Confraria Gastronómica das Tripas à Moda do Porto

Confraria Gastronómica das Tripas à Moda do Porto Promover o prato Tripas à Moda do Porto realçando o seu valor gastronómico e significado histórico. Henrique, filho de D. João I. In Revista "O Tripeiro", 1909

O desconhecimento completo de um facto da história portuense, passado quando reinava D. João Primeiro, dá frequente motivo a que, quando alguém muito esperto pretende zombar de um filho da cidade do Porto, lhe atire desdenhosamente à cara com a alcunha de tripeiro, como se fora o mais ignominoso insulto. O Portuense, conhecedor do facto ri-se e em vez de manifestar descontentamento por tal alcunha

, desnorteia o contendor acceitando-a com legítimo orgulho. Dos nossos comtemporâneos, poucos serão os que não possam de prompto citar o facto histórico, senão em todas as suas particularidades, ao menos pela rama. Não obstante, vamos recordal-lo, um pouco pela satisfação de sermos descendentes d'aquelles honrados portuenses que há 943 annos e um pouco para elucidação dos estranhos que o não conheçam ou dos nossos que o tenham esquecido. Eil-lo: As primeiras expedições guerreiro marítimas que deviam collocar tão alto o nome lusitano e contribuir para o engrandecimento do poderio territorial do paíz pelas terras d'alem mar, já que nas do continente tinham ido até ao extremo as possibilidades d'essa expansão, devem-se às suggestões do infante D. Annunciado o aprecebimento da primeira expedição a Ceuta, os burgueses do Porto mal o souberam, não desmentindo a sua fama de audazes e intrépidos, quizeram os primeiros a cooperar no grandioso sonho do infante, e à sua custa, apparelharam uma poderosa armada de mais de setenta embarcações, que em pode sair galhardamente pela barra do Porto fora em busca de glória para a a nação e mais um forão para a coroa real. Para abastecer tão numerosa esquadra não foi das mais apoucadas a generosidade dos nossos conterrâneos. Não quiz ella que a falta de víveres pudesse crear obstáculos ao bom êxito da aventura. Abateu um enorme numero de cabeças de gado bovino com cuja carne limpa abasteceu prodigamente as dispensas das embarcações, de modo que chegassem para longo prazo, e reservou para a alimentação dos que ficaram os miudos do gado, as tripas, como vulgarmente se lhes chama, com que se cosinha o celebre prato culinario muito apreciado dos portuenses. Eis ahi a origem do honrosos apodo de tripeiros.

📸 Registos do Almoço da Confraria Gastronómica das Tripas à Moda do PortoNo passado dia 16 de maio de 2026, a Confraria ...
14/06/2026

📸 Registos do Almoço da Confraria Gastronómica das Tripas à Moda do Porto

No passado dia 16 de maio de 2026, a Confraria reuniu-se no Restaurante da nossa Confreira Paula Peliteiro, o Boteco Bombarda, para mais um almoço marcado pela amizade, pela tradição e pelo prazer de estarmos juntos à mesa.

Este encontro contou com a presença do nosso Confrade de Honra Doutor Manuel Novaes Cabral, Presidente da Fundação Museu Nacional Ferroviário, que apresentou a sua mais recente obra, “Histórias do Protocolo: Salamaqueques – 29 Histórias do Protocolo”, proporcionando um momento de grande interesse e partilha entre todos os presentes.

Um agradecimento especial ao Restaurante Boteco Bombarda pela forma calorosa como nos recebeu e à nossa Confreira Paula Peliteiro pela hospitalidade demonstrada.

Um agradecimento ao fotógrafo Paulo Oliveira [www.digitalfotografia.eu](http://www.digitalfotografia.eu), pelas fotografias que captaram a essência deste encontro. 📸

Partilhamos convosco alguns registos de mais um almoço que celebrou a gastronomia, a cultura e o espírito confrádico que nos une. 💙

Endereço

Rua Do Almada 679, 1º Sala 101
Porto
4050-039

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