Prosa Plataforma Cultural

Prosa Plataforma Cultural Nós somos a Prosa, uma plataforma cultural que desenvolve experiências educativas através do poder transformador da arte.

Porque acreditamos que toda criança e todo jovem devem ter acesso à arte, a estimulação do pensamento crítico e ser capaz de criar o seu próprio discurso narrativo sobre o mundo.

Em maio, não vivemos sem a visão romântica do telhadinho com bolas de luzes no Shavasana da PROSA.Vem!
07/05/2026

Em maio, não vivemos sem a visão romântica do telhadinho com bolas de luzes no Shavasana da PROSA.

Vem!

"But we're absolute beginners,With eyes completely open"Vem!
08/04/2026

"But we're absolute beginners,
With eyes completely open"

Vem!

Entre o gesto mínimo e a metamorfose incessante, o ciclo OS RITUAIS DO CINEMA III propõe um encontro entre dois filmes q...
20/03/2026

Entre o gesto mínimo e a metamorfose incessante, o ciclo OS RITUAIS DO CINEMA III propõe um encontro entre dois filmes que, à primeira vista, parecem habitar extremos opostos — A Dupla Vida de Véronique (1991), de Krzysztof Kieślowski, e Holy Motors (2012), de Leos Carax — mas que, na sua essência, interrogam a mesma condição: o humano como ser ritualizado, atravessado por formas visíveis e invisíveis de repetição, de encarnação e de relação com o outro.

Entre estes dois polos, desenha-se uma tensão que dialoga diretamente com uma questão central do pensamento contemporâneo: o ritual ainda nos funda, ou tornou-se uma forma esvaziada de repetição? Em Kieślowski, o ritual quotidiano abre o sujeito ao invisível, criando uma disponibilidade para o mistério e para a alteridade. Em Carax, o ritual aproxima-se da exaustão, de uma circulação infinita de formas que já não garantem sentido, mas apenas sobrevivência simbólica. Um trabalha a contenção, o outro o excesso. Um afina, o outro fragmenta.

E, no entanto, ambos convergem num ponto essencial: o cinema não é apenas representação de rituais — é, ele próprio, um dispositivo ritual. Entramos na sala, suspendemos o tempo, entregamo-nos a imagens que nos convocam para uma experiência partilhada, mas profundamente interior. Tal como Véronique, somos atravessados por intuições que não sabemos explicar. Tal como Oscar, habitamos, por instantes, vidas que não são nossas. O espectador torna-se, assim, participante de um processo que oscila entre a revelação e a perda, entre a construção de sentido e a sua dissipação.

Este ciclo convida-nos, portanto, a uma pergunta que permanece em aberto: o que ainda pode o ritual fazer por nós — e o que fazemos nós, hoje, com os rituais que herdámos ou reinventámos? Talvez a resposta não esteja em escolher entre silêncio e excesso, entre interioridade e performance, mas em reconhecer que, mesmo na fragmentação contemporânea, algo insiste em repetir-se. Um gesto. Um olhar. Um corpo que tenta, ainda, encontrar forma no mundo.

http:://prosacultural.org/cinema
http://prosacultural.org/blog/cinemadispositivoritual

Vem!

(...) São as águas de março [mais ou menos a abrir] o verãoÉ a promessa de vida no teu coração.Vem!
05/03/2026

(...) São as águas de março [mais ou menos a abrir] o verão
É a promessa de vida no teu coração.

Vem!

Precisamos dar-nos atenção.Hoje, mais do que nunca, é necessário criar compartimentos de tempo e de ação que nos permita...
04/03/2026

Precisamos dar-nos atenção.

Hoje, mais do que nunca, é necessário criar compartimentos de tempo e de ação que nos permitam suspender o nosso ser de um tempo que não é o nosso — um tempo que nos foi imposto.

A PROSA tem procurado abrir esse momentum e oportunidades para todos.

Um bom exemplo é o SLOW DOWN, que acontece este sábado.
Um encontro que propõe focar a materialidade do barro como metáfora da ação construtiva do ser. Da criação que nos lembra que somos, todos, moléculas de uma mesma matéria em transformação; que o cérebro pode ser um extraordinário hard drive de memória e imaginação; mas somos a centelha, o sopro: aquilo que cria, conecta, realiza e transforma a nós e ao mundo.

Vem!
prosacultural.org/slowdown

Na OFICINA DE HISTORIAS VIVAS, as histórias não ficam paradas no papel.Ganham cor. Ganham forma. Ganham mãos.Aqui, as cr...
20/02/2026

Na OFICINA DE HISTORIAS VIVAS, as histórias não ficam paradas no papel.
Ganham cor. Ganham forma. Ganham mãos.

Aqui, as crianças exploram materiais, inventam personagens, constroem cenários e descobrem que cada objeto pode esconder um mundo inteiro.

Criar é experimentar. Misturar é descobrir. Partilhar é aprender. Entre tintas, texturas e imaginação, nasce algo muito especial: a alegria de contar — com o corpo, com a matéria e com o coração.

Com Camille Keller

Próxima atividade:
22 de fevereiro de 2026
10h00

”AQUI NO MAR”

Há lugares que não aparecem nos mapas. Lugares onde a luz chega devagar, onde as cores flutuam em silêncio e onde as festas acontecem de uma forma diferente — ao ritmo das ondas.

Vem!

Vem escrever connosco.Sem fluxo de escrita, a antena criativa começa a parar de funcionar.Até sábado!
16/02/2026

Vem escrever connosco.
Sem fluxo de escrita, a antena criativa começa a parar de funcionar.

Até sábado!

Antes que os céus desabem de vez sobre nós...Vem!
04/02/2026

Antes que os céus desabem
de vez sobre nós...
Vem!

Contorna o frio... e vem!
06/01/2026

Contorna o frio... e vem!

A PROSA tem sido um lugar de gestos. Gestos pequenos, quase imperceptíveis, feitos de proximidade e atenção. Não se anun...
23/12/2025

A PROSA tem sido um lugar de gestos. Gestos pequenos, quase imperceptíveis, feitos de proximidade e atenção. Não se anunciam, não pedem aplauso, mas são eles que nos transformam. Há gestos que não mudam o mundo de imediato, mas mudam a forma como nele permanecemos.

Talvez atravessar o tempo que vem peça isso: um amor que cuida. Um amor que abranda, que observa, que não força. Um amor que respeita o ritmo do outro, que não transforma tudo em prova ou desempenho. Há pessoas, processos e comunidades que só florescem quando alguém decide não apressar.

Com 2026 pela frente, é com essa escuta — imperfeita, discreta, persistente — que seguimos. Sem promessas grandes, mas com presença. À comunidade da PROSA, aos seus sócios, parceiros e amigos, desejamos boas festas e um novo ano vivido com gentileza, abertura e atenção ao que importa.

Que em 2026 continuemos a empoderar-nos pelas nossas histórias — nessas conversas íntimas com o si-mesmo, ditas em voz baixa, mas repetidas todos os dias.
Que possamos seguir juntos, passo a passo, neste cuidado que se aprende fazendo, agindo, sempre com cuidado…

Em 2026, vem!

Endereço

Rua Alves Torgo, 8/Lisbon
Lisbon
1000-033

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