Amnistia Internacional Portugal

Amnistia Internacional Portugal Movimento de mais de 10 milhões de pessoas que lutam para pôr fim às violações de direitos humanos.

O secretário de Estado americano, Marco Rubio, acusou a Amnistia Internacional de ser “uma fraude”, dando a entender que...
14/10/2026

O secretário de Estado americano, Marco Rubio, acusou a Amnistia Internacional de ser “uma fraude”, dando a entender que a organização só se prepcupa com algumas violações de Direitos Humanos.

A Amnistia Internacional não tem dois pesos e duas medidas. Documenta e denuncia crimes e violações de direitos humanos cometidos por todos os Estados, indivíduos e organizações, baseando-se nos mesmos padrões
internacionais de direitos humanos e de direito humanitário, quem quer que seja o autor dos atos.

Saiba mais sobre a posição da Amnistia Internacional num artigo de opinião de João Godinho Martins, diretor executivo da Amnistia Internacional - Portugal em https://www.amnistia.pt/nao-temos-dois-pesos-e-duas-medidas/

O ataque do Governo dos EUA ao Tribunal Penal Internacional é um ataque a todos nós. Estas sanções afetam o nosso direit...
13/10/2026

O ataque do Governo dos EUA ao Tribunal Penal Internacional é um ataque a todos nós. Estas sanções afetam o nosso direito de procurar justiça para os crimes mais graves. Temos de o defender.

Saiba mais em www.amnistia.pt

13/10/2026

Congratulamos Navi Pillay, galardoada com o Prémio Nobel da Paz de 2026!

O empenho de Navi Pillay no direito internacional, a sua independência inabalável e o seu exemplo moral tornaram-na uma das figuras mais respeitadas no domínio dos direitos humanos do nosso tempo.

Este prémio não só homenageia uma personalidade extraordinária, como surge num momento em que tudo aquilo que Navi Pillay defende está a ser alvo de ataques cada vez mais intensos, à medida que Estados poderosos tentam esvaziar o Estado de direito e descartar regras e normas internacionais fundamentais.

Eis o momento em que ela tomou conhecimento da notícia, captado no tribunal de Nuremberga pela secretária-geral da Amnistia Internacional, Agnès Callamard.

O que tem acontecido no mundo em termos de violações de Direitos Humanos? Percorra o carrossel para ficar a par das últi...
12/10/2026

O que tem acontecido no mundo em termos de violações de Direitos Humanos?

Percorra o carrossel para ficar a par das últimas notícias e descubra mais em www.amnistia.pt

12/10/2026

Há menos de um mês, a Amnistia lançou um relatório de mais de 1000 páginas que detalha como as autoridades iranianas cometeram crimes contra a humanidade, nomeadamente homicídio, tortura, desaparecimento forçado, detenção, violação e perseguição por motivos políticos, de género, étnicos e religiosos, a fim de reprimir a revolta Mulher, Vida, Liberdade.
Nesse relatório apelamos à comunidade internacional para que faça justiça e responsabilize os perpetradores de crimes contra a humanidade no Irão. Queremos que os Estados-Membros da ONU, criem um mecanismo internacional de justiça penal para os crimes cometidos.

Os crimes cometidos contra os manifestantes no Irão pelas autoridades iranianas não são mais nem menos graves do que os crimes de guerra cometidos pelos Estados Unidos da América nos ataques ao Irão. Todos são violações de direitos humanos e merecem ser denunciados e condenados pela comunidade internacional.

A Amnistia Internacional trabalha para que todos e todas em todo o mundo possam ver os seus direitos humanos respeitados. Denunciamos crimes contra os direitos humanos, onde quer que ocorram. Sem exceções.

Conheça o nosso trabalho em amnistia.pt

Junta-te à equipa da Amnistia Internacional e faz a diferença na vida de muitas pessoas!Procuramos profissionais empenha...
11/10/2026

Junta-te à equipa da Amnistia Internacional e faz a diferença na vida de muitas pessoas!

Procuramos profissionais empenhados na defesa dos Direitos Humanos que nos ajudem a divulgar o trabalho da organização na equipa de angariação de fundos Voice-to-Voice.

O teu trabalho contribui diretamente para proteger pessoas em risco, apoiar vítimas de violações de direitos humanos e promover mudanças reais.

Se estás à procura de um novo desafio com propósito, envia o teu CV até ao dia 18 de outubro para [email protected]
Sabe mais sobre as vagas de Operadores de Telemarketing em www.amnistia.pt/vagas-emprego

Enquanto líderes, comunidades e organizações da sociedade civil do Pacífico se reúnem nas Fiji e em Tuvalu para as reuni...
11/10/2026

Enquanto líderes, comunidades e organizações da sociedade civil do Pacífico se reúnem nas Fiji e em Tuvalu para as reuniões preparatórias da COP31, o facto de muitos líderes mundiais provavelmente estarem ausentes não pode tornar-se mais uma desculpa para a inação climática.

A Amnistia Internacional documentou como as alterações climáticas já estão a prejudicar os direitos humanos em Tuvalu, Kiribati e noutros países insulares do Pacífico. A subida do nível do mar, o calor extremo, as secas e a intrusão de água salgada estão a ameaçar os direitos das pessoas à água, à alimentação, à saúde, a uma habitação adequada e a um futuro seguro.

A crise climática é uma crise de Direitos Humanos.
Saiba mais em https://bit.ly/4dvnokA

Assinala-se hoje o Dia Internacional contra a Pena de Morte.Em 2025, a Amnistia Internacional registou, pelo menos, 2707...
10/10/2026

Assinala-se hoje o Dia Internacional contra a Pena de Morte.

Em 2025, a Amnistia Internacional registou, pelo menos, 2707 execuções em 17 países. Trata-se do número mais elevado registado pela organização desde 1981, ano em que registou 3191 execuções (excluindo a China).

A China (milhares), o Irão (2159+), a Arábia Saudita (356+), o Iémen (51+) e os EUA (47), foram os países com o maior número de execuções.

Entre estes aumentos, alguns governos demonstraram uma determinação renovada em utilizar esta punição cruel como ferramenta de repressão e controlo. Continuam a ignorar o direito internacional em matéria de direitos humanos.

A pena de morte é uma forma de punição cruel e desumana. Podemos e devemos viver sem pena de morte. É possível repensar a resposta ao crime, deslocando o investimento de recursos da penalização para a prevenção e a reabilitação.

Leia o relatório sobre a Pena de Morte em https://bit.ly/4hE0Dxt

Um ano após o acordo de cessar-fogo, mais de 1 400 pessoas foram mortas pelas forças israelitas em Gaza, quase dois milh...
09/10/2026

Um ano após o acordo de cessar-fogo, mais de 1 400 pessoas foram mortas pelas forças israelitas em Gaza, quase dois milhões continuam a precisar de abrigo, nenhum hospital está a funcionar plenamente e 1,4 milhões enfrentam uma situação de fome de proporções críticas.

Mais de 100 organizações humanitárias, de direitos humanos e outras organizações da sociedade civil, incluindo a Amnistia Internacional, denunciam que o cessar-fogo existe apenas no nome, com as forças israelitas a continuarem a matar e a ferir palestinianos diariamente, e as restrições à ajuda, aos equipamentos e aos materiais de reconstrução a impedirem as famílias de se recuperarem.

A responsabilização não pode ser varrida para debaixo dos escombros. A recuperação e o futuro de Gaza não podem ser dissociados de um quadro assente no direito internacional, na justiça e nos direitos das vítimas.

A incapacidade persistente de responsabilizar Israel e de o pressionar a cumprir as decisões vinculativas do Tribunal Internacional de Justiça continua a alimentar os crimes atrozes em grande escala contra os palestinianos.

Saiba mais em https://bit.ly/4AVjWJY

Desde o dia 21 de setembro que os alunos do ensino secundário se têm manifestado por toda a França para exigir que o seu...
09/10/2026

Desde o dia 21 de setembro que os alunos do ensino secundário se têm manifestado por toda a França para exigir que o seu direito à educação seja garantido, com o aumento do número de professores, turmas mais pequenas e instalações escolares dignas.

A polícia reagiu recorrendo a uma força desproporcionada e desnecessária, nomeadamente através da utilização ilegal de balas de borracha e granadas com gás lacrimogéneo.

As autoridades francesas devem garantir a integridade física e a segurança das pessoas que vão sair à rua, protegendo e promovendo o exercício do direito à manifestação pacífica. Devem, além disso, agir de forma necessária e proporcionada e garantir proteção aos jovens e menores que se manifestarem pacificamente para reivindicar direitos, em vez de os agredirem, detê-los arbitrariamente ou lançar-lhes gás lacrimogéneo.

Saiba mais em https://bit.ly/4ibxpWH

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