UGT-Comissão Mulheres

UGT-Comissão Mulheres Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de UGT-Comissão Mulheres, Sindicato laboral, Rua Vitorino Nemésio, 5, Lisbon.

14/10/2026

🟣 SALÁRIO IGUAL PARA TRABALHO DE IGUAL VALOR. A IGUALDADE TEM DE SER REAL!

💜 A igualdade salarial é um direito. Mas, em Portugal, as mulheres continuam a ganhar, em média, menos 12,5% do que os homens.

No XV Congresso da UGT Portugal, Adriana Martins, membro da UGT-Comissão Mulheres, apresentou a Moção pelo Combate às Desigualdades Salariais entre Mulheres e Homens, reforçando o compromisso com a valorização do trabalho e a eliminação das discriminações salariais.

✊ A Comissão de Mulheres da UGT defende mais transparência salarial, igualdade de oportunidades na progressão profissional, valorização da contratação coletiva e uma melhor conciliação entre a vida profissional, familiar e pessoal.

Porque as desigualdades não se refletem apenas no salário ao final do mês. Têm impacto nas carreiras, na autonomia económica e nas futuras pensões das mulheres.

🎥 Assiste à intervenção de Adriana Martins no XV Congresso da UGT.

💜 Juntas por um trabalho mais valorizado e uma sociedade mais igualitária!

14/10/2026

🟣 PROTEGER AS MULHERES É PROTEGER TODA A SOCIEDADE!

💜 A violência contra as mulheres não é um problema privado. É uma questão de direitos humanos, de segurança e de justiça social que exige respostas concretas e eficazes.

No XV Congresso da UGT Portugal, Cristina Trony, Presidente da UGT-Comissão Mulheres, apresentou a Moção pelo Combate Efetivo à Violência contra as Mulheres, reafirmando a necessidade de transformar compromissos em medidas que garantam uma proteção real às vítimas.

✊ Proteger as vítimas, reforçar a prevenção, responsabilizar os agressores e garantir respostas rápidas e coordenadas são prioridades que não podem ser adiadas.

A Comissão de Mulheres da UGT defende também o reforço dos direitos laborais das vítimas, para que nenhuma mulher tenha de escolher entre a sua segurança, o seu emprego e a sua independência económica.

🎥 Assiste à intervenção de Cristina Trony no XV Congresso da UGT.

💜 Juntas por uma sociedade livre de violência!

💜 Sabias que, em Portugal, as mulheres continuam a ganhar menos do que os homens?Em 2023, a diferença remuneratória cheg...
27/08/2026

💜 Sabias que, em Portugal, as mulheres continuam a ganhar menos do que os homens?

Em 2023, a diferença remuneratória chegava aos 12,5% na remuneração base, aos 15,4% no ganho e atingia uns preocupantes 26,5% nos quadros superiores.

⚠️ Estes números mostram que ainda há muito caminho a fazer.
A transparência salarial pode ser uma ferramenta decisiva para mudar esta realidade.

A UGT defende medidas que permitam às trabalhadoras e aos trabalhadores conhecer melhor os critérios de remuneração, combater discriminações e exigir um princípio que não pode continuar apenas no papel:
👉 trabalho igual ou de igual valor deve significar salário igual.

Entre as medidas consideradas positivas estão:
✅ maior acesso à informação salarial;
✅ proibição de perguntar a candidatos quanto ganhavam anteriormente;
✅ fim das cláusulas de sigilo salarial;
✅ mais empresas obrigadas a divulgar informação sobre diferenças remuneratórias.

Mas transparência, por si só, não chega.

É preciso garantir mecanismos eficazes para prevenir e corrigir desigualdades, reforçar a participação dos representantes dos trabalhadores e assegurar que nenhuma mulher é prejudicada simplesmente por ser mulher.

A igualdade salarial é uma questão de justiça, dignidade e direitos.
Conta-nos a tua opinião nos comentários e partilha esta publicação para ajudar a dar visibilidade à luta pela igualdade salarial. 💜

👩‍💼 Promover a igualdade é transformar o mercado de trabalho.A Presidente da Comissão de Mulheres da UGT participou na 2...
23/07/2026

👩‍💼 Promover a igualdade é transformar o mercado de trabalho.

A Presidente da Comissão de Mulheres da UGT participou na 2.ª edição da Formação sobre Promoção das Políticas de Conciliação e Igualdade entre Homens e Mulheres no Mercado de Trabalho.

A iniciativa reuniu mais de três dezenas de participantes e representantes de várias entidades e parceiros, entre os quais a ACT, DGERT, OIT, CAP, CCP, UGT, IEFP, CITE, CIG e CIF.

Estes momentos de formação e partilha são fundamentais para reforçar políticas que permitam uma verdadeira conciliação entre a vida profissional, pessoal e familiar, combater as desigualdades e construir locais de trabalho mais justos e inclusivos.

A igualdade não pode ficar apenas no discurso. Tem de estar presente nas decisões, nas práticas das organizações e no dia a dia de todas as trabalhadoras e trabalhadores.

👉 Porque conciliar é um direito. E promover a igualdade é responsabilidade de todos.

🚨 Violência doméstica: Denunciar pode salvar vidas.A Comissão de Mulheres da UGT lançou uma publicação de sensibilização...
12/05/2026

🚨 Violência doméstica: Denunciar pode salvar vidas.

A Comissão de Mulheres da UGT lançou uma publicação de sensibilização sobre violência doméstica, alertando para a gravidade deste crime e para a necessidade urgente de quebrar o silêncio que continua a colocar em risco a vida de muitas mulheres.

📢 A maioria dos femicídios em Portugal é cometida por companheiros ou ex-companheiros das vítimas.
📢 A violência doméstica é um crime público.
📢 Denunciar é um ato de coragem, solidariedade e proteção.

Além de alertar para esta realidade, a publicação reúne contactos e entidades de apoio disponíveis para vítimas e testemunhas, incentivando toda a sociedade a agir perante situações de violência.

❗ “Denuncie. Proteja. Não fique em silêncio.”
Esta publicação foi desenvolvida no âmbito da operação PESSOAS 2030.

🔗Faça download da publicação 👉🏻https://shorturl.at/ManeG

💔 Violência no namoro não é amor. É controlo. É violência.A Comissão de Mulheres da UGT lançou o folheto “Violência no N...
12/05/2026

💔 Violência no namoro não é amor. É controlo. É violência.

A Comissão de Mulheres da UGT lançou o folheto “Violência no Namoro — Não é amor. É controlo. É violência.”, uma iniciativa de sensibilização dirigida especialmente aos mais jovens, para alertar para os sinais de violência nas relações afetivas e combater a normalização de comportamentos abusivos.

📢 Ciúmes excessivos, controlo, manipulação, isolamento, humilhação ou vigilância constante não são provas de amor.

O folheto identifica diferentes formas de violência no namoro — psicológica, física, sexual e digital — e reforça a importância da escuta, do apoio às vítimas e da denúncia.

Porque controlar não é amar.

Esta publicação foi desenvolvida no âmbito da operação PESSOAS 2030.

🔗 Aceda ao folheto 👉🏻https://shorturl.at/pTu6P

🚫 “Não é uma brincadeira. É assédio sexual.”O assédio sexual continua a afetar milhares de mulheres, muitas vezes em sil...
08/05/2026

🚫 “Não é uma brincadeira. É assédio sexual.”

O assédio sexual continua a afetar milhares de mulheres, muitas vezes em silêncio, medo ou isolamento. Nenhuma mulher tem de “aguentar”, calar ou normalizar comportamentos que atentem contra a sua dignidade.

A UGT-Comissão Mulheres lançou um folheto de sensibilização e informação sobre assédio sexual, com o objetivo de ajudar a reconhecer sinais de assédio, combater a sua banalização e divulgar formas de apoio e proteção.

📢 Pedir ajuda é um ato de coragem.
📢 O assédio sexual é proibido por lei.
📢 Não estás sozinha.

Esta publicação foi desenvolvida no âmbito da operação PESSOAS 2030.

🔗Aceda ao folheto 👉🏻https://shorturl.at/tqsXU

📸 Há encontros que fazem avançar causas. E este foi um deles.A Presidente da UGT-Comissão Mulheres, Cristina Trony, acom...
05/05/2026

📸 Há encontros que fazem avançar causas. E este foi um deles.

A Presidente da UGT-Comissão Mulheres, Cristina Trony, acompanhada pela Secretária-Geral Adjunta da UGT Portugal Soraia Duarte, pela vogal da Comissão de Mulheres, Adriana Martins e a técnica coordenadora, Andreia Coimbra, realizou uma visita institucional às centrais sindicais de São Tomé e Príncipe — ONTSTP e UGT de São Tomé e Príncipe.

Mais do que uma visita formal, foi um momento de trabalho sério e de compromisso. Em cima da mesa estiveram temas que contam: reforço da participação das mulheres, desenvolvimento de projetos conjuntos e estratégias concretas para promover a igualdade de género no mundo do trabalho e no movimento sindical.

Quando se partilham experiências e se alinham objetivos, ganhamos todas. E é assim, passo a passo, que se constroem redes mais fortes e se afirmam direitos que não podem ficar para trás.

Seguimos com um foco claro: mais mulheres, mais participação, mais igualdade — sem fronteiras.

📸 Formação sobre Empoderamento das Mulheres | São Tomé e Príncipe "Quando as mulheres se unem, não há fronteiras."E em a...
05/05/2026

📸 Formação sobre Empoderamento das Mulheres | São Tomé e Príncipe "Quando as mulheres se unem, não há fronteiras."
E em abril isso ficou bem claro.

A UGT-Comissão Mulheres levou até São Tomé e Príncipe uma formação construída em parceria com as mulheres da UGT e da ONTSTP — e o resultado foi mais do que uma ação: foi um verdadeiro momento de transformação.

Cerca de 25 mulheres, de diferentes áreas profissionais, juntaram-se para refletir, aprender e, acima de tudo, fortalecer ligações. Falou-se do que importa: saúde da mulher, prevenção do cancro da mama e do colo do útero, violência contra as mulheres, igualdade e diversidade. Temas reais, com impacto direto na vida de todas.

A iniciativa contou com um papel determinante das duas centrais sindicais de São Tomé e Príncipe, com destaque para Samara Ramos, pela ONTSTP, e Juvenia Diogo, pela UGT, que foram as principais dinamizadoras no terreno, mobilizando e unindo mulheres das duas organizações num verdadeiro espírito de cooperação e partilha.

As formadoras Cristina Trony, Soraia Duarte, Adriana Martins e Andreia Coimbra trouxeram conhecimento, mas também algo ainda mais importante: experiências concretas, partilhas genuínas e ferramentas que ficam.

A abertura contou com a presença de João Tavares e do Ministro do Trabalho, Joucerli Tiny dos Ramos, reforçando a importância de capacitar as mulheres no movimento sindical. No encerramento, Costa Carlos deixou uma mensagem clara: este compromisso é para continuar.

Mais do que uma formação, foi energia, união e propósito. Foi dar voz a quem muitas vezes ainda precisa de a afirmar.

E foi mais um passo firme naquilo que não pode parar: mulheres mais fortes, mais preparadas e mais unidas — cá e lá.

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1750-036

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