Associação Pátria Amada Lusitana

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Associação Pátria Amada Lusitana Associação Cultural Portuguesa Abrangente. Divulgamos a História e a Cultura Portuguesa de forma simples e acessível. Contacto:
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Associação independente, de direito privado, sem fins lucrativos. Associação Cultural, Recreativa, de Apoio Social Não Médico. Escriturada em 12 de Agosto de 2016. Associação sem fins lucrativos, de Direito Privado, independente e autónoma. Fundador e Presidente da APAL - Associação Pátria Amada Lusitana:
António Viriato Ferreira
Cavaleiro da Ordem Dinástica Nuno de Santa Maria. Administrador da Fundação Safeblood Portugal. E-mail:[email protected]
Tlm:935553332

10/10/2026

Este nosso vídeo há dois anos (2024) teve mais de quatro mil partilhas.

SÃO FRANCISCO DE ASSIS: 800 ANOS DEPOISHá 800 anos, na noite de 3 de outubro de 1226, Francisco de Assis morreu na Porci...
04/10/2026

SÃO FRANCISCO DE ASSIS: 800 ANOS DEPOIS

Há 800 anos, na noite de 3 de outubro de 1226, Francisco de Assis morreu na Porciúncula.

Filho de um próspero comerciante de tecidos, Francisco viveu a juventude com as possibilidades e as expectativas próprias da sua condição social.
A sua vida tomou outro rumo.
Progressivamente, foi-se afastando da procura de riqueza, prestígio e poder e aproximando-se dos pobres, dos leprosos e de uma vida inteiramente orientada para Cristo e para o Evangelho.
A sua conversão não aconteceu de um dia para o outro.
Foi um caminho.
UMA CONVERSÃO QUE PASSOU PELOS LEPROSOS
No seu Testamento, escrito pouco antes da morte, Francisco recorda um momento decisivo da sua conversão.
A presença dos leprosos era para ele anteriormente amarga e repugnante.
Segundo as suas próprias palavras, o Senhor conduziu-o até eles.
Francisco aproximou-se, tratou-os com misericórdia e descobriu uma nova forma de olhar para aqueles que antes procurava evitar.
A partir desse encontro, aquilo que lhe parecia amargo tornou-se, nas suas palavras, fonte de doçura para a alma e para o corpo.
Foi um dos momentos fundamentais da sua transformação.

A POBREZA COMO CAMINHO EVANGÉLICO
Francisco não fez da pobreza uma ideologia.
Escolheu-a como forma de seguir Cristo.
Renunciou à herança paterna e procurou viver de acordo com o Evangelho, colocando-se ao lado dos pobres e dos mais frágeis.
Para Francisco, a pobreza não era simplesmente possuir menos.
Era libertar-se daquilo que podia afastá-lo de Deus e dos outros.
Quando alguns homens começaram a juntar-se a ele, Francisco procurou com eles uma forma de vida fundada no Evangelho.
Nascia assim a fraternidade que viria a dar origem à Ordem dos Frades Menores.

O SENHOR TE DÊ A PAZ
A paz ocupa um lugar central na mensagem de Francisco.
No seu Testamento, escreveu:
«O Senhor me revelou que disséssemos esta saudação: “O Senhor te dê a paz”.»
Para Francisco, a paz não era apenas ausência de conflito. Era uma realidade que começava na relação com Deus e se manifestava na relação com cada pessoa.

O Papa Leão XIV recordou esta dimensão da vida de Francisco no contexto do VIII Centenário da sua morte, apresentando-o como testemunha de uma paz fundada no Evangelho, na fraternidade e na reconciliação.

O CÂNTICO DAS CRIATURAS
Francisco também deixou uma das mais belas expressões da espiritualidade cristã perante a criação: o Cântico das Criaturas.
Nele louva Deus através das suas criaturas e chama-lhes irmão e irmã:
irmão Sol, irmã Lua, irmã Água, irmão Fogo, irmão Vento, nossa irmã, a Mãe Terra.
Esta linguagem não coloca a criação no lugar de Deus.
Francisco contempla as criaturas como obra do Criador e reconhece nelas sinais da sua beleza e bondade.
É uma visão profundamente cristã da criação e da responsabilidade humana perante aquilo que recebeu.

OITO SÉCULOS DEPOIS
Francisco morreu há oito séculos, mas a sua vida continua a colocar-nos perguntas.
O que estamos dispostos a deixar para trás para viver com maior liberdade?

Conseguimos aproximar-nos daqueles que a sociedade tende a afastar?

Somos capazes de reconhecer no outro um irmão?

Que lugar ocupa Cristo nas nossas escolhas?

E o que fazemos, concretamente, pela paz?

Francisco não deixou somente uma reflexão sobre a paz.
Deixou uma vida.
Uma vida marcada pela conversão, pela pobreza evangélica, pela fraternidade, pela misericórdia, pela oração e pelo amor a Cristo.

E HOJE?
Talvez uma das perguntas mais importantes que São Francisco nos deixa seja esta:
O que precisa de mudar em nós para que a paz de Cristo possa chegar também aos outros através da nossa vida?
«O Senhor te dê a paz.»
Associação Pátria Amada Lusitana


O que pode Portugal aprender com quatro décadas de políticas de habitação nórdicas — e o que não deve copiarPortugal enf...
04/10/2026

O que pode Portugal aprender com quatro décadas de políticas de habitação nórdicas — e o que não deve copiar

Portugal enfrenta uma crise habitacional que não se resolve com uma única medida.

Faltam casas onde a procura é maior, os preços subiram muito, o arrendamento continua com uma oferta insuficiente e a habitação social representa uma parcela muito pequena do parque habitacional.
É neste contexto que importa olhar para o que outros países europeus fizeram.
E os países nórdicos são particularmente interessantes, não porque tenham encontrado uma fórmula perfeita, mas porque há décadas experimentam diferentes formas de combinar Estado, municípios, iniciativa privada, cooperativas, habitação social e regulação.

A Dinamarca construiu um forte sector de habitação social.
A Finlândia desenvolveu um mercado de arrendamento relativamente liberal, acompanhado por mecanismos de apoio às famílias com menores rendimentos.
A Suécia demonstra também os problemas que podem surgir com sistemas muito rígidos de controlo das rendas.
A Noruega, apesar da sua capacidade económica, enfrenta dificuldades de oferta nas zonas urbanas e está a procurar simplif**ar o planeamento, disponibilizar terrenos e acelerar a construção.

Há, portanto, uma conclusão importante:
não existe um único modelo nórdico.
Há soluções que funcionam, outras que precisam de ser reformadas e outras que produziram efeitos que hoje esses próprios países procuram corrigir.

Portugal pode aprender com isso.
Pode aprender que é necessário construir mais onde existe procura.
Que o planeamento urbano deve ser previsível.
Que os processos administrativos não podem transformar cada construção num percurso interminável. Que a habitação social é necessária, mas não chega por si só.
Que a iniciativa privada tem um papel a desempenhar.
Que as cooperativas e entidades sem fins lucrativos podem contribuir.
E que os apoios públicos devem chegar sobretudo a quem deles realmente necessita.

É neste contexto que pode ser lida a reforma do Regime Jurídico da Urbanização e Edif**ação (RJUE) que entrou em vigor este ano.
A informação divulgada pelo Governo apresenta um objectivo concreto:
tornar a construção e a reabilitação mais simples, rápidas e previsíveis.
O novo regime procura reduzir burocracia, limitar pedidos sucessivos de elementos, encurtar prazos, acelerar pareceres e simplif**ar procedimentos.
Há um aspecto particularmente relevante: a reforma não se dirige somente à construção pública.
O Governo fala em cidadãos, empresas, investimento e promoção privada de arrendamento acessível.
Isto é importante porque o direito à habitação não signif**a que o Estado tenha de construir sozinho todas as casas.

A Constituição da República Portuguesa, no artigo 65.º, n.º 2, alínea c), determina que incumbe ao Estado «estimular a construção privada, subordinada ao interesse geral, e o acesso à habitação própria ou arrendada».
Estado e iniciativa privada não são, por isso, realidades incompatíveis.
O que a Constituição identif**a é que a iniciativa privada esteja subordinada ao interesse geral e contribua para o acesso à habitação.
É aqui que Portugal pode retirar uma das maiores lições da experiência nórdica:
a resposta não está numa oposição entre Estado e mercado.
Está na capacidade de construir um sistema em que Estado, municípios, sector privado, cooperativas e entidades sociais desempenhem funções complementares, dentro de regras claras e com uma finalidade comum.
Mas também devemos saber o que não copiar.

Não importar modelos de controlo de rendas que possam reduzir a oferta e criar longas listas de espera.
Não pensar que basta construir habitação pública para resolver todo o problema. E também não acreditar que deixar tudo ao mercado garante, por si só, habitação acessível.
A política de habitação precisa de equilíbrio.
Precisamos de mais construção, melhor planeamento, processos administrativos previsíveis, habitação pública e acessível, investimento privado, cooperativas, reabilitação do património existente e mecanismos de apoio dirigidos às famílias que deles necessitam.

A experiência nórdica mostra sobretudo uma coisa:
uma política de habitação consistente constrói-se ao longo de décadas.
Precisa de continuidade, capacidade administrativa, avaliação dos resultados e coragem para corrigir aquilo que não funciona.
Portugal está agora a tentar dar alguns desses passos.
O novo RJUE pode ser uma peça importante dessa mudança.
Simplif**ar procedimentos é apenas o princípio.

A medida do sucesso será saber se, daqui a alguns anos, haverá efectivamente mais casas, mais oferta de arrendamento e habitação mais acessível para quem vive e trabalha em Portugal.
Não precisamos copiar a Dinamarca, a Finlândia, a Suécia ou a Noruega.
Precisamos estudar o que fizeram, compreender o que funcionou, perceber aquilo que hoje estão a corrigir e construir uma solução portuguesa à altura das nossas necessidades.
Associação Pátria Amada Lusitana













HABITAÇÃO: QUANDO TRABALHAR JÁ NÃO CHEGA PARA PAGAR UMA CASAEm Portugal, ter um trabalho e um rendimento regular já não ...
03/10/2026

HABITAÇÃO: QUANDO TRABALHAR JÁ NÃO CHEGA PARA PAGAR UMA CASA

Em Portugal, ter um trabalho e um rendimento regular já não signif**a, para muitas pessoas, conseguir pagar uma casa.
A renda de um imóvel não é determinada apenas pelo salário de quem precisa de o arrendar.
Em muitos casos, dois apartamentos semelhantes, no mesmo prédio, podem ser colocados no mercado por valores completamente diferentes.
Um T3 pode ser arrendado por 1.000 euros e outro, praticamente igual, por 2.500 euros.
Existem algumas limitações legais em determinadas situações, mas não existe um limite geral que impeça uma renda inicial de atingir valores muito elevados quando um imóvel é colocado novamente no mercado.
E este problema não pode ser analisado apenas como uma questão de mercado.
Em 2026, a renda mediana dos novos contratos de arrendamento atingiu 10,17 euros por metro quadrado em Portugal.
Na Grande Lisboa chegou a 15,24 euros e na Área Metropolitana do Porto a 10,83 euros por metro quadrado.
Ao mesmo tempo, o salário mínimo nacional é de 920 euros brutos mensais.
Para uma pessoa que vive exclusivamente do seu trabalho, pagar 500, 600, 700 ou 800 euros de renda pode signif**ar f**ar sem rendimento suficiente para suportar alimentação, transportes, eletricidade, água e todas as restantes despesas essenciais.
Os dados da OCDE e do FMI mostram que os agregados de baixos rendimentos e os inquilinos estão entre os mais afetados pelo problema da acessibilidade à habitação.
O número de pessoas em situação de sem-abrigo em Portugal também tem aumentado nos últimos anos.
Não se pode afirmar que a subida das rendas seja a única causa do aumento da situação de sem-abrigo.
Existem outros fatores: desemprego, baixos rendimentos, problemas familiares, doença, dependências, insuficiência de respostas sociais e outras situações de vulnerabilidade.
Mas também não podemos ignorar uma realidade simples:
quando uma pessoa deixa de conseguir pagar a sua casa, f**a muito mais próxima de perder a habitação.
Portugal precisa de aumentar a oferta de habitação, recuperar imóveis devolutos, reforçar a habitação pública e acessível e criar condições para que mais casas sejam colocadas no mercado de arrendamento.
Mas também é legítimo discutir se a liberdade de fixação das rendas nos novos contratos deve ser absoluta, sobretudo quando estamos perante um bem essencial à vida das pessoas.
A habitação não é um luxo.
É uma necessidade básica e uma condição fundamental para uma vida com dignidade.
Uma política de habitação deve ser avaliada pelos seus resultados concretos.
Se uma pessoa trabalha e, mesmo assim, não consegue pagar uma casa, existe um problema que o Estado não pode ignorar.
A dignidade humana deve estar no centro da política de habitação.
Associação Pátria Amada Lusitana





28 de setembro de 1878 — «Fez-se luz» em CascaisHá 148 anos, a 28 de setembro de 1878, a Cidadela de Cascais foi palco d...
28/09/2026

28 de setembro de 1878 — «Fez-se luz» em Cascais

Há 148 anos, a 28 de setembro de 1878, a Cidadela de Cascais foi palco de um acontecimento marcante na história da tecnologia em Portugal.
Por ocasião do 15.º aniversário do príncipe D. Carlos, futuro rei D. Carlos I, foram instalados seis candeeiros elétricos na esplanada da Cidadela.
A experiência, promovida por iniciativa do rei D. Luís I, utilizou o sistema de iluminação elétrica Jablochkoff.
O acontecimento é considerado pela Câmara Municipal de Cascais como a primeira experiência de iluminação pública eléctrica em Portugal.
A história tem, contudo, uma particularidade: já tinham ocorrido experiências pontuais de iluminação elétrica em Portugal, nomeadamente em Coimbra, em 1867, e em Lamego, em 1876. A experiência de Cascais distingue-se pela sua dimensão e importância na introdução da iluminação elétrica pública no país.
Pouco depois, os equipamentos foram levados para Lisboa, onde foram utilizados no Chiado, permitindo ao público da capital conhecer aquela nova tecnologia.
Um pequeno episódio ocorrido em Cascais, em 1878, assinalou assim uma mudança que viria a transformar profundamente as cidades portuguesas:
a chegada da luz elétrica à iluminação pública.






A DEMOCRACIA COMEÇA NO VOTO?O voto é uma das formas fundamentais de participação numa democracia.Através do sufrágio, ca...
17/09/2026

A DEMOCRACIA COMEÇA NO VOTO?

O voto é uma das formas fundamentais de participação numa democracia.
Através do sufrágio, cada cidadão participa na escolha dos seus representantes.
Mas a Constituição da República Portuguesa vai mais longe:
estabelece que o Estado de direito democrático visa o aprofundamento da democracia participativa.

A soberania reside no povo.
O artigo 48.º reconhece a todos os cidadãos o direito de tomar parte na vida política e na direção dos assuntos públicos, diretamente ou por intermédio de representantes livremente eleitos.

Participar não signif**a apenas votar.
Signif**a também associar-se, organizar-se, apresentar propostas, acompanhar a ação dos poderes públicos, participar na comunidade, intervir no debate público, apresentar petições e contribuir para a resolução dos problemas coletivos.

A Constituição daTepública protege a liberdade de associação e, no artigo 109.º, considera a participação direta e ativa dos cidadãos na vida política condição e instrumento fundamental de consolidação do sistema democrático.

Esta é uma ideia que merece reflexão.
Queremos cidadãos que apenas votem ou cidadãos que participem?
Uma democracia precisa de cidadãos que votem, mas também de cidadãos que participem.
Precisa de cidadãos que escolham representantes e de cidadãos que acompanhem a sua ação.
Precisa de cidadãos que exerçam os seus direitos políticos e de cidadãos que assumam responsabilidades na comunidade.

O associativismo tem aqui um papel fundamental.
Permite que cidadãos se organizem livremente em torno de objetivos comuns e transformem preocupações individuais em participação coletiva.

Votar é exercer um direito político.
Participar é exercer cidadania.

O voto acontece num momento.
A cidadania exerce-se todos os dias.

A democracia participativa não substitui a democracia representativa.
Complementa-a.

Porque a soberania pertence ao povo, e uma democracia viva exige cidadãos com voz, iniciativa, responsabilidade e participação na construção do futuro coletivo.
Associação Pátria Amada Lusitana




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SISTEMA VOLTA: QUANDO A RECICLAGEM REVELA A MISÉRIA HUMANAHá políticas públicas que devem ser avaliadas pelos seus resul...
16/09/2026

SISTEMA VOLTA: QUANDO A RECICLAGEM REVELA A MISÉRIA HUMANA

Há políticas públicas que devem ser avaliadas pelos seus resultados concretos na vida das pessoas humanas.
O Sistema Volta introduziu em Portugal um depósito de 10 cêntimos por determinadas embalagens de bebidas.
A intenção é aumentar a recolha e a reciclagem.
Mas existe uma consequência social que não pode ser ignorada:
quando uma garrafa de plástico passa a ter um valor monetário, alguém em situação de pobreza material extrema poderá passar a procurar esse valor dentro dos contentores.
Dez cêntimos podem representar muito pouco para uns e representar alguma coisa para quem tem muito pouco.
É esta realidade que deve ser encarada.
Não está em causa a reciclagem.
Está em causa o modelo escolhido e os seus efeitos sobre a dignidade das pessoas.
A Constituição da República Portuguesa estabelece, logo no seu artigo 1.º, que Portugal é uma República baseada na dignidade da pessoa humana e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária.
O artigo 9.º estabelece como tarefa fundamental do Estado promover o bem-estar e a qualidade de vida do povo e a igualdade real entre os portugueses.
O artigo 13.º determina que todos os cidadãos têm a mesma dignidade social.
E o artigo 25.º estabelece que a integridade moral e física das pessoas é inviolável.
Uma política ambiental deve respeitar estes princípios.
Deve proteger o ambiente sem transformar a pobreza numa forma de sobrevivência visível nas nossas ruas.
Deve incentivar a reciclagem sem criar situações que possam atingir a dignidade de quem já vive em condições difíceis.
E Portugal deve observar também aquilo que acontece noutros países.
Em França, depois de sucessivas tentativas para criar uma consigne nacional para a reciclagem de garrafas de plástico, o Governo decidiu, em setembro de 2026, não impor um sistema nacional obrigatório.
A possibilidade ficou associada a iniciativas voluntárias das comunidades locais.
Portugal deve avaliar os resultados do seu próprio sistema, os custos para os cidadãos e municípios e, sobretudo, os seus efeitos sociais.
A dignidade humana não pode ser o preço da reciclagem.
Ambiente, responsabilidade e dignidade humana devem caminhar juntos.
Portugal merece políticas públicas centradas na pessoa humana.
Associação Pátria Amada Lusitana



Artigo 22.º da Constituição da República Portuguesa — Responsabilidade das entidades públicasO Estado e as demais entida...
16/09/2026

Artigo 22.º da Constituição da República Portuguesa — Responsabilidade das entidades públicas

O Estado e as demais entidades públicas são civilmente responsáveis, em forma solidária com os titulares dos seus órgãos, funcionários ou agentes, por ações ou omissões praticadas no exercício das suas funções e por causa desse exercício, de que resulte violação dos direitos, liberdades e garantias ou prejuízo para outrem.

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