Instituto Nelson Wilians - INW

Instituto Nelson Wilians - INW Trabalhamos pela Cultura da Legalidade - Com Educação e Direito para alcançar Justiça Social.

Em Cuiabá, o Líderes que Inspiram voltou a mostrar a força dos encontros que aproximam juventudes, educação e mundo do t...
12/05/2026

Em Cuiabá, o Líderes que Inspiram voltou a mostrar a força dos encontros que aproximam juventudes, educação e mundo do trabalho.

Realizada na Escola Estadual Liceu Cuiabano (), a ação reuniu estudantes e profissionais voluntários da e do em uma tarde de escuta, troca e inspiração sobre carreira, estudo, escolhas e projeto de vida.

No Líderes que Inspiram, acreditamos que, quando os jovens têm acesso a diferentes trajetórias, experiências e possibilidades, eles ampliam também a forma como enxergam o próprio futuro.

Nosso agradecimento ao Instituto Farmun, pela parceria; à Escola Estadual Liceu Cuiabano, pela acolhida; e a cada voluntário e voluntária que esteve presente, oferecendo tempo, escuta e compromisso com as juventudes.

Cada encontro como esse reafirma o que nos move. Jovens que se reconhecem capazes de construir o próprio futuro.

O que significa educar, de fato, em um tempo marcado por desigualdades persistentes e transformações aceleradas?Mais do ...
28/04/2026

O que significa educar, de fato, em um tempo marcado por desigualdades persistentes e transformações aceleradas?

Mais do que garantir acesso à escola ou transmitir conteúdos, educar envolve formar pessoas capazes de interpretar a realidade, conhecer seus direitos, fazer escolhas conscientes e participar da vida em sociedade com autonomia.

Essa é uma das reflexões centrais do novo artigo de Anne Wilians, publicado no Observatório do Terceiro Setor.

Uma leitura sobre educação, cidadania, juventudes e futuro, temas essenciais para quem acredita no poder transformador do conhecimento.

🔗 Leia o artigo completo no link da bio.

Escolas e organizações sociais enfrentam diariamente um desafio importante: como formar crianças, adolescentes e juventu...
27/04/2026

Escolas e organizações sociais enfrentam diariamente um desafio importante: como formar crianças, adolescentes e juventudes para a convivência, a participação e a vida em sociedade em meio às urgências da rotina.

No Blog do INW, reunimos conteúdos que podem apoiar educadores, coordenadores e gestores nessa missão, com propostas práticas e reflexões aplicáveis ao contexto educacional:

• 11 perguntas que abrem conversas sobre democracia na sua sala de aula
• 5 atividades de cidadania para aplicar em sala de aula (com material gratuito)
• Dicas para mediar temas de cidadania em sala de aula

São leituras pensadas para quem deseja fortalecer práticas educativas mais participativas, consistentes e conectadas aos desafios do presente.

Acesse o Blog do INW pelo link da bio.
inw.org.br

Faltam poucos dias para o Dia Mundial da Educação, uma data que convida à reflexão sobre o papel estruturante da educaçã...
24/04/2026

Faltam poucos dias para o Dia Mundial da Educação, uma data que convida à reflexão sobre o papel estruturante da educação na ampliação de oportunidades e no fortalecimento da cidadania.

No Brasil, apenas 7,7% dos estudantes do Ensino Médio público atingem níveis adequados de aprendizagem em Língua Portuguesa e Matemática (Anuário Brasileiro da Educação Básica 2025, Todos Pela Educação). O dado revela a dimensão do desafio e reforça a importância de uma atuação articulada entre diferentes setores da sociedade.

A formação de jovens não se dá apenas no ambiente escolar: ela também é construída a partir de redes de apoio, referências e experiências que conectam educação, projeto de vida e acesso a direitos.

A educação amplia perspectivas, qualifica escolhas e fortalece a compreensão sobre direitos, transformando informação em participação e construção de futuro.

Como destaca Anne Wilians:
“Todo jovem que reconhece seus direitos tem o poder de transformar a si e o mundo.”

No INW, essa atuação se traduz na construção de iniciativas fundamentadas em tecnologias sociais de educação, que contribuem para a formação de jovens mais preparados para construir suas trajetórias e de educadores que atuam como multiplicadores da educação para a cidadania.

Seguimos atuando para que a educação seja, cada vez mais, um instrumento de fortalecimento do Estado de Direito e de ampliação de oportunidades.


Antes do encontro com o voluntário, há a oficina.Antes da oficina, há a preparação da organização parceira.Antes disso, ...
15/04/2026

Antes do encontro com o voluntário, há a oficina.
Antes da oficina, há a preparação da organização parceira.
Antes disso, as capacitações dos voluntários.

E antes de tudo, tem a pergunta que orienta o projeto desde 2020:

como um profissional qualificado pode ajudar um jovem
a enxergar caminhos que, até aquele momento, não existiam?

O Líderes que Inspiram foi estruturado com ferramentas de autoconhecimento,
planejamento de trajetória e um plano de ação com passos para os próximo 6 meses.

O primeiro ciclo do projeto em 2026 esteve em Maceió, São Paulo e João Pessoa .
Os relatos dessas ações foram publicados no blog.

🔗 Acesse o link na bio ou em inw.org.br


O que garante que uma pessoa tenha direitos?Durante muito tempo, a resposta dependia de onde ela nasceu, de qual Estado ...
13/04/2026

O que garante que uma pessoa tenha direitos?

Durante muito tempo, a resposta dependia de onde ela nasceu, de qual Estado a reconhecia como nacional.

Mas o Direito Internacional dos Direitos Humanos, construído no pós-Segunda Guerra, propõe algo diferente:
é a condição humana, não a nacionalidade, que fundamenta a titularidade de direitos.

Esse é o argumento central do artigo "Cidadania: o Direito ao Pertencimento", publicado na Revista Brasileira de Direitos Humanos (v. 14, n. 56 — Qualis B4/Capes).

O texto foi desenvolvido por Anne Wilians, fundadora-presidente do Instituto Nelson Wilians e mestranda em Direito pela PUC-SP, em parceria com a Dra. Carolina Alves de Souza Lima, livre-docente em Direitos Humanos e professora da PUC-SP e da FADI, com contribuição de William Ruiz, gerente de projetos sociais do INW.

A partir do pensamento de Hannah Arendt, especialmente do conceito de "direito a ter direitos", o artigo percorre a construção histórica da cidadania universal, as legislações que desnacionalizaram populações inteiras e o que isso significa para grupos vulnerabilizados hoje: refugiados, migrantes, apátridas e tantos outros que vivem essa fronteira entre ter direitos e poder exercê-los.

Para o INW, esse debate é o fundamento conceitual da nossa atuação em educação para a cidadania e cultura da legalidade.

🔗 Acesse o artigo e o texto do blog no link dos comentários.

O que garante que uma pessoa tenha direitos?Durante muito tempo, a resposta dependia de onde ela nasceu, de qual Estado ...
13/04/2026

O que garante que uma pessoa tenha direitos?

Durante muito tempo, a resposta dependia de onde ela nasceu, de qual Estado a reconhecia como nacional.

Mas o Direito Internacional dos Direitos Humanos, construído no pós-Segunda Guerra, propõe algo diferente:

é a condição humana, não a nacionalidade, que fundamenta a titularidade de direitos.

Esse é o argumento central do artigo "Cidadania: o Direito ao Pertencimento", publicado na Revista Brasileira de Direitos Humanos (v. 14, n. 56 — Qualis B4/Capes).

O texto foi desenvolvido por Anne Wilians, fundadora-presidente do Instituto Nelson Wilians e mestranda em Direito pela PUC-SP, em parceria com a Dra. Carolina Alves de Souza Lima, livre-docente em Direitos Humanos e professora da PUC-SP e da FADI, com contribuição de William Ruiz, gerente de Inovação e Relações Institucionais do INW.

A partir do pensamento de Hannah Arendt, especialmente do conceito de "direito a ter direitos", o artigo percorre a construção histórica da cidadania universal, as legislações que desnacionalizaram populações inteiras e o que isso significa para grupos vulnerabilizados hoje: refugiados, migrantes, apátridas e tantos outros que vivem essa fronteira entre ter direitos e poder exercê-los.

Para o INW, esse debate é o fundamento conceitual da nossa atuação em educação para a cidadania e cultura da legalidade.

🔗 Acesse o artigo e o texto do blog no link dos comentários.

Quando você pergunta a alguém o que influenciou suas escolhas, raramente a resposta vem de algo distante.Na maioria das ...
06/04/2026

Quando você pergunta a alguém o que influenciou suas escolhas, raramente a resposta vem de algo distante.

Na maioria das vezes, ela está no entorno imediato.

- Alguém da família.
- Uma pessoa da comunidade.
- Uma experiência próxima.
- O que parecia viável naquele momento.

Por isso, trabalhar projeto de vida também passa por ampliar repertórios.

Isso acontece quando a escola apresenta trajetórias possíveis, aproxima os jovens de diferentes caminhos e conecta o conteúdo com situações reais de vida.

Ao longo do caminho, são essas referências que ajudam a dar forma ao que antes era apenas uma ideia.

E existe um ponto importante aqui.

Quando alguém do mesmo contexto ocupa um espaço, isso não muda só uma trajetória individual. Muda o que outros passam a considerar possível.

Quando novas referências entram em cena, novas possibilidades também passam a existir.

E, pensando na sua trajetória: qual foi uma referência que marcou o seu caminho?

01/04/2026
Ao pensar sobre futuro das juventudes, precisamos considerar o que elas pensam e dizem. A "Carta das Juventudes: Sonhos ...
31/03/2026

Ao pensar sobre futuro das juventudes, precisamos considerar o que elas pensam e dizem.

A "Carta das Juventudes: Sonhos para o Brasil de 2050" parte exatamente desse princípio.

Construída a partir da escuta de jovens de todas as regiões do país, o documento traz um importante ponto:

o futuro não é apenas uma projeção, ele é moldado pelas condições de acesso a direitos no presente.

Ao longo da Carta, as juventudes apontam desafios como:

– desigualdade no acesso à educação, saúde e saneamento
– dificuldades de permanência na escola
– ausência de espaços de participação cidadã
– violência, racismo e desigualdades de gênero
– falta de acesso a cultura, lazer e oportunidades

E trazem um alerta importante:

como projetar o futuro quando direitos básicos ainda não estão fragilizados?

Ao mesmo tempo, a Carta também aponta caminhos.

Reforça a importância de:

– uma educação que dialogue com a realidade
– políticas públicas que considerem as diferentes juventudes
– ampliação de espaços de participação
– reconhecimento das juventudes como agentes de transformação

Mais do que um documento, a Carta reafirma um princípio:

juventudes são interlocutoras legítimas na construção do país.

Para quem atua com educação e cidadania, isso não é apenas um diagnóstico.

É um direcionamento.

O futuro que se projeta depende, diretamente, das condições que se constroem hoje.

E, na sua visão: estamos escutando as juventudes na construção desse futuro?

Endereço

Avenida Das Nações Unidas 12901/Centro Empresarial Nações Unidas
São Paulo
04578-910

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