24/08/2026
Para uma criança doente, estar em casa não é um pormenor.
É dormir na sua cama. Manter os irmãos por perto. Não interromper completamente a escola, os afetos e a vida familiar. É poder continuar a ser criança, mesmo quando precisa de cuidados especializados.
Os Cuidados Domiciliários Pediátricos podem reduzir ruturas e melhorar a qualidade de vida de toda a família. Então porque é que esta resposta ainda não chega a todas as crianças que dela precisam?
No Painel II vamos discutir o que já funciona, os obstáculos que persistem e o que é necessário para tornar estes modelos acessíveis, articulados e sustentáveis.
Com moderação de Maria do Céu Machado, coordenadora do Grupo de Trabalho para o Plano das Doenças Raras, e a participação de Helena Loureiro, diretora do Serviço de Pediatria da ULS Amadora/Sintra; Cândida Cancelinha, vice-presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP) e coordenadora do Grupo de Apoio à Pediatria da APCP; Emília Fradique, coordenadora regional da RNCCI – ECRLVT; e Fernanda Ferreira, assistente social do Serviço de Pediatria do IPO Lisboa.
Venha conhecer as respostas que já estão a mudar os cuidados pediátricos.
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