27/09/2026
🌍 27 de setembro | Dia Mundial do Turismo
Hoje celebra-se o Dia Mundial do Turismo e, no Douro Histórico, não podíamos deixar passar esta data sem fazer aquilo que também faz parte da nossa missão: dar a conhecer e valorizar o território.
Por isso, hoje o convite é para uma pequena viagem pelos sete concelhos do Douro Histórico. Sete territórios diferentes, ligados pela paisagem, pela vinha, pelo rio, pela história, pelo património, pela cultura e pelas suas gentes.
Começamos por Vila Real, cidade erguida entre os rios Corgo e Cabril, com as serras do Marão e do Alvão no horizonte. Passeamos pelo centro histórico, pela Sé e pelas casas senhoriais que recordam a antiga “Corte de Trás-os-Montes”, e seguimos até ao incontornável Palácio de Mateus, um dos mais emblemáticos exemplos da arquitetura barroca portuguesa.
De Vila Real seguimos para Santa Marta de Penaguião, onde entramos definitivamente na paisagem duriense. Aqui, as vinhas moldam as encostas, o rio Corgo atravessa o território e as aldeias guardam igrejas, solares e testemunhos de uma longa história. Vale a pena descobrir o Pelourinho de Santa Marta de Penaguião, a Igreja de Santa Eulália da Cumieira e outros elementos do património religioso e civil que marcam o concelho.
Seguimos depois para Mesão Frio, uma verdadeira porta de entrada no Douro. A estrada acompanha encostas cobertas de vinha e oferece sucessivas janelas sobre o vale. No coração da vila encontramos a Igreja de São Nicolau, o Claustro dos Franciscanos, solares, casas brasonadas, fontes e pelourinhos.
Descemos depois para Peso da Régua. É aqui que o Douro assume todo o protagonismo. O rio, o cais, o caminho-de-ferro e as quintas contam a história de uma cidade profundamente ligada à produção e comercialização dos vinhos do Douro. A histórica Estação Ferroviária, a Casa do Douro, os seus emblemáticos vitrais, e o Museu do Douro, instalado na antiga Casa da Companhia, ajudam a contar essa ligação secular entre o território, o vinho e o rio.
A viagem continua por Sabrosa, onde a paisagem se reparte entre planaltos, vales e encostas que descem até ao Douro. É terra de vinho, de solares, de aldeias históricas e também terra de Miguel Torga e da memória de Fernão de Magalhães. Na vila encontramos a Igreja Matriz, os Paços do Concelho, solares e a denominada Casa de Pereira, tradicionalmente associada ao navegador. E é impossível passar pelo concelho sem parar em Provesende, com o seu conjunto de casas nobres, igreja, pelourinho e ruas que conservam uma identidade duriense muito própria.
Seguimos para Alijó, território de contrastes, entre rios, montanhas e vales. Por aqui, as vinhas convivem com um vasto património histórico. Na vila destacam-se a Igreja Matriz, os Paços do Concelho e oPelourinho de Alijó; mais adiante encontramos o Santuário do Senhor de Perafita, pontes e calçadas antigas, antas e castros que testemunham ocupações muito anteriores à nacionalidade. E há ainda Favaios, com o seu núcleo histórico, solares e igreja, inseparável da identidade vitivinícola do concelho.
Por fim, chegamos a Murça, onde as paisagens durienses começam a encontrar-se com as terras transmontanas. Aqui, a agricultura, a história e o património fazem parte da identidade do concelho. No centro da vila espera-nos a emblemática P***a de Murça, um dos símbolos mais reconhecidos do território, mas há muito mais para descobrir: igrejas, capelas, fontes tradicionais e vestígios arqueológicos espalhados pelas aldeias, como o Castelo de Porrais.
E há ainda algo que une todos estes concelhos e que também faz parte da experiência de quem visita o Douro Histórico: a mesa e o vinho.
A gastronomia tradicional, os produtos da terra, o azeite, o pão, os enchidos, as carnes, a doçaria e tantos outros sabores fazem parte da identidade do território. E a vinha, presente em toda esta paisagem, dá origem a vinhos que são também património: os vinhos tranquilos do Douro e os vinhos generosos com o reconhecido e mundialmente conhecido Vinho do Porto bem como o Moscatel de Favaios.
🚗 Faça-se à estrada.
Pare nos miradouros.
Percorra os centros históricos.
Entre nas igrejas e descubra os solares.
Passeie pelas aldeias.
Conheça as quintas.
Sente-se à mesa.
Prove os sabores e os vinhos do nosso território.
Neste Dia Mundial do Turismo, o convite do Douro Histórico f**a feito:
Venha dar uma volta pelo nosso território. Há sempre mais Douro para descobrir.