UGIRT - Universidade da Grande Idade de Rio Tinto - Sénior

UGIRT - Universidade da Grande Idade de Rio Tinto - Sénior A UGIRT - Universidade da Grande Idade de Rio Tinto é uma Universidade Sénior que integra a RUTIS (Associação Rede de Universidades da Terceira Idade).

A UGIRT - Universidade da Grande Idade de Rio Tinto é uma universidade sénior, de cariz intergeracional, sob o lema "Partilha de Saberes e Afectos". São 3 as grandes áreas que norteiam a UGIRT, onde se enquadram as seguintes disciplinas:

Área A – Ciências Sociais e Humanas:

- LÍNGUAS – Inglês, Francês, Espanhol, Grego-Vocabulário
- COMUNICAÇÃO – oral, escrita; Literatura, Poesia
- HISTÓRIA e histórias da NOSSA TERRA - Património Cultural
- ÉTICA E CIDADANIA - O mundo global, Energia e Sustentabilidade

Área B – Criatividade em acção:

- PINTURA - Desenho
- RENDAS E BORDADOS
- JARDINAGEM
- MÚSICA
- TEATRO
- DANÇAS DO MUNDO

Área C - Envelhecimento ativo - perspetivas de vida

- ATENÇÃO, MEMÓRIA E MOTIVAÇÃO
- VIVER COM SAÚDE
- INFORMÁTICA
- NÓS E OS ANIMAIS
- NATAÇÃO – HIDROGINÁSTICA
- REIKI – MEDITAÇÃO
- ALFABETIZAÇÃO

27/06/2026

Cristiano Ronaldo é o melhor jogador do mundo e eu vou explicar porquê.
Não é apenas porque é português, não é apenas porque marcou dois golos ontem, não é apenas porque nos habituou ao extraordinário durante mais de vinte anos. É porque há carreiras que são grandes e depois há carreiras que atravessam o tempo.
Ontem Portugal venceu o Uzbequistão por 5-0, no Mundial de 2026, depois de um empate frente à República Democrática do Congo. E, convenhamos, o futebol tem esta coisa cruel: num dia és indispensável, no outro és velho, no seguinte és lenda outra vez.
Cristiano Ronaldo conhece esse ciclo melhor do que ninguém.
Quando não marca, dizem que está acabado. Quando marca, dizem que era obrigação. Quando falha, dizem que já não tem lugar. Quando decide, dizem que teve sorte. Mas há um pormenor que muita gente parece esquecer: por trás da camisola existe uma pessoa.
E por trás dessa pessoa existe uma vida inteira dedicada à excelência.
Cristiano tornou-se o primeiro jogador da história a marcar em seis Mundiais diferentes. Seis.
Isto não é apenas uma estatística bonita para pôr numa imagem com letras douradas. Isto é uma aberração competitiva. É atravessar gerações, balneários, treinadores, sistemas táticos, críticas, lesões, mudanças físicas e continuar a aparecer no momento em que o jogo pede presença.
Portugal fez ontem uma exibição séria, madura e dominadora. A equipa pressionou melhor, circulou com mais critério, atacou os espaços com inteligência e mostrou uma qualidade coletiva que tinha faltado no primeiro jogo. Não foi só coração, foi cabeça. Houve intensidade, largura, profundidade e, acima de tudo, uma seleção mais ligada entre setores.

E confesso: adorei aquelas jogadas em que parecia que o mundo inteiro estava à espera de ver a bola no Ronaldo e, de repente, Portugal encontrava outra solução. Parecia quase uma encenação. Toda a gente à espera do inevitável e a equipa a mostrar que há talento, há dinâmica e há vida para além do óbvio.
Mas depois há Ronaldo.
E Ronaldo continua a ter aquele peso simbólico que nenhum outro jogador português tem. A bola pode nem ir para ele, mas o estádio olha. Os defesas olham. Nós olhamos. Porque sabemos que, se houver uma fração de segundo, ele pode transformar presença em golo.
Li por aí que Cristiano tem traços narcísicos. Eu não diria isso. Diria antes que tem consciência exata daquilo que é e do lugar que ocupa no futebol. E sejamos honestos: não estamos a falar de um jogador de rua da Reboleira que acha que é o melhor do mundo depois de marcar três golos no ringue do bairro. Estamos a falar de Cristiano Ronaldo.
Um homem que ganhou Bolas de Ouro, Ligas dos Campeões, títulos por clubes e pela seleção, que marcou em seis Mundiais, que jogou com uma geração, depois com outra, e continua ali. Saber que é grande, no caso dele, não é delírio. É memória estatística.

Talvez nenhum de nós consiga perceber o que é sair quase do nada e tornar-se uma das pessoas mais conhecidas do planeta. Há países onde muita gente não sabe situar Portugal no mapa, mas sabe dizer Cristiano Ronaldo. Eu própria lembro-me de pessoas que não sabiam muito bem onde ficava Portugal, mas quando se dizia Ronaldo, a resposta vinha logo. Cristiano Ronaldo. Portugal. Era a associação imediata.
E não vale a pena ficarmos eternamente presos às comparações com Pelé, Eusébio, Messi ou outros gigantes. Cada um pertenceu à sua época. Mas há uma diferença brutal: Cristiano construiu a sua carreira numa era em que tudo é filmado, ampliado, discutido, repetido, cortado, comentado, triturado nas redes sociais, nos podcasts, nos programas de televisão e nas páginas de desporto do mundo inteiro.
É muito fácil falar de ego quando se está sentado no sofá. Mais difícil é imaginar o que significa viver duas décadas debaixo de uma lupa mundial.
E depois há outra dimensão que também importa. Cristiano Ronaldo não é apenas futebolista. É uma marca, um empresário, um homem com várias empresas, com milhares de pessoas ligadas direta ou indiretamente ao que construiu. A sua riqueza é frequentemente discutida, mas raramente se fala do que existe por trás dela: trabalho, estrutura, investimento, equipas, empregos, responsabilidade.
E mesmo assim há gestos que continuam a aparecer ao longo dos anos: visitas a hospitais, ações solidárias, disponibilidade para causas, uma ligação muito forte à família e uma vida que, por muito luxuosa que pareça de fora, exige certamente ausências, sacrifícios e uma disciplina que a maioria de nós não aguentaria uma semana.
O meu avô dizia, quando o Cristiano ainda começava: “aquele rapaz é formidável.”
E é.
Ontem, quando o vi marcar dois golos, fiquei feliz por Portugal, mas também fiquei feliz por ele. Porque depois de tantos comentários, tantas críticas e tanta vontade de o empurrar para fora do palco, vê-lo responder em campo teve um sabor especial.
Portugal ganhou 5-0.
Cristiano marcou duas vezes.
E o futebol voltou a lembrar-nos uma coisa simples: há jogadores bons, há jogadores enormes e há jogadores que se transformam em história enquanto ainda estão a jogar.

Cristiano Ronaldo é um desses.

26/06/2026
18/10/2025

Parabéns à RUTIS e aos seus Fundadores e extraordinários colaboradores.
Grande Visão, grande e excelente TRABALHO desenvolvidos nestes 20 anos..

BEM HAJA!

Maia José Guimarães
Diretora e mentora da UGIRT desde 2013.

02/10/2025

Meu cachorro — esse gigante atrapalhado que sempre puxa a coleira para correr, explorar e cheirar tudo — parou de repente diante de um matagal.
Imóvel. Olhar fixo. Orelhas atentas. Corpo em silêncio.

Com passos lentos, aproximou-se.
E lá, sob as folhas, três filhotes tremiam: magros, sujos, frágeis. Dois ruivos e um tigrado, agarrados à vida, sozinhos no mundo.

Meu instinto foi recolhê-los, protegê-los.
Mas quem tomou a decisão foi ele.
O grandalhão que um dia resgatei, rejeitado por ser “muito grande, muito velho, muito complicado”.

Deitou-se ao lado deles.
Encostou o focinho com delicadeza.
Não latiu, não se mexeu — apenas ofereceu calor e proteção.

Desde então, vivem juntos. Dormem entre suas patas, escalam suas costas como montanha, mordem-lhe as orelhas e adormecem em seu peito. Ele aceita tudo em silêncio, como quem sabe que ali está sua nova missão.

Eles não são seus filhotes.
Nem sequer da mesma espécie.
Mas ele os escolheu.
Talvez porque, naquelas três vidas perdidas, reconheceu a si mesmo.

Hoje são uma família improvável — e perfeita.
Um retrato vivo de que o amor não precisa de lógica, raça ou forma.
O amor apenas existe.
E, quando existe, salva. ❤️

24/09/2025
Parabéns! Está lindo!!!
24/09/2025

Parabéns! Está lindo!!!

Endereço

Rua Drive Oliveira Lobo, 586
Rio Tinto
4510-643-FÂNZERES

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 14:00 - 19:30
Terça-feira 14:00 - 19:30
Quarta-feira 14:00 - 19:30
Quinta-feira 14:00 - 19:30
Sexta-feira 14:00 - 19:30

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