ATAHCA Associação de Desenvolvimento Local

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ATAHCA Associação de Desenvolvimento Local Criada por uma necessidade que existia a nível da Zona do Alto Cávado, que se prendia com a falta de uma estratégia de desenvolvimento rural integrado etc.

Poucos se atrevem a negar, que as áreas rurais constituem um suporte indispensável ao processo de desenvolvimento e equilíbrio económico-social das sociedades modernas, marcadamente urbanizadas. No entanto, esse "reconhecimento" não tem impedido que se continue a assistir a um constante processo de erosão humana, social e económica do mundo rural, caracterizado essencialmente pela desertificação, fuga dos mais jovens (mais dinâmicos e instruídos) para os centros urbanos, envelhecimento da população, ausência de informação, fraco nível de vida, declínio cultural e isolamento, falta de investimento industrial e social. Foi no âmbito deste quadro que em 1991 a ATAHCA, se propôs inverter o rumo dos acontecimentos, recusando com determinação o desígnio da fatalidade. O desafio de proporcionar à zona de intervenção, o desenvolvimento que ela merece e que este projecto será mais um contributo. Trata-se de dotar a zona de intervenção de todos os instrumentos necessários e imprescindíveis, que possibilitem "reinventar" um futuro para o nosso mundo rural, de forma que este possa encarar fortalecido uma economia mais aberta. Deste modo, a ATAHCA pretende atingir determinados objectivos de forma a dar resposta às necessidades do seu meio rural entre as quais destacamos:
a) Apoiar as iniciativas de investimento em prol do desenvolvimento local, encetados pelos actores locais, de origem singular, colectiva, privada ou pública, que se conotem com as seguintes características essenciais: inovação, efeito demonstrativo e transferibilidade. Obviamente, que a aposta passa também pelo incentivo ao estabelecimento do maior número possível de sinergias e parcerias que envolvam todas as entidades ligadas ao desenvolvimento local (autarquias, cooperativas, associações, universidades, regiões de turismo, agricultores. b) Mobilizar todas as capacidades inovadoras para reinventar sistemas de culturas adaptadas e manter uma economia rentável baseada na agricultura, no turismo e no artesanato. Para isso, é necessário facilitar a pluriactividade e resolver os problemas sociais e económicos que estão ligados a essas áreas rurais. c) Salvaguardar o ambiente e o património cultural, histórico e edificado, dado que é necessário preservar a todo o custo os atractivos da região. d) Prestar assistência técnica à elaboração de projectos de desenvolvimento integrado, cuja utilidade se revele de suma importância na resolução dos problemas que afectam a região. e) Apoiar as PME`s e estruturas económicas de natureza familiar. A agro-indústria, por exemplo, afigura-se como uma actividade promissora. Deve-se, no entanto integrar no esquema de desenvolvimento outras actividades relacionadas com a defesa do património rural numa lógica de diversificação das actividades económicas, como por exemplo: o artesanato, o turismo no espaço rural, a hortifruticultura, o termalismo, os estudos da terra e da vinha, promoção da silvicultura (especialmente no sector floresta/madeira), etc. f) Incrementar novas tecnologias em espaço rural, visando a diversificação de actividades e a criação de novos empregos, não esquecendo que os sistemas de informação são indispensáveis ao sucesso da comercialização. g) Incentivar acções que visem reflectir sobre o que se passa nas nossas áreas rurais, acompanhando a sua evolução, descobrindo novas áreas de actividades e interesses, que possibilitem por um lado fixar os jovens mais instruídos e dinâmicos e, por outro oferecer à restante população oportunidades de modificar a sua atitude perante os problemas que a agricultura tradicional actualmente oferece. h) Implementar o turismo rural, pois ele reúne uma série de argumentos que o conotam em muitos casos com a alavanca possível ou pelo menos proeminente, no processo do desenvolvimento local. Neste âmbito afigura-se importante o incentivo à organização de uma oferta turística diversificada, a sua normalização e coordenação a diversos níveis. i) Estimular a valorização e comercialização dos produtos e produções endógenas de qualidade e características singulares, estabelecendo as devidas relações entre os produtos e o seu local de origem. Por outro lado, será imprescindível proceder à protecção e promoção dos nossos recursos naturais e turísticos. j) Incrementar o associativismo, cujo papel é de grande importância na consolidação do desenvolvimento. l) Promover a troca de experiências e de saber - fazer entre esta região e outras envolvidas na rede europeia LEADER, estimulando a cooperação transregional e transnacional. m) Apoiar a realização de candidaturas ao PRODER. Assim, no âmbito de um processo de desenvolvimento integrado dá-se conta de algumas acções que poderão espelhar os objectivos desta associação:
Turismo rural: Recuperar aldeias tradicionais, criando melhores condições de vida aos habitantes e criando espaços para oferta turística. Desenvolver pólos estratégicos de turismo. Turismo cinegético. Aproveitamento de áreas tradicionais para espaços e instalações turísticas. Recuperação de restaurantes típicos. Ordenamento e recuperação de zonas degradadas. Sinalização. Promoção, divulgação e apoio à cultura turística local. Postos de turismo. Circuitos temáticos e turísticos. Guias de interpretação. Turismo religioso. Sinalização e divulgação dos Caminhos de Santiago. Produtos típicos locais: Certificação de produtos de qualidade. Estudos de mercado. Estudos de design e embalagens. Doçaria regional. Introdução e produção de produtos biológicos/naturais. Participação em exposições/feiras. Promoção e divulgação dos produtos típicos regionais. Melhoria de qualidade de produção. Valorização do queijo de cabra. Valorização das carnes dos animais de raças autóctones. Valorização das ervas medicinais, aromáticas e condimentais. Artesanato: Formação de artesãos. Redes de comercialização de artesanato. Certificação de origem. Fomento de atelier’s de artes e ofícios tradicionais. Património histórico-cultural: Recuperação de espaços classificados. Apoio a actividades de cultura tradicional. Apoio às associações socioculturais. Criação de escolas de música regional. Criação de pequenos museus etnológicos locais. Ambiente: Combate às infestantes, reflorestação com espécies autóctones, educação e sensibilização para a preservação ambiental. Limpeza e recuperação de espaços poluídos e degradados. Apoio à recolha de materiais reutilizáveis e recicláveis. Recuperação das antigas fontes públicas. Recuperação de praias fluviais. Produtos regionais: Diversificação da produção agrícola. Criação de laboratório para apoio na análise de qualidade dos produtos da região. Valorização e comercialização das produções regionais: Apoio a PME´s e empresas familiares. Presença em feiras de âmbito regional, nacional e internacional. Apoio ao associativismo agrícola. Incentivo à criação de aves de capoeira. Confecção de broa tradicional. Revitalização de pequenas unidades de produtos fumados e enchidos. Valorização de espécies autóctones: Apoio à caça em cativeiro. Criação de infra-estruturas para o controlo, protecção e valorização do cavalo garrano, gado barrosão e galego, cabrito da serra.

Cooperação transnacional GREENPARK_ATAHCADia 9 de outubro dedicado à visita ao Parque Nacional Kemeri (área de 36.184 he...
09/10/2026

Cooperação transnacional GREENPARK_ATAHCA
Dia 9 de outubro dedicado à visita ao Parque Nacional Kemeri (área de 36.184 hectares) que foi criado em 1999 com o objetivo de preservar o património natural, cultural e histórico, o turismo termal e promover atividades económicas sustentáveis. Os valores naturais mais significativos deste parque são: turfeiras altas cobertas de musgo, as águas minerais que se formam sob a terra em redor e brotam à superfície em mais de 30 nascentes, os lagos costeiros pouco profundos, pântanos e densas florestas de folha caduca, assim como flora e fauna selvagem. Durante a visita foi possível conhecer e contactar com promotores de projetos em meio costeiro e em meio rural, apoiados pelo Grupo de Acção Local, através respectivamente dos fundos europeus FEAMPA e FEADER .

No âmbito do projeto de cooperação transnacional GREENPARK, uma delegação do GAL ATAHCA, composta por autarcas, dirigent...
08/10/2026

No âmbito do projeto de cooperação transnacional GREENPARK, uma delegação do GAL ATAHCA, composta por autarcas, dirigentes associativos locais, elementos da equipa técnica e empresários ligados ao turismo e à animação turística em meio rural, encontra-se a participar, entre os dias 5 e 10 de outubro, numa visita de estudo e intercâmbio aos territórios dos Parques Nacionais de Gauja, Rāzna e Ķemeri, integrados nos GAL parceiros dos distritos de Cēsis e Rēzekne, na Letónia.
Esta iniciativa proporciona o contacto direto com boas práticas de desenvolvimento rural sustentável, valorização do património natural e cultural, turismo de natureza e dinamização económica em territórios inseridos em áreas protegidas.
O projeto GREENPARK tem como principal objetivo aproximar Grupos de Ação Local, entidades gestoras de áreas protegidas, municípios, associações de turismo, empresas rurais e agentes culturais, promovendo a transferência de conhecimento, a troca de experiências, a inovação e a construção de respostas conjuntas para os desafios comuns dos territórios rurais localizados em parques nacionais e naturais.

A participação da ATAHCA nesta iniciativa é apoiada pelo PEPAC, no âmbito da Tipologia de Intervenção D.1.1.2 – Cooperação.

A ATAHCA congratula-se pela atribuição da Medalha de Honra da Agricultura e do Desenvolvimento Rural a José António da M...
07/10/2026

A ATAHCA congratula-se pela atribuição da Medalha de Honra da Agricultura e do Desenvolvimento Rural a José António da Mota Alves, distinção atribuída pelo Ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, em reconhecimento pelos relevantes serviços prestados e pelo seu valioso e excecional contributo para o desenvolvimento e valorização da agricultura, das florestas, do desenvolvimento rural e dos territórios rurais.
Cofundador e Presidente da Direção da ATAHCA Associação de Desenvolvimento Local entre 4 de setembro de 1991 e 30 de junho de 2026, exerceu igualmente, durante este período, as funções de Coordenador do respetivo Grupo de Ação Local, contribuindo de forma exemplar e continuada para a promoção do desenvolvimento local, para a valorização dos recursos dos territórios rurais e para o fortalecimento do associativismo.
Esta distinção representa um justo reconhecimento de mais de três décadas de dedicação, visão e compromisso ao serviço das comunidades rurais e do desenvolvimento sustentável dos nossos territórios.

Parabéns, Prof. José António da Mota Alves, por esta merecida homenagem!

No âmbito do projecto de cooperação transnacional GREENPARK, uma delegação do GAL da ATAHCA composta por autarcas, dirig...
07/10/2026

No âmbito do projecto de cooperação transnacional GREENPARK, uma delegação do GAL da ATAHCA composta por autarcas, dirigentes associativos locais, elementos da equipa técnica e empresários ligados ao turismo e animação turística em meio rural, está a participar entre 5 e 10 de outubro numa visita de estudo e intercâmbio aos território dos Parques Nacionais de Gauja, Rāzna e Ķemeri, dos GAL parceiros dos distritos de Cēsis e Rēzekne, que abrangem zonas rurais e marítimas da Letónia.

O projecto GREENPARK tem como objectivos aproximar Grupos de Ação Local, entidades gestoras de áreas protegidas, municípios, associações de turismo, empresas rurais e agentes culturais, promovendo a transferência de conhecimento, a troca de experiências e inovação e a criação de respostas conjuntas para os desafios comuns dos territórios rurais, com a particularidade destes se situarem em parque nacionais ou naturais.

A ATAHCA participa neste projecto com o apoio do PEPAC no âmbito da tipologia de intervenção D 1.1.2 - Cooperação.

Apoiar o território e fortalecer a Economia Social! A ATAHCA está presente na apresentação dos novos avisos de financiam...
29/09/2026

Apoiar o território e fortalecer a Economia Social! A ATAHCA está presente na apresentação dos novos avisos de financiamento do NORTE 2030, no Laboratório da Paisagem. Estamos aqui para ajudar as IPSS e empresas sociais a transformar candidaturas em novas oportunidades de emprego.

🔔 𝗟𝗲𝗺𝗯𝗿𝗲𝘁𝗲A partir de 𝗵𝗼𝗷𝗲, 𝟮𝟴 𝗱𝗲 𝘀𝗲𝘁𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼, 𝗲 𝗮𝘁𝗲́ 𝟯𝟭 𝗱𝗲 𝗱𝗲𝘇𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼, as instalações da 𝗔𝗧𝗔𝗛𝗖𝗔 𝗲𝗺 𝗩𝗶𝗹𝗮 𝗩𝗲𝗿𝗱𝗲 𝗲 𝗔𝗺𝗮𝗿𝗲𝘀 𝗲𝘀𝘁𝗮𝗿...
28/09/2026

🔔 𝗟𝗲𝗺𝗯𝗿𝗲𝘁𝗲
A partir de 𝗵𝗼𝗷𝗲, 𝟮𝟴 𝗱𝗲 𝘀𝗲𝘁𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼, 𝗲 𝗮𝘁𝗲́ 𝟯𝟭 𝗱𝗲 𝗱𝗲𝘇𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼, as instalações da 𝗔𝗧𝗔𝗛𝗖𝗔 𝗲𝗺 𝗩𝗶𝗹𝗮 𝗩𝗲𝗿𝗱𝗲 𝗲 𝗔𝗺𝗮𝗿𝗲𝘀 𝗲𝘀𝘁𝗮𝗿𝗮̃𝗼 𝗲𝗻𝗰𝗲𝗿𝗿𝗮𝗱𝗮𝘀 𝗮𝗼 𝗽𝘂́𝗯𝗹𝗶𝗰𝗼 𝗮̀𝘀 𝘀𝗲𝗴𝘂𝗻𝗱𝗮𝘀-𝗳𝗲𝗶𝗿𝗮𝘀 𝗱𝘂𝗿𝗮𝗻𝘁𝗲 𝗼 𝗽𝗲𝗿𝗶́𝗼𝗱𝗼 𝗱𝗮 𝘁𝗮𝗿𝗱e, por motivo de formação interna dos colaboradores.
🕘 Nos restantes períodos, mantemos o funcionamento habitual.
Agradecemos a compreensão e recomendamos que tenha esta alteração em conta sempre que precisar de se deslocar às nossas instalações. 📅

23/09/2026

Descubra Vila Verde, um território onde a tradição, a natureza e a inovação caminham lado a lado. 🌿

Inserido no território de intervenção da ATAHCA, o concelho destaca-se pela riqueza do seu património, pelas paisagens únicas, pela gastronomia e pela dinâmica das suas gentes.

Assista ao vídeo e deixe-se inspirar por tudo o que Vila Verde tem para oferecer.


18/09/2026

Terras de Bouro, porta de entrada do Gerês e coração da natureza no território da ATAHCA. Entre paisagens deslumbrantes, património secular e tradições autênticas, este é um concelho onde a qualidade de vida, o turismo sustentável e a identidade local caminham lado a lado.


17/09/2026

No território da ATAHCA, Esposende destaca-se pela sua identidade atlântica, beleza natural e dinamismo económico.


16/09/2026

Entre a história e a modernidade, Braga afirma-se como um motor de dinamismo, cultura e empreendedorismo no território da ATAHCA.


Endereço

Rua Condestável D. Nuno
Vila Verde
4730-743

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:30 - 17:30
Terça-feira 08:30 - 17:30
Quarta-feira 08:30 - 17:30
Quinta-feira 08:30 - 17:30
Sexta-feira 08:30 - 17:30

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