Associação Portuguesa de Defesa do Adepto - APDA

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Associação Portuguesa de Defesa do Adepto - APDA Associação Portuguesa de Defesa do Adepto – APDA
A voz que faltava aos adeptos, a nossa voz! Unidade – A APDA foi criada pelo adepto e para o adepto.

Princípios

Independência – A APDA é uma associação sem fins lucrativos e independente de qualquer organismo ou organização, seja de carácter público ou privado, pelo que prima pela defesa dos seus associados de uma forma livre e apenas de acordo com os valores acima elencados. Rigor – A APDA prima igualmente por uma extrema noção de rigor no tratamento de qualquer questão que seja remetida pelos seus associados, dispondo e disponilizando de um vasto conjunto de ferramentas e valências para o apoio aos associados, consoante as suas necessidades concretas. Nesse âmbito, é também prioridade desta Associação o mais completo rigor técnico, dispondo de Gabinetes especializados, nas mais diversas vertentes. Nessa senda, a comunicação com os seus associados é tida como de vital importância para o sucesso desta Associação. Deste modo, é lema da APDA que a troca de ideias e a participação de todos os seus associados é o caminho para uma mais completa, ef**az e efectiva defesa dos interesses e direitos dos seus associados. A APDA acredita que apenas através da união de todos os seus associados poderá advir a grandiosidade desta Associação, fruto de um trabalho colectivo.

AS REGRAS DENUNCIAM AS PRIORIDADES DE QUEM AS ESCREVE!Quando manifestações de adeptos podem custar MUITO mais do que out...
21/10/2026

AS REGRAS DENUNCIAM AS PRIORIDADES DE QUEM AS ESCREVE!

Quando manifestações de adeptos podem custar MUITO mais do que outras infrações individuais, a questão não está apenas nas multas. Está na filosofia sancionatória que lhes dá origem.

Esta comparação mostra que há valores que se protegem com particular zelo e outros que parecem merecer apenas uma reprimenda.

Afinal, a severidade de uma norma não é neutra: revela o que o sistema teme, o que tolera e quem está disposto a penalizar com maior dureza. E, nesta equação, saímos todos penalizados. Porque f**a à vista aquilo que este sistema mais parece recear: dar voz a quem faz o jogo viver.

Não questionamos as sanções aplicadas à luz das regras existentes, nem pretendemos substituir-nos a quem decide sobre a sua justiça. Questionamos, sim, a forma como essas regras são construídas e os valores que refletem.

Um sistema que parece saber tão bem o que quer das nossas bancadas — e que lhes reserva uma fatura tão pesada — deveria explicar melhor o que pretende proteger e a que custo.

Porque os regulamentos não revelam apenas o que o sistema protege. Revelam também quem menos conta aos olhos de quem os escreve — e quem acaba por pagar a fatura mais alta.

🚨 TODOS FORAM AVISADOS. E RESULTADOS? 🚨 Na sequência dos relatos sobre o tratamento dos adeptos do Celtic FC na deslocaç...
16/10/2026

🚨 TODOS FORAM AVISADOS. E RESULTADOS? 🚨

Na sequência dos relatos sobre o tratamento dos adeptos do Celtic FC na deslocação ao Estádio da Luz, a APDA elaborou e remeteu uma carta ao Ministério da Administração Interna (MAI), à IGAI e ao PNID, exigindo esclarecimentos: depois de tantos anos de denúncias e de mais um episódio reportado, porque continuam a não existir melhorias à vista?

E este não é um caso isolado. No fim de semana anterior, foi também reportado um episódio em que um adepto terá sido agredido por um membro das forças de segurança. A sucessão destas situações torna ainda mais urgente uma resposta efetiva das entidades responsáveis.

Há 10 anos que a APDA alerta, repetidamente, todas as entidades e intervenientes relevantes para os sucessivos episódios de violência e tratamento humilhante dos adeptos. Ao longo desta década, temos reportado situações em diferentes estádios, recintos e competições, encaminhando vários casos para as entidades competentes.

Não há, por isso, lugar para alegações de desconhecimento. Todos foram informados. Todos tiveram oportunidade de agir. As denúncias foram feitas, os alertas foram transmitidos e as preocupações foram reiteradas. Ainda assim, continuamos a assistir a situações semelhantes.

Estamos cansados das mesmas justif**ações e da ausência de mudanças efetivas. Não exigimos mais palavras nem explicações genéricas: exigimos ação, responsabilização e resultados concretos.

Até quando terão os adeptos de continuar a denunciar os mesmos problemas para que as entidades responsáveis cumpram as suas obrigações?

Os adeptos não são cidadãos de segunda. Os nossos direitos não são negociáveis.

A APDA continuará a exigir respostas. Depois de 10 anos a alertar, ninguém poderá dizer que não sabia.

A decisão da APCVD de condenar o Sport Lisboa e Benf**a a um jogo à porta fechada devido ao uso excessivo de pirotecnia ...
11/08/2026

A decisão da APCVD de condenar o Sport Lisboa e Benf**a a um jogo à porta fechada devido ao uso excessivo de pirotecnia nos jogos é um assunto muito importante. Isso levanta questões sobre a justiça e a eficácia das regras disciplinares no futebol português. Como Associação Portuguesa de Defesa do Adepto, estamos focados em garantir que os direitos dos adeptos sejam respeitados.

Independentemente da avaliação que possa ser feita sobre os comportamentos que estiveram na origem desta decisão, consideramos injusto que a resposta passe pela penalização de todos os adeptos. Fechar um estádio inteiro é uma medida que afeta milhares de pessoas que não fizeram nada de errado. Isso inclui famílias e sócios que são penalizados apenas por estarem no mesmo lugar que os adeptos que cometeram infrações. Esta prática de punir coletivamente é muito preocupante, pois passa a mensagem de que os adeptos inocentes podem ser privados do espetáculo como se fosse uma consequência natural.

Isto torna-se ainda mais problemático quando pensamos nos adeptos visitantes que vão ao estádio para apoiar o seu clube, gastam tempo e dinheiro para viajar e assistir ao jogo, mas acabam por ser punidos sem qualquer motivo relacionado com o seu comportamento. Isto mostra o quão injusta e desproporcional é esta medida.

Quando olhamos para o que acontece em outros países, vemos que as coisas são feitas de forma diferente. A UEFA, por exemplo, costuma fechar apenas o sector do estádio onde ocorrem os incidentes, permitindo que os outros adeptos continuem a assistir ao jogo. Em Portugal, parece que é mais fácil simplesmente fechar o estádio inteiro em vez de tentar encontrar uma solução mais justa.

Defendemos um futebol que seja participativo, vivo e respeite os adeptos. Isto signif**a rejeitar punições coletivas e encontrar soluções que não penalizem os adeptos inocentes pelas acções de uma minoria.

O princípio do fim.Há notícias que passam despercebidas, mas que merecem a vossa atenção. Hoje partilhamos convosco aqui...
05/08/2026

O princípio do fim.

Há notícias que passam despercebidas, mas que merecem a vossa atenção. Hoje partilhamos convosco aquilo que pode ser o princípio do fim de uma discriminação que os adeptos sofrem há vários anos.

Para esta época, está garantida a ausência da nominalidade dos bilhetes para as ZCEAPs, nas competições profissionais organizadas pela Liga Portugal. Assim, os bilhetes para as ZCEAP passam a ser emitidos em igualdade de circunstâncias para todos os adeptos, independentemente do sector onde escolhem assistir ao jogo.

Sinalizamos de forma muito positiva a Direcção da Liga Portugal e os clubes por esta decisão.

Queremos aqui sublinhar que esta é a primeira medida que vai ao encontro da reivindicação que a APDA sempre considerou prioritária para restaurar a liberdade e combater uma discriminação de que os adeptos têm sido alvo.

Mas não nos acomodemos.
Afirmamos, sem reservas, que é pouco. É muito pouco para quem durante anos tem sofrido com as consequências de medidas discriminatórias e segregadoras.

É um avanço e não uma vitória.
O comboio está em andamento, mas a viagem está longe de terminar. O fim em definitivo da nominalidade, prevista na lei, ainda não é um dado plenamente adquirido - mas, quando atingido, será um passo essencial para devolver plenamente a liberdade aos adeptos. Lutaremos para que esta não seja uma medida sazonal, mas sim uma conquista definitiva, acompanhada pelo fim das ZCEAPs e de toda a discriminação a elas associada.

Temos uma oportunidade para recuperar direitos que nunca deveriam ter sido retirados. Para isso, precisamos de continuar unidos, tal como já demonstrámos ser possível no passado.

O apelo mantém-se: divididos nas cores, unidos nos valores.

Juntem-se à APDA e reforcem a luta pelos direitos dos adeptos.

Ontem foram divulgados os números oficiais da época passada pela Liga Portugal, através do documento Season Review, que ...
07/07/2026

Ontem foram divulgados os números oficiais da época passada pela Liga Portugal, através do documento Season Review, que reúne os principais indicadores e estatísticas que marcaram a temporada 2025/2026.
Como Associação de Adeptos, analisámos os dados do nosso objecto de trabalho - os adeptos - e identificámos os principais factores que contribuem para a explicação dos resultados.

É importante referir que posicionamo-nos ao lado de todos os que vivem o futebol: de quem acompanha os jogos pela TV ou Rádio e de quem continua a marcar presença nos estádios.
Contudo, não podemos deixar de defender a causa de quem ainda percorrer centenas de quilometros para apoiar o seu clube, mantendo vivo o movimento associativo e o ambiente nos nossos estádios.

Este ano podemos observar uma diminuição de cerca de 100 mil adeptos nos estádios em comparação com a época anterior.
Podemos achar que 1% não é signif**ativo, mas pode ser um sinal e como tal deve ser levado a sério.

Em contrapartida, as audiências televisivas dispararam em cerca de 7 milhões de espectadores. Um aumento que poderá ser explicado pelo maior número de jogos em canal aberto, que por consequência facilita a visualização. Seja como for, o aumento destes números não pode nem deve ser visto como uma compensação pela perda de adeptos nas bancadas portuguesas. Não negamos a importância da televisão para o futebol nos dias de hoje, mas ainda mais importante para o futebol é ter estádios cheios e vivos e isso só se faz valorizando e respeitando os adeptos.

É por isso que continuamos a apelar ao fim das ZCEAPs e do bilhete nominal, assim como uma política popular de preços e melhores condições. Vemos estas mudanças como uma necessidade e como um grande impulso para enchermos de novo os estádios como há anos não os vemos.

Ontem celebrámos mais um aniversário da APDA. Completámos 10 anos de existência.Juntámos cerca de 40 associados e adepto...
21/06/2026

Ontem celebrámos mais um aniversário da APDA. Completámos 10 anos de existência.

Juntámos cerca de 40 associados e adeptos que participaram nas atividades ao longo de todo o dia.
Começámos com a exibição do documentário da APDA. Em seguida, falámos sobre os 10 anos de história da APDA, também realizámos a nossa Assembleia Geral e vivemos inúmeros momentos de partilha ao longo do dia.
Tivemos ainda uma banca onde estiveram disponíveis as revistas da Cultura de Bancada e a versão portuguesa do livro Paixão Futebol: Antropologia de uma prática e de um espectáculo, do autor Christian Bromberger.

Trazer o passado ao presente serve para manter viva a jornada que fizemos durante todos estes anos.
É importante lembrar o que os adeptos tinham antes da APDA e o que passaram a ter: uma voz, representação, presença nos centros de decisão e, acima de tudo, um grupo de pessoas disposto a trabalhar para os defender e a sonhar um futuro melhor.

Ao mesmo tempo, também é importante recordar que nunca nos assumimos como "a solução". Somos, na verdade, uma das muitas soluções possíveis mas, neste momento, temos consciência que temos sido aquela que existe e trabalha para estar presente nas várias frentes.
Se há uma mensagem que quisemos transmitir ao longo destes 10 anos é que a APDA é uma casa aberta aos adeptos e existe só e apenas por eles.
Como tal, convidamos todos os adeptos a juntarem-se a nós nesta jornada de afirmação, valorização e defesa dos adeptos portugueses.

Muito em breve, os adeptos que querem uma bancada melhor terão a oportunidade de contribuir para concretizar essa vontade. Mas a escolha entre lutar sozinho ou lutar em conjunto, como já aconteceu no combate ao Cartão do Adepto, é apenas vossa.

Escolham com consciência. E, se a vossa vontade é reforçar e contribuir para o trabalho que temos vindo a desenvolver, só precisam de preencher este Formulário de Inscrição Online:

https://adeptosportugal.pt/associa-te-a-nos/formulario-inscricao-online/

Obrigado a quem esteve connosco durante o dia de ontem.
Obrigado a quem esteve ao nosso lado durante estes 10 longos anos.
Obrigado a todos os que acreditaram que os adeptos portugueses mereciam ser ouvidos defendidos e representados.

Foi e sempre será apenas pelos adeptos!

Vens ou vais f**ar a ver a acontecer do lado de fora?Sai do sofá e junta-te a nós este sábado!Interessados em reservar, ...
15/06/2026

Vens ou vais f**ar a ver a acontecer do lado de fora?

Sai do sofá e junta-te a nós este sábado!

Interessados em reservar, dm!

Divididos nas cores unidos nos valores!

Esta é a hora de te juntares.Esta é a hora de sair de trás dos ecrans e vestir as cores que nos unem. Esta é uma oportun...
09/06/2026

Esta é a hora de te juntares.
Esta é a hora de sair de trás dos ecrans e vestir as cores que nos unem. Esta é uma oportunidade única de fazerem parte do futuro que querem construir, e fazerem ouvir as vossas vozes junto de quem as escuta.
Será um dia único de convívio onde queremos que seja construído mais um capítulo desta nossa história, pois o trabalho que temos pela frente e a breve trecho vai ser marcante.
Juntas-te a nós? Comenta e partilha.
Divididos nas cores unidos nos valores!

São dez anos de comprometimento. São dez anos a tentar fazer algo de extremamente necessário e útil para todos nós. São ...
25/05/2026

São dez anos de comprometimento. São dez anos a tentar fazer algo de extremamente necessário e útil para todos nós. São dez anos a representar e dar voz aos interesses que nos são comuns. São, sobretudo, dez anos de trabalho intenso.

E por isso, queremos dedicar um dia especial a isso e celebrar convosco. Queremos que se juntem a nós, para um convívio cujos detalhes divulgaremos em breve.
Organizamos este evento com vontade de acolher a vossa participação, de forma a fomentar o convívio fora dos ecrans e redes sociais - para que conheçam e convivam com tantos que, como nós, acreditam que ainda há muito por fazer!
Detalhes e programação em breve.
Save the date!

Nota pública APDAOs adeptos f**aram a saber ontem, de forma mais detalhada, parte daquilo que a FPF vinha a maturar desd...
07/05/2026

Nota pública APDA

Os adeptos f**aram a saber ontem, de forma mais detalhada, parte daquilo que a FPF vinha a maturar desde o início do ano. Para os mais distraídos, a FPF, em reunião com o Governo e a Liga, apresentou nove medidas, sob o falso pretexto da “violência” no futebol. Mas o mantra de “trazer as famílias de volta” já não cola, até porque é uma total fabricação. Vimos dar nota daquilo que nos desagradou à saída da referida reunião.

A APDA nunca negou aquela que é uma realidade, a da violência, que desde sempre esteve presente em qualquer sociedade e em todos os seus segmentos, como de resto comprovam as notícias das detenções e suspensões de um elevado número de polícias bem recentemente. Mas o que muda com os tempos são as formas de encarar e abordar essa mesma violência. A forma como os governos decidem agir dirá muito sobre o tipo de comunidade que pretendem construir. Alarmante para a nossa associação é como o adepto, ano após ano, parece servir como rato de laboratório no qual se testam diferentes métodos de controlo e vigilância. Mais perigoso, são estas propostas surgirem, em primeiro lugar, sem terem em consideração a voz dos adeptos - bem real e mais consciente do que nunca - e, em segundo lugar, com uma cassete de um filme que já vimos não há muito tempo - e que não queremos voltar a ver!

Entre as peregrinas ideias da FPF, surge a hipótese da introdução de um ID Fun Card (não quereriam antes dizer um “Cartão do Adepto 2.0”?). Depois do amplo consenso, desde juristas, académicos e políticos aos intervenientes do próprio desporto, em torno da insensatez de uma fichagem e marginalização promovida pelo antigo Cartão do Adepto, questionamo-nos sobre as reais intenções desta proposta. Servirá para monetizar, transvestido de uma pretensa necessidade securitária, a paixão que todos nós sentimos por cada um dos nossos clubes?��De resto, a revogação do “cartão” não foi um capricho nem mero acidente. Foi uma decisão tomada na Assembleia da República, depois de uma grande mobilização feita pelos adeptos, que, quanto a nós, apenas pecou por não ter riscado as ZCEAP de caminho. Goste-se ou não, trata-se da expressão da vontade soberana do povo português, materializada através dos seus representantes eleitos. Essa vontade não pode ser contornada por um jogo de palavras que mascaram uma ideia ultrapassada. Ninguém, nem mesmo o presidente da FPF, pode sobrepor-se à nossa democracia.

Entre outra das ideias, encontramos o reforço das revistas de segurança sobre todos os adeptos. A nossa pergunta é muito direta: mais ainda? Depois de várias denúncias por adeptos nacionais e estrangeiros face às revistas realizadas em Portugal, reconhecidas como abusivas por diversas instituições, o que virá a seguir? Despir o adepto de alto a baixo e expô-lo em praça pública? Convidamos todo o governo, sobretudo quem tutela o desporto, a inteirar-se dos vários relatórios internacionais e testemunhos fidedignos que dão conta das práticas de prevenção de riscos que ultrapassam o razoável e roçam a ilegalidade. Se queremos afirmar-nos como palco de grandes eventos desportivos, então talvez fosse a hora de começar por garantir toda a dignidade a quem vive as bancadas e quem faz todo um ecossistema ganhar sentido.

Ainda na longa lista debitada pela FPF, encontramos a “criação de mecanismos de identif**ação de adeptos pelas forças de segurança”. Todo o aparelho montado em grande parte dos recintos desportivos, assim como os dispositivos usados pela polícia como parte do seu trabalho, não chegam? Será o caminho proposto para ser sustentado em dados biométricos e armazenados sob duvidosas circunstâncias? Ficaremos atentos, mas uma coisa continua a escapar-nos apesar de todo o nosso zelo: de onde vem a justif**ação para a criação de mais mecanismos se o RAViD tem evidenciado uma descida signif**ativa dos episódios de violência no desporto? Após tanto tempo a suportarem-se nos dados providenciados pelo aparelho estatal, todo este trabalho, agora que as estatísticas contrariam a narrativa desenhada, já não é tido em conta?

Por fim, reiteramos o que desde sempre partilhámos com todos: estaremos incondicionalmente ao lado dos adeptos e trabalharemos arduamente para proteger os seus direitos - sem estarmos presos a dogmas ou a relatórios, porque vivemos a realidade das nossas bancadas todas as semanas. É essa a nossa base de trabalho; era daí que desejávamos partir para realizarmos um trabalho sério e de compromisso com as instituições interessadas. É pena que alguns não queiram sair dos escritórios para vir arregaçar as mangas connosco. Agora, mais do que nunca, exigimos transparência, seriedade intelectual e bom senso aos dirigentes do nosso desporto e aos nossos governantes!

A APDA

07/05/2026

Endereço

Lisbon

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Segunda-feira 10:00 - 13:00
14:00 - 17:00
Terça-feira 10:00 - 13:00
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