ASPP / PSP

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Associação Sindical dos Profissionais da Polícia - ASPP/PSP

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia - ASPP/PSP é uma organização profissional, constituída por pessoal com funções policiais, independentemente da categoria ou posto na escala hierárquica, da Polícia de Segurança Pública. Representando há mais de 30 anos a maioria dos Profissionais da PSP, a ASPP/PSP é a sucessora legítima

da Associação Sócio-Profissional da PSP (ASPP) que, por sua vez, foi a legítima sucessora da Associação Pró-Sindical da PSP (ASP/PSP).

É uma longa história, que começou em 25 de Abril de 1974, com a Revolução dos Cravos, através da qual Portugal reconquistou a democracia, derrubando o regime do Estado Novo.

𝐏𝐞𝐭𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐎𝐟𝐢𝐜𝐢𝐚𝐥𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐀𝐝𝐦𝐢𝐭𝐢𝐝𝐚 𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐂𝐨𝐦𝐢𝐬𝐬𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐓𝐫𝐚𝐛𝐚𝐥𝐡𝐨, 𝐒𝐞𝐠𝐮𝐫𝐚𝐧𝐜̧𝐚 𝐒𝐨𝐜𝐢𝐚𝐥 𝐞 𝐈𝐧𝐜𝐥𝐮𝐬𝐚̃𝐨A 𝐂𝐨𝐦𝐢𝐬𝐬𝐚̃𝐨 𝐂𝐨𝐨𝐫𝐝𝐞𝐧𝐚𝐝𝐨𝐫𝐚 𝐏𝐞𝐫𝐦𝐚𝐧...
19/06/2026

𝐏𝐞𝐭𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐎𝐟𝐢𝐜𝐢𝐚𝐥𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐀𝐝𝐦𝐢𝐭𝐢𝐝𝐚 𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐂𝐨𝐦𝐢𝐬𝐬𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐓𝐫𝐚𝐛𝐚𝐥𝐡𝐨, 𝐒𝐞𝐠𝐮𝐫𝐚𝐧𝐜̧𝐚 𝐒𝐨𝐜𝐢𝐚𝐥 𝐞 𝐈𝐧𝐜𝐥𝐮𝐬𝐚̃𝐨

A 𝐂𝐨𝐦𝐢𝐬𝐬𝐚̃𝐨 𝐂𝐨𝐨𝐫𝐝𝐞𝐧𝐚𝐝𝐨𝐫𝐚 𝐏𝐞𝐫𝐦𝐚𝐧𝐞𝐧𝐭𝐞 (𝐂𝐂𝐏) dos Sindicatos e Associações das Forças e Serviços de Segurança — estrutura que congrega as maiores organizações do setor: ASPP/PSP, APG/GNR, SNCGP, ASF/ASAE e ASPPM — vem por este meio informar o seguinte:

Relembramos todos os profissionais que a nossa luta contra o corte nas pensões de reforma continua em marcha e com passos firmes. Depois do protesto de 16 de abril de 2026, onde entregámos uma carta sobre este assunto na residência oficial do Primeiro-Ministro, avançámos para a Assembleia da República. Graças ao esforço coletivo, conseguimos reunir 12 000 assinaturas e, no dia 12 de maio, a nossa delegação entregou formalmente a petição no Parlamento, tendo sido recebida pelo Vice-Presidente da Assembleia da República.

Informamos agora que a nossa petição foi oficialmente admitida pela Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão no passado dia 27 de maio. Este é um passo muito importante, pois obriga o poder político a olhar para as nossas reivindicações. Os próximos passos já estão definidos pelas regras do Parlamento e vão incluir a audição dos subscritores da petição, seguida do debate e da votação em plenário pelos deputados.

Entretanto, a 𝐂𝐂𝐏 vai iniciar contactos com os diferentes grupos parlamentares. O objetivo é sensibilizar todos os partidos para a injustiça da lei atual e apelar ao voto favorável de cada um deles quando o documento for a votação. Não vamos baixar os braços nem esperar passivamente.

A 𝐂𝐂𝐏 vai reunir-se muito em breve para planear novas ações e garantir que a voz das Forças e Serviços de Segurança continua a ser ouvida com firmeza e união até que os nossos direitos sejam respeitados.

O Secretariado da 𝐂𝐂𝐏

𝐎 𝐝𝐢𝐚́𝐥𝐨𝐠𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐭𝐫𝐮𝐭𝐢𝐯𝐨 𝐠𝐞𝐫𝐚 𝐫𝐞𝐬𝐮𝐥𝐭𝐚𝐝𝐨𝐬A 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐒𝐢𝐧𝐝𝐢𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐨𝐬 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐚 𝐏𝐨𝐥𝐢́𝐜𝐢𝐚 (𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏) agradece à Câmara...
19/06/2026

𝐎 𝐝𝐢𝐚́𝐥𝐨𝐠𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐭𝐫𝐮𝐭𝐢𝐯𝐨 𝐠𝐞𝐫𝐚 𝐫𝐞𝐬𝐮𝐥𝐭𝐚𝐝𝐨𝐬

A 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐒𝐢𝐧𝐝𝐢𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐨𝐬 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐚 𝐏𝐨𝐥𝐢́𝐜𝐢𝐚 (𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏) agradece à Câmara Municipal de Angra do Heroísmo (CMAH), na pessoa da Exma. Sra. Presidente, Fátima Amorim, pela celeridade e amabilidade na resolução da questão dos serviços remunerados que se encontravam em atraso desde dezembro.

Graças à abertura e ao compromisso demonstrados pela autarquia, o processo de pagamento já foi formalmente iniciado e ficou garantido o esforço para que a situação não se repita.

Acreditamos que o poder local e as instituições ganham sempre mais quando trabalham em parceria e cumprem com quem garante a segurança de todos. Este é o exemplo de boa prática, diálogo e respeito que gostaríamos de ver replicado em todo o país. Garantir os direitos dos polícias é, também, valorizar a segurança dos cidadãos.

A 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏 continuará empenhada na defesa intransigente dos profissionais da PSP, com especial atenção às exigências e especificidades do contexto insular.


O Comando Metropolitano do Porto da PSP disse esta quinta-feira à Lusa que está a tentar “perceber o alcance das reivind...
19/06/2026

O Comando Metropolitano do Porto da PSP disse esta quinta-feira à Lusa que está a tentar “perceber o alcance das reivindicações” dos efetivos da Divisão de Investigação Criminal (DIC) para poder “de forma legal e uniforme” encontrar soluções.

“O Comando Metropolitano do Porto da PSP tem estado em reuniões com o efetivo da DIC para perceber o alcance das reivindicações e poder, de forma legal e uniforme, para o resto do dispositivo, encontrar as melhores soluções”, respondeu aquele Comando quando questionado sobre o anúncio de uma concentração anunciada pela Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP).

Na quarta-feira, a ASPP/PSP anunciou a convocação de uma concentração à porta do Comando Metropolitano do Porto a 13 de julho, enquanto estiver a decorrer uma reunião a propósito de queixas de “escravatura” na DIC do Porto.

“Já passou muito tempo, os colegas continuam saturados e cansados com este regime de piquetes. Nós demos aqui algumas tréguas, no sentido não literal, para ver se havia aqui algum tempo para a resolução do problema e nada foi feito”, denunciou à Lusa o presidente deste sindicato, Paulo Santos, após um plenário, na quarta-feira, que juntou 70 polícias de investigação criminal do Porto.

Em causa estão várias queixas de elementos da DIC do Porto, que acusam o Comando Distrital do Porto de “escravatura” ao obrigá-los a cumprir prevenções e piquetes “sem serem pagos”.

Sobre a reunião, o sindicalista disse esperar que seja aceite a sua proposta para a implantação de um regime de turnos sem que seja necessário recorrer aos piquetes.

Paulo Santos anunciou ainda que os agentes vão concentrar-se à porta do comando, no Largo Primeiro de Dezembro, e, se não for aceite a proposta do sindicato, “vão partir para formas de luta mais contundentes nesse mesmo dia”, avançou Paulo Santos, sem revelar mais pormenores.

A 12 de fevereiro, também após um plenário de elementos daquela divisão, Paulo Santos acusou o comando de ter “pouca disponibilidade” para dialogar.

“Estamos a falar de escravatura, estamos aqui a falar de polícias que estão a ser chamados a trabalhar mais horas, num regime de trabalho que é organizado pela própria Polícia de Segurança Pública, mas que depois empurra os polícias a fazer piquetes sem serem pagos“, afirmou.

E continuou: “E estamos aqui, também, a falar de um regime de prevenção, que está estipulado na lei, mas que, na PSP [no Porto], o que se pretende fazer com as polícias é que estejam de prevenção sem serem compensados por isso monetariamente”.

Segundo explicou à data à Lusa Paulo Santos, quando um agente está de prevenção tem que “f**ar disponível para eventuais necessidades do serviço e com isso f**a condicionado na sua vida particular sem que seja, depois, compensado”.

Paulo Santos salientou que aquela situação, “noutras instituições, é paga” e que, “na PSP, uma vez mais, decide-se não avançar com essa compensação que decorre da lei”.




https://www.google.com/url?rct=j&sa=t&url=https://observador.pt/2026/06/18/comando-da-psp-do-porto-diz-estar-a-tentar-perceber-queixas-dos-agentes-da-dic/&ct=ga&cd=CAEYACoTNDAyNzI2OTg2OTk2MTYwMTIxMjIbZGY1NzFhMmU5ODcwNjY0NzpwdDpwdDpQVDpS&usg=AOvVaw1iUDO3WclqDy0PTFJe-KHN

𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐒𝐢𝐧𝐝𝐢𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐨𝐬 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐬 𝐏𝐨𝐥𝐢̄𝐜𝐢𝐚 (𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏) 𝐚𝐥𝐞𝐫𝐭𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐟𝐚𝐥𝐭𝐚 𝐝𝐞 𝐚𝐠𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬Para Paulo Santos, a realidad...
19/06/2026

𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐒𝐢𝐧𝐝𝐢𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐨𝐬 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐬 𝐏𝐨𝐥𝐢̄𝐜𝐢𝐚 (𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏) 𝐚𝐥𝐞𝐫𝐭𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐟𝐚𝐥𝐭𝐚 𝐝𝐞 𝐚𝐠𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬

Para Paulo Santos, a realidade dos Açores e da Madeira tem de ser colocada como prioridade na PSP

O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) alertou hoje para a falta de efetivos e de condições das esquadras nos Açores, admitindo promover ações de luta, em setembro, se não tiver respostas do Governo.

"Se há falta de efetivo na PSP a nível nacional, nota-se, claramente, mais dificuldades nos Açores. Constatámos polícias a trabalhar sozinhos nas esquadras. Tivemos informações graves de que há colegas da PSP a ir a ocorrências sozinhos, o que compromete a segurança do próprio e também da comunidade", afirmou, em declarações à Lusa, o presidente do ASPP, Paulo Santos.

O dirigente sindical esteve, esta semana, na ilha Terceira, nos Açores, onde visitou esquadras e se reuniu com agentes da PSP, governantes e autarcas, entre outras entidades.

Paulo Santos disse que os problemas são comuns aos detetados nas esquadras do continente, mas nos Açores são sentidos "de uma forma mais aguda".

"Constatámos muitas esquadras com fracas condições de trabalho, aliás, tanto ao nível da falta de efetivo como das esquadras. Tivemos a oportunidade de conversar com autarcas e os próprios autarcas dizem que, efetivamente, não se vê polícia na rua, veem-se polícias isolados, e admitem que as esquadras são fracas", enumerou.

A ASPP alertou também para a discriminação dos agentes da PSP dos Açores, que continuam sem ter acesso ao suplemento de insularidade e ao suplemento dos operadores de 112.

Segundo o presidente da associação sindical, a falta de agentes da PSP e a degradação das esquadras têm vindo a agravar-se nos últimos "dois a três anos" no arquipélago, sem respostas do Governo da República.

"O contexto a que nós assistimos é grave e não vemos do lado do Governo central, que é quem tem a responsabilidade de gerir a segurança interna, vontade política de resolver esses problemas. E vemos, por vezes, autarcas a reconhecer estas anomalias, a tentar ajudar, mas também com muita burocracia. E vemos também os colegas numa situação de isolamento. Isto preocupa-nos imenso", salientou.

Se não obtiver respostas do Governo da República, o dirigente da ASPP admitiu regressar aos Açores em setembro e "encetar um conjunto de lutas e protestos nas ilhas".

"Temos de ter a noção de que a PSP está com muita dificuldade de atrair jovens. Os candidatos não aparecem, os concursos têm f**ado abaixo das necessidades. E principalmente quando temos os gestores em Lisboa, a dimensão insular f**a ainda mais secundarizada", apontou.

Para Paulo Santos, a realidade dos Açores e da Madeira tem de ser colocada como prioridade na PSP.

"O que nos preocupa mesmo é a segurança dos próprios elementos policiais nos Açores, porque não podemos admitir que os polícias trabalhem isolados, não podemos admitir que os polícias dos Açores continuem a perder folgas porque o efetivo é escasso", alertou.

O sindicalista disse que a criação da Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras (UNEF) nos aeroportos veio agravar a falta de agentes, reiterando o apelo ao reforço do efetivo nas esquadras.

"Não posso dizer se 100 polícias eram muito ou 200 eram muito. Sabemos é que o quadro que existe atualmente para as esquadras e para os aeroportos e aerogares é insuficiente para aquilo que são as nossas necessidades", adiantou.

Paulo Santos admitiu que há esquadras em risco de fechar, por falta de efetivos e de condições físicas, dando como exemplo a esquadra dos Biscoitos, no concelho da Praia da Vitória.

"Sabemos que há aqui uma janela de oportunidade por parte do Governo para encerrar essa esquadra, mas nós não queremos que encerre, tal como o seu presidente da junta. Queremos, sim, que haja mais reforço do efetivo e a melhoria das condições de trabalho", vincou.

Também o deputado do PSD eleito pelos Açores à Assembleia da República Paulo Moniz apelou ao reforço de agentes da PSP nas esquadras da região, no âmbito de uma audição do ministro da Administração Interna, na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, na quarta-feira.

"Sabemos que houve o reforço de 30 agentes para a segurança aeroportuária, o que consideramos importante, mas queremos deixar o alerta para manter esta prioridade, porque, de facto, a dispersividade geográf**a das diversas ilhas torna a alocação dos efetivos num exercício com características diferentes, na sua mobilização e cooperação, no dia-a-dia, face ao restante território nacional", afirmou o deputado social-democrata, citado em comunicado de imprensa.

Dnotícias - Madeira 19.06.2026




Para Paulo Santos, a realidade dos Açores e da Madeira tem de ser colocada como prioridade na PSP

A 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐒𝐢𝐧𝐝𝐢𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐨𝐬 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐚 𝐏𝐨𝐥𝐢̄𝐜𝐢𝐚 (𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏), aproveitando a realização da Sessão de Esclarecimento ...
18/06/2026

A 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐒𝐢𝐧𝐝𝐢𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐨𝐬 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐚 𝐏𝐨𝐥𝐢̄𝐜𝐢𝐚 (𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏), aproveitando a realização da Sessão de Esclarecimento no COMETLIS (DSI - Alcântara), distinguiu os associados 𝑳𝒖𝒊́𝒔 𝑪𝒐𝒔𝒕𝒂 e 𝑴𝒂́𝒓𝒊𝒐 𝑨𝒍𝒗𝒆𝒔 com diplomas e pins (25 e 10 anos, respetivamente), como símbolo de orgulho, dedicação e fidelização à 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏.

A 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏 felicita os distinguidos e agradece a confiança contínua!


𝔸 𝕕𝕖𝕔𝕠𝕣𝕣𝕖𝕣... A 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐒𝐢𝐧𝐝𝐢𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐨𝐬 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐚 𝐏𝐨𝐥𝐢̄𝐜𝐢𝐚 (𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏) está reunida numa sessão de esclareciment...
18/06/2026

𝔸 𝕕𝕖𝕔𝕠𝕣𝕣𝕖𝕣...

A 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐒𝐢𝐧𝐝𝐢𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐨𝐬 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐚 𝐏𝐨𝐥𝐢̄𝐜𝐢𝐚 (𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏) está reunida numa sessão de esclarecimento com os profissionais do Comando Metropolitano de Lisboa (COMETLIS), concretamente na DSI em Alcântara, na zona ribeirinha (Rua da Cintura do Porto de Lisboa).

O Presidente da 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏, 𝐏𝐚𝐮𝐥𝐨 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐨𝐬, acompanhado pelo secretário nacional, dirigentes e delegados sindicais, a escutar as preocupações e a prestar todos os esclarecimentos necessários sobre os dossiers reivindicativos em curso.

Estas sessões são abertas a 𝐓𝐨𝐝𝐨𝐬 os polícias, independentemente da tua condição ou filiação sindical, num momento em que a união e a informação são fundamentais para enfrentar os desafios crescentes da nossa profissão.

A informação é a nossa melhor ferramenta contra a desinformação, e só através do conhecimento direto garantimos que os nossos direitos sejam respeitados e defendidos.

Não deixemos que decidam por nós!


18/06/2026

𝐀𝐥𝐞𝐫𝐭𝐚 𝐝𝐚 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏 𝐬𝐨𝐛𝐫𝐞 𝐚 𝐬𝐞𝐠𝐮𝐫𝐚𝐧𝐜̧𝐚 𝐧𝐨𝐬 𝐀𝐜̧𝐨𝐫𝐞𝐬

Declarações de 𝐏𝐚𝐮𝐥𝐨 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐨𝐬, presidente da 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏 à RTP Açores

O presidente do sindicato, 𝐏𝐚𝐮𝐥𝐨 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐨𝐬, avisa que a falta de polícias e o isolamento dos agentes nos seus locais de trabalho estão a atingir níveis preocupantes. Para além disso, a falta de viaturas operacionais e a ausência de novos jovens a concorrer para a polícia estão a esvaziar a instituição, que agora também tem de assumir o controlo das fronteiras.

A 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏 defende que a responsabilidade de dar condições e meios de trabalho à polícia é do Governo Central, e não apenas dos governos regionais ou das câmaras municipais.


ℍ𝕠𝕛𝕖❕ℕ𝕒̃𝕠 𝕗𝕒𝕝𝕥𝕖𝕤❗A 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐒𝐢𝐧𝐝𝐢𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐨𝐬 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐚 𝐏𝐨𝐥𝐢̄𝐜𝐢𝐚 (𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏) marcará presença numa sessão de esclar...
18/06/2026

ℍ𝕠𝕛𝕖❕ℕ𝕒̃𝕠 𝕗𝕒𝕝𝕥𝕖𝕤❗

A 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐒𝐢𝐧𝐝𝐢𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐨𝐬 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐚 𝐏𝐨𝐥𝐢̄𝐜𝐢𝐚 (𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏) marcará presença numa sessão de esclarecimento aos profissionais do Comando Metropolitano de Lisboa (COMETLIS) — ▪️ concretamente na DSI em Alcântara, na zona ribeirinha (na Rua da Cintura do Porto de Lisboa).

▪️O evento realizar-se-á no dia 18 de junho de 2026, às 10:30.

⚠️ Estas sessões são abertas a todos os polícias, independentemente da sua condição ou filiação sindical, num momento em que a união e a informação são fundamentais para enfrentar os desafios crescentes da nossa profissão.

Estará presente o Presidente da 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏, 𝐏𝐚𝐮𝐥𝐨 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐨𝐬, acompanhado por dirigentes e delegados sindicais. Esta equipa estará totalmente disponível para auscultar as preocupações e prestar todos os esclarecimentos necessários sobre os dossiers reivindicativos em curso.

A informação é a nossa melhor ferramenta de defesa contra a desinformação. Só através do conhecimento direto poderemos garantir que os nossos direitos sejam respeitados e que a nossa dignidade profissional seja defendida com eficácia.

⚠️ Faz uso do teu direito consignado no Artigo 27.º da Lei n.º 14/2002 para participar nestas sessões.

Não deixes que decidam por ti. Mantém-te esclarecido, 𝐂𝐎𝐌𝐏𝐀𝐑𝐄𝐂𝐄❗


𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏 𝐩𝐫𝐞𝐬𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐧𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐦𝐞𝐦𝐨𝐫𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐝𝐨 152.º | 𝐀𝐧𝐢𝐯𝐞𝐫𝐬𝐚́𝐫𝐢𝐨 𝐝𝐨 𝐂𝐃 𝐝𝐞 𝐋𝐞𝐢𝐫𝐢𝐚 A 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐒𝐢𝐧𝐝𝐢𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐨𝐬 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐝...
18/06/2026

𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏 𝐩𝐫𝐞𝐬𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐧𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐦𝐞𝐦𝐨𝐫𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐝𝐨 152.º | 𝐀𝐧𝐢𝐯𝐞𝐫𝐬𝐚́𝐫𝐢𝐨 𝐝𝐨 𝐂𝐃 𝐝𝐞 𝐋𝐞𝐢𝐫𝐢𝐚

A 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐒𝐢𝐧𝐝𝐢𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐨𝐬 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐚 𝐏𝐨𝐥𝐢̄𝐜𝐢𝐚 (𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏) informa que, na sequência do convite endereçado por Sua Excelência o Diretor Nacional da Polícia de Segurança Pública, Superintendente-Chefe Luís Miguel Ribeiro Carrilho, se fez representar pelo seu dirigente, 𝐑𝐮𝐢 𝐆𝐚𝐬𝐩𝐚𝐫, nas comemorações institucionais do Comando Distrital de Leiria.
O evento, que assinalou ontem, 17.06.2026, este aniversário, teve lugar no Auditório José Vareda, na Marinha Grande.

A 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏 felicita todos os profissionais e pessoal civil que servem neste Comando Distrital, deixando uma palavra de especial reconhecimento e apreço aos seus associados.

A Direção da 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏


A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) vai convocar uma concentração à porta do Comando Metropoli...
17/06/2026

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) vai convocar uma concentração à porta do Comando Metropolitano do Porto a 13 de julho, enquanto estiver a decorrer uma reunião a propósito de queixas de “escravatura” na Divisão de Investigação Criminal (DIC) do Porto.

“Já passou muito tempo, os colegas continuam saturados e cansados com este regime de piquetes. Nós demos aqui algumas tréguas, no sentido não literal, para ver se havia aqui algum tempo para a resolução do problema e nada foi feito”, denunciou esta quarta-feira à Lusa o presidente deste sindicato, Paulo Santos, após um plenário que juntou 70 polícias de investigação criminal do Porto.

Em causa estão várias queixas de elementos do DIC do Porto, que acusam o Comando Distrital do Porto de “escravatura” ao obrigá-los a cumprir prevenções e piquetes “sem serem pagos”.

O sindicalista revelou que o Comando Metropolitano do Porto marcou uma reunião para 13 de julho, às 10h00, em que a ASPP/PSP espera que seja aceite a sua proposta para que seja estabelecido um regime de turnos sem que seja necessário recorrer aos piquetes.

Durante a reunião, estes agentes vão concentrar-se à porta do comando, no Largo Primeiro de Dezembro, e, se não for aceite a proposta do sindicato, “vão partir para formas de luta mais contundentes nesse mesmo dia”, avançou Paulo Santos, sem revelar mais pormenores.

A 12 de fevereiro, também após um plenário de elementos daquela divisão, Paulo Santos acusou o comando de ter “pouca disponibilidade” para dialogar.

“Estamos a falar de escravatura, estamos aqui a falar de polícias que estão a ser chamados a trabalhar mais horas, num regime de trabalho que é organizado pela própria Polícia de Segurança Pública, mas que depois empurra os polícias a fazer piquetes sem serem pagos“, afirmou.

E continuou: “E estamos aqui, também, a falar de um regime de prevenção, que está estipulado na lei, mas que, na PSP [no Porto], o que se pretende fazer com os polícias é que estejam de prevenção sem serem compensados por isso monetariamente”.

Segundo explicou à data à Lusa Paulo Santos, quando um agente está de prevenção tem que “f**ar disponível para eventuais necessidades do serviço e com isso f**a condicionado na sua vida particular sem que seja, depois, compensado”.

Paulo Santos salientou que aquela situação, “noutras instituições, é paga” e que, “na PSP, uma vez mais, decide-se não avançar com essa compensação que decorre da lei”.

A Lusa questionou o Comando Metropolitano e aguarda resposta.



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