story My Song, um formato único que junta música e testemunhos pessoais, criando um espaço de proximidade, reflexão e empatia em torno da saúde mental.

Ao longo da noite, Maria João abriu-nos as portas do seu percurso pessoal e artístico. Com a espontaneidade, o humor e a autenticidade que a caracterizam, falou-nos da infância, das dificuldades da profissão, da solidão que por vezes acompanha a vida de quem vive para a música e da forma como essas experiências continuam a influenciar a maneira como enfrenta os desafios da vida.

Falou-nos também de amor – das suas aventuras e desventuras – mas, sobretudo, do amor incondicional e da profunda ligação que mantém com a música, companheira de uma vida inteira.

Entre canções emblemáticas do seu repertório e momentos inesperados, houve poemas, histórias, risos, emoção e uma sala inteira a escutar com atenção e carinho.

Foi um daqueles encontros que ilustram na perfeição o espírito do My Story My Song: quando a música se transforma em conversa e as histórias pessoais nos ajudam a compreender melhor os outros – e, muitas vezes, a nós próprios.

Terminámos a noite, e a edição de 2025 do Festival Mental, com uma frase simples e poderosa:
"Quem não sente não é gente."

Obrigado, Maria João. Obrigado, João Farinha. E obrigado a todos os que caminharam connosco ao longo desta 10.ª edição.

O que acontece à saúde mental no percurso de quem vive da criação, da exposição e da entrega artística?Na terceira M-Tal...
29/05/2026

O que acontece à saúde mental no percurso de quem vive da criação, da exposição e da entrega artística?
Na terceira M-Talk do Festival Mental, “Depois de Sonhar – Saúde Mental no Percurso dos Artistas”, reunimos artistas e especialistas para uma conversa especialmente marcante sobre aquilo que, normalmente, f**a fora de cena.
Com moderação de Tiago Lima e a participação de Cristóvão Campos, Ivo Canelas, Maria João Pinho, Paula Serpa e Surma, esta sessão trouxe ao palco reflexões sobre o lado invisível do percurso artístico: a pressão, a vulnerabilidade, o desgaste e a sensibilidade, mas também a beleza e a força que nascem desse caminho.
Foi uma conversa intensa e profundamente humana, com momentos inesperados de emoção, partilha e até expressão artística espontânea, num encontro que mostrou como a arte e a saúde mental se cruzam de formas tão íntimas.

Porque, por detrás de cada palco, há pessoas como tu e eu.

E essa foi, talvez, uma das grandes lembranças desta conversa.

Dez anos depois, o que mudou no panorama da saúde mental em Portugal?Na segunda M-Talk da edição comemorativa das 10 edi...
25/05/2026

Dez anos depois, o que mudou no panorama da saúde mental em Portugal?

Na segunda M-Talk da edição comemorativa das 10 edições do Festival Mental, voltámos a reunir vozes de diferentes áreas para refletir sobre o caminho feito e sobre os desafios que ainda persistem.

Com moderação da jornalista Rita Pais Santos e a participação de André ViaMonte, Rui Albuquerque e Samuel Antunes, esta conversa trouxe perspetivas complementares sobre políticas públicas, saúde, psicologia, cultura e transformação social.

Foi um momento de balanço, reflexão e partilha, num exercício coletivo de memória e de futuro.

Porque entre o “antes” e o “agora”, há dez anos de trabalho, de mudança e de debate, e ainda muitas perguntas que importa continuar a fazer.

Qual é, para si, a maior mudança que sentiu nesta última década quando se fala de saúde mental?

🎭 Uma semana depois, ainda ecoam as perguntas, as emoções e a celebração.“Contrabandistas de Comemorações (Esquecidas?)!...
23/05/2026

🎭 Uma semana depois, ainda ecoam as perguntas, as emoções e a celebração.

“Contrabandistas de Comemorações (Esquecidas?)!”, pelo Grupo de Teatro Terapêutico W+ da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, voltou a marcar o Festival Mental – como já vem sendo tradição desde 2020. Fê-lo com casa cheia, como sempre, com bilhetes esgotados já na véspera da sessão.

Mais do que um espetáculo, esta foi uma verdadeira celebração. Celebraram-se as 10 edições do Festival Mental, o mote que nos acompanha há uma década – Pense. Fale. Saiba. Reaja. – e a força transformadora da arte enquanto espaço de escuta, partilha e saúde mental.

Entre memórias, perguntas e emoções, os jovens intérpretes levaram ao palco uma criação sensível e poderosa, guiada pela incrível Sónia Santos, amiga de longa data do festival, e por uma equipa que, ano após ano, nos lembra porque este momento é sempre tão especial. 💭💙

Uma semana depois, celebramos o que ficou: uma sala esgotada, um público emocionado e mais um momento inesquecível na história do Festival Mental.

Endereço

Avenida Da Liberdade, 175
Lisbon
1250-144

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