15/02/2026
A Força Azul 1982 vem, por este meio, dirigir-se publicamente aos sócios, adeptos e à cidade de Vizela para expor aquilo que consideramos ser uma situação insustentável na gestão da SAD do Futebol Clube de Vizela.
O silêncio terminou.
Ao longo dos últimos meses acumulam-se sinais claros de má gestão, ausência de investimento desportivo consistente e incumprimento reiterado de promessas feitas aos sócios e à cidade. O projeto apresentado não corresponde à realidade vivida dentro e fora de campo.
Temos assistido:
– A uma equipa frágil, sem identidade, sem atitude competitiva e sem o investimento necessário para honrar a dimensão do clube;
– A promessas públicas que nunca foram cumpridas;
– À atribuição de cargos a elementos ligados a interesses pessoais, alimentando a perceção de uma estrutura fechada sobre si própria;
– À crescente segregação entre adeptos, visível inclusive no jogo frente à União Desportiva Oliveirense, onde se promoveu divisão onde deveria existir união;
– A episódios graves de desrespeito, como a ameaça de Miguel Tavares a adeptos num jogo de pré-época, sem que daí tenham resultado consequências públicas;
– Ao bloqueio sistemático de comentários nas páginas oficiais, limitando a liberdade de opinião e afastando o clube dos seus sócios;
– À nova contratação de Matías Lacava, decisão que reacende uma contestação que nunca foi verdadeiramente esclarecida;
– A relatos de conflitos internos e agressões a elementos da equipa técnica por defenderem que os jogadores deveriam dar a cara perante os adeptos.
Não esquecemos igualmente os comunicados emitidos contra a Força Azul 1982, onde fomos acusados de atos que a justiça acabou por não confirmar. O alegado episódio do vidro do autocarro terminou com o processo arquivado por inexistência de prova, contrariando as acusações públicas feitas na altura.
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