Terra Maronesa

Terra Maronesa Projeto de valorização do território da raça Maronesa. A vaca no seu habitat, a cultura, a história, a economia, o ambiente,...

“Terra Maronesa” | AgB Encostas do AlvãoA exposição “Terra Maronesa” continua patente na Casa dos Baldios de Escariz, co...
24/09/2026

“Terra Maronesa” | AgB Encostas do Alvão

A exposição “Terra Maronesa” continua patente na Casa dos Baldios de Escariz, convidando a conhecer e valorizar o património, a paisagem e a identidade associados à Raça Maronesa e aos territórios de montanha.

Uma exposição que celebra a relação entre gado, território e comunidades, destacando o papel do pastoreio na gestão e valorização dos baldios e da paisagem rural.

📍 Casa dos Baldios de Escariz

Ver este tema chegar aos meios de comunicação mostra que algo importante está a mudar.Durante muito tempo, a prevenção d...
08/08/2026

Ver este tema chegar aos meios de comunicação mostra que algo importante está a mudar.

Durante muito tempo, a prevenção de incêndios foi discutida quase exclusivamente a partir da resposta ao fogo. Hoje começa a existir espaço para falar daquilo que acontece antes: gestão da vegetação, presença humana no território e papel da pecuária extensiva na construção de paisagens mais resilientes.

É precisamente nessa lógica que trabalhamos no LIFE Maronesa.

Mais do que produzir animais, trata-se de utilizar a herbivoria como ferramenta de gestão territorial, reduzindo carga combustível, mantendo áreas abertas e reforçando a adaptação dos sistemas de montanha aos desafios climáticos.

O reconhecimento destas abordagens mostra que a discussão sobre o território começa finalmente a olhar para as causas estruturais e não apenas para as consequências.

A paisagem também se gere antes do incêndio.

Brigada de vacas ajuda a prevenir incêndios em Vila Pouca de Aguiar

Combater a seca começa muito antes do verão.Quando falamos de seca, tendemos a pensar apenas na falta de chuva. Mas a re...
08/08/2026

Combater a seca começa muito antes do verão.

Quando falamos de seca, tendemos a pensar apenas na falta de chuva. Mas a resiliência de um território depende também da sua capacidade de reter água, conservar solo fértil e manter sistemas produtivos capazes de resistir a períodos prolongados de escassez hídrica.

Nos sistemas de montanha, elementos como os lameiros desempenham um papel fundamental neste equilíbrio. Através da retenção e infiltração de água no solo, da conservação das linhas de água e da manutenção da cobertura vegetal, contribuem para reduzir os efeitos da seca e reforçar a capacidade de adaptação do território às alterações climáticas.

Estes sistemas permitem não só conservar recursos naturais essenciais, mas também garantir alimento para o efetivo, manter a fertilidade dos solos e sustentar a biodiversidade associada às paisagens de montanha.

No LIFE Maronesa, a adaptação climática é entendida como um processo que integra produção, território e ecologia. Através da gestão ativa da paisagem e da valorização da pecuária extensiva, procuramos reforçar a capacidade dos sistemas de montanha responderem aos desafios climáticos atuais e futuros.

Porque combater a seca não passa apenas por reagir à sua chegada. Passa por construir territórios mais resilientes, capazes de armazenar, regular e utilizar os seus recursos de forma sustentável.

Saiba mais sobre o projeto LIFE Maronesa
www.lifemaronesa.eu

Learn more about the LIFE Maronesa project
www.lifemaronesa.eu





O feno começa muito antes do verão.Quando pensamos no feno, pensamos no corte, na enfardação e na recolha. Mas a sua pro...
08/08/2026

O feno começa muito antes do verão.

Quando pensamos no feno, pensamos no corte, na enfardação e na recolha. Mas a sua produção começa muito antes.

Começa na água que percorre a montanha, nos sistemas hidrográficos naturais e nas levadas tradicionais que alimentam os lameiros ao longo do ano. É este equilíbrio que permite manter solos férteis, produzir forragem de qualidade e garantir alimento para os animais durante o inverno.

A quantidade de feno produzida condiciona também o número de animais que poderão pastorear no monte e nas terras marginais ao longo do ano.

As alterações climáticas estão a tornar este processo mais exigente. Verões mais quentes e secos aceleram a perda de humidade das pastagens, reduzem a janela ideal de corte e aumentam a pressão sobre toda a logística da exploração. Nas regiões de montanha, onde as parcelas são frequentemente pequenas e dispersas, isso traduz-se em mais deslocações, maiores custos e menor flexibilidade para os produtores.

No LIFE Maronesa promovemos uma abordagem integrada da paisagem: da conservação da água e dos lameiros à gestão sustentável das pastagens e à produção de feno, incentivando também a colheita após a maturação das sementes para favorecer a regeneração natural e a biodiversidade.

Porque cada fardo de feno representa muito mais do que alimento. Representa água, solo, biodiversidade, resiliência e o futuro da pecuária de montanha.

🌐 www.lifemaronesa.eu

2026 – Ano Internacional das Pastagens e dos Pastores (IYRP 2026)As Nações Unidas declararam 2026 como o Ano Internacion...
05/08/2026

2026 – Ano Internacional das Pastagens e dos Pastores (IYRP 2026)

As Nações Unidas declararam 2026 como o Ano Internacional das Pastagens e dos Pastores, uma oportunidade única para reconhecer o papel fundamental destes territórios e das comunidades que deles cuidam.

As pastagens representam alguns dos ecossistemas mais extensos do planeta, sustentando uma extraordinária biodiversidade, contribuindo para a produção alimentar, para a conservação dos solos e para a adaptação às alterações climáticas.

Os pastores são verdadeiros guardiões da paisagem, preservando conhecimentos e práticas transmitidas ao longo de gerações, promovendo uma gestão equilibrada dos recursos naturais e contribuindo para a manutenção de territórios mais resilientes.

Este reconhecimento internacional reforça uma mensagem essencial: a gestão ativa do território é uma ferramenta indispensável para a sustentabilidade e para a prevenção dos riscos. A pastorícia extensiva, a valorização dos baldios, a agricultura e a gestão florestal sustentável desempenham um papel estratégico na redução da acumulação de combustível, na conservação da biodiversidade e na criação de paisagens mais adaptadas aos desafios atuais.

Num contexto marcado pelas alterações climáticas e pelo aumento dos riscos associados aos incêndios rurais, importa valorizar quem diariamente cuida da terra, promove a sua utilização sustentável e contribui para a proteção das comunidades.

🌿 Cuidar das pastagens é cuidar da paisagem. Valorizar os pastores é investir num território mais seguro, sustentável e resiliente.











A Terra Maronesa esteve presente no Festival do Maronês, em Ansiães, Amarante A freguesia de Ansiães, no concelho de Ama...
22/07/2026

A Terra Maronesa esteve presente no Festival do Maronês, em Ansiães, Amarante

A freguesia de Ansiães, no concelho de Amarante, acolheu nos dias 18 e 19 de julho de 2026 a primeira edição do Festival Maronês. O evento foi dedicado à promoção e valorização da Serra do Marão, destacando as suas tradições, os produtores locais, a gastronomia típica do território e as raças animais autóctones, com especial enfoque para a raça bovina Maronesa e na raça caprina Bravia.

A Terra Maronesa agradeçe à Junta de Freguesia de Ansiães pelo convite para participar neste evento.



Exposição “Habitar o Alvão”A exposição “Habitar o Alvão” de Carlos Ortega está patente no Centro Cultural Municipal Dr A...
22/07/2026

Exposição “Habitar o Alvão”

A exposição “Habitar o Alvão” de Carlos Ortega está patente no Centro Cultural Municipal Dr Adriano Moreira, em Bragança.

Reúne um conjunto de pinturas de Carlos Ortega, professor Universidad del Valle, Cali, Colômbia, inspiradas na paisagem cultural e nas comunidades rurais de Trás-os-Montes. Através do desenho e da pintura, o artista explora a relação entre pessoas, animais — como a vaca maronesa e a cabra bravia — e o território, evidenciando memórias do sistema agrário tradicional e as transformações culturais da serra.

Esta iniciativa conta com a parceria da Associação Terra Maronesa, reforçando o compromisso com a valorização das raças autóctones, da pastorícia e do património rural.

[Horário:
- De segunda a sexta-feira, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 21h00;
- Feriados e sábados, das 9h30 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.]








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Vila Pouca De Aguiar

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