União dos Sindicatos de Lisboa - USL

União dos Sindicatos de Lisboa - USL Organização sindical de classe, unitária, democrática, independente e de massas.

A União dos Sindicatos de Lisboa orienta a sua acção pelos princípios da liberdade, da unidade, da democracia e da independência sindicais e da solidariedade entre todos os trabalhadores na luta pelo fim da exploração do homem pelo homem, sem qualquer discriminação.

PRODUÇÃO PAROU NA DAN CAKE EM PÓVOA DE SANTA IRIAOs trabalhadores da Dan Cake, em Póvoa de Santa Iria, pararam a produçã...
17/08/2026

PRODUÇÃO PAROU NA DAN CAKE EM PÓVOA DE SANTA IRIA

Os trabalhadores da Dan Cake, em Póvoa de Santa Iria, pararam a produção no dia 14 de agosto, numa greve por melhores salários e melhores condições de trabalho.

Convocada pelo SINTAB/CGTP-IN, a greve dá continuidade à luta dos trabalhadores perante a falta de resposta da administração às suas reivindicações. No final de julho, o sindicato solicitou uma reunião à empresa, mas continua a ser necessária uma verdadeira abertura do processo de negociação que permita resolver os problemas sentidos diariamente pelos trabalhadores.

Entre as principais reivindicações estão:

✊ Valorização salarial, considerando claramente insuficiente o aumento de apenas 10 euros em 2026;
✊ Melhores condições de trabalho, nomeadamente perante as elevadas temperaturas na unidade fabril e a necessidade de equipamento adequado ao calor;
✊ Disponibilização de água potável;
✊ Respeito pelas faltas justificadas e pelas idas ao médico;
✊ Pagamento do subsídio de turno;
✊ Cumprimento integral do Contrato Coletivo de Trabalho da Confeitaria e da Pastelaria;
✊ Revisão do atual sistema de avaliação.

Perante a ausência de respostas, o SINTAB levou também a denúncia à Biscuit International, acionista francesa da Dan Cake, através de uma carta onde expõe a situação vivida pelos trabalhadores.

Os trabalhadores estão unidos e não desistem de lutar pelos seus direitos, por salários dignos e por condições de trabalho adequadas.

GOVERNO QUER CONDICIONAR LICENÇA PARENTAL A PARTILHA OBRIGATÓRIA VAI ENFRENTAR FORTE CONTESTAÇÃOA CIMH/CGTP-IN rejeita a...
25/07/2026

GOVERNO QUER CONDICIONAR LICENÇA PARENTAL A PARTILHA OBRIGATÓRIA VAI ENFRENTAR FORTE CONTESTAÇÃO

A CIMH/CGTP-IN rejeita a posição da Ministra do Trabalho sobre a imposição de partilha obrigatória da licença parental para acesso ao pagamento a 100%, acusando o Governo de contrariar uma lei aprovada no Parlamento, ignorar desigualdades reais entre mulheres e homens e pôr em causa direitos fundamentais das famílias.

*POSIÇÃO PÚBLICA*

NÃO, SENHORA MINISTRA!

A Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens - CIMH/CGTP-IN rejeita veementemente a opinião expressa pela Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, na audição realizada ontem, na Assembleia da República, acerca da imposição legal de partilha obrigatória na licença parental inicial, como condição para aceder ao subsídio a 100% ou a período alargado da licença.

Esta posição governamental contraria o Projecto-Lei, aprovado na Assembleia da República, em Janeiro deste ano, com os votos a favor de todos os partidos e a abstenção do PSD e do CDS-PP, e que resultou de uma Iniciativa de Cidadãos com mais de 42 mil assinaturas.

Foi assim aprovado, na generalidade, o alargamento da licença parental inicial até aos 180 dias, com remuneração a 100%, independentemente da partilha entre progenitores, para entrar em vigor com a aprovação do Orçamento do Estado para 2027.

A posição da Ministra é absolutamente inaceitável, porque:

- Ignora (intencionalmente) as desigualdades que afectam as mulheres - mais precariedade laboral, menores salários, mais tempo gasto nas tarefas domésticas e de cuidado, maioria das famílias monoparentais - e que, enquanto estas não forem erradicadas, não há licença "obrigatória" que garanta a igualdade ou a partilha igualitária de responsabilidades familiares;

- Considera o Projecto-Lei aprovado financeiramente insustentável em 2026, quando o próprio diploma prevê a sua entrada em vigor apenas com o Orçamento de Estado para 2027, e usa o argumento de que será demasiado oneroso garantir a licença parental paga a 100% independentemente da partilha, alegando que a licença obrigatoriamente partilhada proposta pelo Governo (também paga a 100%) implicará menos esforço financeiro - o que implica contas no mínimo muito estranhas;

- Coloca em causa a amamentação exclusiva até aos 6 meses da criança, como recomenda a Organização Mundial da Saúde, e que o Projecto- Lei aprovado assume como um dos seus objectivos centrais.

A igualdade puramente formal defendida pela Ministra, que ignora as reais condições de trabalho e de vida das pessoas e das famílias, e sobretudo das mulheres trabalhadoras, é o maior obstáculo à realização do princípio da igualdade entre mulheres e homens que a lei e a Constituição consagra.

Esta posição da Ministra é verdadeiramente perversa e completamente inaceitável, porque ignora as causas da discriminação e da desigualdade, contribuindo ao invés para agravar as suas consequências.

Se o Governo persistir neste caminho, após a derrota do pacote laboral através da luta, será com novas lutas que irá contar!

A CIMH/CGTP-IN defende o reforço dos direitos de parentalidade e o equilíbrio entre o trabalho e a vida familiar, o alargamento da licença parental inicial e o seu pagamento a 100%, independentemente da sua duração e da sua forma de partilha, de forma a garantir o princípio da igualdade e dar aos progenitores plena liberdade de escolha.

CIMH/CGTP-IN
23 Julho 2026

24/07/2026
23/07/2026
🕊️ A União dos Sindicatos de Lisboa esteve presente ontem, na Casa do Alentejo, em Lisboa, no lançamento do Apelo "Todos...
17/07/2026

🕊️ A União dos Sindicatos de Lisboa esteve presente ontem, na Casa do Alentejo, em Lisboa, no lançamento do Apelo "Todos pela Paz – Solidariedade, Soberania e Paz". 🤝

Num momento em que aumentam os conflitos e a corrida ao armamento, reafirmamos a importância da mobilização em defesa da Paz, da solidariedade entre os povos, do respeito pelo direito internacional e da soberania dos povos. 🌍✊

A paz constrói-se com diálogo, justiça social e cooperação, e não com a guerra e o militarismo. ✌️

📢 A USL associa-se a este apelo e reafirma o seu compromisso com a defesa da paz, dos direitos dos trabalhadores e de um futuro assente na solidariedade e na cooperação entre os povos.

ESTADO DA NAÇÃO: GOVERNO CHAMADO À TERRA DE QUEM TRABALHAA Frente Comum levou hoje a voz dos trabalhadores ao Jardim das...
16/07/2026

ESTADO DA NAÇÃO: GOVERNO CHAMADO À TERRA DE QUEM TRABALHA

A Frente Comum levou hoje a voz dos trabalhadores ao Jardim das Francesinhas, junto à Assembleia da República, numa Tribuna Pública que denunciou o verdadeiro estado do país.

No dia em que se debate o Estado da Nação, dirigentes, delegados e activistas sindicais marcaram presença para expor a realidade que o Governo tenta esconder:
📉 custo de vida a subir
💸 salários e carreiras desvalorizadas
📊 milhares de trabalhadores da Administração Pública a perder poder de compra

Ao mesmo tempo, os Serviços Públicos continuam a degradar-se, vítimas da falta de investimento, enquanto se abre caminho à privatização e à externalização de funções essenciais.

❗ É urgente inverter este rumo!
Pela valorização dos trabalhadores, pelo reforço dos Serviços Públicos e por um país mais justo — a luta continua!

15/07/2026
📚✨ Ontem, a União de Sindicatos de Lisboa marcou presença na sessão de lançamento da revista Seara Nova.Foi um momento d...
10/07/2026

📚✨ Ontem, a União de Sindicatos de Lisboa marcou presença na sessão de lançamento da revista Seara Nova.

Foi um momento de reflexão e partilha, com a participação do General Agostinho Costa, da investigadora e escritora Noemi Alfieri, e moderação de José Alberto Pitacas, na Livraria Castro e Silva, em Lisboa.

🤝 Uma iniciativa que promoveu o debate de ideias e a valorização da cultura e do pensamento crítico.

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Avenida Álvares Cabral 19
Lisbon
1250-015

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