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"Fiequimetal | «Manobras da REN não impedem resposta firme em Sines!»":No último de três dias de greve, com adesão muito...
26/08/2026

"Fiequimetal | «Manobras da REN não impedem resposta firme em Sines!»":

No último de três dias de greve, com adesão muito elevada, a Fiequimetal e o SITE-Sul emitiram um comunicado, a saudar todos os trabalhadores do terminal de GNL de Sines, pela coragem e determinação demonstradas, numa luta que não pode parar.

Exige-se, como se recorda no comunicado, disposições semelhantes às fixadas no ACT 2000, para o acesso à pré-reforma, e a eliminação das diferenças salariais existentes entre trabalhadores que desempenham as mesmas funções.

Apesar de a Administração da REN ter tido o atrevimento de não respeitar o acordo de serviços mínimos alcançado no Ministério do Trabalho, os trabalhadores não vergaram e responderam com firmeza.

A Administração da REN faz uma interpretação abusiva dos serviços mínimos, procurando que estes fossem serviços máximos, indo ao ponto de considerar o funcionamento do mercado como «de natureza impreterível» e, para isso, contou com a conivência e os expedientes dos governos da República e da Região Autónoma da Madeira.

Ainda assim, os níveis de adesão permanecem muito elevados, desde o início da greve, e foi residual o número de cisternas abastecidas.

«Problema que urge resolver!»

Administração e Governo revelaram receio das consequências da greve no abastecimento, mas têm é de se empenhar na resolução de um problema estrutural que vai, a médio prazo, afectar o funcionamento da instalação. Os problemas de saúde e o absentismo vão agravar-se, como consequência de quase 47 anos de trabalho em turnos, caso estes trabalhadores entrem na reforma na idade legal geral.

Nos próximos dias os trabalhadores irão reunir-se para avaliar a fase seguinte neste processo de luta.

Fonte: Fiequimetal — Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas, Eléctricas, Farmacêutica, Celulose, Papel, Gráfica, Imprensa, Energia e Minas.

No último de três dias de greve, com adesão muito elevada, a Fiequimetal e o SITE Sul emitiram um comunicado, a saudar todos os trabalhadores do terminal de GNL de Sines, pela coragem e determinação demonstradas, numa...

"SITE-CSRA | Fiequimetal | «Husqvarna pode e deve pagar indemnizações mais dignas!»":O SITE-CSRA exigiu à Husqvarna que ...
26/08/2026

"SITE-CSRA | Fiequimetal | «Husqvarna pode e deve pagar indemnizações mais dignas!»":

O SITE-CSRA exigiu à Husqvarna que pague uma compensação de 1500 euros aos trabalhadores abrangidos pelo despedimento colectivo e denunciou o encerramento da unidade fabril de Rio de Mouro, em Sintra, como uma profunda injustiça social.

Para o sindicato, é intolerável que a empresa tenha recorrido à narrativa de «falta de liquidez», para recusar indemnizações dignas, depois de anunciar um bónus para quem faça trabalho suplementar aos sábados em Agosto.

O encerramento da fábrica está a ser um sucesso financeiro para os accionistas do Grupo Husqvarna, que viram os seus dividendos aumentar, e para a gestão local, que garante encaixes substanciais com a venda do parque de máquinas e activos.

Os únicos prejudicados são os trabalhadores, que viram as suas indemnizações ficarem longe daquilo que eram as reais capacidades da empresa.

O impacto do despedimento coletivo é ainda mais gravoso, porque atinge famílias que já enfrentam dificuldades económicas, uma vez que a maioria dos trabalhadores aufere o salário mínimo nacional.

Fonte: Fiequimetal — Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas, Eléctricas, Farmacêutica, Celulose, Papel, Gráfica, Imprensa, Energia e Minas.

https://www.cgtp.pt/accao-e-luta/22738-husqvarna-pode-e-deve-pagar-indemnizacoes-mais-dignas

"FENPROF | «Mais estudantes no Ensino Superior: uma boa notícia que exige políticas à altura!»":«FENPROF exige: garantia...
25/08/2026

"FENPROF | «Mais estudantes no Ensino Superior: uma boa notícia que exige políticas à altura!»":

«FENPROF exige: garantia de que nenhum estudante foi prejudicado, apoios atempados e reforço do financiamento das instituições!»

A FENPROF saúda o aumento do número de estudantes colocados na 1.ª fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior (CNAES) deste ano, em que foram colocados 49.991 estudantes, mais 6.092 do que em 2025, correspondendo a um aumento de 13,9%. Contudo, não deixamos de registar que apenas 3% dos colocados sejam oriundos das classes sociais economicamente mais desfavorecidas.

Este resultado confirma que continua a existir uma procura significativa do ensino superior em Portugal e reforça aquilo que a FENPROF e outras entidades têm vindo a defender: é preciso que o Estado invista mais no ensino superior, criando condições para que mais jovens possam aceder, permanecer e ter sucesso nos seus estudos. Aliás, a este título importará perceber, mais tarde, quantos dos colocados farão a sua inscrição e, mais ainda, quantos concluirão as suas formações.

A comparação com o ano anterior mostra também o impacto das políticas públicas no acesso ao ensino superior. No ano passado, a alteração das regras de acesso, que em Agosto de 2025 o Ministro Fernando Alexandre defendia e recusava rever, contribuiu para uma quebra significativa das candidaturas, provocando forte contestação e preocupação pública. Perante a evidência de que a redução do acesso se concentrara nos cursos afectados por essa alteração, o Governo acabou por recuar e rever as regras. Este ano, o número de candidatos voltou a aumentar significativamente, registando-se o número mais elevado de colocados na 1.ª fase da última década, com excepção do ano atípico de 2020.

Apesar desta recuperação positiva, importa analisar os resultados com prudência, tendo em conta os problemas ocorridos nos exames nacionais deste ano.

«Garantir que nenhum estudante é prejudicado no acesso ao ensino superior!»

Na 1.ª fase do CNAES deste ano ficaram ocupadas 88,9% das vagas, percentagem que atingiu 95,6% no ensino universitário. O aumento do número de colocados não significa, por si só, que todos tenham conseguido a colocação pretendida: apenas 53,6% ingressaram na sua primeira opção, contra 63,1% em 2025. Mas resulta que para a 2.ª fase ficaram disponíveis apenas 6.639 vagas, menos 42,3% do que no ano anterior. Além disso, das 1.170 formações abrangidas pelo concurso, apenas 412 têm ainda vagas disponíveis, o que significa que em cerca de 65% já não existem lugares para a 2.ª fase. É neste quadro que importa avaliar as consequências dos muitos problemas ocorridos nos exames nacionais, que são do conhecimento público.

A FENPROF alertou atempadamente para os riscos do processo de digitalização decidido pelo MECI e exigiu sempre que os problemas não fossem pagos pelos estudantes. Professores e escolas tiveram também um papel determinante na procura de soluções e na minimização das consequências das falhas verificadas. O MECI reconheceu falhas e o Ministro Fernando Alexandre garantiu, em 21 de Julho, que nenhum estudante seria prejudicado, quer na classificação, quer no acesso ao ensino superior. Agora, a garantia dada pelo Ministro tem de ser efectivamente cumprida.

Os estudantes que, em consequência de classificações corrigidas ou conhecidas tardiamente, tiveram de recorrer à 2.ª fase ou à época extraordinária encontram um número muito menor de vagas disponíveis, podendo já não existir lugar nos cursos e Instituições de Ensino Superior (IES) a que poderiam ter concorrido em condições normais na 1.ª fase. É, por isso, legítimo perguntar: pode o MECI garantir que nenhum destes estudantes ficará impedido de ingressar no curso ou na instituição a que teria podido aceder se todo o processo tivesse funcionado corretamente e em tempo útil?

A época extraordinária, criada para responder aos problemas ocorridos, realiza-se apenas nos dias 03, 04, 07 e 08 de Setembro, produzindo as classificações obtidas os mesmos efeitos da 2.ª fase. Os respectivos resultados serão conhecidos a 16 de Setembro. Nessa altura, em algumas instituições, as actividades lectivas já terão começado. Isto significa que um estudante afectado pode não só encontrar menos opções disponíveis, como chegar à instituição quando as actividades lectivas já estão em curso, com prejuízos adicionais para o início do seu percurso académico.

É certo que o regulamento do CNAES permite a criação de vagas adicionais para corrigir situações em que, por motivo não imputável ao candidato, este não tenha sido colocado ou tenha sido incorrectamente colocado. Essa salvaguarda deve ser utilizada sempre que necessária para garantir os direitos dos estudantes. Mas a solução não pode consistir simplesmente em acrescentar estudantes às instituições para além das vagas inicialmente previstas e deixar às IES a responsabilidade de absorver essa sobrecarga. Se forem necessárias colocações adicionais para reparar prejuízos resultantes deste processo, o MECI deve garantir também os meios necessários à sua concretização.

É, por isso, difícil compreender a pressa do Governo em anunciar, em 21 de Agosto, os principais resultados do CNAES e apresentá-los como demonstração de sucesso, quando os candidatos apenas deveriam conhecer as suas colocações em 23 de Agosto e quando permanece por concluir o processo dos estudantes abrangidos pela época extraordinária. A menos que esta antecipação, que não é habitual, tenha servido sobretudo de cosmética política para fazer esquecer o caos nos exames e as implicações que trouxe no acesso ao ensino superior. Uma opção que acabou, afinal, por acrescentar mais um incidente a um processo já muito atribulado: a violação do embargo obrigou à antecipação da divulgação das colocações, inicialmente prevista para 23 de Agosto.

A FENPROF congratula-se com o aumento das colocações. Mas bons resultados não dispensam uma avaliação completa do processo nem permitem concluir antecipadamente que ninguém foi prejudicado.

«Apoiar os estudantes para garantir a sua permanência no ensino superior e o sucesso académico!»

Os números do CNAES não revelam os estudantes que, depois de ingressarem, são obrigados a desistir por falta de condições económicas. Assim, conseguir uma vaga numa universidade ou politécnico não significa, por si só, ter condições para frequentar e concluir um curso. O próprio estudo que fundamentou a revisão da acção social, promovida este ano pelo Governo, reconheceu o contributo das bolsas para a redução do abandono escolar no ensino superior.

Os próprios resultados agora divulgados mostram a dimensão das desigualdades no acesso: apenas 1.625 dos 49.991 estudantes colocados eram beneficiários do escalão A da acção social escolar, pouco mais de 3% do total. Estes números mostram que o ensino superior continua longe de funcionar como o instrumento de mobilidade social que o país necessita.

Estes números também reforçam a necessidade de garantir apoios que permitam a mais estudantes economicamente desfavorecidos aceder e frequentar o ensino superior, tanto mais que, em Portugal, as famílias suportam uma parcela elevada dos seus custos. Segundo a OCDE, cerca de 27% da despesa das instituições de ensino superior é diretamente suportada pelas famílias, enquanto apenas 56,1% do financiamento do ensino superior provém de fontes públicas, bastante abaixo dos 71,9% da média dos países da OCDE.

Num contexto de custos elevados com alojamento, alimentação e transportes, os apoios têm de ser suficientes e, sobretudo, têm de chegar a tempo. As alterações em curso na acção social devem ser devidamente implementadas e acompanhadas, garantindo que bolsas, apoios ao alojamento e restantes prestações chegam efectivamente a todos os estudantes que delas necessitam. Os atrasos na disponibilização das residências universitárias também não podem continuar a ser suportados pelos estudantes e pelas famílias.

Não basta, portanto, garantir o ingresso numa instituição de ensino superior. É necessário que o Governo garanta efectivamente condições para os estudantes permanecerem no sistema, desenvolverem os seus estudos e concluírem os seus cursos.

«Mais estudantes implica mais financiamento para as instituições!»

Mais estudantes a ingressarem no ensino superior significa mais turmas, mais aulas teóricas, práticas e laboratoriais, mais acompanhamento e maiores necessidades de docência e de outros recursos. Estas exigências acrescidas encontram um sistema há muito confrontado com subfinanciamento crónico. Por outro lado, os custos de funcionamento das instituições continuam a aumentar e, quando o financiamento público não acompanha essa evolução, as IES dispõem, na prática, de menos recursos para cumprir a sua missão. O Governo não pode, portanto, congratular-se com o aumento do número de estudantes e deixar depois às universidades e politécnicos a responsabilidade de descobrir, em orçamentos insuficientes, as verbas necessárias para os receber. O financiamento adequado do ensino superior público é responsabilidade do Estado.

O subfinanciamento do ensino superior tem consequências também na situação dos docentes e investigadores. A FENPROF estima que os salários destes profissionais acumulem uma perda de poder de compra próxima de 30% nas últimas duas décadas. Para este resultado também contribuíram os congelamentos e bloqueios das progressões, que há vários anos impede muitos docentes de verem o seu salário aumentar, apesar de as avaliações de desempenho lhes conferirem os pontos necessários para o fazer. Os despachos publicados pelo Governo em 2025 com o propósito de desbloquear estas progressões eram indispensáveis, mas a sua aplicação ficou dependente da disponibilidade orçamental das próprias instituições, com orçamentos deficitários, sem que fosse assegurado o correspondente reforço do financiamento público. O Governo não pode reconhecer direitos e deixar depois às IES a responsabilidade de encontrar os recursos para os concretizar.

Ao mesmo tempo, a precariedade laboral tem estado a aumentar nas IES. O inquérito nacional divulgado pela FENPROF em Maio de 2026 mostrou que 84,4% dos docentes convidados inquiridos trabalhavam em regime parcial e metade auferia até 1000 euros líquidos mensais. Verificou-se ainda que estes vínculos estão a ser utilizados para responder, de forma sistemática, a necessidades permanentes das instituições. São sinais de um problema que não pode continuar a agravar-se. Necessidades permanentes de ensino não podem continuar a ser satisfeitas através da precariedade nem o aumento do número de estudantes pode traduzir-se em maior sobrecarga e desvalorização de docentes e investigadores.

Há demasiados anos que o sistema funciona graças ao profissionalismo e dedicação destes trabalhadores, apesar da perda de poder de compra, dos bloqueios nas carreiras e da precariedade. É tempo de valorizar efectivamente quem ensina e investiga.

«É preciso avaliar, corrigir e investir!»

O aumento das candidaturas e das colocações é uma boa notícia e confirma que Portugal pode e deve continuar a elevar as qualificações da sua população. Mas os acontecimentos dos últimos dois anos mostram também que as políticas públicas têm consequências. Alterações nas regras de acesso, decisões posteriormente revertidas e problemas graves na implementação de novos processos não podem suceder-se sem uma avaliação séria das suas causas e efeitos.

A FENPROF exige uma avaliação completa do processo de acesso de 2026, a efectiva garantia de que nenhum estudante será prejudicado e o apuramento de responsabilidades pelo que correu mal. Também reivindica políticas públicas coerentes e estáveis, que promovam o acesso, combatam o abandono e garantam condições para a permanência e prossecução de estudos.

A FENPROF reclama ainda que o próximo Orçamento do Estado assegure um reforço efectivo do financiamento público do ensino superior, respondendo ao aumento dos custos e das necessidades das instituições, garantindo as condições necessárias para um ensino e investigação de qualidade, combatendo a precariedade e valorizando efetivamente as carreiras e os salários de docentes e investigadores.

Fonte: FENPROF — Federação Nacional de Professores.

FENPROF exige: garantia de que nenhum estudante foi prejudicado, apoios atempados e reforço do financiamento das instituiçõesA FENPROF saúda o aumento do número de estudantes colocados na 1.ª fase do Concurso...

"CGTP-IN | «Desempregados mais desprotegidos com a PSU!»":A integração do subsídio social de desemprego na Prestação Soc...
24/08/2026

"CGTP-IN | «Desempregados mais desprotegidos com a PSU!»":

A integração do subsídio social de desemprego na Prestação Social Única (PSU) determina para os trabalhadores desempregados que não tenham acesso ao subsídio de desemprego, quer por não terem cumprido o respectivo prazo de garantia ou por terem esgotado o período de atribuição daquela prestação, uma situação de maior desprotecção social.

O subsídio social de desemprego é uma prestação de carácter misto, já que, por um lado, apresenta características de uma prestação contributiva, ao exigir como condição de acesso um prazo de garantia (ou seja, um período com contribuições) e, por outro, características de uma prestação não contributiva, por exigir também o cumprimento de uma condição de recursos.

Apesar deste carácter misto, o enquadramento desta prestação no regime jurídico da protecção social na eventualidade de desemprego dos trabalhadores por conta de outrem, confere aos beneficiários do subsídio social de desemprego, com as devidas adaptações, um nível de protecção social idêntico ao dos beneficiários do subsídio de desemprego aos diferentes níveis, nomeadamente no que respeita à duração da prestação, ao seu valor e ao registo por equivalência à entrada de contribuições, entre outros direitos inerentes à situação de beneficiário de prestações de desemprego.

Assim:

⮚ no que toca à duração, enquanto a PSU é atribuída por um período de 12 meses renovável em função da verificação das respectivas condições de acesso, sendo a majoração por desemprego atribuída por apenas 6 meses, o subsídio social de desemprego inicial tem a duração mínima de 15 meses e máxima de 24 meses, dependendo da idade e da carreira contributiva do beneficiário;
⮚ quanto ao valor, o subsídio social de desemprego tem um valor fixo de 80% do Indexante dos Apoios Sociais (€429,7) para beneficiários isolados e 100% do mesmo (€537,13), para beneficiários com agregado familiar, enquanto o montante da PSU, sendo esta uma prestação diferencial, isto é em que cada requerente recebe a este titulo o valor correspondente à diferença entre os rendimentos do agregado familiar apurados e o valor de referência da prestação, parece inevitável que, em muitas situações e independentemente da majoração por desemprego (que nem sempre é devida), a nova prestação tenha um valor inferior. A isto acresce ainda o facto de o montante das majorações depender da situação individual de cada beneficiário, dificultando as comparações;
⮚ já o registo por equivalência, a entrada de contribuições pura e simplesmente deixa de ser possível, o que significa uma redução das contribuições registadas por exemplo para efeitos de pensão, ou seja, uma eventual redução do valor da futura pensão devida.
⮚ A esta situação de maior desprotecção, acresce ainda o facto de, apesar da substituição do subsídio social de desemprego, como vimos uma prestação de carácter misto, pela PSU que é indubitavelmente uma prestação não contributiva do regime de solidariedade, continua a exigir-se o cumprimento de um prazo de garantia de 120 dias nos 12 meses anteriores à data do desemprego para a atribuição da majoração por desemprego, o que constitui um verdadeiro contra-senso.

A CGTP-IN considera que a situação de maior desprotecção social para que são remetidos os trabalhadores desempregados, que não têm acesso ao subsídio de desemprego por não terem cumprido o prazo de garantia exigido (frequentemente devido à precariedade dos vínculos laborais), com a substituição desta prestação pela PSU, constitui um tratamento desigual destes trabalhadores e uma violação injustificada dos seus direitos.

Neste quadro, a CGTP-IN, ao mesmo tempo que se pronuncia contra o conjunto de aspectos da PSU que se traduzem na desvalorização de direitos e que devem ser revogados, sublinha em particular a exigência que o subsídio social de desemprego seja retirado do âmbito da Prestação Social Única e reenquadrado no regime da protecção social da eventualidade de desemprego dos trabalhadores por conta de outrem, onde pertence e do qual não deveria ter saído.

DIF/CGTP-IN.

A integração do subsídio social de desemprego na Prestação Social Única (PSU) determina para os trabalhadores desempregados que não tenham acesso ao subsídio de desemprego, quer por não terem cumprido o respectivo...

"STRUP | FECTRANS | «CARRIS: Defender as decisões do Plenário Geral de Trabalhadores!»":O STRUP/FECTRANS voltou a defend...
21/08/2026

"STRUP | FECTRANS | «CARRIS: Defender as decisões do Plenário Geral de Trabalhadores!»":

O STRUP/FECTRANS voltou a defender que se deve encerrar a negociação de 2026 e, depois, passar à discussão da proposta do C.A. (Conselho de Administração), propondo ainda a realização de um Plenário Geral de Trabalhadores.

Estas foram, no essencial, as posições assumidas pelo Sindicato na reunião realizada no passado dia 18, destinada a debater o processo negocial na CARRIS.

Recorda-se que, na sequência da última reunião entre ORT’s, ocorrida no mês de Julho, o STRUP/FECTRANS enviou a estas organizações, no dia 24/07, um texto que servisse de proposta conjunta para a conclusão do processo de 2026.

Essa proposta assentava nas decisões do último Plenário Geral e admitia encerrar o processo de 2026 com a aplicação de 70 € na tabela salarial, de 0,82 € no subsídio de refeição e com a aceitação da proposta do C.A. quanto à calendarização das 35 horas, desde que todas as fases dessa calendarização fossem consagradas em BTE.

Perante a ausência de resposta das restantes organizações sindicais a esta proposta, é agora do C.A. que aguardamos um posicionamento.

O STRUP/FECTRANS estará disponível para discutir, ponto por ponto, a proposta do C.A. e apresentar propostas alternativas, conjuntas ou não com as restantes organizações. Contudo, essa discussão deverá ocorrer no quadro do início do processo negocial de 2027, que propusemos ao C.A. que se inicie logo após a conclusão do processo de 2026, até porque a proposta do C.A. necessita de inúmeros esclarecimentos e clarificações.

Na referida reunião, foi proposto às restantes organizações que fosse convocado um Plenário Geral para o dia 18 de Setembro, com o objectivo de discutir com os trabalhadores a proposta do C.A., enviada em 10/07. A partir das conclusões retiradas dessa discussão, deverão ser adoptadas as posições que permitam construir uma proposta conjunta.

Fonte: FECTRANS — Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações.

O STRUP/FECTRANS voltou a defender que se deve encerrar a negociação de 2026 e, depois, passar à discussão da proposta do C.A. (Conselho de Administração), propondo ainda a realização de um Plenário Geral de...

"SST | CGTP-IN | «Pela defesa da vida, da saúde e da segurança de quem trabalha!»":Segurança e Saúde no Trabalho | Agost...
19/08/2026

"SST | CGTP-IN | «Pela defesa da vida, da saúde e da segurança de quem trabalha!»":

Segurança e Saúde no Trabalho | Agosto de 2026

A CGTP-IN não pode ficar indiferente perante a ocorrência de acidentes de trabalho, alguns dos quais continuam, infelizmente, a ceifar vidas e a deixar marcas profundas nos trabalhadores, nas suas famílias e em toda a sociedade.

Cada acidente de trabalho é muito mais do que um número ou uma estatística.

Por detrás de cada ocorrência existe uma vida, uma família, um futuro e, muitas vezes, consequências que se prolongam durante anos.

Os acidentes mortais constituem a expressão mais dramática de uma realidade que exige respostas firmes e uma mudança de paradigma nas políticas de prevenção e segurança no trabalho.

A Constituição da República Portuguesa estabelece, logo no seu artigo 1.º, que Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana. Contudo, entre este princípio fundamental e a realidade vivida diariamente por muitos trabalhadores permanece uma preocupante distância.

A defesa da vida, da saúde e da segurança no trabalho deve constituir uma prioridade absoluta. Nenhum trabalhador deve perder a vida ou ver a sua saúde comprometida para exercer o seu direito ao trabalho. A prevenção dos riscos profissionais não pode ser reduzida a uma formalidade, nem subordinada a critérios económicos, de produtividade ou de redução de custos.

A CGTP-IN alerta, por isso, para a urgência de uma verdadeira mudança de paradigma, que coloque a prevenção no centro das políticas de saúde e segurança no trabalho. É necessário combater as causas dos acidentes e das doenças profissionais, garantir ambientes de trabalho seguros e saudáveis e assegurar uma intervenção séria, responsável e determinada.

Para isso, é indispensável reforçar a fiscalização, garantir o cumprimento da legislação de segurança e saúde no trabalho, dotar as entidades competentes dos meios necessários e responsabilizar quem, por acção ou omissão, coloque em risco a vida e a integridade física dos trabalhadores.

A CGTP-IN continuará a intervir e a exigir das entidades patronais e dos decisores políticos as medidas necessárias para que nenhum trabalhador seja obrigado a colocar a sua vida ou a sua saúde em risco para trabalhar.

A vida, a saúde e a segurança de quem trabalha têm de estar acima de qualquer interesse económico.

DIF/CGTP-IN.

A CGTP-IN não pode ficar indiferente perante a ocorrência de acidentes de trabalho, alguns dos quais continuam, infelizmente, a ceifar vidas e a deixar marcas profundas nos trabalhadores, nas suas famílias e em toda a...

"SEP | «Enfermeiros e utentes obrigados a “conviver” com o pó, o ruído, falta de privacidade no Centro de Saúde de Vila ...
19/08/2026

"SEP | «Enfermeiros e utentes obrigados a “conviver” com o pó, o ruído, falta de privacidade no Centro de Saúde de Vila Nova de Cerveira!»":

«ULS Alto Minho»

Estamos perante uma séria violação das condições de higiene, salubridade e segurança para utentes e profissionais de saúde no Centro de Saúde de Vila Nova de Cerveira.

É inaceitável que não tenha sido encontrado um espaço para que de forma transitória os cuidados de saúde pudessem ser prestados com o mínimo de qualidade, incluindo o recurso a contentores.

É inaceitável que os responsáveis tenham sequer imaginado que era possível colocar “lado a lado” e a “conviver” material asséptico e o pó produzido pelo derrube e construção de paredes e chão. As paredes de separação criadas não separam efectivamente os dois ambientes e, mais grave, apresentam os perfis de fixação das placas expostas, o que pode levar a lesões para os utentes, nomeadamente crianças, e profissionais.

Não deixa de ser caricato que os profissionais que estão a realizar as obras usem meios de protecção auditiva, mas o mesmo não acontece do outro lado da “barreira”, onde o ruído excessivo dificulta a comunicação e poderá resultar em lesões auditivas.

Em relação a obras já concluídas, existem lavatórios que conseguem ser mais pequenos ou até mesmo do tamanho de folhas A4 e torneiras não adoptadas a serviços de saúde impedindo a lavagem correcta das mãos, potenciando o risco de infecção.

Segundo informação, e devido à acção e queixas dos profissionais de saúde, nomeadamente enfermeiros junto da autarquia, está prevista a substituição dos lavatórios por uns mais adequados para os serviços de saúde.

As obras são da responsabilidade da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, mas a ULSAM como responsável pelos serviços clínicos teve obrigatoriamente que aprovar a remodelação em curso sendo, portanto, o responsável pelas garantias de higiene e segurança dos utentes e profissionais de saúde.

Já solicitámos esclarecimento ao Conselho de Administração sem que tenhamos obtido qualquer resposta.

Fonte: SEP — Sindicato dos Enfermeiros Portugueses.

ULS Alto MinhoEstamos perante uma séria violação das condições de higiene, salubridade e segurança para utentes e profissionais de saúde no Centro de Saúde de Vila Nova de Cerveira.É inaceitável que não tenha sido...

"STIHTRSN | «Sindicato promove arruada na baixa do Porto para entregar Carta Aberta às empresas do Alojamento, Restauraç...
19/08/2026

"STIHTRSN | «Sindicato promove arruada na baixa do Porto para entregar Carta Aberta às empresas do Alojamento, Restauração e Bebidas e reclamar aumento extraordinário dos salários!»":

O sindicato promove na próxima sexta-feira, dia 21, na baixa do Porto, uma arruada para entregar uma Carta Aberta nos hotéis, restaurantes, cafés e similares onde exige um aumento extraordinário dos salários de 150€, uma vez que os salários são muito baixos, mais de 80% dos trabalhadores recebem apenas o Salário Mínimo Nacional, o salário médio no sector afunda cada vez mais e é hoje 384€ abaixo da média nacional e que mais de 100 mil trabalhadores estão este ano sem contratação colectiva.

A arruada tem o seu início marcado para as 09:30 horas, junto à porta do Hotel Brasileira, na Rua Sá da Bandeira, n.º 91, onde será dada uma CONFERÊNCIA DE IMPRENSA para denunciar publicamente a situação.

Fonte: STIHTRSN — Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte.

«CARTA ABERTA ÀS EMPRESAS DO ALOJAMENTO, RESTAURAÇÃO E BEBIDAS»

Exmos. Senhores,

O turismo nacional ultrapassou a fasquia histórica dos 36,2 mil milhões de euros em receitas anuais, consolidando o seu peso de 11,5% do PIB nacional. A Região Norte vive uma excelente situação económica, acumulando anos sucessivos de recordes no número de hóspedes, dormidas e faturação. Contudo, esta extraordinária saúde financeira contrasta de forma chocante com a dura realidade vivida pelos trabalhadores da Hotelaria, Restauração e Bebidas, cujos rendimentos continuam completamente congelados e desvalorizados.

O custo de vida disparou em áreas críticas onde as famílias não podem cortar. As rendas habitacionais registaram um aumento de 5,3% e as prestações bancárias mantêm-se em níveis asfixiantes. Os custos associados à electricidade, água e combustíveis dispararam (chegando a registar picos de quase 15% na energia), sobrecarregando severamente os milhares de trabalhadores que, pela gritante falta de transportes públicos ajustados aos horários do sector, são obrigados a deslocar-se em viatura própria. O cabaz essencial mantém uma forte pressão inflaccionária.

Enquanto os hotéis e restaurantes aumentam as suas margens de lucro, milhares de profissionais recebem apenas o Salário Mínimo Nacional. De acordo com os dados estatísticos oficiais do INE, o salário médio no setor do alojamento afunda 384 euros abaixo do salário médio nacional, caso fossem integradas as componentes da Restauração e Bebidas, este fosso salarial seria, substancialmente, mais profundo.

Esta realidade crítica perpetua-se também porque as associações patronais continuam a bloquear e a arrastar eternamente as negociações das tabelas salariais, recusando-se a redistribuir de forma justa a riqueza que os trabalhadores geram com o seu esforço diário. O momento actual exige uma intervenção e uma actualização extraordinária imediata.

Para repor o poder de compra perdido, valorizar as profissões do setor e garantir a sustentabilidade da economia local, os trabalhadores da Hotelaria, Restauração e Bebidas exigem a aplicação imediata das seguintes medidas:

Aumento Salarial Justo: Actualização salarial de 15%, garantindo um aumento mínimo de 150€ para cada trabalhador e fixando o salário de entrada do setor em 1.150€;

Prémio de Línguas: Actualização para 60€ mensais por cada língua estrangeira falada;

Diuturnidades: actualização do regime de diuturnidades para o valor de 30€ por cada período de quatro anos de antiguidade, aplicável a todos os trabalhadores;

Abono de Falhas: Actualização do valor mensal para 65€;

Subsídio de Alimentação: Actualização para 264€ mensais;

Compensação por Horários Desgastantes: Pagamento de um prémio de 25% da retribuição para trabalhadores em regime de turnos ou com horário repartido;

Trabalho ao Fim de Semana: Acréscimo de 25% sobre a retribuição por cada hora trabalhada ao sábado e domingo;

Conciliação Familiar: Garantia de, pelo menos, um fim de semana de descanso por mês para articulação com a vida pessoal e familiar;

Dia de Aniversário: Direito a dispensa remunerada no dia de aniversário do trabalhador;

Direito a Férias: Atribuição de 25 dias úteis de férias para todos os trabalhadores, sem quaisquer penalizações ou cortes;

Estabilidade de Vida: Implementação de horários previsíveis e previamente escalonados;

Redução do Horário de Trabalho: Redução progressiva da jornada de trabalho para as 35 horas semanais;

Trabalho em dias Feriados: Pagamento do trabalho prestado em dias feriados com um acréscimo de 200%.

Os trabalhadores alertam que a qualidade e a reputação internacional que o turismo do Norte tanto promove não podem continuar a ser subsidiadas pelos salários de pobreza de quem acolhe os visitantes. Sem uma resposta urgente a este caderno reivindicativo, o setor enfrentará uma escassez de mão-de-obra ainda mais severa.

«O Turismo bate recordes com receitas históricas na Região Norte, os trabalhadores exigem aumento extraordinário face ao esmagamento dos salários e ao custo de vida.»

O sindicato promove na próxima sexta-feira, dia 21, na baixa do Porto, uma arruada para entregar uma Carta Aberta nos hotéis, restaurantes, cafés e similares onde exige um aumento extraordinário dos salários de 150€,...

Endereço

Rua Victor Cordon, Nº 1/Freguesia: Encarnação/Baixa
Lisbon
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