Famart Plataforma Artística

Famart Plataforma Artística Fundada em 2021, sediada em Ribeirão, Vila Nova de Famalicão
Promotora do Festival Cidnay Vale do Ave
Diretor artístico: João Álvares Abreu

Cantares da Península, por Diogo Carlos, no histórico Auditório da Cooperativa do Povo Portuense.Gerações de cooperativi...
01/02/2026

Cantares da Península, por Diogo Carlos, no histórico Auditório da Cooperativa do Povo Portuense.

Gerações de cooperativistas, associativistas e habitantes da cidade do Porto recordam o Auditório da CPP como um dos primeiros refúgios da liberdade — um lugar especial que, durante décadas, acolheu as artes e a cultura.

Diogo Carlos finalizou, recentemente, a Licenciatura em Música com “First Class Honours”, em guitarra clássica, pela Roy...
12/01/2026

Diogo Carlos finalizou, recentemente, a Licenciatura em Música com “First Class Honours”, em guitarra clássica, pela Royal Academy of Music (Londres). O seu percurso musical iniciou-se no Conservatório de Música de Barcelos em 2009, tendo concluído o ensino secundário em 2017, na classe de guitarra do professor Francisco Gomes. Nesse mesmo ano, foi admitido na Royal Academy of Music, com bolsa de mérito. Por quatro anos, foi aluno de Michael Lewin. Tem sido premiado em diversos concursos nacionais e internacionais, destacando-se o 1º prémio no Concurso Internacional de Música Cidade de Almada; 1º prémio no Concurso Internacional de Guitarra Vila Nova de Cerveira; 1º prémio no Concurso Ilda Moura (3ª edição); 1º prémio no Leicester MusicFest Competition; 1º prémio no Concurso Internacional de Guitarra do Fundão; Vencedor do Blyth Watson Concerto Prize 2022; 2º prémio no Festival Internacional de Guitarra de Monção; 2º prémio no Festival Internacional de Guitarra Ciudad de Coria (Espanha).

Programa musical:

Capricho Árabe — F. Tárrega (1852-1909)

Valsas nº 3 e 4
Mazurka Appassionata — A. Barrios (1885-1944)

Lágrima e Adelita — F. Tárrega (1852-1909)

Astúrias — I. Albéniz (1860-1909)

Recuerdos de la Alhambra — F. Tárrega (1852-1909)

Sevilla — I. Albéniz (1860-1909)

Entrada gratuita
Reservas em famart-plataforma.eventbrite.com

25/11/2025
Já este domingo pelas 18h00 no Auditório da  — FAMART Ensemble com Luís Cruz (violoncelo) e Veronika Taraban (violino) ✨...
21/11/2025

Já este domingo pelas 18h00 no Auditório da — FAMART Ensemble com Luís Cruz (violoncelo) e Veronika Taraban (violino) ✨

No programa musical, obras de Bach, Pachelbel, Sibelius, Glière e Halvorsen. Entrada livre, a não perder!

Famalicão — O Lugar do Natal


16/08/2025

[Concerto] Ecos da Europa — Trio Dor

VLAD WEVERBERGH clarinete e apresentação [BE]
MÁTÉ SZŰCS viola [HU]
MICHEL LAMBERT acordeão [BE]
IOAN BARANGA contrabaixo [RO]

Com uma sonoridade íntima e delicadamente lapidada, o Trio Dor conduz-nos ao coração das tradições musicais do Leste Europeu — não como mero repositório de memórias, mas como matéria viva, em constante reinvenção. A sua música nasce de histórias antigas que ganham nova voz, contadas com rigor, emoção e imaginação num espaço de escuta contemporâneo. Inspirando-se nos legados sonoros da Roménia, Bulgária, Hungria e dos Balcãs, o agora quarteto constrói um repertório que cruza melancolia e exaltação, virtuosismo técnico e profundidade expressiva. As interpretações que propõe transcendem a citação: resultam da investigação das práticas performativas e da escuta atenta das raízes culturais, para afirmar uma linguagem própria, onde improvisação e colaboração criativa ocupam o centro da expressão. Em palco, o Trio Dor afirma-se como lugar de encontro entre tempos e geografias — onde tradição e modernidade não se opõem, mas dialogam. Através de uma instrumentação elegante e próxima, o grupo convida o ouvinte a mergulhar num universo onde cada nota carrega séculos de emoção e cada silêncio abre caminho à descoberta.

🎟️ Bilhetes disponíveis em cidnayfestival.bol.pt (link na bio)

Apoio: .artes / / /

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16/08/2025

[Concerto] Acordar — Agostinho Sequeira

Ao nascer do sol, quando a luz ainda hesita em revelar plenamente o dia, a percussão assume o papel de narradora de uma viagem sensorial pela natureza. Aos primeiros sons do dia junta-se a vibração de Birkhahn Studie, do alemão Robin Hoffmann. Esta obra, de grande densidade gestual e tímbrica, explora sonoridades subtis e incisivas numa evocação do comportamento ritualizado do tetraz-macho na época de acasalamento. Segue-se Four Gardens, do compositor e percussionista neerlandês Arnold Marinissen, um ciclo que percorre quatro espaços imaginários, cada um com a sua paleta sonora própria, onde ritmo e cor se entrelaçam numa paisagem de contrastes. O programa culmina com Rebonds, de Iannis Xenakis, peça icónica do repertório para percussão solo, dividida em duas secções que alternam entre a força quase tribal de complexos padrões rítmicos e a precisão matemática da sua construção formal. Neste nascer do dia invulgar, as peles, madeiras e metais dos instrumentos tornam-se extensão do corpo e da respiração do intérprete, transformando o despertar num ritual sonoro onde natureza e gesto musical se encontram.

ROBIN HOFFMANN (1984-)
Birkhahn Studie (2005)

ARNOLD MARINISSEN (1966-)
Four Gardens (2014)

IANNIS XENAKIS (1922-2001)
Rebonds (1987-1989)

🎟️ Entrada livre 🌳

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16/08/2025

[Concerto] Torleif Thedéen & Luís Magalhães — Bicentenário de Camilo Castelo Branco

Torleif Thedéen e Luís Magalhães celebram a expressividade e a riqueza tímbrica do violoncelo num diálogo íntimo com o piano, percorrendo algumas das páginas mais marcantes do repertório romântico e pós-romântico europeu. O concerto abre com o impetuoso Scherzo da Sonata F-A-E, de Johannes Brahms. Já aqui se reconhece a sua marca inconfundível: um lirismo intenso aliado a uma energia rítmica vibrante. Segue-se Pohádka (Conto de Fadas), de Leoš Janáček, inspirada num poema do russo de Vasily Zhukovsky. Com uma linguagem harmónica subtil e melancólica, Janáček transporta-nos para um universo onírico, pleno de delicadeza e mistério. De Franz Schubert, escutam-se duas canções icónicas — An die Musik e Nacht und Träume. A Sonata n.º 1 em Lá menor, de Robert Schumann, mergulha-nos numa paleta emocional densa e contrastante, onde lirismo, tensão e paixão se entrelaçam ao longo de três andamentos. Já a imponente Sonata n.º 1 em Mi menor, de Brahms, conjuga intensidade lírica e rigor estrutural. Ao longo dos seus três andamentos, o ouvinte é conduzido do ardor melódico do Allegro non troppo à graciosidade contida do Allegretto quasi menuetto, culminando na energia fugada do Allegro final.

JOHANNES BRAHMS (1833-1897)
Scherzo da Sonata F-A-E para violino e piano (1853)
(arr. para violoncelo e piano)

LEOŠ JANÁČEK (1854-1928)
Pohádka (Conto de Fadas) para violoncelo e piano (1910)

FRANZ SCHUBERT (1797-1828)
An die Musik (À Música), D.547, Op.88 n.4 (1817)
Nacht und Träume (Noite e Sonhos), D.827, Op.43 n.2 (1825)
(arr. para violoncelo e piano)

ROBERT SCHUMANN (1810-1856)
Sonata para violino e piano n.1 em Lá menor, Op.105 (1851)
(arr. para violoncelo e piano)

JOHANNES BRAHMS (1833-1897)
Sonata para violoncelo e piano n.1 em Mi menor, Op.38 (1862-1865)

🎟️ Entrada gratuita sujeita à lotação da sala

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16/08/2025

[Concerto] Pedro Ribeiro & Jovem Orquestra de Famalicão

A Jovem Orquestra de Famalicão convida o público para uma viagem intensa e emotiva por diferentes paisagens sonoras e épocas do repertório orquestral. O programa inicia-se com a abertura Guillaume Tell, de Gioachino Rossini — um turbilhão sinfónico que alterna momentos de serenidade pastoral com explosões de energia heroica, culminando na célebre e inconfundível cavalgada final. Segue-se o Concerto para Oboé, de Richard Strauss, composto nos derradeiros meses da Segunda Guerra Mundial. Nesta obra, a escrita orquestral distingue-se por uma rara transparência, que realça a expressividade lírica e a exigente virtuosidade do instrumento solista. A Jovem Orquestra de Famalicão contará com a participação do oboísta Pedro Ribeiro, que dará vida a esta partitura de beleza subtil e eloquente. O concerto encerra com a Sinfonia n.º 2, de Johannes Brahms — talvez a mais luminosa das suas obras sinfónicas. De escrita rica, calorosa e expansiva, Brahms conjuga aqui o lirismo e o rigor formal que marcam a solidez e a profundidade do seu legado.

GIOACHINO ROSSINI (1792-1868)
Abertura da ópera Guillaume Tell (1829)

RICHARD STRAUSS (1864-1949)
Concerto para oboé e orquestra, TrV.292 (1945)

JOHANNES BRAHMS (1833-1897)
Sinfonia n. 2 em Ré maior, Op.73 (1877)

A Jovem Orquestra de Famalicão, com direção artística de José Eduardo Gomes, é uma produção da Casa das Artes de Famalicão. O Festival Cidnay Vale do Ave é coprodutor de parte do programa de concerto, nomeadamente, RICHARD STRAUSS - Concerto para oboé e orquestra.

🎟️ Bilhetes disponíveis em casadasartesvnf.bol.pt / casadamusica.com e nos locais habituais

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16/08/2025

Endereço

Vila Nova De Famalicão

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