Liga Portuguesa dos Direitos Humanos - Civitas

Liga Portuguesa dos Direitos Humanos - Civitas 'Liga Portuguesa dos Direitos Humanos - CIVITAS', associação que tem como finalidade a defesa, aprofundamento e expansão dos Direitos do Homem.

A Liga Portuguesa dos Direitos do Homem foi instituída em 1923 por activistas dos Direitos do Homem, republicanos e socialistas. Tinha por objecto defender os princípios de liberdade e justiça enunciados nas Declarações dos Direitos do Homem, proclamados em 1789. Posteriormente outros documentos fundamentais passaram a constituir seus pontos de referência. Entre eles a Declaração Universal dos Dir

eitos do Homem, de 10 de Dezembro de 1948. Ao longo de 80 anos, e em vários contextos políticos, a Liga persistiu no seu objecto fundamental e contribuiu para melhorar a situação e a sensibilidade para os direitos humanos em Portugal. Em 1989, foi constituída a CIVITAS – Associação para a Defesa e Promoção dos Direitos dos Cidadãos. Declarada de utilidade pública e reconhecida internacionalmente, em particular devido às actividades que desenvolve no âmbito da Federação Internacional dos Direitos do Homem, a CIVITAS tem-se repartido entre a denúncia e o projecto. Por isso promove iniciativas direccionadas a populações carenciadas, tal como se empenha na edição de livros e na organização de colóquios, em colaboração com Universidades e outras instituições similares, sobre temas concretos, uns, teóricos, outros: da literacia ao futuro da Europa, passando pela urgência em repensar o próprio conceito de direitos do homem. Em 2007, tendo em conta a comunhão de fins e de perspectivas a Liga e a Civitas entenderam que era o momento de unir a história, o prestígio, a juventude e o dinamismo, com vista a criar uma grande associação de direitos humanos, denominada Liga Portuguesa dos Direitos Humanos – CIVITAS, que possa gerar novas sinergias e nova dinâmica, num momento conturbado na cena internacional, em que novas dúvidas e novos riscos à propagação da ideia do Direito e dos direitos se prefiguraravam no horizonte.

24/06/2026

As mulheres desempenharam um papel fundamental na redação e na adoção da Declaração Universal dos Direitos Humanos, há mais de 77 anos.

Embora a liderança de Eleanor Roosevelt seja amplamente reconhecida, outras mulheres também ajudaram na criação desse documento histórico e a promover os direitos das mulheres nele contidos.

A cientista e diplomata brasileira Bertha Lutz não participu diretamente da criação da Declaração Universal dos Direitos Humanos, mas liderou um grupo de mulheres que lutaram para que a igualdade de gênero fosse mencionada na Carta da ONU, e cujos princípios serviram de base para o documento dos direitos humanos.

Nesta quarta-feira, Dia Internacional das Mulheres na Diplomacia, conheça algumas de suas histórias e junte-se a nós para homenagear o seu legado duradouro:https://www.un.org/sites/un2.un.org/files/2019/11/women_who_shaped_the_udhr.pdf

A Liga Portuguesa dos Direitos Humanos - CIVITAS -  associa-se a homenagem a Aristides Sousa MendesNo dia 17 de junho, a...
23/06/2026

A Liga Portuguesa dos Direitos Humanos - CIVITAS - associa-se a homenagem a Aristides Sousa Mendes

No dia 17 de junho, assinalou-se o “Dia da Consciência”, em homenagem ao Aristides de Sousa Mendes. A Faculdade de Direito esteve representada nesta feliz e justa iniciativa. A cerimónia, que decorreu no hospital da Ordem Terceira - onde o Cônsul faleceu a 5 de abril de 1954 - constou de uma missa que esgotou a capela da referida instituição.

Seguiram-se os discursos de dois netos, o Doutor Carlos Sousa Mendes, Presidente da Fundação Aristides Sousa Mendes, e o Doutor António Moncada de Sousa Mendes, autor de uma das mais consideradas obras sobre o diplomata, e de uma bisneta, a Doutora Ana Margarida Mascarenhas, que tambémintegra o Conselho de Administração da Fundação referida. Dois tetranetos descerraram uma placa, colocada na ombreira da entrada principal do hospital da Ordem Terceira, alusiva à estadia e falecimento do “Cônsul desobediente” nesta instituição, num momento emocionante e de grande simbolismo.

No final foram captadas fotos de todos os familiares presentes e dos representantes das entidades que tiveram o privilégio de participar nesta justíssima homenagem ao cidadão que esteve no lugar certo da História, e optou por “desobedecer a ordens (preferindo) estar com Deus contra os homens do que com os homens contra Deus”.

Paulo Sargento dos Santos
Presidente da Direção da Liga Portuguesa dos Direitos Humanos - CIVITAS

A refletir. Pode consultar a situação avaliada em Portugal! Paulo Sargento Dos SantosPresidente da Liga Portuguesa dos D...
21/04/2026

A refletir. Pode consultar a situação avaliada em Portugal!
Paulo Sargento Dos Santos
Presidente da Liga Portuguesa dos Direitos Humanos - CIVITAS

O ano de 2025 foi marcado por ataques predatórios ao multilateralismo, ao direito internacional e à sociedade civil.

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Travessa Do Loureiro, 8
Lisbon
1150-210LISBOA

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