Associação de Creches e Pequenos Estabelecimentos de Ensino Particular

Associação de Creches e Pequenos Estabelecimentos de Ensino Particular Associação Patronal, sem fins lucrativos, para representação de Creches e Estabelecimentos de Ensino Particular (não cooperativo), a nível nacional.

Com os Estatutos já publicados nos Boletins do Trabalho e Emprego n.º/s 40, 03 e 13 em 29 de Outubro de 2007, 22 de Janeiro de 2008 e 8 de Abril de 2008 respectivamente, a ACPEEP é consequentemente uma Associação de pleno direito, dotada de capacidade jurídica inerente à sua natureza e aos seus fins.

Falhas no portal da Segurança Social não vão impedir entrada de crianças nas creches privadas - O portal online da Segur...
03/09/2026

Falhas no portal da Segurança Social não vão impedir entrada de crianças nas creches privadas - O portal online da Segurança Social que tinha o objetivo de facilitar a inscrição das crianças em creches através do programa Creche Feliz, está, afinal, a dar alguns problemas com as inscrições nas creches privadas.

As falhas registadas no portal online da Segurança Social para a inscrição no programa Creche Feliz não vão impedir a entrada de crianças nas creches privadas, que podem recebê-las, mesmo que não exista confirmação na plataforma.

18/05/2026

*Nota à Comunicação Social*

A ACPEEP esclarece que o setor privado informado não pretende abandonar o Programa Creche Feliz.

O que existe é um alerta técnico sobre falhas identificadas na nova plataforma de gestão de vagas (APP), que estão a gerar insegurança para as famílias e dificuldades operacionais nas creches.

As principais preocupações prendem-se sobretudo com:

- critérios e definições pouco claras e inconsistentes;
- não reconhecimento de inscrições já existentes;
- falta de alinhamento com a Portaria 305/2022;
- limitação do acesso das crianças a vagas gratuitas nas creches aderentes do concelho (apenas aparece a freguesia).

As creches privadas aderentes mantêm total disponibilidade para continuar no programa e colaborar com a tutela, solicitando apenas correções urgentes que garantam transparência, justiça e previsibilidade para todas as famílias.

A tutela demonstrou abertura ao diálogo e à análise conjunta da situação.

Imagine duas creches na mesma rua. Ambas acolhem crianças da mesma idade, seguem as mesmas regras pedagógicas, servem as...
18/12/2025

Imagine duas creches na mesma rua. Ambas acolhem crianças da mesma idade, seguem as mesmas regras pedagógicas, servem as mesmas refeições e, muitas vezes, acolhem famílias da mesma classe média.

De um lado, temos a Creche A (Privada com fins lucrativos). Do outro, a Creche B (IPSS - Instituição Particular de Solidariedade Social).

À primeira vista, o serviço é idêntico. Mas, se levantarmos o capô da gestão financeira e fiscal, encontramos dois mundos que operam com regras de jogo radicalmente opostas. Será que ainda faz sentido tratar o "Setor Social" como uma caridade intocável quando este compete diretamente com a iniciativa privada?

https://acpeep.pt/index.php/noticias-e-comunicacoes/press-release/193-a-falacia-das-ipss-dois-pesos-duas-medidas-no-bercario-nacional

Aumentam as creches clandestinas em Portugal.
05/09/2025

Aumentam as creches clandestinas em Portugal.

A falta de vagas nas creches e jardins de infância públicos está a fazer aumentar as creches clandestinas em Portugal. O principal problema é a falta de educadores de infância.

Nova plataforma online permitirá ver vagas disponíveis em creches e lares - Governo diz que a nova plataforma deverá est...
13/08/2025

Nova plataforma online permitirá ver vagas disponíveis em creches e lares - Governo diz que a nova plataforma deverá estar a funcionar durante os primeiros seis meses do próximo ano.

Governo diz que a nova plataforma deverá estar a funcionar durante os primeiros seis meses do próximo ano.

"Até aos três anos o apoio da Creche Feliz permite que as crianças frequentem estabelecimentos privados sem qualquer cus...
03/04/2025

"Até aos três anos o apoio da Creche Feliz permite que as crianças frequentem estabelecimentos privados sem qualquer custo. O problema começa no pré-escolar. Com o insuficiente número de vagas no setor público, a alternativa passa por pagar uma mensalidade que, em alguns casos, pode chegar aos 500 euros."

Sem vagas na rede pública e sem respostas do Governo sobre possíveis apoios nos estabelecimentos privados, não têm como pagar uma mensalidade de centenas de euros. Até ao momento, o Governo anunciou apenas a abertura de mais 200 salas, que vão dar resposta a cinco mil crianças, núme...

"Silêncio ensurdecedor e desesperante": escolas privadas têm mais perguntas do que respostas sobre 200 novas salas do pr...
13/03/2025

"Silêncio ensurdecedor e desesperante": escolas privadas têm mais perguntas do que respostas sobre 200 novas salas do pré-escolar.

Associação que representa os estabelecimentos privados diz que não sabe sequer quais as regiões do país que vão ser abrangidas pela medida

Segundo Susana Batista, presidente da Associação de Creches e Pequenos Estabelecimentos de Ensino Particular (ACPEEP), o...
27/02/2025

Segundo Susana Batista, presidente da Associação de Creches e Pequenos Estabelecimentos de Ensino Particular (ACPEEP), o cenário é aflitivo e urgente tanto para as muitas famílias que estão a ser afectadas pelo problema, como para as escolas. “Após o anúncio do Governo, ficou criada a expectativa de que iria haver apoio ao pré-escolar. Entretanto, muitas crianças saíram das escolas porque os pais não podiam suportar pagar mais tempo as mensalidades”, afirmou.

GOVERNO CRIOU EXPECTATIVA DE PRÉ-ESCOLAR UNIVERSAL GRATUITO
‘Há pais endividados e outros terão de retirar os filhos da escola’

https://www.paginaum.pt/2025/02/26/ha-pais-endividados-e-outros-terao-de-retirar-os-filhos-da-escola

Em Junho do ano passado, o Governo criou a expectativa de garantir acesso universal e gratuito ao pré-escolar, subsidiando a transição das crianças que saíam das creches. Alguns pais e escolas acreditaram que a medida seria aplicada já neste ano lectivo, mas tal não aconteceu. A Associação de Creches e Pequenos Estabelecimentos de Ensino Particular alerta para o risco de muitas crianças acabarem entregues a amas ilegais.

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28/01/2025

*Falta Definição de um Plano Nacional de Educação para a Infância dos 0 aos 5 anos*

O Governo português assumiu publicamente como uma das grandes prioridades políticas o investimento numa Educação de infância de Qualidade com garantia de acesso universal e gratuito a todas as crianças, independentemente do seu contexto socio-económico, desde a creche à educação pré-escolar, isto é, desde os 0 aos 5 anos. com a promessa de mobilizar para tal os setores público, social e privado.

Na nota explicativa do Ministério de Educação, Ciência e Inovação para o orçamento de estado de 2025 lê-se que “o Executivo está empenhado no cumprimento desta opção estratégica de política pública, que contribuirá de forma decisiva para o desenvolvimento motor, social, emocional e cognitivo das crianças, e, assim, para uma efetiva igualdade de oportunidades no acesso à educação.”

Foi constituído um Grupo de Trabalho (GT) para a Generalização do Acesso à Educação de Infância (EI), que teve como prioridade, no quadro do mandato que lhe foi atribuído pelo Despacho n.o 8251/2024, de 27 de julho 2024:

➢ efetuar o diagnóstico da rede existente de estabelecimentos de creche e de jardim de infância e apresentar até dia 28 de junho de 2024 um plano de ação que garantisse a gratuitidade na educação pré-escolar, nomeadamente para as crianças abrangidas pelo Programa Creche Feliz no ano letivo 2024/2025;

➢ propor uma estratégia, até ao final do mês de novembro 2024, que assegurasse a continuidade na transição da creche para a Educação pré-escolar e a qualidade pedagógica da resposta integrada para as crianças dos 0 aos 6 anos de idade.

O GT concluiu que a rede pública existente (que segundo Relatório da DGE cobre apenas 54,1% das crianças) é insuficiente para fazer face ao aumento da procura para crianças com 3 anos, havendo o risco de milhares de crianças e famílias ficarem sem resposta. Para assegurar a universalização da educação pré-escolar até aos 3 anos, estariam em falta mais de 19.600 lugares, não contando com as 46.460 crianças que frequentam a rede privada e pagam a componente letiva, sem qualquer apoio do Estado, contrariando a Lei-Quadro da Educação Pré-Escolar.

O Governo preocupou-se em aumentar o número de vagas na rede pública em colaboração com as autarquias, reajustando salas, reconvertendo bibliotecas, espaços de recreio e outros espaços de utilidade comum em salas de pré-escolar, informando que foram criadas ao todo 170 salas em jardins de infância da rede pública.

Mas mais de 12.000 crianças continuam sem acesso à educação pré-escolar. São maioritariamente crianças com 3 anos, mas também se encontram crianças com 4 e até com 5 anos sem resposta, principalmente nas zonas urbanas de maior pressão.

A ACPEEP fez um levantamento e informou o Governo que há cerca de 5800 vagas disponíveis em salas de jardim de infância no setor privado, que não estão a ser aproveitadas pelo Governo para aumentar a capacidade de resposta na educação pré-escolar, ao contrário do que tinha sido afirmado pelo senhor Secretário de Estado da Administração e Inovação Educativa na nossa reunião de maio e de agosto de 2024.

Além disso, a falta de acordo de colaboração do Estado com o setor privado e a saída contínua de alunos do setor privado para o setor público, à medida que surgem novas vagas gratuitas na rede pública durante o ano escolar, estão a destabilizar as instituições privadas que no início do ano letivo investiram em infraestruturas e num quadro de pessoal adequado à prestação de serviços de EI de qualidade, acreditando nas promessas deste governo, o que está a levar a um desinvestimento progressivo do setor privado na educação pré-escolar, com a reconversão das salas de jardim de infância em outras valências, para garantir a sua sustentabilidade, provocando uma redução drástica da oferta de serviços de educação pré-escolar na rede privada, que seria complementar à rede pública. As alternativas estão a esgotar-se, por falta de resposta e falta de compromisso do Governo.

As famílias estão desiludidas com as promessas que foram feitas antes do início do ano letivo 2024/2025, em como o Governo iria garantir a continuidade pedagógica às crianças que completaram 3 anos e saíram do programa Creche Feliz. Muitas voltaram para casa.

Durante o debate parlamentar em finais de Outubro, o senhor Ministro da Educação, Ciência e Inovação anunciou a intenção do Governo em experimentar a aplicação de contratos de associação a estabelecimentos de educação pré-escolar privados, nas zonas onde a oferta pública é insuficiente, mas, de acordo com o procedimento administrativo que rege este modelo de apoio (portaria 172-A/2015), as candidaturas devem ser abertas em fevereiro do ano letivo anterior à data na qual se iniciam os contratos. Por isso, não parece ser uma solução para este ano letivo. E mais nenhuma solução foi apresentada pelo Governo.

Assim, decorridos 9 meses de governação com o novo executivo, não foi garantida a transição das crianças da creche para a Educação pré-escolar, apesar da disponibilidade dos parceiros sociais (quer no setor privado quer no setor social), nem foi ainda apresentado um PLANO NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO DE INFÂNCIA EM PORTUGAL:

➢ que identifique as necessidades por área geográfica ou condição socioeconómica das crianças;

➢ que identifique objetivos/metas a atingir a curto e longo prazo;

➢ que defina estratégias articuladas com todos os setores de educação;

➢ que estabeleça prazos realistas de execução e acesso a soluções para as famílias em tempo útil;

➢ que permita uma gestão eficaz de todos os recursos financeiros, humanos e físicos, quer públicos quer privados.

➢ que dê previsibilidade e apresente soluções às famílias para a educação dos seus filhos.

Os Contrato de Desenvolvimento para a Educação Pré-Escolar (o único programa de apoio à família no setor privado) para 2024/2025 continuam limitados a um número muito reduzido de estabelecimentos do ensino particular e cooperativo (há mais de 12 anos que não são celebrados novos contratos), as capitações e as comparticipações familiares continuam desatualizadas desde 2009 (não acompanhando a inflação de preços dos últimos 15 anos), manteve-se novamente um limite máximo de comparticipação por estabelecimento igual ao valor apurado em 2016, deixando de fora milhares de crianças elegíveis ao apoio. Nada foi melhorado.

A nível das creches gratuitas, também ainda não se sabe se vai haver um aumento do valor que é pago pela Segurança Social para permitir aos estabelecimentos aderentes aumentar ordenados e suportar a inflação em 2025.

Não se sabe ainda que medidas serão implementadas pelo Governo para aumentar a rede de creches e a rede de educação pré-escolar em Portugal, que são reconhecidamente insuficientes.

Neste momento, temos um número crescente de famílias preocupadas com o próximo ano letivo, dado que vão abrir brevemente as matrículas. Continua a existir uma lacuna significativa na oferta pública para crianças com 3, 4 e 5 anos e nenhuma informação sobre as alternativas e o financiamento do pré-escolar na rede privada, onde ainda há vagas.

Os estabelecimentos de educação também precisam de se organizar, para dar resposta às famílias.

Assim pergunta-se, qual é o plano do governo para a educação de infância em Portugal?

O que se diz às famílias e aos estabelecimentos nossos associados?

Endereço

Rua António Lopes Ribeiro, 2-B
Queijas
2790-457

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