UGT-Comissão Mulheres

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🚨 Violência doméstica: Denunciar pode salvar vidas.A Comissão de Mulheres da UGT lançou uma publicação de sensibilização...
12/05/2026

🚨 Violência doméstica: Denunciar pode salvar vidas.

A Comissão de Mulheres da UGT lançou uma publicação de sensibilização sobre violência doméstica, alertando para a gravidade deste crime e para a necessidade urgente de quebrar o silêncio que continua a colocar em risco a vida de muitas mulheres.

📢 A maioria dos femicídios em Portugal é cometida por companheiros ou ex-companheiros das vítimas.
📢 A violência doméstica é um crime público.
📢 Denunciar é um ato de coragem, solidariedade e proteção.

Além de alertar para esta realidade, a publicação reúne contactos e entidades de apoio disponíveis para vítimas e testemunhas, incentivando toda a sociedade a agir perante situações de violência.

❗ “Denuncie. Proteja. Não fique em silêncio.”
Esta publicação foi desenvolvida no âmbito da operação PESSOAS 2030.

🔗Faça download da publicação 👉🏻https://shorturl.at/ManeG

💔 Violência no namoro não é amor. É controlo. É violência.A Comissão de Mulheres da UGT lançou o folheto “Violência no N...
12/05/2026

💔 Violência no namoro não é amor. É controlo. É violência.

A Comissão de Mulheres da UGT lançou o folheto “Violência no Namoro — Não é amor. É controlo. É violência.”, uma iniciativa de sensibilização dirigida especialmente aos mais jovens, para alertar para os sinais de violência nas relações afetivas e combater a normalização de comportamentos abusivos.

📢 Ciúmes excessivos, controlo, manipulação, isolamento, humilhação ou vigilância constante não são provas de amor.

O folheto identifica diferentes formas de violência no namoro — psicológica, física, sexual e digital — e reforça a importância da escuta, do apoio às vítimas e da denúncia.

Porque controlar não é amar.

Esta publicação foi desenvolvida no âmbito da operação PESSOAS 2030.

🔗 Aceda ao folheto 👉🏻https://shorturl.at/pTu6P

🚫 “Não é uma brincadeira. É assédio sexual.”O assédio sexual continua a afetar milhares de mulheres, muitas vezes em sil...
08/05/2026

🚫 “Não é uma brincadeira. É assédio sexual.”

O assédio sexual continua a afetar milhares de mulheres, muitas vezes em silêncio, medo ou isolamento. Nenhuma mulher tem de “aguentar”, calar ou normalizar comportamentos que atentem contra a sua dignidade.

A UGT-Comissão Mulheres lançou um folheto de sensibilização e informação sobre assédio sexual, com o objetivo de ajudar a reconhecer sinais de assédio, combater a sua banalização e divulgar formas de apoio e proteção.

📢 Pedir ajuda é um ato de coragem.
📢 O assédio sexual é proibido por lei.
📢 Não estás sozinha.

Esta publicação foi desenvolvida no âmbito da operação PESSOAS 2030.

🔗Aceda ao folheto 👉🏻https://shorturl.at/tqsXU

📸 Energia, movimento e boa disposição marcaram a Aula de Salsation promovida pela Comissão de Mulheres da UGT no recinto...
07/05/2026

📸 Energia, movimento e boa disposição marcaram a Aula de Salsation promovida pela Comissão de Mulheres da UGT no recinto do Jamor, durante as comemorações do 1.º de Maio da UGT.

Integrada na Academia de Bem-Estar e dinamizada por Lúcia Costa, esta atividade juntou dezenas de participantes num momento de convívio, diversão e promoção de estilos de vida saudáveis.

Ao som da música e através da dança, a sessão reforçou a importância da atividade física para o bem-estar físico e emocional, mostrando que cuidar da saúde também pode ser feito com alegria, partilha e muita energia positiva.

Porque o trabalho com direitos também passa pela valorização da saúde, do equilíbrio e da qualidade de vida. 🌿

Esta iniciativa foi desenvolvida no âmbito da operação PESSOAS 2030.

📸 Respirar. Abrandar. Cuidar de nós. 💚No âmbito das comemorações do 1.º de Maio da UGT Portugal, a UGT-Comissão Mulheres...
07/05/2026

📸 Respirar. Abrandar. Cuidar de nós. 💚

No âmbito das comemorações do 1.º de Maio da UGT Portugal, a UGT-Comissão Mulheres promoveu, no recinto do Jamor, uma Academia Anti-Stress com uma Aula de Mindfulness dinamizada por Lúcia Costa.

Num dia dedicado à valorização do trabalho e dos direitos, houve também espaço para reforçar a importância do bem-estar físico e mental, da gestão do stress e do equilíbrio entre a vida profissional e pessoal.

A atividade contou com a participação de várias mulheres que, através de exercícios de respiração, concentração e relaxamento, puderam experienciar um momento de pausa, tranquilidade e reconexão consigo próprias.

Porque cuidar da saúde mental também é defender direitos. 🌿
Esta iniciativa foi desenvolvida no âmbito da operação PESSOAS 2030.

📸 Workshop sobre Violência Contra as Mulheres | 1º Maio UGT 2026“Há feridas que não se curam.”Foi sob este tema que a UG...
07/05/2026

📸 Workshop sobre Violência Contra as Mulheres | 1º Maio UGT 2026
“Há feridas que não se curam.”

Foi sob este tema que a UGT-Comissão Mulheres promoveu, no recinto do Jamor, durante as comemorações do 1.º de Maio da UGT, um Workshop dedicado à violência contra as mulheres.

Num momento de partilha, reflexão e sensibilização, a formadora Patrícia Caixinha alertou para a importância de combater todas as formas de violência, quebrar silêncios e reforçar redes de apoio e solidariedade entre mulheres.

Porque falar sobre violência é também defender direitos, dignidade e igualdade.

Porque nenhuma mulher deve viver com medo.

A iniciativa integrou o programa das comemorações do Dia do Trabalhador da UGT e foi desenvolvida no âmbito da operação PESSOAS 2030.

🧠 A saúde mental das mulheres no trabalho não pode continuar a ser ignorada.A UGT-Comissão Mulheres divulgou uma nova pu...
05/05/2026

🧠 A saúde mental das mulheres no trabalho não pode continuar a ser ignorada.

A UGT-Comissão Mulheres divulgou uma nova publicação que deixa um alerta claro: as mulheres enfrentam mais riscos, mais pressão e menos bem-estar psicológico no trabalho.

📊 Em Portugal, mais de metade das mulheres em idade ativa vive níveis elevados de stress. Ansiedade, esgotamento e depressão são mais frequentes — e não por acaso.
Isto não é fragilidade individual.

É o resultado de desigualdades persistentes:
➡️ precariedade laboral
➡️ desigualdade salarial
➡️ sobrecarga do trabalho de cuidado
➡️ assédio e violência no trabalho

E há mais: muitas mulheres continuam a trabalhar mesmo em sofrimento — o chamado presentismo — com impactos sérios na sua saúde e na sua vida.

📢 A mensagem é clara:
A saúde mental das mulheres é uma questão de direitos, de igualdade e de justiça social.

São necessárias respostas estruturais:
✔️ melhores condições de trabalho
✔️ conciliação entre vida profissional e pessoal
✔️ igualdade salarial
✔️ combate efetivo ao assédio.

Esta publicação foi desenvolvida no âmbito da operação PESSOAS 2030.

👉 Não há igualdade de género sem saúde mental.

🔗Aceda à publica na íntegra 👉https://shorturl.at/3jZSH

≠ A desigualdade salarial entre mulheres e homens continua a ser uma realidade — e não é por falta de leis.A nova public...
05/05/2026

≠ A desigualdade salarial entre mulheres e homens continua a ser uma realidade — e não é por falta de leis.

A nova publicação da Comissão de Mulheres da UGT mostra que esta disparidade resulta, em grande parte, de fatores estruturais: segregação profissional, estereótipos de género, falta de transparência salarial e o impacto das responsabilidades familiares na vida das mulheres.

Os dados são claros: a diferença salarial acentua-se sobretudo entre os 35 e os 44 anos — precisamente quando muitas mulheres enfrentam maiores desafios de conciliação entre trabalho e família.

A Diretiva Europeia de Transparência Salarial surge como uma oportunidade concreta para mudar este cenário — com mais informação, mais transparência e maior responsabilização das entidades empregadoras.

Mas é preciso ir mais longe. Combater a desigualdade salarial exige mudar práticas, mentalidades e garantir que o trabalho das mulheres é reconhecido e valorizado.

Porque trabalho igual tem de significar salário igual.

📌 Publicação desenvolvida no âmbito da operação PESSOAS 2030.

🔗Aceda à publicação 👉🏻https://shorturl.at/R5Ggj

Conciliar não é um luxo. É uma necessidade. E ainda está longe de ser uma realidade para muitas mulheres.A nova publicaç...
05/05/2026

Conciliar não é um luxo. É uma necessidade. E ainda está longe de ser uma realidade para muitas mulheres.

A nova publicação da Comissão de Mulheres da UGT vem colocar o tema no centro do debate: a conciliação entre vida profissional, familiar e pessoal é hoje uma questão de igualdade, de bem-estar e de justiça social.

Apesar dos avanços, os números são claros: as mulheres continuam a assumir a maior parte do trabalho não remunerado — cuidar da casa, dos filhos, dos idosos — muitas vezes em paralelo com empregos a tempo inteiro. E isso tem consequências reais: menos rendimento, menos progressão na carreira e mais desigualdade.

Conciliar melhor não é um custo. É um investimento. Um investimento em pessoas, em produtividade, em equilíbrio e numa sociedade mais justa.

O caminho passa por políticas públicas eficazes, por mudanças nas organizações e, acima de tudo, por uma transformação cultural que distribua responsabilidades de forma mais equilibrada.

Porque a igualdade também se constrói dentro de casa.

📌 Esta publicação foi desenvolvida no âmbito da operação PESSOAS 2030.

🔗 Aceda à publicação 👉🏻 https://shorturl.at/XqKrl

📸 Há encontros que fazem avançar causas. E este foi um deles.A Presidente da UGT-Comissão Mulheres, Cristina Trony, acom...
05/05/2026

📸 Há encontros que fazem avançar causas. E este foi um deles.

A Presidente da UGT-Comissão Mulheres, Cristina Trony, acompanhada pela Secretária-Geral Adjunta da UGT Portugal Soraia Duarte, pela vogal da Comissão de Mulheres, Adriana Martins e a técnica coordenadora, Andreia Coimbra, realizou uma visita institucional às centrais sindicais de São Tomé e Príncipe — ONTSTP e UGT de São Tomé e Príncipe.

Mais do que uma visita formal, foi um momento de trabalho sério e de compromisso. Em cima da mesa estiveram temas que contam: reforço da participação das mulheres, desenvolvimento de projetos conjuntos e estratégias concretas para promover a igualdade de género no mundo do trabalho e no movimento sindical.

Quando se partilham experiências e se alinham objetivos, ganhamos todas. E é assim, passo a passo, que se constroem redes mais fortes e se afirmam direitos que não podem ficar para trás.

Seguimos com um foco claro: mais mulheres, mais participação, mais igualdade — sem fronteiras.

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