CPCJ de Santiago do Cacém

Como chegar Contactar a organização

CPCJ de Santiago do Cacém Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de CPCJ de Santiago do Cacém, Organização sem fins lucrativos, Rua do Parque, nº12, Colégio de S. José, Sala 108, Santiago do Cacém.

💙 JUNTOS FAZEMOS A DIFERENÇA 💙A CPCJ de Santiago do Cacém vem publicamente agradecer aos Agentes Comerciais e à populaçã...
18/08/2026

💙 JUNTOS FAZEMOS A DIFERENÇA 💙
A CPCJ de Santiago do Cacém vem publicamente agradecer aos Agentes Comerciais e à população em geral, pela disponibilidade, generosidade e apoio prestado a famílias acompanhadas por esta Comissão.
Há gestos que podem parecer simples, mas que, para quem atravessa momentos particularmente difíceis, fazem uma enorme diferença.
A proteção das nossas crianças e jovens é uma missão de toda a comunidade. Só com a colaboração, a solidariedade e o envolvimento de todos conseguimos chegar mais longe, apoiar as famílias e contribuir para que crianças e jovens do nosso Concelho encontrem melhores condições, novas oportunidades e motivos para sorrir.
Porque nenhuma criança deve sentir que está sozinha nas suas dificuldades. E porque, quando uma comunidade se une, uma vida difícil pode tornar-se um pouco mais feliz. 💙
Aos Móveis Fernandes/Tien21 e ao Hotel Dom Nuno, o nosso sincero OBRIGADO por estarem connosco e, sobretudo, por ajudarem a cuidar das nossas crianças e jovens. 🤝💙
CPCJ de Santiago do Cacém
Proteger é cuidar.

No LEME deste Mês......Alertar, falar e comunicar, nunca é demais!
29/06/2026

No LEME deste Mês......Alertar, falar e comunicar, nunca é demais!

O que se passa no nosso mundo?Há dias em que é difícil compreender. Difícil aceitar. Difícil até encontrar palavras.Quem...
21/06/2026

O que se passa no nosso mundo?
Há dias em que é difícil compreender. Difícil aceitar. Difícil até encontrar palavras.
Quem trabalha diariamente na proteção das crianças acorda e depara-se com notícias que nos deixam profundamente desacreditados: uma mãe que abandona os filhos com uma crueldade inimaginável, uma madrasta que tira a vida a uma criança por ciúmes, um pai que arrasta consigo uma criança inocente porque não encontrou forças para enfrentar as suas próprias dificuldades..
Crianças que confiaram nos adultos que deveriam protegê-las. Crianças que foram vítimas dos desequilíbrios, das fragilidades, das escolhas e dos atos de quem tinha o dever de cuidar delas.
Hoje falamos de surtos, de patologias, de doença mental, de sofrimento emocional. Mas há uma realidade impossível de ignorar: estas crianças já não estão entre nós. Não tiveram oportunidade de crescer, de sonhar, de escolher o seu futuro.
Perante cada uma destas tragédias, somos inevitavelmente levados a questionar se aquilo que fazemos é suficiente. Se estamos a chegar a tempo. Se estamos a conseguir ver os sinais. Se a sociedade está verdadeiramente atenta ao sofrimento das suas crianças.
É urgente compreender que a proteção das crianças não pode continuar a ser uma prioridade apenas nos discursos. São necessários mais meios, mais técnicos, mais recursos, mais formação e mais capacidade de intervenção. As entidades que trabalham diariamente na defesa dos direitos das crianças e jovens não podem continuar a fazer mais com menos.
Mas esta responsabilidade não pertence apenas às instituições.
Pertence a todos nós.
À sociedade que não vê. Aos vizinhos que se calam. Aos familiares que ignoram. Aos amigos que desvalorizam. A cada um de nós quando escolhemos acreditar que o problema é sempre da porta ao lado.
As crianças precisam de uma comunidade inteira que as proteja.
Porque quando uma criança é vítima, todos falhámos um pouco.
Nenhuma sociedade pode considerar-se verdadeiramente desenvolvida enquanto não for capaz de garantir às suas crianças aquilo que elas mais merecem: amor, proteção e segurança.

12/06/2026
12/06/2026

Todos juntos pelos Direitos das nossas crianças!

03/06/2026

A 13.ª Reunião Plenária do Comité Diretor dos Direitos da Criança (CDENF) do Conselho da Europa 👶🌍decorreu em Estrasburgo, a 2 e 3 de junho. Portugal encontra-se representado através da Comissão Nacional para os Direitos das Crianças e Jovens (CNDCJ).
Para além da eleição de Célia Chamiça (CNDCJ) como Vice-Presidente do Comité, destaca-se de entre os pontos da agenda:
• O início dos trabalhos sobre a nova Estratégia do Conselho da Europa para os Direitos da Criança 2028-2033, com uma discussão preliminar em torno dos possíveis eixos estratégicos. O documento deverá estar pronto para aprovação em 2027 🗓️ e deverá incluir contributos de crianças 👧👦 e de diversos outros intervenientes.
• A apresentação do relatório sobre as orientações adotadas em 2010 pelo Comité de Ministros do Conselho da Europa sobre Justiça Amiga da Criança 👩‍⚖️👶, visando a revisão das mesmas em fase posterior, à luz das novas realidades e desafios.
• A apresentação do desenvolvimento dos trabalhos tendentes à revisão da Recomendação do Comité de Ministros do Conselho da Europa sobre a “participação de crianças com menos de dezoito anos”, designadamente das consultas a crianças sobre esta matéria👧👦, incluindo em Portugal, neste caso sob coordenação da CNDCJ.
• A discussão final e aprovação de uma proposta de recomendação e respetivo memorando explicativo sobre a proteção das crianças contra a violência através de uma educação sexual abrangente e adequada à idade.
Amanhã terá lugar um Diálogo Temático sobre Redes Sociais e Saúde Mental das Crianças📱🧠, um evento organizado pelo CDENF e pelo Comité Diretor para os Direitos Humanos nos domínios da Biomedicina e da Saúde (CDBIO), no âmbito da Presidência do Mónaco do Conselho da Europa, que reunirá membros dos dois Comités e especialistas sobre a matéria.

01/06/2026

Educar não é delegar. É estar presente.

Vivemos numa época em que as crianças e os jovens têm acesso a mais informação do que qualquer geração anterior. Com apenas alguns cliques, descobrem o mundo. Mas também é verdade que, muitas vezes, encontram modelos, valores e influências que nem sempre contribuem para o seu crescimento saudável.
As redes sociais podem informar, entreter e aproximar. Mas nunca poderão substituir o papel dos pais, da família e dos adultos de referência.
Educar exige tempo. Exige conversa. Exige limites. Exige ouvir e estar disponível, mesmo quando estamos cansados. Porque quando os adultos se afastam da educação dos seus filhos, alguém ocupará esse espaço. E, demasiadas vezes, esse lugar é preenchido por influenciadores, conteúdos superficiais ou mensagens que promovem valores distantes daqueles que desejamos transmitir.
Os nossos filhos não precisam apenas de internet. Precisam de exemplos.
Não precisam apenas de seguidores. Precisam de referências.
Não precisam apenas de likes. Precisam de atenção, carinho e orientação.
A educação começa em casa. Nas pequenas conversas à mesa. Nas regras explicadas com respeito. Nos valores transmitidos pelo exemplo diário.
Ser pai ou mãe nunca foi fácil. Mas continua a ser uma das responsabilidades mais importantes da sociedade. Porque o futuro não se constrói apenas nas escolas ou nas plataformas digitais. Constrói-se todos os dias, dentro de cada família.
Não deixemos que os algoritmos eduquem as nossas crianças. Eduquemo-las nós, com presença, afeto e responsabilidade.
Frase final para destaque:
"Os nossos filhos precisam de adultos que os acompanhem, não apenas de ecrãs que os entretêm." 💙

A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Santiago do Cacém assinala o Dia Mundial da Criança.Para celebrar esta da...
01/06/2026

A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Santiago do Cacém assinala o Dia Mundial da Criança.

Para celebrar esta data tão especial, decorámos uma das ruas da cidade com mensagens que lembram os direitos de todas as crianças, promovendo a reflexão sobre a importância de garantir que cada criança cresça protegida, respeitada e feliz.
Agradecemos o empenho e a dedicação de toda a equipa da Comissão Alargada, cujo trabalho tornou esta iniciativa possível. Um agradecimento muito especial aos Escoteiros do Agrupamento de Santiago do Cacém, que se juntaram a nós nesta ação e contribuíram para o seu sucesso.
Neste Dia Mundial da Criança, desejamos a todas as crianças do nosso concelho um dia muito feliz, repleto de alegria, brincadeiras e sorrisos!
🌈 Feliz Dia da Criança! 🌈

Há notícias que nos ferem de uma forma difícil de explicar.Dois irmãos, de apenas três e cinco anos, encontrados numa ma...
21/05/2026

Há notícias que nos ferem de uma forma difícil de explicar.

Dois irmãos, de apenas três e cinco anos, encontrados numa mata entre a Comporta e Alcácer do Sal, de olhos vendados, à procura de um brinquedo que lhes tinham prometido.

É uma imagem dura. Quase impossível de processar.

A infância deveria ser sinónimo de segurança, de colo, de confiança. Os bosques deveriam guardar histórias de fantasia, brincadeiras inventadas e memórias felizes — nunca cenários de medo, abandono e desorientação.

Perante acontecimentos assim, a primeira reação é quase sempre a mesma: tentar perceber. Procurar justificações. Encontrar respostas que nos permitam compreender o incompreensível.

Mas há realidades que desafiam qualquer explicação simples.

Sem conhecer a totalidade das circunstâncias, não nos cabe julgar levianamente histórias que podem carregar dor, fragilidade ou desespero invisíveis aos olhos de quem observa de fora.

Ainda assim, há factos que não podem ser justificados.

Duas crianças viveram momentos de medo.Duas crianças sentiram-se perdidas.E isso, por si só, já é profundamente inquietante.

No meio desta escuridão, porém, surgiu luz.

Um homem, Alexandre, decidiu não seguir caminho como se nada fosse.Parou.Olhou.Aproximou-se.

Com a ajuda da irmã, acolheu aqueles meninos, protegeu-os e permaneceu com eles até à chegada das autoridades e dos bombeiros.

Às vezes, é assim que a humanidade se revela: em gestos simples, silenciosos e profundamente transformadores.

As palavras de Alexandre tocam-nos de forma particular:"Morri ao ouvir os meninos contarem que andavam vendados à procura do brinquedo."

Talvez porque essa frase encerra toda a inocência traída que custa aceitar.

Mas talvez esta história nos deixe também uma pergunta maior:quantas vezes, enquanto sociedade, escolhemos não ver?

Quantas vezes seguimos caminho, apressados, distraídos, convencidos de que alguém acabará por intervir?

Cuidar não exige sempre grandes ações.Por vezes, exige apenas que paremos.

Que vejamos.

Que não viremos o rosto.

Que estas crianças encontrem agora a proteção, a paz e a segurança que sempre lhes deveriam ter pertencido.

Que Deus as guarde. 💙

Endereço

Rua Do Parque, Nº12, Colégio De S. José, Sala 108
Santiago Do Cacém
7540-172

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

Website

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviamos-lhe um e-mail quando CPCJ de Santiago do Cacém publicar novidades e promoções. O seu endereço de e-mail não será utilizado para nenhum outro fim e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Contactar A Organização

Envie uma mensagem para CPCJ de Santiago do Cacém:

Partilhar