União dos Povos de Matrizes Africanas Fundador Muikenu ia Nkosi

União dos Povos de Matrizes Africanas Fundador Muikenu ia Nkosi Muikenu ia Nkosi Entretanto, muitas vezes, o preconceito existe e se manifesta pela humilhação imposta àquele que é “diferente”.
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Precisamos dar continuidade ao trabalho de pesquisa que visa a união dos Povos de Matrizes Africanas e com a ajuda de nossos irmãos e amigos iremos conseguir nosso objetivo. Liberdade Religiosa

A Constituição Federal consagra como direito fundamental a liberdade de religião, prescrevendo que o Brasil é um país laico. Com essa afirmação queremos dizer que o Estado deve se preocupar em proporcionar

aos cidadãos um clima de perfeita compreensão religiosa, erradicando o fanatismo e a intolerância religiosa. Deve existir uma divisão muito acentuada entre o Estado e as religiões em geral, não podendo existir nenhuma religião oficial, devendo, porém, o Estado prestar proteção e garantia ao livre exercício de todas as religiões. E nós candomblecistas e afrodescendentes precisamos mostrar que temos força, e representatividade no campo político, social, religioso, jurídico e educacional. E diante desse quadro não é mais admissível ficarmos sentados e esperar acontecer algo pior e negligenciar tudo que esta acontecendo não é o caminho. Diante da gravidade dos fatos aqui relatados, foram criados os seguintes grupos: os “Unidos contra a Intolerância", e "Direitos Humanos dos Povos e Comunidades Tradicionais" com o propósito de unir todos os que defendem uma convivência respeitosa e pacifica entre as religiões, independente de credo, raça, gênero, religiosidade ou orientação sexual e que estejam dispostos a lutar por essa causa de extrema importância para que possamos perpetuar o nosso direito de culto e fazendo valer a nossa voz para nos defender dos constantes ataques ao qual somos vítimas desde os nossos primórdios até os dias atuais. A intenção é criar um movimento de abrangência nacional com representantes em todos os Estados que possam nos trazer as denúncias de intolerância religiosa e racismo para fortalecer nosso trabalho de pesquisa. (Aproveito para citar o texto adaptado do ex- Ministro Nilmário Miranda)
"A pluralidade, construída por várias raças, culturas, religiões, que permite que todos sejam iguais, cada um com suas diferenças podemos servir de exemplo para o mundo. Outras vezes o preconceito se manifesta pela violência. No momento em que alguém é humilhado, discriminado, agredido devido à sua cor ou à sua crença, ele tem seus direitos constitucionais, seus direitos humanos violados; este alguém é vítima de um crime – e o Código Penal Brasileiro prevê punição para os criminosos. Invadir terreiros de umbanda e candomblé, que, além de locais sagrados de culto, são também guardiães da memória de povos arrancados da África e escravizados no Brasil; desrespeitar a espiritualidade dos povos indígenas, ou tentar impor a eles a visão de que sua religião é falsa; agredir os ciganos devido à sua etnia ou crença, mesmo motivo que os levou ao quase extermínio na Europa, durante a Segunda Guerra Mundial: tudo isto é intolerância, é discriminação contra religiões. o que humildemente buscamos é que ninguém sofra ou pratique injustiça contra seu semelhante.”. Respeite a liberdade de expressão religiosa, afinal vivemos em uma democracia. Direitos Humanos dos Povos e Comunidades Tradicionais

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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