Seixal+Verde

Seixal+Verde Movimento cívico apartidário em defesa do ambiente e florestas do Seixal, constituído Associação Ambiental em Março de 2025.

24/09/2026

Estivemos hoje presentes na entrega do prémio da Gulbenkian à Alianza Celbo. Poder ouvir a história desta comunidade, cuja vida está intrinsecamente ligada à floresta da Amazónia foi sem dúvida um momento inspirador. Território, espiritualidade, cultura e conexão. Estes são os conceitos principais discutidos hoje. As comunidades indígenas vivem profundamente ligadas naquele local, onde as gerações passadas, presentes e futuras estão em comunhão. Mas as ameaças que estão a acontecer não os afetam apenas a eles, o mundo todo é afetado por este grande pulmão. A Seixal Mais Verde deseja o sucesso desta aliança, e levamos para a nossa floresta o exemplo de não deixarmos os braços cruzados e protegermos o nosso território, a nossa Terra.

📍A luta pelo Pinhal das Freiras está agora no mapa nacional dos conflitos ambientais com o número 96.A Seixal Mais Verde...
18/09/2026

📍A luta pelo Pinhal das Freiras está agora no mapa nacional dos conflitos ambientais com o número 96.

A Seixal Mais Verde, através do caso da UOPG 33 Pinhal das Freiras, integra o projeto Causas de Raiz, uma plataforma cidadã independente que documenta conflitos ambientais em Portugal e dá visibilidade às comunidades e associações que estão no terreno. (causasderaiz.org) somos o número 96 no mapa!

Estar neste mapa é mais um passo para levar o que está a acontecer no Seixal para lá das fronteiras do nosso concelho.

A defesa deste território não é apenas uma causa local. É parte de uma luta maior pela proteção da natureza, da biodiversidade e do território em Portugal.

📍 Consulta o mapa em causasderaiz.org

14/09/2026

Barcelona está fazendo algo que parece simples, mas muda completamente a lógica tradicional das cidades: retirar asfalto para devolver espaço à natureza.

Em várias áreas, superfícies impermeáveis estão sendo substituídas por solo mais permeável, árvores, vegetação e estruturas capazes de absorver melhor a água da chuva.

A ideia parte de um princípio básico.

Quanto mais uma cidade cobre o chão com concreto e asfalto, menos espaço sobra para a água infiltrar, para as árvores crescerem e para o solo cumprir sua função natural.

Por isso, os planos de infraestrutura verde de Barcelona passaram a apostar justamente no caminho contrário.

Em vez de adicionar mais pavimento, a cidade começou a perguntar onde ele pode ser removido.

Um exemplo dessa transformação é a rua Pi i Margall.

O projeto reduziu o espaço destinado aos veículos, retirou parte do asfalto e ampliou as áreas verdes. Também incorporou sistemas de drenagem sustentável e estruturas de solo preparadas para captar a água da chuva e reaproveitá-la na irrigação das árvores.

Isso faz diferença porque o solo urbano costuma ficar extremamente compactado.

Quando chove, grande parte da água escorre direto para os bueiros sem chegar às raízes das plantas.

Ao tornar o chão mais permeável, a cidade consegue reter mais água, favorecer a vegetação e reduzir parte da pressão sobre o sistema de drenagem.

No fim, a transformação de Barcelona mostra uma mudança de pensamento.

Durante décadas, modernizar uma cidade significava cobrir mais espaços com concreto.

Agora, em alguns lugares, o futuro pode significar justamente o contrário.

Menos asfalto.

Mais árvores.

Mais solo exposto.

Mais espaço para a chuva encontrar novamente o caminho da terra.

Imagem fictícia ilustrativa*

Saímos no Setubalense 💚O jornal deu destaque à manifestação da Seixal Mais Verde e às nossas preocupações com a urbaniza...
08/09/2026

Saímos no Setubalense 💚

O jornal deu destaque à manifestação da Seixal Mais Verde e às nossas preocupações com a urbanização de uma área integrada na Rede Natura 2000, na ZEC Fernão Ferro/Lagoa de Albufeira.

O principal objetivo desta manifestação era muito concreto: estar presente em frente à Câmara Municipal do Seixal e durante o seu horário de funcionamento, chamando a atenção de quem lá trabalha para esta situação. E assim foi feito.

Continuamos também a trazer o tema para a discussão pública e a dar-lhe mais visibilidade.

Sabemos que alguns de vocês gostariam de ter participado e não tiveram oportunidade, sobretudo por ter sido num dia útil e num horário condicionado pela PSP. Apesar de termos sido poucos, a manifestação cumpriu o seu propósito.

No futuro, podemos também organizar novas manifestações em dias e horários mais acessíveis, para que mais pessoas possam juntar-se a nós.

Leia na íntegra aqui: https://osetubalense.com/local/seixal/associacao-ambiental-contesta-urbanizacao-em-area-da-rede-natura-2000-no-seixal/

Hoje, Seixal+Verde realizou uma manifestação em frente à Câmara Municipal do Seixal para pedir a suspensão do Plano de U...
01/09/2026

Hoje, Seixal+Verde realizou uma manifestação em frente à Câmara Municipal do Seixal para pedir a suspensão do Plano de Urbanização previsto para a UOPG 33, área inserida na Zona Especial de Conservação Fernão Ferro/Lagoa de Albufeira.

Escolhemos um dia útil porque queríamos que a nossa presença fosse sentida e ouvida por quem trabalha e decide dentro da Câmara. Durante a manifestação, representantes de Seixal+Verde foram convidados pela Assessoria da Presidência para uma reunião, onde expusemos as nossas principais preocupações.

Foi-nos pedido que tivéssemos paciência, uma vez que o Plano terá ainda um longo percurso, passando por várias entidades e por discussão pública. Recordámos, no entanto, que processos semelhantes aconteceram na Herdade do Monteverde e na Quinta do Pinhão, resultando na retirada de quase 200 hectares da ZEC para permitir urbanização. É precisamente por conhecermos esse histórico que consideramos fundamental agir desde já.

Falámos também da água. A impermeabilização de centenas de hectares numa área importante para a recarga dos aquíferos terá consequências que precisam de ser estudadas. A resposta da Câmara centrou-se sobretudo nos furos particulares e no consumo de água pela população. Para nós, estas questões não podem ser separadas: proteger as zonas de recarga é também proteger a disponibilidade de água no futuro.

Foi ainda discutida a construção ilegal na Quinta da Lobateira. A Câmara questionou-nos sobre a atenção dada à UOPG 33, referindo outros problemas dentro da ZEC. Reafirmámos que também nos preocupam essas situações e esperamos uma atuação eficaz das entidades responsáveis.

Por fim, ouvimos a afirmação de que, desde 1992, as áreas naturais, agrícolas e florestais do concelho têm aumentado. É uma leitura que contrasta com a transformação do território que temos vindo a documentar e com a perda progressiva de áreas naturais.

Saímos da reunião com mais razões para continuar atentos e presentes. A defesa desta área não termina hoje e continuará a exigir participação pública, escrutínio e mobilização.

Obrigada a todas as pessoas que estiveram connosco hoje e escolheram exercer o seu papel de cidadania.

‼️Alteração de horário e ponto de encontro para a manifestação de dia 1 de Setembro Fomos informados pela PSP que de aco...
25/08/2026

‼️Alteração de horário e ponto de encontro para a manifestação de dia 1 de Setembro

Fomos informados pela PSP que de acordo com o art. 4 do DL 406/74, não poderíamos fazer o desfile no horário inicialmente planeado, por isso decidimos simplificar o evento e fazer só a manifestação em frente ao edifício da Câmara. O ponto de encontro passa assim a ser em frente à entrada da sede da Câmara Municipal, às 10.00 do dia 1 de Setembro.

Sabia que, em 1992, os espaços naturais, agrícolas e florestais ocupavam 4.354 hectares, cerca de 46,6% da área total do concelho?

Em 2026, estima-se que restem apenas cerca de 1.500 hectares, possivelmente ainda menos. Não existem dados oficiais atualizados que sejam do conhecimento público.

Isto significa uma redução para cerca de um terço da área existente em 1992, representando hoje menos de 15% do concelho.

E a pressão urbanística sobre as áreas naturais continua.

Uma das áreas que mais nos preocupa é a última grande mancha florestal do Seixal, situada numa zona protegida da Rede Natura 2000, a ZEC Fernão Ferro/Lagoa de Albufeira.

É nesta zona que está prevista a UOPG 33, “Pinhal das Freiras”, abrangendo cerca de 300 hectares deste território natural.

Esta área é essencial pela sua biodiversidade e pelo seu papel na recarga do aquífero que contribui para o abastecimento de água do Seixal e de Almada.

Defendemos que a construção deve ser direcionada para terrenos urbanos e áreas já artificializadas, evitando a perda irreversível dos poucos espaços naturais que ainda restam e consequências irreversíveis na qualidade de vida.

Contamos contigo!

🌿 Que futuro queremos para o Seixal?A primeira imagem é uma simulação do que este território poderia voltar a ser: um ve...
17/08/2026

🌿 Que futuro queremos para o Seixal?

A primeira imagem é uma simulação do que este território poderia voltar a ser: um verdadeiro Parque Natural de biodiversidade, recuperado para a Natureza e para usufruto de todos.

A segunda imagem mostra o estado atual da área do Pinhal das Freiras: uma paisagem profundamente degradada após o grande incêndio de 2024, que afetou cerca de 830 hectares de área florestal protegida da ZEC Fernão Ferro / Lagoa de Albufeira, integrada na Rede Natura 2000.

Num concelho onde os espaços naturais, agrícolas e florestais ocupavam 4.354 hectares (46,6%) em 1992, estima-se que em 2026 restem apenas cerca de 1.500 hectares menos de 15% do território.

E a pressão continua.

No Pinhal das Freiras, a UOPG 33 prevê urbanização numa área integrada na ZEC, com uma perda estimada de cerca de 300 hectares de área natural.

Nós defendemos outro caminho: recuperar habitats, proteger o aquífero, reduzir a impermeabilização dos solos, criar resiliência às alterações climáticas e transformar este território num verdadeiro espaço de Natureza para as próximas gerações. A nossa visão é que a ZEC Fernão Ferro / Lagoa de Albufeira, juntamente com a Lagoa Pequena, possa vir a ser reconhecida como Parque Natural.

📢 MARCHA PELO FUTURO DO CONCELHO DO SEIXAL
📅 1 de setembro
🕘 9h00
📍 Cais da Baía do Seixal, em frente ao café Brisa da Baía
🚶 Seguiremos em marcha até à Câmara Municipal do Seixal

Junta-te a nós pela proteção dos espaços naturais que ainda restam no nosso concelho.

O futuro do Seixal também se decide agora. 🌱

Marcha pelo futuro do Concelho do Seixal - 1 de setembroJunte-se a nós numa marcha até à Câmara Municipal do Seixal, pel...
10/08/2026

Marcha pelo futuro do Concelho do Seixal - 1 de setembro

Junte-se a nós numa marcha até à Câmara Municipal do Seixal, pela proteção dos espaços naturais que ainda restam no nosso concelho.

Sabia que, em 1992, os espaços naturais, agrícolas e florestais ocupavam 4.354 hectares, cerca de 46,6% da área total do concelho?

Em 2026, estima-se que restem apenas cerca de 1.500 hectares, possivelmente ainda menos. Não existem dados oficiais atualizados que sejam do conhecimento público.

Isto significa uma redução para cerca de um terço da área existente em 1992, representando hoje menos de 15% do concelho.

E a pressão urbanística sobre as áreas naturais continua.

Uma das áreas que mais nos preocupa é a última grande mancha florestal do Seixal, situada numa zona protegida da Rede Natura 2000, a ZEC Fernão Ferro/Lagoa de Albufeira.

É nesta zona que está prevista a UOPG 33, “Pinhal das Freiras”, abrangendo cerca de 300 hectares deste território natural.

Esta área é essencial pela sua biodiversidade e pelo seu papel na recarga do aquífero que contribui para o abastecimento de água do Seixal e de Almada.

Defendemos que a construção deve ser direcionada para terrenos urbanos e áreas já artificializadas, evitando a perda irreversível dos poucos espaços naturais que ainda restam e consequências irreversíveis na qualidade de vida.

No dia 1 de setembro, junte a sua voz à nossa.

📍 Cais da Baía do Seixal, em frente ao café Brisa da Baía
🕘 9h00

Daqui seguiremos em marcha até à Câmara Municipal do Seixal. https://maps.app.goo.gl/gEnFxUBY1ivAtzKk6?g_st=iw

Por um futuro que concilie desenvolvimento, qualidade de vida e proteção do nosso património natural.

Associação Ambiental Seixal Mais Verde
Guardiã do Pinhal das Freiras e da Rede Natura 2000 no Seixal

Sobre Propaganda e a falta de seriedade democrática da Câmara Municipal do SeixalNo passado dia 29 de julho de 2026, a C...
04/08/2026

Sobre Propaganda e a falta de seriedade democrática da Câmara Municipal do Seixal
No passado dia 29 de julho de 2026, a Câmara Municipal do Seixal, publicou nos seus canais de média sociais, a notícia de que havia prorrogado o prazo de elaboração do Plano de Urbanização da UOPG 33 – Pinhal das Freiras, por mais 24 meses.

Logo de imediato vários cidadãos começaram a publicar comentários de teor crítico a esta continuada tentativa do elenco governativo da Câmara do Seixal, em patrocinar a destruição de uma área natural protegida por Lei – a Zona Especial de Conservação Fernão Ferro e Lagoa de Albufeira.
Passadas algumas horas, já vários comentários tinham sido apagados pela Câmara do Seixal.
Passados dois dias, a própria publicação foi apagada, ou removida de visualização.

Publica-se o que acha que vai ser boa publicidade.
Quando não se gosta das reações e do que a população acha sobre isso, apaga-se!
Tal como o nome “Parque Metropolitano da Biodiversidade” que a Câmara do Seixal quer expandir para o espaço que restar da área natural depois das construções da “Alves Ribeiro”: poderá na verdade chamar-se “Parque em troca da Biodiversidade!”.


“Pode-se enganar a todos por algum tempo; pode-se enganar alguns por todo o tempo; mas não se pode enganar a todos todo o tempo”

Sobre a disrupção do processamento de lixo no Concelho do Seixal: Tem sido notada a acumulação de lixo pelas ruas e junt...
31/07/2026

Sobre a disrupção do processamento de lixo no Concelho do Seixal: Tem sido notada a acumulação de lixo pelas ruas e junto aos pontos de recolha.

Todos os dias aparecem reclamações sobre as falhas crescentes deste serviço essencial por todo o município, desde a recolha ao processamento final.
Nomeadamente o aterro sanitário junto ao Pinhal Conde da Cunha cria péssimas condições de habitabilidade e de saúde pública para os moradores numa extensa área à volta do mesmo, e há suspeitas de possibilidade de contaminação do aquífero subterrâneo pelos resíduos que penetram o solo.
A Câmara Municipal do Seixal diz que interpôs uma ação judicial em 2024 contra a AMARSUL e outras entidades.
Mas a AMARSUL informa que continuará a usar o aterro durante mais alguns anos!
E depois irão passar a enviar o lixo para Palmela .. se os habitantes de lá o aceitarem…
Os serviços públicos em geral estão em falência, mas a prioridade da Câmara é meter mais pessoas a viver no Concelho!
A Câmara Municipal do Seixal não consegue que sejam providas as necessidades da população existente, não protege os Seixalenses.
Publicamos agora uma mensagem de um jovem seguidor:

“Olá, equipa do Seixal Mais Verde! Venho pedir a vossa ajuda para denunciar o impacto insustentável do aterro sanitário aqui no Pinhal Conde da Cunha. Estamos a sofrer diariamente com um cheiro insuportável e nauseabundo que nos impede de abrir as janelas e tira toda a dignidade a quem aqui vive. Para além disso, o lixo a céu aberto atrai milhares de aves. Estas aves alimentam-se no aterro e espalham dejetos contaminados pelas nossas casas, criando um risco sério de saúde pública. As queixas dos moradores multiplicam-se sem resposta. Podem usar a vossa página para dar voz a este problema e exigir fiscalização urgente?”

‼️ Este é um problema ambiental e de saúde pública que exige uma resposta célere e eficaz. Os moradores esperam que a Câmara Municipal lidere a procura de soluções, em articulação com as entidades competentes, para pôr fim a uma situação que afeta diariamente a sua qualidade de vida.

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