Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Lisboa

Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Lisboa Casa de Trás-os-Montes em Lisboa. A defesa dos interesses da Região de Trás-os-Montes e Alto Douro!

Exmos Senhores,Autores da Partilha deste Artigo, que além de injurioso, atenta ao bom nome público da Casa de Trás-os-Mo...
19/07/2026

Exmos Senhores,

Autores da Partilha deste Artigo, que além de injurioso, atenta ao bom nome público da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Lisboa!

Eu, Hirondino Isaías, na qualidade de Presidente Demissionário da Direção da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, venho por este meio, exercer o Direito de Resposta, a propósito do artigo publicado por Teresa Amparo Ferreira, no Diário de Trás-os-Montes, com o título: “Lítio e demissões na CTMAD: O esclarecimento aos sócios”, nos seguintes termos:

Tendo em conta que a sócia da CTMAD, e ex- membro da Direção da CTMAD. Teresa Amparo Ferreira, continua a revelar pormenores, através da comunicação social, da minuta de um acordo que apenas estava acessível aos membros da Direção da CTMAD, e foi suspenso de votação, e retirado de discussão na reunião do dia 25 de Junho de 2026, conforme e-mail que tinha sido enviado aos membros da Direção, após a reunião em questão, venho por este meio comunicar que eu, Hirondino Isaías, não vou permitir que uma sócia da CTMAD, que violou a Lei da Proteção de Dados, o Código Civil e os Estatutos da CTMAD, continue sob a falsa presunção “do direito à liberdade de expressão”, tentar manipular a opinião pública, a opinião dos sócios da CTMAD e a manchar o bom da Nossa Casa através da Comunicação Social e das redes sociais com um “não” assunto, visto que não foi assinado qualquer protocolo com a Savannah nem esta deu qualquer donativo a esta Associação!

Em rigor, os sócios da CTMAD, têm formas de proceder, perante qualquer facto que considere oportuno fazê-lo, no âmbitos dos deveres e direitos que os sócios da CTMAD têm previstos nos Estatutos da CTMAD, concretamente, nas Assembleia Gerais da CTMAD, ordinárias ou extraordinárias, e nunca da forma premeditada, calculista e concertada como esta sócia começou a fazê-lo desde o dia 02 de Junho de 2026, através do Diário de Trás-os-Montes e nas redes sociais, onde mistura a vida privada da Associação com a vida pública de assuntos que não nos dizem respeito!

A ex-membro da Direção da CTMAD, Teresa Amparo Ferreira, que se demitiu da direção da CTMAD, alegando razões pessoais, e não explicando à Mesa da Assembleia-Geral, as verdadeiras intenções pelas quais o estava a fazer, não tinha o direito de divulgar um assunto em discussão numa reunião de Direção, e muito menos poderia, publicamente, revelar pormenores de uma minuta/draft de acordo que estava sob o sigilo e em segredo, apenas reservado a membros da Direção da CTMAD!

Por essa razão, os sócios da CTMAD não podem continuar a permitir que, de uma forma irresponsável, irrefletida e obstinada, que uma sócia da CTMAD continue a atacar o bom nome, o prestígio nacional e a imagem da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, através de um Jornal da Região e das redes sociais, sobre um “não” assunto que ficou encerrado, a seguir à reunião da Direção do dia 25 de Junho de 2026, onde para os devidos efeitos legais e estatutários ficou decidido não assinar qualquer memorando de entendimento com a empresa SAVANNAH no âmbito da Lei do Mecenato!

Posto isto, e relativamente ao artigo de opinião que foi publicado no Diário de Trás-os-Montes, depois dessa decisão, informa-se que, tendo em conta a gravidade em que uma sócia da Nossa Casa está a colocar, publicamente, a imagem e o bom nome da Associação Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, com falsos testemunhos e mentiras, sempre se haverá de considerar que o está a fazer de forma premeditada, concertada e doentia com o único fito de destruir em público o prestígio nacional da nossa Associação e, consequentemente, o meu bom nome, a minha honra e a minha pessoa!

Para terminar, informo que, enquanto Presidente da Direção da CTMAD demissionário e sócio da CTMAD, há mais de 20 anos, não deixarei que esta sócia continue a fazer à Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro o que iniciou no dia 02 de Junho de 2026, apenas e só para se pavonear, procurar palco mediático e tentar ser he***na sobre um “não” assunto que, felizmente, e a bem de todos está muito bem documentado, visto que não foi assinado qualquer memorando com a empresa visada! A Nossa Associação não é um partido político, não é um organismo do Estado, nem muito menos é um órgão governamental ou público sujeito a escrutínio público, sobre assuntos da sua vida privada que apenas dizem respeito aos sócios da Casa Regionalista mais antiga de Lisboa, de Portugal e do Mundo!

Lisboa, 20 de Julho de 2026,

O Presidente da Direção Demissionário,

Hirondino Isaías

Transparência e independência na defesa de Barroso

Partilhamos o artigo abaixo por considerarmos que aborda uma questão que merece ser conhecida por todos os que acompanham os projetos mineiros previstos para a região de Barroso.

Antes de mais, queremos deixar claro que a luta contra a Mina do Barroso, em Boticas, pertence à associação Unidos Em Defesa de Covas do Barroso que ali têm desenvolvido um trabalho notável, com os quais nos solidarizamos e aos quais reconhecemos o enorme esforço realizado ao longo destes anos.

O Movimento Não às Minas - Montalegre centra a sua ação exclusivamente na defesa do concelho de Montalegre e na oposição aos projetos da Mina da Borralha e da Mina do Romano. Paralelamente, mantemos uma articulação e solidariedade com os restantes movimentos da região de Barroso e de outras regiões do país, sempre que está em causa a defesa do território e do interesse público.

É neste contexto que partilhamos o artigo publicado no Diário de Trás-os-Montes. Segundo o seu conteúdo, um Memorando de Entendimento celebrado entre a Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro (CTMAD) de Lisboa e a Savannah Lithium originou um profundo desacordo interno, acabando por ser rejeitado pelos próprios sócios e conduzindo à demissão de vários membros da Direção.

Importa também recordar que, a Savannah Lithium (mina do Barroso - Boticas) e a Minerália (mina da Borralha), desenvolvem os respectivos projetos mineiros e o atual CEO da Minerália exerceu anteriormente funções de direção na Savannah Lithium.

Na nossa perspetiva, este tipo de situações deve ser analisado no contexto mais alargado das estratégias de obtenção da chamada "licença social para operar" (Social Licence to Operate), amplamente estudadas no setor extrativo. Entendemos que estas estratégias não passam apenas pela promoção pública dos projetos, mas também pela aproximação a instituições, associações e outros atores locais, procurando criar condições favoráveis à sua aceitação.

Entendemos igualmente que estas estratégias podem contribuir para gerar tensão e divisão em torno dos projetos mineiros, desviando o foco do debate sobre os seus impactos ambientais, sociais e económicos. É precisamente por isso que consideramos essencial preservar a independência das organizações da sociedade civil e manter a união entre todos aqueles que defendem os seus territórios.

Partilhamos este artigo apenas com o propósito de contribuir para um debate informado, transparente e assente em factos públicos, respeitando a autonomia de todas as associações e movimentos.

Artigo: https://www.diariodetrasosmontes.com/cronica/litio-e-demissoes-na-ctmad-o-esclarecimento-aos-socios
Foto: © João Marques Fernandes

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𝗡ó𝘀 𝗲𝗺 𝗧𝗿á𝘀 𝗼𝘀 𝗠𝗼𝗻𝘁𝗲𝘀 𝗲 𝗔𝗹𝘁𝗼 𝗗𝗼𝘂𝗿𝗼 𝗻ã𝗼 𝗽𝗿𝗲𝗰𝗶𝘀𝗮𝗺𝗼𝘀 𝗱𝗲 𝗺𝘂𝗶𝘁𝗼 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝘀𝗲𝗿𝗺𝗼𝘀 𝗳𝗲𝗹𝗶𝘇𝗲𝘀. E ainda bem😊

Ps- acrescentamos o vinho e o pão Porque sem isso lá em casa todos ralham e com razão 😂

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Praça Do Campo Pequeno, Número 50, 3. º Esquerdo
Lisbon
1000-088

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