26/10/2026
Uma doença não se cura de um dia para o outro, mas o regresso ao trabalho faz-se de um dia para o outro.
Foi uma das propostas que a SPMT levou ao 20.º Fórum Nacional de Medicina do Trabalho e que o Jornal de Notícias destaca hoje.
Uma baixa parcial, com horário reduzido e tarefas adaptadas durante algumas semanas, sem perda de rendimento, para quem já consegue trabalhar algumas horas por dia mas ainda está a recuperar. Um regresso voluntário, com avaliação clínica e acompanhamento do médico do trabalho, como já acontece em vários países europeus.
Em setembro havia em Portugal mais de 197 mil pessoas a receber prestações de doença e mais de 14 mil de baixa sem qualquer subsídio, segundo o JN. E um em cada três trabalhadores portugueses teve stress, depressão ou ansiedade por causa do trabalho no último ano, acima da média europeia, de acordo com a Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho.
Durante quatro dias, o Fórum reuniu em Lisboa médicos do trabalho de Portugal e de Espanha e contou com a Direção-Geral da Saúde na Sessão Solene, para discutir exatamente isto: como prevenir a doença ligada ao trabalho e como ajudar quem adoece a voltar com segurança. A SPMT f**a disponível para trabalhar esta proposta com quem a tem de desenhar, da Segurança Social às empresas.
Obrigado ao Jornal de Notícias e ao jornalista João Nogueira pela atenção ao tema.
https://www.jn.pt/nacional/artigo/medicos-querem-regresso-parcial-ao-trabalho-apos-doenca/18141041
A recuperação de uma doença não acontece de um dia para o outro, mas o regresso ao trabalho é imediato. Os médicos do trabalho querem que seja diferente, propondo uma baixa parcial, com horário reduzido e tarefas adaptadas durante algumas semanas, sem perda de rendimento. Em setembro, o país...