APDC Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações - www.apdc.pt

12/10/2026

A IA está a mudar tudo. O que podemos delegar e que decisões devem ficar nas mãos das pessoas?

Este sábado, em Lisboa, Barack Obama alertou para uma tecnologia que avança mais depressa do que os governos e as sociedades conseguem responder. Defendeu regulação coordenada entre países e intervenção humana nas decisões críticas.

Da saúde à educação, dos negócios à democracia, o desafio é transversal: quem define os limites? Quem responde pelas decisões? Quem tem o poder de intervir?

Estas perguntas estarão no 36.º Congresso APDC — “The Next Human Agenda”. Porque as escolhas sobre o poder que delegamos, os direitos que protegemos e o controlo que mantemos já estão em cima da mesa.

📅 5 e 6 de maio de 2027 | Lispolis

Coloque já na sua agenda. Esteja no centro da decisão!

12/10/2026

A transformação digital não se anuncia. Faz-se.

18 casos reais, duas startups e um dia dedicado ao que já está a mudar nas organizações, nos negócios e nos territórios.

No EVOLVE 2026, no Porto, vimos como a tecnologia passa das promessas aos resultados. Com desafios, soluções, aprendizagens e, sobretudo, pessoas a fazer a diferença.

🎬 Reviva os melhores momentos da 6.ª edição neste Besto of que preparámos para si! Reunimos alguns dos momentos de um dia de partilha, conhecimento e encontros.

O EVOLVE terminou. A transformação continua.

🚀 O EVOLVE terminou. A transformação continua.18 casos reais, duas startups e muitas experiências que mostram como a tec...
12/10/2026

🚀 O EVOLVE terminou. A transformação continua.

18 casos reais, duas startups e muitas experiências que mostram como a tecnologia já está a transformar negócios, organizações e territórios.
Na sua 6.ª edição, o EVOLVE foi ao Porto para partilhar projetos concretos, resultados alcançados e aprendizagens que podem inspirar novas soluções.

💡 A principal conclusão? O valor da transformação digital não está na tecnologia em si, mas no impacto que gera. E sobretudo nas pessoas que a tornam possível.
O evento acolheu também o Anúncio dos Vencedores do Prémio Cidades e Territórios do Futuro 2026.

Não acompanhou tudo? Reveja os melhores momentos!
https://evolve.apdc.pt/

👉 EVOLVE 2026
- Vídeos das apresentações
- Citações dos oradores
- Fotografias
- Melhores momentos
- Prémio Cidades e Territórios do Futuro 2026

TIC NEWS | CÁ DENTRO |  5 a 9 out🎧🔊 Ouça aqui a TICNEWS https://bit.ly/4jOfMgQ A proposta de Orçamento do Estado para 20...
09/10/2026

TIC NEWS | CÁ DENTRO | 5 a 9 out

🎧🔊 Ouça aqui a TICNEWS https://bit.ly/4jOfMgQ

A proposta de Orçamento do Estado para 2027 já está no Parlamento. Revela uma margem curta e poucas medidas novas, mas tem a aprovação praticamente assegurada pela abstenção do PS. O Governo prevê um crescimento económico de 2%, um excedente de 0,1% do PIB e uma redução da dívida pública para 84,5%. Mas já avisou que não há folga para acolher propostas sem colocar em causa as regras orçamentais. Ainda assim, o Banco de Portugal está mais otimista: reviu em alta o crescimento deste ano para 2,3% e antecipa uma expansão de 1,8% em 2027. A AR vai debater a proposta a 27 e 28 de outubro, estando a votação final global prevista para 24 de novembro. A modernização do país continua, entretanto, a beneficiar dos investimentos do PRR. No relatório anual sobre o Mecanismo de Recuperação e Resiliência, Bruxelas destaca os progressos nas condições de trabalho, na digitalização dos serviços públicos e nas competências e nos empregos verdes. Ressalva, contudo, que ainda não é possível medir todos os impactos das reformas. A digitalização aumenta também as exigências de segurança. O Executivo renovou as restrições à utilização de equipamentos e serviços de fornecedores considerados de alto risco nas redes 5G, mantendo a orientação definida em 2023. Já o Microsoft Digital Defense Report coloca Portugal no 55.º lugar mundial e no 19.º europeu entre os mercados onde os clientes foram mais afetados por atividade cibernética maliciosa no primeiro semestre. A IA está a acelerar e a ampliar os ataques, mas também a reforçar as capacidades defensivas. As empresas portuguesas podem candidatar-se a um programa europeu de 40 milhões de euros para desenvolver semicondutores destinados ao treino e à utilização de modelos de IA. O AI-Native Chip Design Challenge apoiará novas arquiteturas de elevado desempenho e ferramentas que apliquem a própria IA à conceção de chips. Nas telcos, a MEO concluiu a modernização da rede móvel do Metro de Lisboa e já está a analisar a próxima fase. Já o SAPO entrou no mercado das viagens com o SAPO GO, uma plataforma para reservar voos, hotéis, pacotes e automóveis. No Norte, o projeto 5G.CONNECT prevê instalar 25 antenas e melhorar a cobertura em 45 municípios de baixa densidade. Liderada pela dstelecom, com a NOS como copromotora, a iniciativa representa um investimento de dez milhões de euros. A transformação dos processos empresariais também avança. A Glintt Global e a Moneris desenvolveram um modelo digital que automatiza a contabilidade, o reporte financeiro e a gestão documental das farmácias. A Sovos adquiriu a Flowie para integrar agentes autónomos na gestão financeira, reunindo automação, dados empresariais e conformidade fiscal numa única plataforma. A tecnologia esteve igualmente no centro da segunda edição do Fusion, evento da Devoteam. Já a NTT DATA vai juntar colaboradores de vários países na Maratona de Lisboa. E o Politécnico de Setúbal prepara mais uma Feira de Emprego, marcada para 11 e 12 de novembro. Por cá, a semana ficou marcada pela 6.ª edição do EVOLVE, que levou ao Porto casos concretos, resultados e aprendizagens de projetos de transformação digital. No encontro, anunciámos os vencedores da 5.ª edição do Prémio Cidades e Territórios do Futuro. Já pode rever todos os conteúdos. E o próximo encontro está marcado para 22 de outubro, no STEM Women Congress, onde serão conhecidos os vencedores da segunda edição do Women Shaping Tech. Bom fim de semana!

Saiba mais em https://www.apdc.pt/noticias/atualidade-nacional//

TIC NEWS | LÁ FORA |  5 a 9 out🎧🔊 Ouça aqui a TICNEWS https://bit.ly/4jOfMgQA instabilidade política, económica e milita...
09/10/2026

TIC NEWS | LÁ FORA | 5 a 9 out

🎧🔊 Ouça aqui a TICNEWS https://bit.ly/4jOfMgQ

A instabilidade política, económica e militar continua a marcar o cenário internacional. Na Ucrânia, a guerra permanece num impasse estratégico. No Médio Oriente, Trump diz que não vai atacar o Irão antes das intercalares de 3 de novembro, mas está a intensificar a presença americana na região. Em Espanha e em França, há milhares de pessoas nas ruas, em protesto contra as condições de vida. E o FMI alerta para as forças contraditórias que condicionam a economia mundial: a IA poderá impulsionar a produtividade, mas os conflitos e a crise energética agravam a incerteza. É neste contexto que prossegue o debate sobre o ritmo de desenvolvimento da IA. Sam Altman diz que a sociedade terá de aceitar “algumas coisas negativas” para beneficiar do potencial da tecnologia. A própria OpenAI está sob pressão devido às ferramentas destinadas aos mais jovens: anunciou novidades no ChatGPT for Teens no mesmo dia em que o produto foi considerado um “risco inaceitável”. A Meta está também a recorrer à IA em áreas sensíveis. A Biohub, criada por Mark Zuckerberg e Priscilla Chan, lidera uma parceria que vai mobilizar 1,8 mil milhões de dólares para criar dados biológicos destinados ao desenvolvimento de modelos preditivos das células e das doenças. E implementou um grande modelo de linguagem para detetar anúncios aparentemente inofensivos que encaminham utilizadores para conteúdos ilegais associados à exploração infantil. Depois de a sua aquisição pela Meta ter sido revertida, a Manus regressou à estratégia independente e captou mais de 500 milhões de dólares. Já a AWS vai apoiar a Fleming Initiative na criação de uma plataforma global contra a resistência antimicrobiana, combinando cloud, IA generativa e dados científicos para identificar padrões e acelerar a investigação. A cooperação tecnológica também ganha espaço. Huawei e Qualcomm assinaram um acordo plurianual de licenciamento cruzado de patentes, pondo fim a anos de divergências. O entendimento inclui tecnologias 5G, IA, computação e redes. O TikTok apresentou o Shopping Assistant, um agente conversacional para apoiar a descoberta e a compra de produtos, e reforçou as ferramentas de IA destinadas à criação e gestão de campanhas publicitárias. Já a SAP alargou as capacidades do Joule e reforçou a aposta na “empresa autónoma”. Quanto maior é a digitalização, maior é também a superfície de ataque. A NTT DATA alerta para um cibercrime mais persistente, furtivo e estratégico, influenciado pela geopolítica e potenciado pela IA. A competição pelos ativos de IA está também a gerar conflitos empresariais. Dois antigos engenheiros e acionistas da Groq contestaram em tribunal o acordo de licenciamento de 20 mil milhões de dólares celebrado com a Nvidia. Nas telcos, o BEREC veio contrariar os argumentos dos operadores europeus: diz que a consolidação do mercado não garante, por si só, mais investimento, inovação ou competitividade. A fechar, a Paramount Skydance concluiu a aquisição da Warner Bros. Discovery. O novo grupo adotará a designação Skydance e será um dos maiores conglomerados mundiais de media e entretenimento.

Saiba mais em https://www.apdc.pt/noticias/atualidade-internacional//

08/10/2026

Wrap-up | Pedro Santos Guerreiro, Diretor Executivo, CNN Portugal / Ana Sofia Cardoso, TVHost CNN Prime Time, CNN Portugal

EncerramentoRogério Carapuça, Presidente da APDC“O nosso objetivo com o EVOLVE é criar uma biblioteca de casos de transf...
07/10/2026

Encerramento

Rogério Carapuça, Presidente da APDC

“O nosso objetivo com o EVOLVE é criar uma biblioteca de casos de transformação digital em Portugal com os nossos associados, que são diversos, porque somos uma associação de ecossistemas. Cada associado traz um cliente e apresenta-se um caso.”

“O EVOLVE, porque traz casos concretos, é uma janela única, transparente, como como é que o país está a mudar. Porque o que faz o país mudar são as mudanças nas empresas, autarquias e setor público. E isso acontece todos os dias.”

“Há três anos, fizemos um evento apenas sobre IA e hoje todos eles têm a tecnologia. É uma ferramenta, como outras, para potenciar a transformação digital das organizações. É essa transformação, toda somada, que faz a transformação do país como um todo.”

Decidir melhor em tempo realRafael Nicolau – Co-founder, Delta Y“A Delta Y trabalha com entidades públicas e governos pa...
07/10/2026

Decidir melhor em tempo real

Rafael Nicolau – Co-founder, Delta Y

“A Delta Y trabalha com entidades públicas e governos para resolver problemas de dados. Que são diferentes, tendo de se saber onde devemos decidir, o que devemos priorizar. Mas com a dispersão de dados, é muito dificil agregar toda a informação em tempo útil. Acresce que os dados estão partidos e incompletos.”

“Temos o objetivo para criar a infraestrutura necessária para medir e processar dados e acelerar as decisões públicas. Cria-se uma camada de inteligência sobre os dados, que permite cruzá-los de várias formas.”

“Acreditamos que uma das coisas mais importantes será não só ter dados e informação em tempo real, mas que estes possam aproximar-se da realidade, para prever qual o resultado ótimo”

Do Território ao Digital: reinventar o comércio localRui Castilho Dias – Manager Setor Público e Territórios, Indra Grou...
07/10/2026

Do Território ao Digital: reinventar o comércio local

Rui Castilho Dias – Manager Setor Público e Territórios, Indra Group

“Foi um desafio e a uma abordagem diferente do normal. Já sabíamos que tipo de soluções teríamos de desenvolver no final, mas isso não nos dizia o que era preciso desenvolver e endereçar. Foi aí que fomos parta o terreno perguntar, ouvir e auscultar os stakeholders. O entusiasmo foi a nota dominante.”

“Foi um processo interessante, que nos permitiu perceber que havia dois bairros distintos com necessidades e desafios distintos. Ativámos uma equipa interna que trabalha precisamente estas dinâmicas de colaboração, de cocriação e de desenho de serviços.”

“O tempo foi um dos desafios, sendo um projeto do PRR. Teve uma implementação de timings curto, quando exigia um trabalho de cocriação, em que primeiro ouvimos, testamos e depois implementamos. Falamos de projetos também com variáveis distintas, o que envolve equipas e ferramentas diferentes, que tiveram de ser integradas como se fossem um ecossistema único. E houve o tema da gestão dos múltiplos stakeholders, com proximidade, foco e motivação.”

Elisabete Monteiro – Product Management Lead, Porto Digital

“Bombarda Digital e Baixa Digital são dois projetos que tiveram um impulso do financiamento do PRR. Mas só foi possível fazer acontecer porque já estávamos a trabalhar com estes territórios e sabíamos as suas espectativas de mudança. As soluções digitais que desenvolvemos foram um sucesso porque conseguiram viabilizar tudo o que ouvimos e construímos com a comunidade.”

“Criar estes projetos foi criar uma base, mas ainda com um espaço grande entre o momento em que pensamos o projeto e o momento em que o vamos implementar, que terá de estar ajustado ao momento. Para nós era essencial o espaço para criação e atualização da ideia, que as soluções fossem uma resposta real aos bairros em questão. Ambos têm dinâmicas e formas de trabalhar muito próprias.”

“Ficam aprendizagens, como a de saber como lidar com o tempo, Há um ano e maio estávamos a aprender a trabalhar em conjunto. Parte do sucesso de termos lidado bem com o tempo foi o sabermos bem o que queríamos atingir e os passos que queríamos dar. Houve uma troca grande de aprendizagens que foi essencial. Hoje, já seria diferente. O projeto foi uma fase boa para aprender o que devemos fazer.”

Smart City of RockRoberta Medina – Vice-Presidente, Rock in Rio“No Rock in Rio, falamos de um público muito inverso, com...
07/10/2026

Smart City of Rock

Roberta Medina – Vice-Presidente, Rock in Rio

“No Rock in Rio, falamos de um público muito inverso, com perfis muito diferentes. Dentro do nosso papel de contribuir para um mundo melhor, achámos que podíamos aproximar o festival da tecnologia, criar um ambiente de engagment, para testar novas tecnologias. Temos uma cidade de 100 mil pessoas, com perfis diferentes todos os dias. Pode ser um teste, dando oportunidade às startups, academia e municípios para experimentar num laboratório.”

“A partir do momento em que fazemos venda diiyal, conseguimos traçar o perfil do consumidor. Há uma série de oportunidades, ao usar a IA, para a acelerar a chegada das tecnologias às cidades, empresas e à vida das pessoas.”

“Ter um gémeo digital vai ser muito importante quando trabalharmos em antecipação. Temos três palcos principais a acontecer com programas a decorrer quase em simultâneo. Há uma parte de entretenimento onde o uso da tecnologia deve ser muito simples, outra de monetização, de agendamento para evitar esperas. Passamos a utilizar sem dores com a tecnologia, entregando as melhores soluções.”

André Godinho Luz – General Manager, Infinity Foundry

“Quando recebemos o convite, através do Brasil, para ir para o Rock in Rio, que tem 100 mil pessoas diárias, o desafio foi de como o fazer. O público-alvo são as pessoas no recinto. Hoje, há um grande debate sobre a IA e pensámos como é que uma tecnologia pode ser desconstruída para voltar a construir com novas especificidades e objetivos. Falamos de áreas com objetivos totalmente diferentes e de como as orquestrar para que funcionem.”

“Tivemos vários pilotos ao mesmo tempo, para perceber como as pessoas – tendo objetivos diferentes – conseguem ter uma experiência de qualidade. E fazer gamificação, incentivando as pessoas com determinados objetivos. E fizemos demonstração da própria cidade de Lisboa, com uma extrapolação dos resultados. Foi um desafio muito interessante, perceber o que é que as pessoas querem.

“Temos de entregar a IA às pessoas, mas a meta é que elas nem o notem. O que nos coloca desafios técnicos, de como o orquestro e de perceber o que as pessoas estão a fazer. Extrapolado para as cidades, permite otimizações de fluxos e decisões em tempo útil. Porque a mesma dinâmica que existe no rock in rio pode ser implementada numa cidade.”

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