26/04/2026
Casa Regional de Ferreira do Zêzere - 89 anos em 26 de Abril de 2026: confraternização, celebração e momentos de reflexão, com pronúncias de sentir profundo e atenção de todos com silenciosa comunhão de ideais, sobre o regionalismo passado, presente e expectável nas oratórias de Pais de Almeida (Tábua), Sandra Nunes (Alvaiázere), Olga Silva (Castro Daire), Carlos Manuel (Arganil e ACRL), Joaquim Cerqueira de Brito (Junta de Freguesia de Marvila, sem esquecer Arcos de Valdevez, onde cresceu e se fez). Esta consciência de orgulho nas tradições e na identidade de Portugal, de todos os que chegaram a Lisboa para criar valor e em conjunto viver paixão e amor, sentiu-se nas exposições dos representamtes da cultura em Ferreira do Zêzere e em Lisboa, nos presidentes de juntas de freguesia de Pontinha e Famoes e de Ferreira do Zêzere, em Artur Botão (da ACCL, também aniversariante - 26 anos em 2026) e naturalmente em Anabela Garcez Antunes e Bruno Gomes, como lideres dos Ferreirenses de cá e de lá, a remar para o mesmo lado, para que o ano 90° seja condignamente celebrado sempre com ênfase no passado. As direções das casas de Arcos de Valdevez, Tomar, Gouveia não puderam estar mas deixaram mensagens à Direção da CRFZ e a todos os presentes, transmitindo-lhe a força anímica e solitária para a luta regionalista (cada vez mais exigente). A Dra Laurentina Pereira transmitiu o apoio do Município de Lisboa para os Ferrrirenses e para todos os que se sentem Lisboetas e Portugueses, sem esquecer as suas origens.Quando uma Casa Regional celebra mais um ano de vida, sente em cada congénere presente a solidariedade querida, pois vivendo sobretudo para os seus, gosta de quem a está vendo e consigo está no mesmo movimento. Portugal é um lindo Lego em que cada concelho é uma indispensável peça. Um evento regionalista (aniversário) tem mais notoriedade quanto maior for o número de peças na sua identidade. A vida está difícil para as casas regionais, para as autarquias, para as empresas e para os cidadãos, ontem, como hoje e amanhã, mas, tudo se resolve melhor quando mais apertado for o aperto de mão e houver mais a dar a mão