10/07/2026
É o jogo das ruas, das esplanadas, dos parques e dos bares. Está nos cânticos, nos nervos, na alegria e na desilusão. Pertence aos adeptos.
Mas a FIFA está a transformar o Mundial num espetáculo corporativo: bilhetes inacessíveis, mega-patrocinadores, tratamento VIP — e jatos privados.
Gianni Infantino tornou-se o símbolo perfeito deste definhar: o presidente da FIFA a saltar de um jogo para o outro do Campeonato do Mundo num jato privado, oferecido pela Qatar Airways. Enquanto os adeptos poupam, fazem filas, atravessam fronteiras e se dedicam de corpo e alma ao jogo, a elite da FIFA voa por cima deles.
Os jatos privados não são apenas vandalismo climático com bancos de couro. São um símbolo de um.Campeonato do Mundo distorcido em torno dos ricos, em vez das pessoas que fazem do futebol o que ele é.
O futebol é do povo — não da classe dos jatos privados.
A FIFA diz que quer ser «neutra em carbono» até 2040. Então, comece pelo óbvio: proíba os jatos privados no Campeonato do Mundo.
Junta a tua voz: assina a petição: https://actionnetwork.org/petitions/fifa-ban-private-jets/