GAF - Gabinete de Atendimento à Família

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GAF - Gabinete de Atendimento à Família O Gabinete Social de Atendimento à Família - GAF - é uma Instituição Particular de Solidariedade Social criada a 24 de Maio de 1994.

Sarau Solidário de Dança a 7 de novembro no Teatro Sá de Miranda (Bilheteira já aberta)O GAF – Gabinete de Atendimento à...
15/10/2026

Sarau Solidário de Dança a 7 de novembro no Teatro Sá de Miranda (Bilheteira já aberta)

O GAF – Gabinete de Atendimento à Família, através da Comunidade de Inserção, organiza o Sarau Solidário de Dança, que se realiza a 7 de novembro de 2026, às 21h00, no Teatro Sá de Miranda, em Viana do Castelo. A iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal de Viana do Castelo.

Mais do que um espetáculo, o Sarau é um gesto coletivo. Reúne escolas e academias de dança do concelho em torno de uma causa comum: aproximar a comunidade e apoiar o trabalho que o GAF desenvolve, diariamente, junto de quem mais precisa. Porque a arte também é uma forma de cuidar e de criar laços.

Participam a Academia de Dança Studio, a En Avant Academia de Dança, a Adeixa Dance School, a Associação Cultural e Artística Minhodança, a Open Dance School – Centro Social e Cultural da Meadela, a Dança & Cia e os Pezinhos de Dança.

A bilheteira já está aberta (desde 15 de outubro). A entrada custa 7,50 € (valor que reverte integralmente para a instituição) e o espetáculo é para maiores de 6 anos (M/6). Os bilhetes disponíveis para aquisição na bilheteira do Teatro Sá de Miranda (segunda a sexta-feira é das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00 nos dias sem espetáculo, prolongando-se no período da tarde até à hora de início do evento nos dias em que este se realize).

Espetáculo:
📅 7 de novembro de 2026 | 🕘 21h00
📍 Teatro Sá de Miranda, Viana do Castelo
🎟️ 7,50 € | M/6

🌐 tmsm.pt/contactos/




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Notícia publicada em https://www.gaf.pt/pt/noticias/sarau-solidario-de-danca-a-7-de-novembro-no-teatro-sa-de-miranda

(A)TUA FAMÍLIA: Challenge EditionIgualdade de género: educar para o respeito e para a liberdade de serA forma como os pa...
14/10/2026

(A)TUA FAMÍLIA: Challenge Edition
Igualdade de género: educar para o respeito e para a liberdade de ser
A forma como os pais comunicam, distribuem tarefas, expressam emoções e respondem aos interesses dos filhos influencia a forma como as crianças compreendem o papel do homem e da mulher na sociedade. Desde cedo, aprendem através da observação, da imitação e das experiências vividas em casa (Bussey & Bandura, 1999).

A família tem um papel fundamental nesta aprendizagem e na construção das crenças e expectativas relacionadas com o género (Leaper, 2015). As mensagens transmitidas no dia a dia, muitas vezes de forma inconsciente, ajudam as crianças a perceber o que é esperado de um rapaz ou de uma rapariga. Promover a igualdade de género significa educar promovendo as mesmas oportunidades para explorar interesses, desenvolver competências, expressar emoções e fazer escolhas, sem que estas sejam limitadas por estereótipos associados ao género (Morawska, 2020).
Quando os pais incentivam um ambiente baseado no respeito, na partilha de responsabilidades e na valorização das capacidades individuais, contribuem para que as crianças desenvolvam (Morawska, 2020):

• maior respeito pela diversidade e pelas diferenças;
• relações interpessoais mais equilibradas e saudáveis;
• liberdade para explorar os seus interesses e potencial;
• pensamento crítico perante estereótipos e preconceitos;
• atitudes mais inclusivas e igualitárias.

Foi esta reflexão que esteve no centro do desafio Livre Trânsito, desenvolvido no âmbito do projeto (A)TUA FAMÍLIA: Challenge Edition. Através do jogo, as famílias foram convidadas a derrubar estereótipos de género, a reconhecer a importância de promover oportunidades iguais para todas as crianças, independentemente de serem rapazes ou raparigas, e a refletir sobre as mensagens que transmitimos e sobre os exemplos que damos diariamente às nossas crianças.

Derrubar estereótipos é abrir caminho à igualdade, permitindo que cada criança explore os seus interesses, desenvolva as suas capacidades e faça as suas escolhas livremente, sem estar limitada por ideias preconcebidas sobre o que é próprio de rapazes ou de raparigas. Porque educar para a igualdade de género é educar para o respeito, para a liberdade de ser e para a valorização das capacidades de cada criança, independentemente do seu género.

Referências
• Bussey, K., & Bandura, A. (1999). Social cognitive theory of gender development and differentiation. Psychological Review, 106(4), 676–713.

• Endendijk, J. J., Groeneveld, M. G., Bakermans-Kranenburg, M. J., & Mesman, J. (2016). Gender-differentiated parenting revisited: Meta-analysis reveals very few differences in parental control of boys and girls. PLoS ONE, 11(7), e0159193.

• Leaper, C. (2015). Gender and socialization. In R. M. Lerner (Ed.), Handbook of Child Psychology and Developmental Science (7th ed.). Wiley.

• Morawska, A. (2020). The effects of gendered parenting on child development outcomes: A systematic review. Clinical Child and Family Psychology Review, 23(4), 553–576.

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GAF integra o Conselho Local de Saúde Mental do Alto MinhoO Gabinete de Atendimento à Família (GAF) passou a integrar a ...
12/10/2026

GAF integra o Conselho Local de Saúde Mental do Alto Minho
O Gabinete de Atendimento à Família (GAF) passou a integrar a equipa do Conselho Local de Saúde Mental (CLSM) do Alto Minho, participando na reunião de trabalho realizada a 8 de outubro, a convite da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM).
O Conselho Local de Saúde Mental constitui um espaço de articulação e cooperação entre os serviços de saúde, os municípios e as entidades da comunidade, promovendo uma abordagem integrada e de proximidade na área da saúde mental.
A integração do GAF neste espaço de trabalho reforça a importância da articulação entre diferentes áreas de intervenção, nomeadamente na promoção da saúde mental, na prevenção e na intervenção precoce, contribuindo para a construção de respostas mais integradas e ajustadas às necessidades de pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade social e/ou económica, assim como às vítimas de violência doméstica.
Desde a sua fundação, em 1994, o trabalho em rede constitui um pilar fundamental da intervenção do GAF, sustentando a cooperação interinstitucional e a construção de respostas articuladas às necessidades da comunidade.
O GAF agradece desde já o convite da ULSAM e da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM) para integrar este grupo de trabalho, convite esse que muito nos honra e orgulha!

Fotografias: ULSAM (editadas)




Publicado em https://www.gaf.pt/pt/noticias/gaf-integra-o-conselho-local-de-saude-mental-do-alto-minho

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Sabia que a manipulação emocional de uma criança nem sempre é evidente. Pode esconder-se em comportamentos aparentemente...
09/10/2026

Sabia que a manipulação emocional de uma criança nem sempre é evidente. Pode esconder-se em comportamentos aparentemente protetores, generosos ou preocupados?
Quando se fala de manipulação emocional na infância, é frequente pensar-se em ameaças, castigos ou críticas explícitas. Contudo, existem dinâmicas relacionais mais subtis que podem influenciar a forma como uma criança pensa, sente e se relaciona com as pessoas significativas da sua vida.
Estas dinâmicas podem surgir quando a criança é colocada, direta ou indiretamente, perante a necessidade de tomar partido, demonstrar preferência ou corresponder às expectativas emocionais de um adulto. Nem sempre lhe é pedido que escolha um lado de forma explícita. Por vezes, essa pressão manifesta-se através de perguntas aparentemente inocentes, comparações, demonstrações de sofrimento ou expectativas de lealdade.
A doença e o sofrimento emocional podem tornar-se fontes de pressão quando a criança sente que é responsável pelo bem-estar de um adulto, que não pode expressar livremente as suas próprias necessidades ou que deve abdicar de determinadas experiências para evitar magoar alguém. É importante distinguir esta situação da partilha saudável de sentimentos e das necessidades legítimas de apoio existentes numa família. O problema surge quando a criança passa a sentir-se responsável por gerir emoções e dificuldades que pertencem ao mundo dos adultos.
A superioridade e a valorização de um progenitor em detrimento do outro podem também influenciar a perceção da criança. Quando se transmite, de forma reiterada, que alguém é mais competente, mais capaz, mais importante ou mais merecedor de admiração, a criança pode sentir que deve alinhar com essa visão para preservar a proximidade e a aprovação. Mesmo sem críticas diretas, as comparações e as mensagens implícitas podem criar hierarquias afetivas e sentimentos de desvalorização.
O dinheiro, os presentes e o poder de compra constituem outra dimensão a considerar. Proporcionar conforto, experiências ou bens materiais é uma forma legítima de cuidar. Porém, quando essas vantagens são utilizadas para conquistar preferência, criar sentimentos de dívida, obter manifestações de lealdade ou influenciar as relações afetivas da criança, o valor material pode passar a funcionar como instrumento de pressão. A criança pode começar a associar o amor àquilo que recebe ou sentir que deve retribuir através da sua proximidade e preferência.
Estas situações tornam-se particularmente preocupantes quando se repetem e condicionam a liberdade emocional da criança. A investigação sobre o conflito interparental e a triangulação familiar mostra que sentir-se preso entre os pais está associado a dificuldades de ajustamento e sofrimento emocional. Do mesmo modo, quando uma criança assume responsabilidades emocionais excessivas perante um adulto, pode ver comprometido o seu próprio bem-estar.
As consequências nem sempre são imediatamente visíveis. Algumas crianças manifestam ansiedade, irritabilidade ou dificuldades em expressar o que sentem. Outras parecem excessivamente maduras, procuram agradar a todos, evitam contrariar os adultos ou escondem as suas preferências por receio de provocar tristeza, desilusão ou conflito.
É fundamental reconhecer que uma doença, uma diferença de recursos económicos, a oferta de presentes ou uma divergência entre progenitores não constituem, por si só, manipulação. O que importa avaliar é o padrão de comportamento, a intenção quando identificável, o contexto relacional e, sobretudo, o impacto na criança.
Uma criança não deve ter de escolher entre as pessoas que ama, cuidar emocionalmente dos adultos ou provar o seu afeto através da obediência, da preferência ou da gratidão material.
Proteger a infância é garantir que a criança pode expressar os seus sentimentos livremente, construir relações afetivas seguras e manter o seu lugar de criança, sem ser transformada em mediadora, cuidadora emocional ou árbitra das relações dos adultos.

Fontes:
• Grych, J. H. (2005). Interparental Conflict as a Risk Factor for Child Maladjustment. Family Court Review, 43(1), 97–108. DOI (https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1744-1617.2005.00010.x)
• Chen, C. Y. & Panebianco, A. (2020). Physical and Psychological Conditions of Parental Chronic Illness, Parentification and Adolescent Psychological Adjustment. Psychology & Health, 35(9), 1075–1094. DOI (https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/08870446.2019.1699091)
• Schrodt, P. (2026). Interparental Conflict and Parent–Child Triangulation: A Meta-Analytical Review of Children Feeling Caught Between Parents. Human Communication Research, 52(2), 77–89. DOI (https://academic.oup.com/hcr/article/52/2/77/8223507)

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O GAF agradece resposta ao pedido de donativos...Na sequência do apelo lançado pelo GAF – Gabinete de Atendimento à Famí...
08/10/2026

O GAF agradece resposta ao pedido de donativos...

Na sequência do apelo lançado pelo GAF – Gabinete de Atendimento à Família, no passado dia 14 de setembro, para a doação de lençóis de inverno, cobertores, edredons, resguardos de colchão e toalhas, foram muitas as pessoas que responderam ao pedido e prontamente contribuíram com os artigos solicitados.
A resposta foi muito significativa e permitiu reunir uma quantidade considerável de bens, destinados à distribuição entre as famílias e pessoas acompanhadas pelo GAF.
Juntamente com a roupa de cama e de banho, recebemos também uma quantidade significativa de roupa pessoal, calçado e brinquedos. Contudo, face ao volume de donativos recebidos, foi atingida a capacidade logística disponível para receber, triar, armazenar e organizar estes artigos.
ASSIM, O GAF INFORMA QUE NÃO PODERÁ RECEBER NOVOS DONATIVOS DESTES ARTIGOS, CALÇADO E VESTUÁRIO DURANTE ALGUM TEMPO. CERTAMENTE HAVERIA AINDA PESSOAS COM INTENÇÃO DE CONTRIBUIR, E DESCULPAMO-NOS POR QUALQUER TRANSTORNO CAUSADO.
O GAF agradece a todas as pessoas que responderam ao apelo e que contribuíram para reforçar a capacidade de apoio às necessidades das famílias e pessoas acompanhadas.
A todas e todos, o nosso muito obrigado!





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Seguiu por e-mail para todos os subscritores o novo Boletim Informativo!Mensalmente teremos um conjunto de noticias e in...
03/10/2026

Seguiu por e-mail para todos os subscritores o novo Boletim Informativo!

Mensalmente teremos um conjunto de noticias e informações úteis que fazemos questão de partilhar consigo.

Desta forma poderá ficar a par das nossas atividades e conhecer-nos um pouco melhor.

Obrigada por colaborar connosco no cumprimento da nossa missão!

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Sabia que os primeiros mil dias de vida do seu bebé podem definir a saúde dele para sempre?A ciência já o dizia, mas ago...
02/10/2026

Sabia que os primeiros mil dias de vida do seu bebé podem definir a saúde dele para sempre?

A ciência já o dizia, mas agora as regras mudaram mesmo na rotina das nossas crianças. A Direção-Geral da Saúde publicou o primeiro manual oficial com diretrizes rigorosas para a alimentação em creches e infantários. O objetivo deste documento pioneiro é claro: combater a obesidade infantil e proteger o desenvolvimento dos mais novos logo a partir do berçário, focando-se no impacto profundo que a nutrição precoce tem no crescimento.
Se tem filhos na creche ou acompanha de perto o crescimento de um bebé, há grandes mudanças a transformar os menus escolares que precisa de conhecer. A primeira grande alteração dita o fim do sal e do açúcar no prato. O sal está totalmente proibido até ao primeiro ano de vida, enquanto o açúcar adicionado não deve entrar na alimentação das crianças até aos dois anos. Esta regra estende-se também aos produtos ultraprocessados, que devem ser eliminados dos lanches das instituições.
A par desta restrição, as novas normas trazem uma forte proteção ao direito ao leite materno. As creches passam a ser obrigadas a garantir todas as condições de higiene e segurança para receber, armazenar e dar o leite materno que as mães extraem em casa, devendo ainda disponibilizar um espaço privado para as mães que queiram amamentar diretamente na instituição.
Outro pilar fundamental deste manual humanizado é o respeito absoluto pelo ritmo e pela autonomia do próprio bebé. Comer não deve ser uma obrigação imposta, pelo que as novas orientações determinam que os educadores e auxiliares devem respeitar os sinais de saciedade da criança, incentivando uma relação feliz e natural com a comida. Mais do que proibir, este referencial foca-se em incluir, obrigando as ementas a apresentar uma variedade diária de hortícolas, frutas e proteínas de qualidade, sem esquecer planos adaptados a alergias alimentares e opções de alimentação vegetariana planeadas de forma segura. Cuidar da alimentação nesta fase é semear um futuro mais saudável e o GAF - Gabinete de Atendimento à família continua atento a estas mudanças para apoiar as famílias em cada nova etapa.
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👉 Consultar o Manual da DGS | PDF 18MB (https://bit.ly/nutricao-na-creche-2026)
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Fontes:
• Manual Orientações para a alimentação em creches e outras respostas sociais dirigidas a crianças até aos 3 anos | Direção-Geral da Saúde (DGS) [https://www.dgs.pt/em-destaque/dgs-publica-primeiras-orientacoes-para-a-alimentacao-nas-creches-pdf.aspx]
• DGS publica primeiras orientações para a alimentação nas creches | Direção-Geral da Saúde (DGS) [https://www.dgs.pt/em-destaque/dgs-publica-primeiras-orientacoes-para-a-alimentacao-nas-creches.aspx].
• As orientações da DGS sobre alimentação nas creches: leite materno até aos 3 anos, cuidado com açúcar e sal | Portal de Notícias ZAP | aeiou_PT [https://zap.aeiou.pt/orientacoes-dgs-alimentacao-creches-767030]

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Sabia que o cérebro da criança usa o sistema nervoso dos pais para se conseguir acalmar?Ao contrário do que a educação t...
25/09/2026

Sabia que o cérebro da criança usa o sistema nervoso dos pais para se conseguir acalmar?
Ao contrário do que a educação tradicional defendia, as crianças pequenas não têm a capacidade biológica de se autorregularem quando são dominadas por emoções intensas como a raiva, o medo ou a frustração. O córtex pré-frontal — a região do cérebro responsável pelo controlo dos impulsos e pela lógica — ainda está em pleno desenvolvimento e só atinge a maturidade por volta dos 25 anos.
Quando ocorre uma "birra", a criança entra num estado de sobrevivência (luta ou fuga), ativado pela amígdala cerebral. Para sair desse estado, ela necessita da co-regulação emocional, um processo neurobiológico onde o sistema nervoso do adulto serve de "âncora" para o da criança. Através dos neurónios espelho, a criança lê os sinais não-verbais do cuidador (ritmo cardíaco, tom de voz, expressão facial) e molda a sua própria resposta fisiológica a partir deles. Se o adulto reagir com stresse ou gritos, valida o perigo inconsciente da criança; se reagir com calma, o cérebro da criança começa, gradualmente, a desacelerar e a imitar esse estado de segurança.

Estratégias Práticas de Co-regulação no Dia a Dia
Para aplicar a co-regulação de forma eficaz no quotidiano, os neuropsicólogos sugerem um protocolo em três etapas consecutivas:
• A Auto-regulação do Adulto (Parar e Respirar): Antes de intervir no comportamento da criança, o adulto deve regular o seu próprio sistema nervoso. Faça três respirações profundas e conscientes (com a expiração mais longa que a inspiração). Isto reduz os seus níveis de cortisol e impede uma reação puramente reativa. Relembre-se mentalmente: "A criança não está a fazer isto contra mim, ela está apenas a passar por um momento difícil".
• Baixar ao Nível dos Olhos (Presença Física Não-Ameaçadora): Aproxime-se fisicamente da criança, baixe-se para ficar à altura do olhar dela e adote uma postura aberta (braços descruzados). Manter uma distância segura, mas acessível, demonstra disponibilidade sem invasão. O tom de voz deve ser grave, pausado e num volume visivelmente mais baixo do que o da criança.
• Validar a Emoção antes de Corrigir o Comportamento: O cérebro emocional precisa de se sentir compreendido antes de o cérebro lógico aceitar qualquer regra. Utilize frases curtas que deem nome ao que a criança sente, em vez de questionar ou castigar imediatamente.
Exemplo: "Estás muito zangado porque querias continuar a brincar, eu percebo. É difícil parar. Estou aqui contigo até te sentires melhor."
• Oferecer um Refúgio Sensorial: Quando a intensidade da crise diminuir ligeiramente, ofereça contacto físico se a criança o permitir (um abraço apertado partilha o ritmo cardíaco calmo do adulto). Se a criança rejeitar o toque, permaneça em silêncio ao lado dela, garantindo que está lá para a proteger. Só depois de o choro parar e o ritmo respiratório normalizar é que deve conversar sobre o que aconteceu e definir os limites necessários.

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Visita dos utentes da Comunidade de Inserção ao Aquamuseu do Rio MinhoA Comunidade de Inserção do GAF – Gabinete de Aten...
21/09/2026

Visita dos utentes da Comunidade de Inserção ao Aquamuseu do Rio Minho

A Comunidade de Inserção do GAF – Gabinete de Atendimento à Família teve a oportunidade de proporcionar aos seus utentes um dia diferente, marcado pelo convívio, pela descoberta e pelo contacto com a natureza e a cultura local.

Para que esta iniciativa fosse possível, contámos com a preciosa colaboração da União das Freguesias de Santa Maria Maior e Monserrate e Meadela, através da cedência da carrinha para o transporte dos utentes, numa demonstração de disponibilidade e proximidade que muito agradecemos.

O nosso agradecimento estende-se também ao Aquamuseu do Rio Minho, em Vila Nova de Cerveira, e ao Município de Vila Nova de Cerveira, pela cedência gratuita das entradas e pela receção tão acolhedora.

Durante a visita, os nossos utentes tiveram ainda a oportunidade de contar com o acompanhamento de um guia que, de forma entusiasta e muito envolvente, partilhou conhecimentos sobre a história do Rio Minho e sobre as diferentes espécies que nele habitam, tornando a experiência ainda mais enriquecedora.

Mais do que uma visita, foi uma oportunidade de sair da rotina, conhecer novos lugares, aprender e criar memórias positivas em conjunto.

A todos os que contribuíram para tornar este dia possível, o nosso sincero agradecimento. Gestos de colaboração como estes fazem a diferença e ajudam-nos a proporcionar aos nossos utentes experiências significativas, de participação, convívio e valorização pessoal.

Muito obrigada por fazerem parte deste dia!



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Endereço

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4900-561

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Terça-feira 09:00 - 12:30
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Quarta-feira 09:00 - 12:30
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Quinta-feira 09:00 - 12:30
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Sexta-feira 09:00 - 12:30
14:00 - 18:00

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