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TIC NEWS | CÁ DENTRO |  25 mai a 29 mai🎧🔊 Ouça aqui a TICNEWS https://bit.ly/4ecyU4Y Portugal, e a Europa, vivem uma ond...
29/05/2026

TIC NEWS | CÁ DENTRO | 25 mai a 29 mai

🎧🔊 Ouça aqui a TICNEWS https://bit.ly/4ecyU4Y

Portugal, e a Europa, vivem uma onda de calor, com as temperaturas muito acima do normal a deixarem bem claro que as alterações climáticas são uma realidade e que é preciso tomar medidas. Quente esteve também o Parlamento esta semana, com o Primeiro-Ministro a ser pressionado em múltiplas áreas, da saúde às medidas das tempestades, passando pela prevenção dos incêndios, as crescentes dificuldades criadas pela instabilidade internacional ou pela lei laboral. No meio da especulação sobre eventuais eleições antecipadas, Luís Montenegro garantiu que a reforma laboral vai mesmo à AR, porque os portugueses a querem, e que quer aproveitar a atual estabilidade económica, recusando-se a governar “em função das sondagens”. Uma resposta aos dados mais recentes, que mostram uma queda da AD, com o PS a liderar as intenções de voto. Deixou claro que o Executivo é um “corredor de endurance”, que aposta numa corrida longa, numa resposta também às críticas de Pedro Passos Coelho. O Presidente da República veio, entretanto, defender a necessidade de entendimento entre partidos democráticos, que têm o dever de encontrar um terreno comum. Com a reforma do Estado no terreno, Gonçalo Matias reitera que a revisão do Código dos Contratos Públicos e da Lei do Tribunal de Contas visam reforçar a capacidade de execução e reduzir os bloqueios administrativos, mas sem reduzir o escrutínio. O Plano Nacional de Nuvem Soberana já foi publicado em Diário da República, definindo o modelo de financiamento, governação e implementação da futura infraestrutura cloud do Estado, que terá capacidades de IA. Já no que respeita à reforma das entidades reguladoras, o ministro Adjunto e da Reforma do Estado diz que a meta é reforçar a independência, com responsabilização, escrutínio e modernização. Entretanto, a MEO avançou com uma ação judicial contra o Estado: quer ser indemnizada em 81,7 milhões pelos prejuízos causados pela decisão nacional de exclusão da Huawei das redes 5G. A Vodafone fez com a TVI/CNN Portugal uma transmissão televisiva em direto, usando o network slicing na rede 5G standalone. E a NOS está no top 3 nacional do ranking europeu de líderes climáticos, que distingue empresas que registaram maiores reduções na intensidade das emissões. Dados da ANACOM mostram que os pacotes com quatro ou cinco serviços já representam 61,5% do total dos utilizadores de pacotes. Na próxima semana, a Startup Portugal vai levar 28 startups ao South Summit Madrid, um dos principais eventos europeus de inovação e empreendedorismo. A Deloitte já anunciou os líderes e organizações que mais se destacaram no mercado, na 38.ª edição dos IRGAwards. A confirmar a crescente utilização da IA pelas empresas, os CTT reforçaram os serviços da Helena, a assistente virtual do grupo baseada em IA generativa. Por cá, acabámos de lançar mais um episódio do ‘Como Era o Futuro’, desta vez com Raúl Mascarenhas, numa reflexão sobre a transformação tecnológica das últimas décadas e os desafios que moldam as comunicações. Já está também disponível o ciclo Dot Topics APDC Especial Congresso: conheça as 13 conversas sobre os grandes temas que estão a moldar o presente e o futuro da economia digital. E pode aproveitar também para rever todos os conteúdos do 35.º Digital Business Congress! Um excelente fim de semana! Regressamos depois dos feriados.

Saiba mais em https://www.apdc.pt/noticias/atualidade-nacional/

TIC NEWS | LÁ FORA | 25 mai a 29 mai🎧🔊 Ouça aqui a TICNEWS https://bit.ly/4ecyU4YApesar de todas as promessas e expetati...
29/05/2026

TIC NEWS | LÁ FORA | 25 mai a 29 mai

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Apesar de todas as promessas e expetativas, a escalada das guerras no Irão e na Ucrânia é uma realidade. No Médio Oriente, os EUA garantem que o acordo de paz está prestes a ser alcançado, mas, no terreno, as violações do cessar-fogo continuam de ambas as partes. Em paralelo, Israel prossegue também com ataques, sobretudo no Líbano. Na Europa, a Rússia acaba de atingir com um drone a Roménia e intensificou os ataques na Ucrânia, quando Putin parece estar disposto a negociar com Bruxelas. A braços com problemas estruturais crescentes, o Kremlin veio dizer que está em jogo o “futuro da arquitetura da Europa” e que uma negociação entre Moscovo e Bruxelas vai ter mesmo de acontecer. De guerra falou também o Papa Leão XIV, na sua primeira encíclica, onde recusa a ideia de “guerra justa” e diz estar preocupado com a possibilidade de os líderes iniciarem guerras para distrair os cidadãos das questões internas. Mais: pede ao mundo para “abrandar” a IA e “desarmá-la”, nomeadamente com uma regulação rigorosa. Apela ainda para que as empresas do setor trabalhem em prol de um bem comum, em vez de se focarem apenas no lucro. E deixa a crítica à “cultura do poder” que está a impulsionar a corrida pela IA. O relatório sobre a aplicação da Lei dos Mercados Digitais mostra que já há benefícios para o mercado, sendo agora a prioridade a execução rigorosa das regras e a abertura efetiva dos ecossistemas digitais. Com crescente atenção à cloud e à IA, diz Bruxelas, que acaba de multar a Temu em 200 milhões de euros por falhas na avaliação dos riscos dos seus produtos. E, para preparar a Europa para uma nova fase da conectividade móvel, já apresentou uma proposta para os fornecedores de serviços móveis por satélite. Com a soberania digital no centro das atenções, a Google Cloud fez uma parceria com a Telefónica para uma cloud soberana em Espanha. Já a SAP está a reforçar a sua posição no negócio da IA empresarial, com a compra da Prior Labs e o lançamento de um hub de inovação em defesa e segurança. O SAS, por sua vez, está a preparar um Quantum Lab para levar a IA quântica às empresas. Na era da IA empresarial, a AWS reforçou a sua posição como infraestrutura crítica, ao fazer um acordo de seis mil milhões de dólares com a Snowflake para os próximos cinco anos. Mais uma soma milionária, quando o fundador da Amazon veio minimizar os receios de uma bolha na IA, defendendo que os investimentos vão gerar inovação estrutural. Já a Meta, a preparar-se para ter planos com IA, acaba de lançar subscrições para as suas plataformas Instagram, Facebook e WhatsApp. A reforçar a aposta na IA agêntica, a Salesforce registou recordes de receitas no 1.º trimestre do seu ano fiscal. A Qualcomm terá chegado a acordo com a ByteDance, dona do TikTok, para fornecer chips destinados a data centers de IA. A Huawei, por seu lado, apresentou uma nova estratégia para desenvolver chips mais avançados. Isto numa altura em que surgem notícias de que Pequim estará a impor restrições às deslocações internacionais de profissionais de IA, incluindo especialistas de empresas privadas, como a Alibaba e a DeepSeek. A fechar, destaque para dois estudos que mostram o lado menos positivo da IA: a HPE diz que há uma utilização crescente e cada vez mais sofisticada da IA generativa em deepfakes e fraudes, com o cibercrime a operar a uma escala industrial; a NTT DATA revela que a IA está a acelerar mais rapidamente do que a maturidade das empresas na cloud, limitando o crescimento e o retorno do investimento.

Saiba mais em https://apdc.pt/noticias/atualidade-internacional//

29/05/2026

O espaço já é o 5.º domínio da defesa militar.

Há um tema que deixou de ser ficção científica…e passou a ser uma questão de soberania, segurança e poder estratégico europeu: o espaço.

Mas estará a Europa demasiado dependente de tecnologia externa?

Poderá Portugal tornar-se uma peça-chave no acesso europeu ao espaço?

E porque é que os Açores podem ser estratégicos para o futuro da Europa?

Bruno Santos, Managing Director da Capgemini Engineering, conversa com Ricardo Conde, Presidente da Portugal Space | Agência Espacial Portuguesa Portuguesa, numa Live Talk realizada no Congresso APDC. Geopolítica, defesa, satélites, autonomia tecnológica e o papel que Portugal pode assumir na nova corrida espacial europeia foram temas em debate.

Esta conversa vai mesmo mudar a forma como olha para o espaço!

Veja a conversa completa no

▶ YouTube da APDC https://www.youtube.com/watch?v=O0nIKgZ2ecM&list=PLB0zVkqv-8UF-m4Ug70i2ncjWggkU0AnR&index=4

🎧Spotify da APDC https://open.spotify.com/episode/266pb6wvDpwH3HeHmOhOwt

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O setor das comunicações quer investir. Mas ficou claro que precisa de escala, previsibilidade e de um quadro regulatóri...
29/05/2026

O setor das comunicações quer investir. Mas ficou claro que precisa de escala, previsibilidade e de um quadro regulatório diferente.

O Estado da Nação das Comunicações começou com uma conversa com Sandra Maximiano, presidente da ANACOM - Autoridade Nacional de Comunicações. Que enquadrou a visão do regulador sobre um mercado que considera robusto, competitivo e com capacidade de investimento. Embora admita que enfrenta exigências crescentes em segurança, cibersegurança, qualidade das redes e renovação das licenças de espetro 5G.

No debate entre os players do setor, Ana Figueiredo (MEO), Luis Lopes (Vodafone Portugal) e Miguel Almeida (NOS), o tom foi claro: o atual enquadramento regulatório e legislativo não está alinhado com as necessidades de investimento.

A renovação das licenças de espetro 5G esteve no centro das críticas, pela sua importância para garantir previsibilidade a quem investe em redes de longo prazo. E a consolidação foi assumida como inevitável, num mercado onde a pressão sobre preços, a falta de escala e a incerteza regulatória condicionam a capacidade de financiar os próximos ciclos tecnológicos.

A discussão evidenciou uma divergência de leitura: de um lado, o regulador sublinha concorrência, inclusão e gestão eficiente do espetro; do outro, os operadores reclamam condições para recuperar equilíbrio, investir, ganhar escala e responder às exigências de redes cada vez mais críticas para a economia digital.

👉 Veja já o vídeo completo desde grande debate! https://youtu.be/ypzWnmjiYvU

A conectividade já não é apenas infraestrutura. É condição de competitividade, como salientou no Congresso APDC Miguel P...
28/05/2026

A conectividade já não é apenas infraestrutura. É condição de competitividade, como salientou no Congresso APDC Miguel Pinto Luz. O Ministro das Infraestruturas e Habitação (República Portuguesa - XXV Governo) salientou o papel das telecomunicações, do investimento e da regulação na capacidade de Portugal competir numa economia cada vez mais digital.

Por isso, defendeu a importância de criar condições para quem investe em redes, de garantir previsibilidade no processo de renovação de espectro e de reforçar o diálogo entre Governo, regulador e operadores. É que num setor onde a conectividade suporta serviços digitais, empresas, investimento estrangeiro, cloud, data centers e infraestruturas críticas, a qualidade das redes passa a ser um fator estratégico para o país.

Abordou ainda a cloud soberana, o plano nacional para data centers, o papel da ANACOM - Autoridade Nacional de Comunicações como ponto de articulação regulatória e a necessidade de atrair investimento que represente um compromisso real com a economia, a academia e a sociedade.

É que a conectividade é uma infraestrutura crítica para a competitividade do país.

👉 Reveja já esta intervenção! https://youtu.be/_QnsiazI_QI

28/05/2026

Os dados são hoje essenciais para compreender o presente e preparar o futuro das comunicações.

Numa realizada no âmbito do Congresso APDC, Fátima Caçador, Diretora da Casa dos Bits | TEK Notícias, conversa com Augusto Fragoso, Diretor-Geral de Informação e Inovação da ANACOM - Autoridade Nacional de Comunicações, sobre a STAT.ANACOM, a nova plataforma pública de informação estatística sobre as comunicações em Portugal.

Com mais de 25 anos de informação e mais de 200 indicadores, a STAT.ANACOM pretende tornar os dados mais acessíveis, transparentes e úteis para reguladores, Governo, operadores, academia, comunicação social e cidadãos.

Em destaque na conversa estiveram:
✔ Dados e transparência
✔ IA e análise avançada
✔ Novas exigências europeias
✔ Governação digital
✔ APIs e automatização
✔ Gémeos digitais

É que não é possível gerir estrategicamente sem conhecer o terreno onde se atua.

Veja a conversa completa no

▶ YouTube da APDC https://www.youtube.com/watch?v=sURmnycrjys&list=PLB0zVkqv-8UF-m4Ug70i2ncjWggkU0AnR&index=3

🎧Spotify da APDC https://open.spotify.com/episode/5slAuvPNUGIHysggzZTagP

🤝 A Devoteam acaba de se juntar ao ecossistema APDC como Associado e Patrocinador!Consultora tecnológica premium e tech-...
28/05/2026

🤝 A Devoteam acaba de se juntar ao ecossistema APDC como Associado e Patrocinador!

Consultora tecnológica premium e tech-native há mais de 30 anos, a Devoteam apoia empresas e instituições públicas na transformação estratégica e digital, com foco em áreas críticas como cloud, data, cibersegurança e inteligência artificial.

Com presença alargada na região EMEA e uma equipa de 11 mil especialistas, combina conhecimento tecnológico, inovação contínua, parcerias estratégicas com líderes globais e colaboração com startups para desenvolver soluções que ajudam as organizações a acelerar a inovação, reforçar a eficiência e crescer de forma sustentável.

A chegada da Devoteam à Digital Business Community da APDC reforça um ecossistema cada vez mais orientado para a partilha de conhecimento, a colaboração e a construção de respostas aos grandes desafios das TIC e do digital.

Damos as boas-vindas à Devoteam e convidamos todos a conhecer melhor este novo membro da nossa comunidade.

Saiba mais em: https://lnkd.in/erRjKtKa

28/05/2026

“Quando o primeiro telemóvel apareceu, parecia apenas uma conveniência. Hoje, é impossível viver sem ele.”

No novo episódio de Como Era o Futuro, Rogério Carapuça conversa com Raul Mascarenhas, 11.º Presidente da APDC, sobre os grandes saltos que transformaram as comunicações: o móvel, a internet, os correios, os media e agora a inteligência artificial.

Uma conversa sobre:
📱 o nascimento do serviço móvel em Portugal
🌐 a revolução da Internet
📦 a transformação dos correios
🤖 o impacto da IA nas redes
⚡ e os erros estratégicos do setor das telcos

Uma conversa cheia de visão estratégica, memória e futuro.

Veja o episódio completo em vídeo no YouTube APDC https://youtu.be/XoOh1EhBLgY

Ouça em áudio no Spotify APDC https://open.spotify.com/episode/1V0GarPNIwvc5bDM3iBX0v?si=qFtnYo-XRdK95Srr4WxooA

Portugal tem infraestruturas digitais avançadas. Mas conseguirá transformar essa vantagem em escala, resiliência e compe...
28/05/2026

Portugal tem infraestruturas digitais avançadas. Mas conseguirá transformar essa vantagem em escala, resiliência e competitividade?

No “Estado da Nação das Infraestruturas Digitais” Carlos Paulino (Portugal DC), João Osório Mora (Cellnex Telecom), Paolo Favaro (Vantage Towers) e Pedro Rocha (FastFiber) fizeram um ponto de situação das infraestruturas digitais e salientaram o seu papel na conectividade, economia digital e soberania tecnológica.

O país beneficia de uma posição estratégica como ponto de ligação entre a Europa, o Atlântico e o hemisfério sul. E o mercado tem grande potencial de crescimento em áreas como data centers, fibra, redes móveis, torres, capacidade de rede e conectividade crítica.

Só que a infraestrutura digital não depende apenas de tecnologia. Depende de uma multiplicidade de fatores, como energia, licenciamento, acesso a terrenos, coordenação entre entidades, investimento, capacidade de execução e resiliência do ecossistema.

Num contexto de crescimento do tráfego de dados, maior procura de cloud e data centers, novas exigências de cobertura indoor e necessidade de redes mais densas, a pergunta deixa de ser apenas se há cobertura. Terá de passar pela capacidade, qualidade e resiliência, porque só isso dá resposta à próxima fase da economia digital.

Estaremos a preparar as infraestruturas digitais para o país que queremos ser?

👉 Saiba tudo. Veja já o vídeo completo! https://youtu.be/rmIZGurFRek

Portugal pode ser pequeno em dimensão, mas as suas startups nascem com ambição global desde o primeiro dia. E o número d...
27/05/2026

Portugal pode ser pequeno em dimensão, mas as suas startups nascem com ambição global desde o primeiro dia. E o número de unicórnios nacionais comprova que há talento e inovação.

Diogo Guerra (Feedzai), Filipe Lima (Talkdesk) e Miguel Aguiar (Startup Portugal) debateram o papel de Portugal na estratégia digital europeia, a partir da experiência de projetos que cresceram para os mercados globais.

Feedzai e Talkdesk mostram que é possível criar tecnologia em Portugal, atrair investimento internacional, manter equipas de engenharia no país e competir em setores exigentes. Como fraude financeira, cloud, customer experience e IA.

A importância do talento, execução, ambição global, ligação entre produto e mercado, capacidade de adaptação e necessidade de preparar melhor os jovens para o empreendedorismo tecnológico foram temas em destaque.

Assim como os desafios que continuam a limitar o crescimento: acesso a capital em fases mais avançadas, velocidade regulatória, adaptação das universidades às novas formas de trabalhar com IA, retenção de talento e criação de condições para escalar empresas a partir do país.

Que condições faltam para que Portugal transforme mais conhecimento, talento e tecnologia em empresas globais?

👉 Saiba tudo a rever esta sessão! https://youtu.be/KyXHq2uCfP0

Endereço

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Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
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