Sindicato dos Funcionários Judiciais

Sindicato dos Funcionários Judiciais Associação Sindical

⚖️👉 𝐏𝐚𝐜𝐢𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐉𝐨́ - 𝐂𝐨𝐫𝐫𝐞𝐢𝐨 𝐝𝐚 𝐉𝐮𝐬𝐭𝐢𝐜̧𝐚 - 𝐂𝐌𝐉𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥Justiça segue coxa e a mancar, mas não paralisada, porque os Ofici...
17/06/2026

⚖️👉 𝐏𝐚𝐜𝐢𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐉𝐨́ - 𝐂𝐨𝐫𝐫𝐞𝐢𝐨 𝐝𝐚 𝐉𝐮𝐬𝐭𝐢𝐜̧𝐚 - 𝐂𝐌𝐉𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥

Justiça segue coxa e a mancar, mas não paralisada, porque os Oficiais de Justiça a seguram todos os dias. Enquanto se discute o tempo de serviço de outras carreiras, nós continuamos com mais de 7 anos congelados, progressões suspensas, avaliações sem calendário, decisões do Tribunal Constitucional por cumprir, sentenças para pagamento aos funcionários com mais de 3 anos por pagar.
É uma incapacidade estrutural, e a própria DGAJ admite que "estão colocados nos tribunais de primeira instância menos meios humanos do que o necessário face ao volume processual", mas nada muda. O princípio da igualdade
não é decorativo: é constitucional e aplica-se a todos, mesmo a uma carreira pequena em número, mas essencial ao funcionamento dos tribunais.
Se a Justiça está hoje parcialmente paralisada por falta de pessoal e excesso de carga, o Governo deve ponderar o que quer que aconteça após as férias judiciais. Porque, se o respeito continuar ausente, até o pouco que ainda funciona pode deixar de funcionar. A paciência tem limites, e os nossos estão a esgotar-se. Quando se esgotarem de vez, a Justiça sentirá a diferença.

Justiça segue coxa e a mancar, mas não paralisada, porque os Oficiais de Justiça a seguram todos os dias. Enquanto se discute o tempo de serviço de outras carreiras, nós continuamos com mais de 7 anos congelados, progressões suspensas, avaliações sem calendário, decisões do Tribunal Consti...

⚖️👉 𝐀𝐮𝐭𝐨𝐧𝐨𝐦𝐢𝐚, 𝐉𝐮𝐬𝐭𝐢𝐜̧𝐚 𝐞 𝐚 𝐑𝐞𝐩𝐮́𝐛𝐥𝐢𝐜𝐚 – 𝐃𝐍 𝐌𝐚𝐝𝐞𝐢𝐫𝐚Meio século depois da consagração da Autonomia Politica e Administrat...
11/06/2026

⚖️👉 𝐀𝐮𝐭𝐨𝐧𝐨𝐦𝐢𝐚, 𝐉𝐮𝐬𝐭𝐢𝐜̧𝐚 𝐞 𝐚 𝐑𝐞𝐩𝐮́𝐛𝐥𝐢𝐜𝐚 – 𝐃𝐍 𝐌𝐚𝐝𝐞𝐢𝐫𝐚

Meio século depois da consagração da Autonomia Politica e Administrativa da Madeira, a Região tem razões para celebrar. Mas também há razões para refletir. Celebrar a Autonomia é recordar uma conquista democrática; refletir sobre ela é perguntar se as instituições que a sustentam estão fortes. A autonomia madeirense nasceu para aproximar a decisão política dos cidadãos e criar condições para o desenvolvimento económico e social da Região. Importa, por isso, recordar que a estabilidade institucional não depende apenas dos órgãos políticos. Depende também do regular funcionamento dos órgãos de soberania, em particular dos tribunais. A visita do Presidente da República à Madeira, para além de um ato simbólico, deve constituir, também, uma oportunidade para olhar para a robustez do Estado de Direito. A Autonomia vive da confiança dos cidadãos, da segurança jurídica e de tribunais capazes de responder em tempo útil. Muitos países europeus compreenderam esta realidade e apostaram nos profissionais que asseguram a máquina judiciária, reforçando a sua qualificação, autonomia técnica e progressão profissional. Em Portugal, essa reforma continua adiada, apesar dos sucessivos alertas, incluindo da Comissão Europeia. A Constituição confere ao Presidente da República a missão de assegurar o regular funcionamento das instituições democráticas. A sua magistratura de influência pode, por isso, ser decisiva para sensibilizar o Governo para a urgência de uma reforma estrutural da carreira dos oficiais de justiça. Sem profissionais valorizados, motivados e com perspetivas dignas, os tribunais continuarão a enfrentar dificuldades crescentes de recrutamento e retenção, colocando em causa um órgão de soberania. A valorização da carreira continua insuficiente para recuperar décadas de perda de atratividade e desinvestimento. A crescente complexidade dos tribunais exige competências técnicas especializadas, capazes de responder à digitalização, à cooperação judiciária internacional e à exigência dos cidadãos. No território insular, onde a proximidade das instituições é decisiva, a eficiência dos tribunais é fator de estabilidade social, de confiança pública e de desenvolvimento regional. Ao celebrarmos meio século de Autonomia, importa recordar uma verdade simples: não existe autonomia plena sem instituições fortes, nem instituições fortes sem profissionais valorizados. Porque uma Justiça forte não se faz apenas de magistrados, advogados e leis. Faz-se também, todos os dias, em cada secretaria, em cada diligência, em cada processo, dos oficiais de justiça que asseguram, muitas vezes em silêncio, o funcionamento real dos tribunais e servem o Estado de Direito onde ele mais se concretiza: na sua relação com os cidadãos.

Meio século depois da consagração da Autonomia Politica e Administrativa da Madeira, a Região tem razões para celebrar. Mas também há razões para refletir. Celebrar a Autonomia é recordar uma conquista democrática; refletir sobre ela é perguntar se as instituições que a sustentam estão...

⚖️👉 𝐎𝐬 𝐭𝐫𝐢𝐛𝐮𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐧𝐚̃𝐨 𝐬𝐚̃𝐨 𝐧𝐮́𝐦𝐞𝐫𝐨𝐬 - 𝐂𝐨𝐫𝐫𝐞𝐢𝐨 𝐝𝐚 𝐉𝐮𝐬𝐭𝐢𝐜̧𝐚 - 𝐂𝐌𝐉𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥A Justiça enfrenta hoje desafios que exigem visão, p...
10/06/2026

⚖️👉 𝐎𝐬 𝐭𝐫𝐢𝐛𝐮𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐧𝐚̃𝐨 𝐬𝐚̃𝐨 𝐧𝐮́𝐦𝐞𝐫𝐨𝐬 - 𝐂𝐨𝐫𝐫𝐞𝐢𝐨 𝐝𝐚 𝐉𝐮𝐬𝐭𝐢𝐜̧𝐚 - 𝐂𝐌𝐉𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥

A Justiça enfrenta hoje desafios que exigem visão, planeamento e capacidade de adaptação. A evolução tecnológica, a digitalização e o surgimento de novas ferramentas, incluindo a inteligência artificial, vieram abrir oportunidades que não podem ser ignoradas. Mas, por mais sofisticada que seja a tecnologia, continua a ser impossível medir numa folha de cálculo a experiência, o discernimento e o conhecimento acumulado de quem assegura diariamente o funcionamento da Justiça. Num momento em que é reconhecida a existência de reflexões sobre uma eventual revisão dos mapas de pessoal dos tribunais, importa colocar algumas questões. Que critérios foram utilizados? Que impacto foi atribuído à evolução tecnológica? Que peso teve o envelhecimento da carreira? Que realidade foi encontrada? E, sobretudo, quem participou nessa reflexão? Um mapa de pessoal não é apenas uma tabela administrativa. Traduz-se em capacidade de resposta, organização dos serviços, condições de trabalho e proximidade com os cidadãos. Modernizar a Justiça é uma necessidade. Mas nenhuma reforma produzirá os resultados desejados se olhar apenas para os números e esquecer as pessoas.

A Justiça enfrenta hoje desafios que exigem visão, planeamento e capacidade de adaptação. A evolução tecnológica, a digitalização e o surgimento de novas ferramentas, incluindo a inteligência artificial, vieram abrir oportunidades que não podem ser ignoradas. Mas, por mais sofisticada que...

👉 𝐗𝐗𝐗 𝐂𝐨𝐧𝐯𝐢́𝐯𝐢𝐨 𝐍𝐚𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥 𝐝𝐨 𝐒𝐅𝐉 – 𝟒 𝐝𝐞 𝐣𝐮𝐥𝐡𝐨 𝐝𝐞 𝟐𝟎𝟐𝟔O SFJ orgulha-se de, pela 30ª vez, organizar o seu tradicional Conví...
08/06/2026

👉 𝐗𝐗𝐗 𝐂𝐨𝐧𝐯𝐢́𝐯𝐢𝐨 𝐍𝐚𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥 𝐝𝐨 𝐒𝐅𝐉 – 𝟒 𝐝𝐞 𝐣𝐮𝐥𝐡𝐨 𝐝𝐞 𝟐𝟎𝟐𝟔

O SFJ orgulha-se de, pela 30ª vez, organizar o seu tradicional Convívio Nacional.

Este ano, o local escolhido é a QUINTA DA VALINHA – Pataias, Alcobaça, e terá lugar no dia 4 de julho de 2026.

INSCREVE-TE!

Inscrições até dia 23 de junho de 2026

O SFJ orgulha-se pela 30ª vez organizar o seu tradicional Convívio Nacional. Este ano o local escolhido é a QUINTA DA VALINHA – Pataias, Alcobaça, no dia 4 de julho de 2026. Inscrições até dia 23 de junho de 2026

Greve paralisa tribunais no AlgarveA greve geral teve forte impacto no setor da Justiça no Algarve, com cerca de 90% de ...
03/06/2026

Greve paralisa tribunais no Algarve

A greve geral teve forte impacto no setor da Justiça no Algarve, com cerca de 90% de adesão entre os oficiais de justiça. A maioria dos tribunais funcionou apenas com serviços mínimos, realizando apenas diligências urgentes relacionadas com arguidos detidos ou presos preventivos. Segundo o Sindicato dos Funcionários Judiciais, mais de 100 julgamentos e outras diligências foram adiados na região.

A greve geral teve forte impacto no setor da Justiça no Algarve, com cerca de 90% de adesão entre os oficiais de justiça. A maioria dos tribunais funcionou apenas com serviços mínimos, realizando apenas diligências urgentes relacionadas com arguidos detidos ou presos preventivos. Segundo o Sin...

Greve na Justiça adia julgamentos e fecha tribunaisGreve dos funcionários judiciais registou adesão de cerca de 80%, pro...
03/06/2026

Greve na Justiça adia julgamentos e fecha tribunais

Greve dos funcionários judiciais registou adesão de cerca de 80%, provocando o adiamento de milhares de diligências e julgamentos, incluindo o arranque da Operação Tempestade Perfeita, em Lisboa.

Greve dos funcionários judiciais registou adesão de cerca de 80%, provocando o adiamento de milhares de diligências e julgamentos, incluindo o arranque da Operação Tempestade Perfeita, em Lisboa.

⚖️👉 𝐀 𝐟𝐨𝐫𝐜̧𝐚 𝐝𝐢𝐬𝐜𝐫𝐞𝐭𝐚 𝐝𝐚 𝐉𝐮𝐬𝐭𝐢𝐜̧𝐚 - 𝐂𝐨𝐫𝐫𝐞𝐢𝐨 𝐝𝐚 𝐉𝐮𝐬𝐭𝐢𝐜̧𝐚 - 𝐂𝐌𝐉𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥Nos últimos dias, visitei tribunais e núcleos da Zona ...
03/06/2026

⚖️👉 𝐀 𝐟𝐨𝐫𝐜̧𝐚 𝐝𝐢𝐬𝐜𝐫𝐞𝐭𝐚 𝐝𝐚 𝐉𝐮𝐬𝐭𝐢𝐜̧𝐚 - 𝐂𝐨𝐫𝐫𝐞𝐢𝐨 𝐝𝐚 𝐉𝐮𝐬𝐭𝐢𝐜̧𝐚 - 𝐂𝐌𝐉𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥

Nos últimos dias, visitei tribunais e núcleos da Zona Centro. Em muitos, encontrei uma realidade que raramente chega às notícias: equipas reduzidas, por vezes só com uma ou duas pessoas, que continuam a assegurar o funcionamento da Justiça. São profissionais experientes, muitos com décadas de serviço, que conhecem o sistema, resolvem problemas, atendem cidadãos e garantem que os processos seguem o seu caminho. Em serviços cada vez mais reduzidos, continuam a encontrar soluções e a manter a Justiça próxima. Nos pequenos núcleos não há grandes estruturas nem multidões. Há resiliência, sentido de missão e um profundo compromisso com o serviço público. Quando um colega falta, os restantes encontram forma de responder. Quando surgem novos desafios, continuam a cumprir. Os oficiais de justiça são, muitas vezes, os rostos mais próximos da Justiça. Merecem ser ouvidos, valorizados e reconhecidos pelo trabalho que fazem todos os dias. A Justiça não vive apenas dos grandes tribunais. Vive também destes profissionais que, longe dos holofotes, continuam a garantir que o sistema funciona. Neles encontramos, todos os dias, a verdadeira força discreta da Justiça.

Nos últimos dias, visitei tribunais e núcleos da Zona Centro. Em muitos, encontrei uma realidade que raramente chega às notícias: equipas reduzidas, por vezes só com uma ou duas pessoas, que continuam a assegurar o funcionamento da Justiça. São profissionais experientes, muitos com décadas d...

Inscreva-se ainda vai a tempo! ate 1 de junho de 2026
31/05/2026

Inscreva-se ainda vai a tempo! ate 1 de junho de 2026

O SFJ está a organizar a I Caminhada SFJ - Rota das Avelãs de Cima - Anadia. Inscreve-te -

🏛️ Presidência da República | SFJ recebido em BelémEsta manhã, o Sindicato dos Funcionários Judiciais foi recebido pela ...
29/05/2026

🏛️ Presidência da República | SFJ recebido em Belém

Esta manhã, o Sindicato dos Funcionários Judiciais foi recebido pela assessoria jurídica do Presidente da República, no Palácio de Belém.

Foi uma reunião de trabalho exigente e substantiva, na qual o SFJ levou à Presidência da República a realidade vivida pelos oficiais de justiça: a dimensão humana da falta de profissionais, os constrangimentos crónicos do Citius, a lentidão dos sistemas, os problemas concretos colocados pelo Decreto-Lei n.º 27/2025, as questões constitucionais que nos preocupam e os pedidos que entendemos dever apresentar ao mais alto magistrado da Nação.

Porque a Justiça também é feita por pessoas.

E essas pessoas merecem ser ouvidas onde as decisões contam.

🇵🇹🇪🇺 O SFJ em MuniqueNo dia 22 de Maio, a Presidente do SFJ, Regina Soares, e a Vogal Joana Sousa representaram os ofici...
29/05/2026

🇵🇹🇪🇺 O SFJ em Munique

No dia 22 de Maio, a Presidente do SFJ, Regina Soares, e a Vogal Joana Sousa representaram os oficiais de justiça portugueses na reunião anual da EUR — European Union of Rechtspfleger, que decorreu no Tribunal Superior Regional de Munique, na Alemanha.

A EUR é uma organização europeia de referência na representação dos oficiais de justiça e dos profissionais judiciais com funções de elevada responsabilidade nos diferentes sistemas de Justiça da Europa.

O SFJ é o membro português desta organização e tem assento na sua Presidência, através da Vice-Presidente Regina Soares.

Na ordem de trabalhos estiveram temas decisivos para o futuro da profissão: a digitalização da Justiça, a inteligência artificial nos tribunais, a evolução das carreiras dos oficiais de justiça na Europa e o reforço da cooperação judiciária europeia.

O SFJ está onde se discutem os caminhos da Justiça europeia.

Os oficiais de justiça portugueses têm voz na Europa.

Endereço

Rua João Da Silva 24A/
Lisbon
1900-271LISBOA

Telefone

213514170

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Sindicato dos Funcionários Judiciais publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Organização

Envie uma mensagem para Sindicato dos Funcionários Judiciais:

Em destaque

Compartilhar