11/06/2026
“Queridos migrantes: antes de vos dizer qualquer outra palavra, quero inclinar-me perante a vossa dignidade. Não são números nem ficheiros. Sois pessoas com uma família e uma casa deixadas para trás, com sonhos que ninguém tem o direito de desprezar.”
Nesta mensagem, o Papa recorda algo essencial: ninguém pode ser reduzido a um processo, uma estatística ou um rótulo.
Cada pessoa migrante tem um nome, uma história, perdas, esperança e sonhos. E uma dignidade que deve ser sempre reconhecida e protegida.
O Papa sublinha também a importância da escuta, da proximidade e do compromisso de quem acolhe, lembrando que uma sociedade mais humana constrói-se quando escolhemos o encontro em vez da indiferença.
"A dignidade humana não tem passaporte, nem perde valor ao atravessar uma fronteira".