Associação Portuguesa de Defesa do Adepto - APDA

Associação Portuguesa de Defesa do Adepto - APDA Associação Portuguesa de Defesa do Adepto – APDA
A voz que faltava aos adeptos, a nossa voz! Unidade – A APDA foi criada pelo adepto e para o adepto.

Princípios

Independência – A APDA é uma associação sem fins lucrativos e independente de qualquer organismo ou organização, seja de carácter público ou privado, pelo que prima pela defesa dos seus associados de uma forma livre e apenas de acordo com os valores acima elencados. Rigor – A APDA prima igualmente por uma extrema noção de rigor no tratamento de qualquer questão que seja remetida pelos

seus associados, dispondo e disponilizando de um vasto conjunto de ferramentas e valências para o apoio aos associados, consoante as suas necessidades concretas. Nesse âmbito, é também prioridade desta Associação o mais completo rigor técnico, dispondo de Gabinetes especializados, nas mais diversas vertentes. Nessa senda, a comunicação com os seus associados é tida como de vital importância para o sucesso desta Associação. Deste modo, é lema da APDA que a troca de ideias e a participação de todos os seus associados é o caminho para uma mais completa, eficaz e efectiva defesa dos interesses e direitos dos seus associados. A APDA acredita que apenas através da união de todos os seus associados poderá advir a grandiosidade desta Associação, fruto de um trabalho colectivo.

Ontem celebrámos mais um aniversário da APDA. Completámos 10 anos de existência.Juntámos cerca de 40 associados e adepto...
21/06/2026

Ontem celebrámos mais um aniversário da APDA. Completámos 10 anos de existência.

Juntámos cerca de 40 associados e adeptos que participaram nas atividades ao longo de todo o dia.
Começámos com a exibição do documentário da APDA. Em seguida, falámos sobre os 10 anos de história da APDA, também realizámos a nossa Assembleia Geral e vivemos inúmeros momentos de partilha ao longo do dia.
Tivemos ainda uma banca onde estiveram disponíveis as revistas da Cultura de Bancada e a versão portuguesa do livro Paixão Futebol: Antropologia de uma prática e de um espectáculo, do autor Christian Bromberger.

Trazer o passado ao presente serve para manter viva a jornada que fizemos durante todos estes anos.
É importante lembrar o que os adeptos tinham antes da APDA e o que passaram a ter: uma voz, representação, presença nos centros de decisão e, acima de tudo, um grupo de pessoas disposto a trabalhar para os defender e a sonhar um futuro melhor.

Ao mesmo tempo, também é importante recordar que nunca nos assumimos como "a solução". Somos, na verdade, uma das muitas soluções possíveis mas, neste momento, temos consciência que temos sido aquela que existe e trabalha para estar presente nas várias frentes.
Se há uma mensagem que quisemos transmitir ao longo destes 10 anos é que a APDA é uma casa aberta aos adeptos e existe só e apenas por eles.
Como tal, convidamos todos os adeptos a juntarem-se a nós nesta jornada de afirmação, valorização e defesa dos adeptos portugueses.

Muito em breve, os adeptos que querem uma bancada melhor terão a oportunidade de contribuir para concretizar essa vontade. Mas a escolha entre lutar sozinho ou lutar em conjunto, como já aconteceu no combate ao Cartão do Adepto, é apenas vossa.

Escolham com consciência. E, se a vossa vontade é reforçar e contribuir para o trabalho que temos vindo a desenvolver, só precisam de preencher este Formulário de Inscrição Online:

https://adeptosportugal.pt/associa-te-a-nos/formulario-inscricao-online/

Obrigado a quem esteve connosco durante o dia de ontem.
Obrigado a quem esteve ao nosso lado durante estes 10 longos anos.
Obrigado a todos os que acreditaram que os adeptos portugueses mereciam ser ouvidos defendidos e representados.

Foi e sempre será apenas pelos adeptos!

Vens ou vais ficar a ver a acontecer do lado de fora?Sai do sofá e junta-te a nós este sábado!Interessados em reservar, ...
15/06/2026

Vens ou vais ficar a ver a acontecer do lado de fora?

Sai do sofá e junta-te a nós este sábado!

Interessados em reservar, dm!

Divididos nas cores unidos nos valores!

Esta é a hora de te juntares.Esta é a hora de sair de trás dos ecrans e vestir as cores que nos unem. Esta é uma oportun...
09/06/2026

Esta é a hora de te juntares.
Esta é a hora de sair de trás dos ecrans e vestir as cores que nos unem. Esta é uma oportunidade única de fazerem parte do futuro que querem construir, e fazerem ouvir as vossas vozes junto de quem as escuta.
Será um dia único de convívio onde queremos que seja construído mais um capítulo desta nossa história, pois o trabalho que temos pela frente e a breve trecho vai ser marcante.
Juntas-te a nós? Comenta e partilha.
Divididos nas cores unidos nos valores!

São dez anos de comprometimento. São dez anos a tentar fazer algo de extremamente necessário e útil para todos nós. São ...
25/05/2026

São dez anos de comprometimento. São dez anos a tentar fazer algo de extremamente necessário e útil para todos nós. São dez anos a representar e dar voz aos interesses que nos são comuns. São, sobretudo, dez anos de trabalho intenso.

E por isso, queremos dedicar um dia especial a isso e celebrar convosco. Queremos que se juntem a nós, para um convívio cujos detalhes divulgaremos em breve.
Organizamos este evento com vontade de acolher a vossa participação, de forma a fomentar o convívio fora dos ecrans e redes sociais - para que conheçam e convivam com tantos que, como nós, acreditam que ainda há muito por fazer!
Detalhes e programação em breve.
Save the date!

Nota pública APDAOs adeptos ficaram a saber ontem, de forma mais detalhada, parte daquilo que a FPF vinha a maturar desd...
07/05/2026

Nota pública APDA

Os adeptos ficaram a saber ontem, de forma mais detalhada, parte daquilo que a FPF vinha a maturar desde o início do ano. Para os mais distraídos, a FPF, em reunião com o Governo e a Liga, apresentou nove medidas, sob o falso pretexto da “violência” no futebol. Mas o mantra de “trazer as famílias de volta” já não cola, até porque é uma total fabricação. Vimos dar nota daquilo que nos desagradou à saída da referida reunião.

A APDA nunca negou aquela que é uma realidade, a da violência, que desde sempre esteve presente em qualquer sociedade e em todos os seus segmentos, como de resto comprovam as notícias das detenções e suspensões de um elevado número de polícias bem recentemente. Mas o que muda com os tempos são as formas de encarar e abordar essa mesma violência. A forma como os governos decidem agir dirá muito sobre o tipo de comunidade que pretendem construir. Alarmante para a nossa associação é como o adepto, ano após ano, parece servir como rato de laboratório no qual se testam diferentes métodos de controlo e vigilância. Mais perigoso, são estas propostas surgirem, em primeiro lugar, sem terem em consideração a voz dos adeptos - bem real e mais consciente do que nunca - e, em segundo lugar, com uma cassete de um filme que já vimos não há muito tempo - e que não queremos voltar a ver!

Entre as peregrinas ideias da FPF, surge a hipótese da introdução de um ID Fun Card (não quereriam antes dizer um “Cartão do Adepto 2.0”?). Depois do amplo consenso, desde juristas, académicos e políticos aos intervenientes do próprio desporto, em torno da insensatez de uma fichagem e marginalização promovida pelo antigo Cartão do Adepto, questionamo-nos sobre as reais intenções desta proposta. Servirá para monetizar, transvestido de uma pretensa necessidade securitária, a paixão que todos nós sentimos por cada um dos nossos clubes?��De resto, a revogação do “cartão” não foi um capricho nem mero acidente. Foi uma decisão tomada na Assembleia da República, depois de uma grande mobilização feita pelos adeptos, que, quanto a nós, apenas pecou por não ter riscado as ZCEAP de caminho. Goste-se ou não, trata-se da expressão da vontade soberana do povo português, materializada através dos seus representantes eleitos. Essa vontade não pode ser contornada por um jogo de palavras que mascaram uma ideia ultrapassada. Ninguém, nem mesmo o presidente da FPF, pode sobrepor-se à nossa democracia.

Entre outra das ideias, encontramos o reforço das revistas de segurança sobre todos os adeptos. A nossa pergunta é muito direta: mais ainda? Depois de várias denúncias por adeptos nacionais e estrangeiros face às revistas realizadas em Portugal, reconhecidas como abusivas por diversas instituições, o que virá a seguir? Despir o adepto de alto a baixo e expô-lo em praça pública? Convidamos todo o governo, sobretudo quem tutela o desporto, a inteirar-se dos vários relatórios internacionais e testemunhos fidedignos que dão conta das práticas de prevenção de riscos que ultrapassam o razoável e roçam a ilegalidade. Se queremos afirmar-nos como palco de grandes eventos desportivos, então talvez fosse a hora de começar por garantir toda a dignidade a quem vive as bancadas e quem faz todo um ecossistema ganhar sentido.

Ainda na longa lista debitada pela FPF, encontramos a “criação de mecanismos de identificação de adeptos pelas forças de segurança”. Todo o aparelho montado em grande parte dos recintos desportivos, assim como os dispositivos usados pela polícia como parte do seu trabalho, não chegam? Será o caminho proposto para ser sustentado em dados biométricos e armazenados sob duvidosas circunstâncias? Ficaremos atentos, mas uma coisa continua a escapar-nos apesar de todo o nosso zelo: de onde vem a justificação para a criação de mais mecanismos se o RAViD tem evidenciado uma descida significativa dos episódios de violência no desporto? Após tanto tempo a suportarem-se nos dados providenciados pelo aparelho estatal, todo este trabalho, agora que as estatísticas contrariam a narrativa desenhada, já não é tido em conta?

Por fim, reiteramos o que desde sempre partilhámos com todos: estaremos incondicionalmente ao lado dos adeptos e trabalharemos arduamente para proteger os seus direitos - sem estarmos presos a dogmas ou a relatórios, porque vivemos a realidade das nossas bancadas todas as semanas. É essa a nossa base de trabalho; era daí que desejávamos partir para realizarmos um trabalho sério e de compromisso com as instituições interessadas. É pena que alguns não queiram sair dos escritórios para vir arregaçar as mangas connosco. Agora, mais do que nunca, exigimos transparência, seriedade intelectual e bom senso aos dirigentes do nosso desporto e aos nossos governantes!

A APDA

07/05/2026

Há ironias que não passam despercebidas.Uma campanha de “Stop à violência” que arranca no 25 de Abril — data maior da li...
22/04/2026

Há ironias que não passam despercebidas.

Uma campanha de “Stop à violência” que arranca no 25 de Abril — data maior da liberdade em Portugal — quando, para os adeptos, essa liberdade tem sido cada vez mais limitada nas bancadas.

E neste mesmo Portugal, onde aos adeptos cabe todos os dias ainda lutar pelas suas liberdades, num programa de televisão em horário nobre, ouvimos comentadores da praça defender que a solução passa por expulsar tudo e todos de uma bancada, culpados e inocentes, “por tabela”. A APDA denunciou à ERC. A resposta? Não houve apelo à violência — apenas liberdade de expressão!

Também vemos dirigentes trocar insultos públicos semana após semana, sem qualquer consequência nem responsabilidade pelos ambientes tóxicos que alimentam (e dos quais se queixam), quando o exemplo deve vir de cima.

Para uns, tudo é “liberdade de expressão”.
Para outros, multiplicam-se restrições, suspeitas e controlo.

Esta dualidade de critérios não é inocente.
É um sinal claro de um sistema que fecha os olhos a quem alimenta o ruído… e aponta sempre na mesma direção.

E é profundamente lamentável que se salte de campanha em campanha, e que sejam todas nascidas dos gabinetes, onde muito se fala de um prisma centrado em preocupações institucionais, e corporativas - por oposição a um processo consolidado de escuta alargada e reflexão partilhada.

Não se combate a violência com discursos vazios nem com campanhas vazias. Combate-se com profundidade e coerência.

E essa continua a faltar.

No dia 6 de março vivemos um momento histórico para a APDA e para o associativismo que representa os adeptos.Fomos ouvid...
01/04/2026

No dia 6 de março vivemos um momento histórico para a APDA e para o associativismo que representa os adeptos.

Fomos ouvidos pelo Comité da Convenção de St. Denis, numa visita oficial de monitorização a Portugal com vista a avaliar como o país aplica os princípios de segurança, proteção e serviço nos eventos desportivos. Pela primeira vez, a nossa voz foi ouvida pela representação da União Europeia neste tema.

Falámos com responsabilidade. Durante cerca de hora e meia, levámos tudo connosco: as vossas histórias, as vossas preocupações e tudo o que nos têm confiado e aprendemos ao longo de 10 anos. Aprendemos sozinhos, com esforço e dedicação, e mostramos que conhecemos bem as leis e as boas práticas europeias — muitas vezes melhor do que quem as aplica.

Contámos o que aconteceu em Braga com a última coreografia em Fevereiro. Denunciámos revistas abusivas. Falámos do uso de balas de borracha, que já deixaram adeptos cegos. De estádios onde não se pode entrar com dois telemóveis ou até com um simples batom. De crianças de 4 anos revistadas. E tudo isto enquanto os números da chamada “violência” continuam a descer. Ainda assim, a nossa liberdade continua por cumprir.

A mensagem foi clara: em Portugal, o excesso de controlo está a sufocar o verdadeiro serviço ao adepto. A lei alimenta-se do medo e do que vende jornais e é comentado e alimentado em prime time. E, no fim, sem grande surpresa - a culpa recai sempre sobre os mesmos.

Como sabem, este é um projecto feito exclusivamente da genuína vontade das pessoas que o compõem de trazer um dia melhor para todos nós. Não partilhamos tanto quanto devíamos, não chegamos a todo o lado quanto queríamos. Mas de uma coisa podem ter a certeza - estamos aqui.

Divididos nas cores, unidos nos valores.

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Lisbon

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