Conselho Português para a Paz e Cooperação - CPPC

Conselho Português para a Paz e Cooperação - CPPC MENSAGEIRO DA PAZ DA ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS.

O Conselho Português para a Paz e Cooperação – CPPC – formalizou a sua constituição a 24 de Abril de 1976, tendo desenvolvido abertamente a sua actividade logo após o 25 de Abril de 1974. É herdeiro e fiel aos princípios que norteiam o movimento da Paz em Portugal desde os primeiros tempos da sua existência, no início da década de 50.

Comunicado da Direção Nacional do CPPC26/08/2026
26/08/2026

Comunicado da Direção Nacional do CPPC
26/08/2026

Comunicado da Direção Nacional do CPPC13-08-2026
13/08/2026

Comunicado da Direção Nacional do CPPC
13-08-2026

🕊 Concerto pela Paz📆 No dia 11 de Setembro, às 21h30, vai ter lugar mais um Concerto pela Paz! 📍Coimbra - Convento São F...
13/08/2026

🕊 Concerto pela Paz
📆 No dia 11 de Setembro, às 21h30, vai ter lugar mais um Concerto pela Paz!
📍Coimbra - Convento São Francisco
🎟Bilhetes gratuitos a levantar no Convento São Francisco a partir de 9 de Setembro, entre as 15h e as 20h
🎶 Participa! Marca já na tua agenda!

🕊 Concerto pela Paz e de Solidariedade 📆 No dia 26 de Setembro, às 16h, vai ter lugar mais um Concerto pela Paz! 📍Fórum ...
11/08/2026

🕊 Concerto pela Paz e de Solidariedade
📆 No dia 26 de Setembro, às 16h, vai ter lugar mais um Concerto pela Paz!
📍Fórum Lisboa
🎟A entrada é livre consoante a lotação do espaço!
🎶 Mais informação em breve! F**a atento! Marca já na tua agenda!

Comunicado da Direção Nacional do CPPC06/08/2026
06/08/2026

Comunicado da Direção Nacional do CPPC
06/08/2026

Apresentado o apelo "Solidariedade! Soberania! Paz!", lançado inicialmente por 15 organizações e um conjunto de primeiro...
17/07/2026

Apresentado o apelo "Solidariedade! Soberania! Paz!", lançado inicialmente por 15 organizações e um conjunto de primeiros subscritores individuais, aberto a todas as organizações e pessoas individualmente que se revejam no seu conteúdo

A Casa do Alentejo acolheu no dia 16 o lançamento do Apelo. Na ocasião, a presidente do CPPC Isabel Camarinha reafirmou os seus princípios gerais e sublinhou a necessidade de intensificar e alargar a ação pela paz - direito sem o qual, lembrou, nenhum dos demais estará alguma vez garantido.

Intervieram ainda, em nome de algumas das primeiras organizações subscritoras, Dinis Lourenço (CGTP-IN), Carlos Almeida (MPPM), Regina Marques (MDM), Jorge Aires (ACR) - que leu também uma mensagem do professor António Avelãs Nunes -, e Mariana Metelo (Projeto Ruído - Associação Juvenil).

No final das intervenções, houve tempo para um convívio de para um brinde à paz.

Lançado o apelo, é tempo agora de reunir mais subscrições e de realizar ações em todo o País que alarguem a consciência da necessidade de mobilização em prol da paz, do desarmamento, da defesa da soberania e da solidariedade com os povos - contra a guerra, as ameaças, os bloqueios.

O apelo pode ser lido na íntegra e subscrito aqui:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfIxE-19LWJ3lSbCsGHwj5jh1utDmKdNNtsP6zIdqjbSmKyng/viewform

TODOS PELA PAZ! Solidariedade! Soberania! Paz! Considerando que vivemos um tempo com sérios riscos para a Humanidade e q...
10/07/2026

TODOS PELA PAZ!
Solidariedade! Soberania! Paz!

Considerando que vivemos um tempo com sérios riscos para a Humanidade e que exige uma forte mobilização e acção em solidariedade com os povos que defendem e lutam pelos seus direitos e soberania, em prol da Paz e da cooperação, 15 organizações defensoras da paz e da cooperação e que não aceitam a inevitabilidade da guerra, decidiram lançar uma grande acção TODOS PELA PAZ! com o Apelo "Solidariedade! Soberania! Paz!", de que são primeiras subscritoras e que conta também já com um conjunto de subscritores individuais
O Apelo será apresentado no próximo dia 16 de julho, às 18 horas, na Casa do Alentejo, em Lisboa.

Primeiras subscritoras:

Associação Conquistas da Revolução
Associação de Amizade Portugal-Cuba
Associação Portuguesa de Juristas Democratas
Confederação Geral de Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional
Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos - MURPI
Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto
Conselho Português para a Paz e Cooperação
Fundação José Saramago
Juventude Operária Católica
Movimento Democrático de Mulheres
Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente
Porta-a-Porta – Casa para Todos
Projecto Ruído - Associação Juvenil
União de Resistentes Antifascistas Portugueses
Vida Justa

"Paz Sim! NATO Não!" em Lisboa e no Porto O CPPC e a CGTP-IN promoveram no dia 8, em Lisboa e no Porto, dois atos públic...
08/07/2026

"Paz Sim! NATO Não!" em Lisboa e no Porto

O CPPC e a CGTP-IN promoveram no dia 8, em Lisboa e no Porto, dois atos públicos de denúncia da NATO e da sua cimeira, que teve lugar por estes dias em Ancara, na Turquia.

Nas duas ações, rejeitou-se o aumento das despesas militares, reafirmando-se a necessidade de investir na Saúde, na Educação, na Proteção Social, na Habitação, nos direitos e condições de vida do povo. Salientou-se a necessidade de travar a confrontação e a guerra e defender a paz e a cooperação. Insistiu-se no cumprimento dos princípios inscritos na Carta das Nações Unidas e na Constituição da República Portuguesa.

A NATO, insistiu-se, é um instrumento de guerra e agressão ao serviço da política externa dos EUA.

Em Lisboa, intervieram Isabel Camarinha, do CPPC; Dinis Lourenço, da CGTP-IN, João Queirós, do Comité Nacional Preparatório do Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes, e o coronel Baptista Alves, militar de Abril. A iniciativa foi apresentada por Susana Canato, da União dos Sindicatos de Lisboa.

No Porto, a apresentação ficou a cargo de Daniela Costa e intervieram Manuela Branco, do CPPC; Paulo Carvalho, da União dos Sindicatos do Porto; e Joana Machado, do Projecto Ruído.

PAZ sim! NATO não!A NATO, Organização do Tratado do Atlântico Norte, realiza a sua Cimeira de 7 a 8 de julho, em Ankara,...
07/07/2026

PAZ sim! NATO não!

A NATO, Organização do Tratado do Atlântico Norte, realiza a sua Cimeira de 7 a 8 de julho, em Ankara, na Turquia, tendo na sua agenda o incremento da militarização das relações internacionais, o aumento das já colossais despesas militares, a promoção da escalada armamentista, o prolongamento da política de confrontação e guerra – com as dramáticas consequências e os sérios riscos que comporta para toda a Humanidade.

A pressão sobre os salários e as pensões, os ataques aos direitos laborais e sociais, aos serviços públicos, como na saúde, na educação e na segurança social, visa, entre outros objectivos, desviar meios financeiros para os armamentos e a guerra, com as gravosas consequências sociais e económicas que têm atingido os povos da generalidade dos países que integram este bloco político-militar agressivo.

Recorde-se que os 32 países membros da NATO gastam mais de metade das despesas militares mundiais, ou seja, mais que os restantes 161 países membros da ONU.

As divergências – umas reais, outras encenadas – que se manifestam entre os EUA e as potências europeias que integram a NATO, não apaga a sua convergência na política belicista que é protagonizada por este bloco político-militar contra a paz, os direitos e a soberania dos povos.

A NATO é um instrumento de agressão, de guerra, de domínio dos EUA, que conta com o activo comprometimento e participação das outras potências europeias que integram o G7, assim como do Canadá.

Apresentando-se falsamente como um garante da paz e da segurança internacional, a NATO foi responsável pela primeira guerra no continente europeu depois do fim da II Guerra Mundial, a agressão militar à Jugoslávia, em 1999, que levou à criação do autêntico protetorado que é o Kosovo, no que constitui uma flagrante violação do direito internacional. Posteriormente, a NATO levou a guerra para além do continente europeu, com a guerra no Afeganistão, a participação na invasão e ocupação militar do Iraque ou a agressão militar à Líbia.

A NATO tem sido cúmplice com o genocídio do povo palestiniano e com outras muitas outras agressões, de que são exemplo mais recente a agressão militar dos EUA e de Israel ao Irão ou a agressão militar de Israel ao Líbano e à Síria.

Criada em 1949, alegando falsamente a “defesa do mundo livre”, a NATO integrou entre os seus membros fundadores a ditadura fascista e colonialista portuguesa e os maiores impérios coloniais da época, que reprimiam pela força os anseios libertadores dos povos colonizados.

Usando como pretexto para a sua criação o combate à alegada e falsa “ameaça” soviética, a NATO precedeu em seis anos a constituição do Pacto de Varsóvia e, face ao desaparecimento da União Soviética e do campo socialista europeu, não só não se dissolveu como reafirmou os seus propósitos agressivos e alargou o seu âmbito geográfico de intervenção militar a outros continentes e regiões do mundo, como a região Ásia-Pacífico, onde promove o envolvimento do Japão, da Coreia do Sul, da Austrália e da Nova Zelândia, entre outros países, na sua estratégia belicista.

A sua incessante expansão para o Leste da Europa, contrariando compromissos assumidos, está na origem no conflito que se trava na Ucrânia, Conflito instigado e prolongado pela NATO e pela União Europeia, que sempre se tem oposto à diplomacia para lhe pôr fim.

Num momento tão tenso da situação internacional, impõe-se defender a paz, o desanuviamento das relações internacionais e o desarmamento geral, simultâneo e controlado.

O caminho a trilhar encontra-se plasmado nos princípios da Carta das Nações Unidas, da Ata Final da Conferência de Helsínquia e da Constituição da República Portuguesa, que o actual Governo português – como anteriores – desrespeitam abertamente ao submeterem-se à política de confrontação dos EUA, da NATO e da UE.

O que se impõe é prosseguir e intensificar a acção pela dissolução dos blocos político-militares, pela defesa da paz e da soberania, pela solidariedade com os povos que enfrentam a agressão dos EUA e seus aliados: na Palestina, no Líbano, no Irão, em Cuba, na Venezuela e em tantos outros locais.

É este o caminho que serve os povos do mundo. É este o caminho que importa continuar a trilhar e para o qual o Conselho Português para a Paz e Cooperação continuará a intervir, com coragem e confiança – pois a luta pela Paz é o caminho urgente, justo e necessário.

7 de Julho de 2026

A Direção Nacional do CPPC

26/06/2026

Endereço

Rua Rodrigo Da Fonseca, Nº 56/2º
Lisbon
1250-193

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