GAF - Gabinete de Atendimento à Família

GAF - Gabinete de Atendimento à Família O Gabinete Social de Atendimento à Família - GAF - é uma Instituição Particular de Solidariedade Social criada a 24 de Maio de 1994.

Sabia que a produtividade não depende apenas do número de horas que se trabalha e essa aprendizagem começa na infância?A...
19/06/2026

Sabia que a produtividade não depende apenas do número de horas que se trabalha e essa aprendizagem começa na infância?

Assinala-se a 20 de junho o Dia Mundial da Produtividade, uma data que ganha particular relevância num momento em que, em Portugal, se discute a revisão do Código do Trabalho.

Apesar de o debate público se centrar frequentemente nas horas de trabalho ou no absentismo, diversos estudos na área da organização do trabalho demonstram que uma parte significativa da falta de produtividade está associada a processos pouco eficientes, a modelos de gestão inadequados, à ausência de uma liderança capaz de motivar e organizar equipas e, por vezes, a estruturas empresariais com visão empreendedora, mas com dificuldades na otimização dos seus recursos.
A capacidade de ser produtivo, organizado e autónomo começa, contudo, a desenvolver-se desde a infância. Jogos didáticos, rotinas adequadas e orientações pedagógicas ajudam as crianças a desenvolver competências como a concentração, a responsabilidade, a gestão do tempo, a autonomia e a concretização de objetivos.

Uma estratégia simples pode passar por permitir que a criança, sempre que conclua uma tarefa de forma cuidada e eficiente, possa usufruir mais cedo de um momento de lazer ou de uma atividade de que goste. Desta forma, aprende que o esforço, a organização e a responsabilidade podem trazer benefícios e satisfação pessoal.
Promover a produtividade não significa apenas trabalhar mais, mas sobretudo aprender a trabalhar melhor — uma aprendizagem que pode começar desde os primeiros anos de vida.
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GAF presente na Conferência Técnica da Rede Europeia de Cidades Saudáveis da OMSÉ com grande satisfação que o GAF esteve...
18/06/2026

GAF presente na Conferência Técnica da Rede Europeia de Cidades Saudáveis da OMS
É com grande satisfação que o GAF esteve representado na Conferência Técnica da Rede Europeia de Cidades Saudáveis da Organização Mundial da Saúde (OMS), que decorreu no Centro Cultural de Viana do Castelo, através de um stand onde foram apresentados diversos materiais informativos, produtos desenvolvidos nas oficinas para venda e um pequeno kit didático de fabrico artesanal de papel, com a presença e participação ativa de utentes.
Integrada na mesma iniciativa, a Equipa de Rua IRMAIS marcou também presença no evento através da sua unidade móvel, proporcionando a divulgação do seu trabalho junto dos participantes, incluindo a exibição de um pequeno filme sobre a sua intervenção.
Importa destacar que o trabalho social desenvolvido pelo GAF, nas suas diversas áreas de intervenção, é parte integrante dos princípios e estratégias das Cidades Saudáveis, promovendo a inclusão, a participação comunitária, a igualdade e o bem-estar das pessoas.
É com orgulho e gratidão que o GAF fez parte deste importante encontro internacional, que reuniu cerca de 520 participantes provenientes de 40 países, contribuindo para a partilha de experiências e boas práticas na construção de comunidades mais saudáveis e inclusivas.





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Sabia que… os crimes contra crianças continuam a desafiar a justiça portuguesa?Quando falamos de crimes contra crianças,...
12/06/2026

Sabia que… os crimes contra crianças continuam a desafiar a justiça portuguesa?

Quando falamos de crimes contra crianças, falamos de uma das formas mais graves de violação dos direitos humanos. No entanto, apesar dos avanços legislativos das últimas décadas, Portugal continua a enfrentar desafios significativos na prevenção, deteção e resposta a estes crimes.

Os números mostram uma realidade que não pode ser ignorada. O Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) revela que a delinquência juvenil aumentou 12,5% em 2024, registando 2.062 ocorrências, enquanto os ilícitos praticados em contexto escolar cresceram 6,8%. Paralelamente, os crimes se***is continuam a preocupar as autoridades, tendo os casos de violação aumentado quase 10% face ao ano anterior. Estes dados recordam-nos que a violência que afeta crianças e jovens permanece uma questão estrutural e não apenas um conjunto de casos isolados.

Mas os números conhecidos representam apenas uma parte da realidade. Diversos estudos internacionais demonstram que os crimes contra crianças, especialmente os abusos se***is, estão entre os mais subnotificados. O medo, a dependência emocional em relação ao agressor, a vergonha e a dificuldade em encontrar adultos capazes de acreditar e agir contribuem para que muitas vítimas permaneçam em silêncio durante anos.

A forma como os sistemas de justiça respondem a estas situações tem sido alvo de análise por organizações internacionais. O Comité dos Direitos da Criança das Nações Unidas tem vindo a recomendar a Portugal o reforço dos mecanismos de proteção, a redução da revitimização das crianças durante os processos judiciais e a garantia de respostas mais céleres e centradas no superior interesse da criança. Também organismos do Conselho da Europa têm alertado para a necessidade de melhorar a identificação e proteção de crianças vítimas de diferentes formas de violência e exploração.

Uma das principais preocupações apontadas internacionalmente prende-se com o facto de muitas crianças terem de repetir várias vezes os seus relatos perante diferentes entidades, revivendo experiências traumáticas. Embora existam mecanismos como as declarações para memória futura e equipas especializadas, especialistas e organizações de defesa dos direitos das crianças continuam a defender uma maior articulação entre justiça, saúde, educação e proteção social.

A avaliação internacional da justiça portuguesa não é exclusivamente negativa. Portugal é frequentemente reconhecido por possuir um quadro legal moderno e por ter desenvolvido estruturas especializadas de apoio às vítimas. Contudo, as organizações internacionais sublinham que a eficácia da proteção não depende apenas das leis existentes, mas sobretudo da rapidez da intervenção, da formação dos profissionais e da capacidade de colocar a criança no centro de todo o processo.

Proteger uma criança vítima de crime não significa apenas investigar e punir o agressor. Significa garantir que a criança é ouvida com respeito, acreditada, protegida e acompanhada na reconstrução da sua vida. Porque, quando uma sociedade falha na proteção das suas crianças, falha também no seu próprio futuro.

Fontes:
¹ Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) 2024.
² Dados divulgados pelo Sistema de Segurança Interna e meios de comunicação nacionais em março de 2025.
³ Recomendações do Comité dos Direitos da Criança das Nações Unidas e relatórios do Conselho da Europa sobre proteção de crianças vítimas de violência e exploração.

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(A)TUA FAMÍLIA: Challenge EditionComunicação em família: pequenos gestos, grandes mudanças A comunicação dentro da famíl...
09/06/2026

(A)TUA FAMÍLIA: Challenge Edition
Comunicação em família: pequenos gestos, grandes mudanças
A comunicação dentro da família tem um impacto direto no crescimento emocional e social das crianças e adolescentes.
Falar de forma assertiva significa comunicar com clareza, respeito e calma, sem gritar e a dedicar atenção ao que a outra pessoa sente. Também passa por saber ouvir e dar espaço, para que crianças e jovens expressem as suas ideias e emoções (3).
Quando existe este tipo de comunicação em casa, cria-se um ambiente mais seguro e de confiança, onde crianças e jovens se sentem mais à vontade para falar, pedir ajuda e participar nas decisões do dia a dia (1, 2).
Com isso, acabam por desenvolver (1,2):
a autoestima e a confiança
a forma como lidam com emoções e frustrações
a capacidade de resolver conflitos de forma saudável
a comunicação com outras pessoas fora da família
Pequenas mudanças na forma de comunicar podem empoderar as relações familiares!

Referências Bibliográficas:

1- Cia, F., Pamplin, R. C. O., & Del Prette, Z. A. P. (2006). Comunicação e participação pais-filhos: correlação com habilidades sociais e problemas de comportamento dos filhos. Paidéia, 16(35), 395–406. https://doi.org/10.1590/s0103-863x2006000300010

2- Costa, M. C. G. (2024). O papel da família no desenvolvimento emocional do adolescente. Revista Contemporânea, 4(10), 63–51. https://doi.org/10.56083/rcv4n10-197

3- Cunha, M. I. Assertividade: o que é, por que é útil e como se aprende? Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

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Sabia que… as desigualdades começam nos primeiros anos de vida? A pobreza vai muito além da falta de dinheiro e da pobre...
05/06/2026

Sabia que… as desigualdades começam nos primeiros anos de vida?

A pobreza vai muito além da falta de dinheiro e da pobreza de rendimentos, especialmente para as crianças. Segundo a UNICEF, a pobreza infantil acontece quando uma criança é privada das condições essenciais ao seu desenvolvimento e bem-estar, como alimentação adequada, cuidados de saúde, educação, habitação digna e oportunidades de participação social. Em Portugal, a pobreza infantil refere-se a crianças que vivem em agregados familiares cujo rendimento está abaixo de 60% do rendimento mediano nacional.

De acordo com a Fundação Francisco Manuel dos Santos, em 2024, a incidência da pobreza é mais elevada entre adolescentes dos 12 aos 17 anos (19,2%), representando cerca de 40% das crianças em situação de pobreza. Cerca de 25% destas crianças vivem em famílias monoparentais, sobretudo com mães solteiras, e mais de 20% vivem em famílias numerosas.

A pobreza infantil pode ter impactos profundos desde os primeiros anos de vida. Os chamados “primeiros 1000 dias” — desde a gravidez até aos dois anos de idade — são determinantes para o desenvolvimento físico, emocional e cognitivo da criança. É nesta fase que o cérebro se desenvolve e que experiências, mais ou menos positivas, podem deixar marcas duradouras. Percebemos que a pobreza infantil condiciona o desenvolvimento, abrindo caminho a desigualdades que se prolongam pela vida. Este fenómeno compromete o bem-estar das crianças, limita o seu potencial e perpetua desigualdades estruturais.

Quando uma criança cresce em contexto de pobreza, aumentam as dificuldades no acesso a uma alimentação adequada, limitações nos cuidados de saúde, habitação inadequada e menor acesso a ambientes seguros e estimulantes. A pressão económica sentida pelas famílias pode também gerar níveis elevados de stress e instabilidade, afetando as relações familiares e a qualidade das interações entre cuidadores e criança. Estes fatores podem comprometer o desenvolvimento emocional, a aprendizagem, a linguagem, a capacidade de concentração e até a saúde física e mental das crianças.

Falar de pobreza infantil é reconhecer que as desigualdades começam muito antes da vida adulta. Quando uma criança cresce sem acesso às condições básicas para se desenvolver de forma saudável, as consequências podem acompanhar todo o seu percurso de vida. Garantir apoio às famílias, proteção social e oportunidades iguais desde os primeiros anos não é apenas uma resposta à pobreza — é uma forma de promover desenvolvimento, saúde, inclusão e futuro.

Conteúdo elaborado com base em:
• Projeto “Portugal Desigual”, Fundação Francisco Manuel dos Santos.
• Pobreza Infantil em Portugal. Recomendações do projeto RESPUBLICA, PLANAPP.
• Pobreza Infantil, UNICEF.
• Final à Pobreza, OPP.
• Raízes para o futuro: os primeiros 1000 dias de vida, OPP.

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(A)TUA FAMÍLIA: Challenge Edition  Pequenos gestos, grandes impactos: o poder da famíliaNeste espaço digital, não só te ...
03/06/2026

(A)TUA FAMÍLIA: Challenge Edition Pequenos gestos, grandes impactos: o poder da família

Neste espaço digital, não só te pomos a par de todas as notícias e atividades do projeto, como partilharemos informação que fundamenta todos os desafios do projeto (A)TUA FAMÍLIA: Challenge Edition.

Convidamos-te a acompanhar os conteúdos e a fazer parte desta jornada connosco!

Sabias que a forma como a família se relaciona tem um impacto enorme no desenvolvimento das crianças e jovens?

Desde cedo, é em família que se aprende a sentir segurança, a lidar com emoções e a construir relações com os outros. Quando as pessoas adultas estão disponíveis, escutam com atenção e comunicam de forma calma, ajudam as crianças e jovens a desenvolver confiança, empatia e capacidade de enfrentar desafios do dia a dia1,3,4.

Estas interações também têm impacto na aprendizagem: conversar, brincar, explicar e incentivar a autonomia contribuem para o desenvolvimento da linguagem, da atenção e do pensamento2.
Por outro lado, ambientes com muita tensão, instabilidade ou falta de comunicação podem dificultar a gestão emocional e o bem-estar das crianças e jovens2,4.

Pequenos gestos fazem mesmo a diferença: ouvir, validar emoções, estabelecer limites com respeito e passar tempo de qualidade em família.

Mais do que “ter família”, o importante é a qualidade das relações. É isso que faz com que as crianças cresçam mais seguras, resilientes e preparadas para a vida2,4.

Atenção às próximas publicações!! Vais conhecer cada uma das temáticas do projeto!

Referências bibliográficas:

1. Mermelshtine, R. (2017). Parent-child learning interactions: A review of the literature on scaffolding. British Journal of Educational Psychology, 87(2), 241 – 254. https://doi.org/10.1111/bjep.12147

2. Mendes-Sousa, M. M., Perrone, M. B., de Melo, R. B., Ribeiro, M. V., Chao, Q., Torres, C., Sanchez, Z. M., Surkan, P. J., Martins, S. S., Fidalgo, T. M., & Caetano, S. C. (2025). The impact of family stress and resilience on child development: a scoping review, 47. https://doi.org/10.47626/2237-6089-2022-0556

3. Black, K., & Lobo, M. (2008). A conceptual review of family resilience factors. Journal of Family Nursing, 14(1), 33 – 55. https://doi.org/10.1177/1074840707312237

4. Izzo, F., Baiocco, R., & Pistella, J. (2022). Children’s and Adolescents’ Happiness and Family Functioning: A Systematic Literature Review. International Journal of Environmental Research and Public Health, 19(24), 1 – 28. https://doi.org/10.3390/ijerph192416593

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Boletim Informativo 4ª Série - Volume 16 - Numero 5Seguiu por e-mail para todos os subscritores o novo Boletim Informati...
02/06/2026

Boletim Informativo 4ª Série - Volume 16 - Numero 5
Seguiu por e-mail para todos os subscritores o novo Boletim Informativo!
Mensalmente teremos um conjunto de noticias e informações úteis que fazemos questão de partilhar consigo.
Desta forma poderá ficar a par das nossas atividades e conhecer-nos um pouco melhor.
Obrigada por colaborar connosco no cumprimento da nossa missão!
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Hoje, 1 junho, assinala-se o Dia Mundial da Criança. Este dia, entre muitas outras coisas, relembra-nos a importância da...
01/06/2026

Hoje, 1 junho, assinala-se o Dia Mundial da Criança. Este dia, entre muitas outras coisas, relembra-nos a importância da defesa dos direitos fundamentais das crianças. Estes direitos, universais e inalienáveis, englobam áreas essenciais para um crescimento integral saudável e seguro, assentando em quatro pilares: sobrevivência, desenvolvimento, proteção e participação.

No GAF - Gabinete de Atendimento à Família trabalhamos diariamente com os mais pequenos e as suas famílias, na defesa dos seus direitos e na promoção da igualdade de oportunidades.
Ao longo do ano 2025 foram atendidas nos serviços do GAF, 267 crianças (em mais de 1200 atendimentos) e estiveram acolhidos cerca de 140 menores de 18 anos, juntamente com as suas mães e irmãos/ãs. Ainda durante este ano, cerca de 80 intervenções em equipamentos de ensino e formação permitiram a quase 2000 crianças e jovens participar em ações de sensibilização e prevenção de temas como violência no namoro, comportamentos aditivos e consumo de substâncias, educação sexual e cyberbullying





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No passado domingo, 24 de maio de 2026, dia em que se assinalou o 32.º aniversário do GAF - Gabinete de Atendimento à Fa...
31/05/2026

No passado domingo, 24 de maio de 2026, dia em que se assinalou o 32.º aniversário do GAF - Gabinete de Atendimento à Família, e que coincidiu este ano com a celebração de Pentecostes, realizou-se na Igreja do Convento do Carmo - Viana do Castelo uma Eucaristia comemorativa, presidida pelo P. Carlos Gonçalves, um dos cofundadores da Instituição no já longínquo ano de 1994.

A celebração constituiu um momento de ação de graças pelo percurso desenvolvido ao longo dos anos pelo GAF, reunindo colaboradores, dirigentes, voluntários, utentes, familiares e amigos da Instituição.

Durante o ofertório solene foram simbolicamente apresentados diversos elementos representativos das respostas sociais e dos serviços desenvolvidos pelo GAF, evidenciando o trabalho diário realizado junto das crianças, jovens, famílias e comunidades.

A coincidência desta celebração com a solenidade de Pentecostes conferiu um significado especial à comemoração, reforçando o papel da comunidade Carmelita e da Igreja no seu todo no compromisso social junto da comunidade, em especial junto dos mais vulneráveis, sendo essa a matriz fulcral dos princípios cristãos.




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No passado dia 27 decorreu em Viana do Castelo mais uma apresentação pública do Livro "A Direção Técnica das Respostas S...
31/05/2026

No passado dia 27 decorreu em Viana do Castelo mais uma apresentação pública do Livro "A Direção Técnica das Respostas Sociais e de Saúde" para o qual o Gabinete de Atendimento à Família (GAF) orgulhosamente contribuiu com um capítulo escrito por Cátia Cebolo (Responsável de Serviço da Comunidade de Inserção) e Leandra Rodrigues (Coordenadora Geral).
Muito obrigada e todos os presentes na sessão e, em especial, á equipa de coordenação do livro por considerarem o GAF. Estendemos ainda o nosso agradecimento ao Crédito Agrícola do Noroeste pela cedência do auditório e sempre pronta colaboração com o GAF.

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