Festival Mental

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Festival da Saúde Mental
Cinema - Artes - Informação
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☀️ Agosto é mês de férias, viagens e reencontros.Para muitos, é também uma oportunidade para regressar às origens, revis...
07/08/2026

☀️ Agosto é mês de férias, viagens e reencontros.

Para muitos, é também uma oportunidade para regressar às origens, revisitar memórias e passar mais tempo com a família. Mas nem todas as histórias familiares são simples. Algumas são feitas de afetos profundos, contradições, desafios e marcas que nos acompanham ao longo da vida.

A forma como crescemos, as relações que construímos e as experiências que vivemos na infância têm um impacto duradouro no nosso bem-estar emocional. 🌿🧠

E se o cinema nos ajudasse a refletir sobre essas histórias? 🎬

Na rubrica Filme Mental do Mês, o programador de cinema do Mental, Francisco Costa, sugere-nos O Castelo de Vidro (The Glass Castle), de Destin Daniel Cretton.

🎞️ Sinopse
Baseado nas memórias de Jeannette Walls, o filme acompanha a infância e juventude de uma jovem criada numa família nómada, marcada pela pobreza, pela instabilidade e pela personalidade imprevisível do pai. Entre momentos de grande dificuldade e demonstrações profundas de amor, Jeannette procura encontrar o seu próprio caminho e construir uma vida diferente, sem esquecer as raízes que a moldaram.

Uma história comovente sobre resiliência, relações familiares, trauma, crescimento pessoal e a complexidade dos laços que nos unem. Um convite a refletir sobre a forma como as experiências do passado influenciam quem somos e sobre a capacidade humana de encontrar força mesmo nos contextos mais difíceis.

💬 Que filmes vos fazem refletir sobre a influência da família e das experiências de infância na nossa saúde mental?
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O calor extremo não afeta apenas a nossa saúde física. Também pode influenciar a nossa saúde mental.Segundo a Organizaçã...
03/08/2026

O calor extremo não afeta apenas a nossa saúde física. Também pode influenciar a nossa saúde mental.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, as temperaturas elevadas podem afetar o sono, a concentração, o humor e a capacidade de lidar com situações de stress. Muitas pessoas sentem-se mais cansadas, irritáveis ou emocionalmente sobrecarregadas durante períodos prolongados de calor intenso.

Quando dormimos pior, temos menos energia, menos capacidade de atenção e maior dificuldade em regular emoções. Ao mesmo tempo, o desconforto físico provocado pelo calor pode aumentar sentimentos de frustração, impaciência e desgaste emocional.

A OMS alerta ainda que algumas pessoas podem ser particularmente vulneráveis aos efeitos do calor extremo, incluindo quem vive com problemas de saúde mental, isolamento social ou outras situações de fragilidade.

Num verão marcado por temperaturas recorde, incêndios e preocupações relacionadas com as alterações climáticas, cuidar da saúde mental passa também por reconhecer estes impactos.

Algumas estratégias simples podem ajudar:
• Procurar locais frescos e sombreados
• Manter uma boa hidratação
• Evitar exposição ao calor nas horas de maior intensidade
• Respeitar os momentos de descanso
• Manter contacto com familiares, amigos e vizinhos

Por vezes, aquilo que sentimos não é apenas resultado do que acontece dentro de nós, mas também do contexto que nos rodeia.

Por isso voltamos à pergunta que acompanha o Festival Mental desde 2017:

Como se está a sentir?

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Como se está a sentir?Estamos no verão. Tempo de férias para uns, de descanso, viagens, encontros e dias mais longos.Mas...
31/07/2026

Como se está a sentir?

Estamos no verão. Tempo de férias para uns, de descanso, viagens, encontros e dias mais longos.
Mas também de calor intenso, incêndios, notícias que inquietam, mudanças que parecem acontecer depressa demais e uma sensação constante de incerteza.

Vivemos rodeados de estímulos, preocupações e emoções contraditórias. Podemos sentir gratidão e ansiedade. Esperança e cansaço. Leveza e preocupação. Tudo ao mesmo tempo.

Por isso, talvez faça ainda mais sentido parar por um momento e voltar à pergunta que nos acompanha desde 2017.

Como se está a sentir?

Sem respostas certas ou erradas. Apenas um convite a escutar o que está aí.

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“É tempo de reencontrar o prazer de desfrutar a companhia de um bom livro, a refeição partilhada com amigos, a escrita, ...
27/07/2026

“É tempo de reencontrar o prazer de desfrutar a companhia de um bom livro, a refeição partilhada com amigos, a escrita, a dança, a música, a tertúlia (...).”

Estas palavras de Rita Tomenta, escritas durante o período da quarentena e reunidas no livro Centrifugar Angústias a 1600 rpm, continuam a fazer sentido hoje. Talvez até mais.

No ritmo mais lento do verão, entre férias, encontros, leituras demoradas e momentos de descanso, vale a pena recordar aquilo que realmente nos alimenta: o tempo partilhado, a cultura, a criatividade, a conversa, a música, os livros e o simples prazer de estar presente.

Porque, apesar das mudanças à nossa volta, continua a ser tempo de reencontrar aquilo que nos faz bem.

📖 "Centrifugar Angústias a 1600 rpm", de Rita Tomenta, publicação do Festival Mental, está disponível no nosso site.

Hoje assinala-se o Dia Internacional do Autocuidado.Mas talvez valha a pena lembrar que o autocuidado não é apenas aquil...
24/07/2026

Hoje assinala-se o Dia Internacional do Autocuidado.

Mas talvez valha a pena lembrar que o autocuidado não é apenas aquilo que vemos nas redes sociais.

Nem sempre significa descansar.
Nem sempre significa desligar.
Nem sempre significa parar.

Às vezes, autocuidado é pedir ajuda.
É estabelecer limites.
É dizer não sem culpa.
É marcar aquela consulta.
É voltar a uma atividade que nos faz bem.
É reservar tempo para estar com quem nos faz sentir seguros.

O autocuidado não é egoísmo.
É uma forma de preservar recursos físicos, emocionais e mentais para continuar a viver, trabalhar, cuidar e relacionar-nos.

Hoje, deixa-te uma pergunta:
💭 O que precisas realmente de fazer por ti esta semana?

20/07/2026

"Quando em dúvida, fala. Sempre."

Nesta M-Talk da 10.ª edição do Festival Mental, Ivo Canelas partilha uma das mensagens mais simples e mais importantes da conversa: falar pode ser o primeiro passo.

A propósito de Todas as Coisas Maravilhosas, texto de Duncan Macmillan que aborda temas como o suicídio, a doença mental e a procura de razões para continuar, a conversa recorda-nos algo essencial: não temos de enfrentar tudo sozinhos.

💬 Pense. FALE. Saiba. Reaja.

E, como sublinha Ivo Canelas, falar não é apenas com amigos ou família. Quando necessário, é também procurar apoio profissional e ganhar ferramentas para lidar com o que estamos a viver.

▶️ Veja a gravação completa desta M-Talk no nosso canal de YouTube.

E descubra ainda quais são as três coisas maravilhosas da Maria João Pinho, do Cristóvão Campos, da Surma e da Paula Serpa.

A relação entre cultura e saúde mental está a ganhar cada vez mais relevância na Europa.Nos últimos anos, a Organização ...
06/07/2026

A relação entre cultura e saúde mental está a ganhar cada vez mais relevância na Europa.

Nos últimos anos, a Organização Mundial da Saúde e a União Europeia têm reforçado o reconhecimento do papel das artes e da participação cultural na promoção do bem-estar, da inclusão social e da saúde mental.

Ao mesmo tempo, multiplicam-se projetos, programas e open calls europeias dedicadas à interseção entre cultura e saúde. Um dos exemplos mais recentes é a open call do projeto CARE – Culture for Mental Health, que procura obras artísticas centradas no bem-estar e na saúde mental.

Esta tendência mostra que a cultura está a ser cada vez mais reconhecida como parte de uma abordagem integrada à saúde.
A Europa tem vindo a mostrar que a cultura pode ser uma aliada da saúde mental.

Desde 2017 o Festival Mental contribui para essa reflexão em Portugal, promovendo, de forma pioneira, o diálogo entre arte, cultura, ciência, educação e saúde mental, e ajudando a combater o estigma através da criação artística e do debate público.

Agora é tempo de dar mais atenção a este movimento e continuar a construir pontes entre cultura, bem-estar e saúde mental.

Uma das ideias que a Ana Pinto Coelho mais tem defendido ao longo dos anos é que falar de saúde mental exige responsabil...
03/07/2026

Uma das ideias que a Ana Pinto Coelho mais tem defendido ao longo dos anos é que falar de saúde mental exige responsabilidade.

A saúde mental não pode ser reduzida a opiniões, modas ou mensagens simplificadas. Exige conhecimento, rigor e um compromisso permanente com a evidência científica.

É por isso que, desde a sua criação, o Festival Mental tem procurado afirmar-se como um espaço de encontro entre cultura, ciência, educação e saúde. Um lugar onde a arte ajuda a abrir conversas difíceis, mas onde o conteúdo é sempre sustentado pelo conhecimento especializado.

Na fotografia, Ana Pinto Coelho, diretora e curadora do Festival Mental, e Paula Domingos, da Coordenação Nacional das Políticas de Saúde Mental, durante a inauguração da 10.ª edição do Festival.

A Coordenação Nacional das Políticas de Saúde Mental é co-produtora do Festival Mental e tem sido uma parceira fundamental na construção deste projeto. Graças a esta colaboração, temos conseguido assegurar a qualidade científica dos conteúdos, fortalecer a sua relevância pública e aproximar a cultura das políticas de saúde mental em Portugal.

Ao longo de uma década, o Festival Mental procurou contribuir para uma sociedade mais informada, mais consciente e menos estigmatizante.

Porque acreditamos que a cultura pode abrir portas para a mudança.
Mas é o rigor científico que lhe dá consistência e credibilidade.

A cultura aproxima. A ciência valida.

“I am sorry?”Uma frase simples. Palavras que, por vezes, custam mais do que imaginamos.Ao fechar o mês de Junho, esta im...
29/06/2026

“I am sorry?”

Uma frase simples. Palavras que, por vezes, custam mais do que imaginamos.

Ao fechar o mês de Junho, esta imagem de "Extremely Loud & Incredibly Close" (Tão Forte, Tão Perto), o nosso Filme Mental do Mês, inspirou-nos a refletir sobre uma pergunta:

Quando foi a última vez que pediste desculpa – aos outros ou a ti próprio?

Pedir desculpa implica reconhecer que errámos, tolerar a vulnerabilidade e enfrentar o desconforto da culpa. Mas também pode ser um primeiro passo para reparar relações, reduzir a distância criada por um conflito e seguir em frente.

A investigação mostra que pedidos de desculpa sinceros podem fortalecer os laços entre as pessoas e facilitar a reconciliação. Além disso, mais do que um mero ato de reparação relacional, pedir desculpa pode ser também um ato de regulação emocional.

E tu? Há alguma desculpa que precisas de dizer (ou de ouvir) para poderes seguir em frente?

27/06/2026

Dez edições. Dez anos de conversas, arte, partilha e reflexão.

O Festival Mental nasceu com a convicção de que a cultura pode ser uma poderosa ferramenta de promoção da saúde mental. Uma década depois, continuamos a construir espaços de encontro, conhecimento e combate ao estigma.

Reunimos neste vídeo alguns dos momentos que marcaram estes primeiros 10 anos de caminho.
Obrigado a todos os que estiveram connosco ao longo desta jornada.

▶️ O vídeo completo está disponível no nosso canal de YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=RFkEIHniaro

Endereço

Avenida Da Liberdade, 175
Lisbon
1250-144

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