07/10/2026
No debate a propósito do Relatório do Governo “Reformar as Pensões em Portugal” sobre a Segurança Social, que está a decorrer em Lisboa, partilhamos algumas das visões dos intervenientes:
👉 Ricardo Paes Mamede: “o estudo foi encomendado e é responsabilidade do Governo. É inaceitável o teor dramático utilizado por Jorge Bravo sobre a Segurança Social. Os sucessivos governos há anos que não pagam a sua parte, enquanto entidade empregadora, para a Caixa Geral de Aposentações, mas têm utilizado a parte dos descontos dos trabalhadores para todos os fins que precisam”.
👉 Maria Clara Murteira: “com estas propostas, o Governo torna-se no arquiteto da financeirização e privatização da Segurança Social. É a institucionalização do retrocesso social”.
👉 Eugénio Rosa: “com esta proposta, os jovens serão obrigados a fazer descontos para fundos a serem utilizados, sem a sua autorização, por sistemas financeiros. Nas regras que o relatório prevê, as mulheres serão as mais penalizadas”.
Defendemos que a Segurança Social é um pilar de solidariedade intergeracional, é dos trabalhadores e deve continuar longe da gula dos que, já hoje, têm milhões de lucros com o aumento do custo de vida, da habitação, da energia, etc..