Campo Aberto - Associação de Defesa do Ambiente

Campo Aberto - Associação de Defesa do Ambiente Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Campo Aberto - Associação de Defesa do Ambiente, Organização de conservação do ambiente, Rua Santa Catarina 951, 3A, Porto.

A “CAMPO ABERTO – Associação de Defesa do Ambiente” é uma associação sem fins lucrativos que visa a defesa e valorização do ambiente, do património natural e construído e a conservação da Natureza.http://www.campoaberto.pt.

🌿 Jornada Património Natural, Ecológico e Paisagístico — e Cidadania📍 Concelho de Santo Tirso | 🗓️ Sábado, 24 de outubro...
25/08/2026

🌿 Jornada Património Natural, Ecológico e Paisagístico — e Cidadania
📍 Concelho de Santo Tirso | 🗓️ Sábado, 24 de outubro

O Núcleo Associativo de Santo Tirso (NAST) e a Campo Aberto – Associação de Defesa do Ambiente convidam-vos a participar nesta Jornada dedicada ao território, à paisagem e à cidadania ambiental.

📝 Inscrições até 20 de outubro, através da ficha: https://forms.gle/MoXL5VgeLPtBRD7m6
✅ Confirmação de inscrição a 21 de outubro

🔗 Mais informações:
www.nast.pt
https://www.campoaberto.pt/2026/02/15/santo-tirso/

PROGRAMA

1ª Parte — Caminhada | Castro do Monte Padrão e Quedas da Fervença do Rio Leça
🕘 09:00 – Receção dos participantes (Centro Interpretativo do Monte Padrão)
🕘 09:15 – Início do percurso
🕛 12:00 – Final do percurso e churrasco para os inscritos

2ª Parte — Sessão no Centro Interpretativo do Monte Padrão
🕑 14:00 – Receção dos participantes
🕝 14:30 – Abertura da Jornada

Intervenções:
🕝 14:45 — Espaços urbanos e rurais, paisagem produtiva e património paisagístico — Arq.ª Carla Moreira (CMST)
🕒 15:00 — Património agrícola sustentável — Cooperativa dos Agricultores de Santo Tirso e Trofa
🕒 15:15 — Indústria, atividades económicas e poluição — Eng. António Rompante
🕞 15:30 — Biodiversidade, património fluvial e questões florestais — Escola Agrícola Conde de São Bento

🕟 16:15 — Pausa para café
🕓 16:45-17:30 — Debate em pequenos grupos
🕠 17:30 — Relatores e debate generalizado em plenário
🕡 18:15 — Encerramento

Organização:
NAST – Núcleo Associativo de Santo Tirso e Campo Aberto – Associação de Defesa do Ambiente 🌳

🌿 Um dia em Celorico de Basto: Rota do Românico, Quinta Biológica e Praia FluvialA Campo Aberto convida-o para um passei...
19/08/2026

🌿 Um dia em Celorico de Basto: Rota do Românico, Quinta Biológica e Praia Fluvial

A Campo Aberto convida-o para um passeio especial no próximo dia 13 de setembro (domingo), a Celorico de Basto — um dia entre património e natureza.

A visita nasce do convite de José Junqueira, sócio da Campo Aberto, que nos abre as portas da sua quinta biológica "Lavoura da Bouça – Fruta Bio".

O que vamos fazer:
🏰 Percurso pela Rota do Românico, com visita ao Castelo de Arnoia e à Igreja de Veade, e respetivos Centros Interpretativos
🍎 Passagem pela quinta biológica, onde faremos um piquenique
🏡 Visita à aldeia miniatura de Pedro Lemos, em Agilde
🏊 Fecho de dia numa praia fluvial

Um programa pensado para quem gosta de descobrir o património e conhecer formas de Vida em harmonia com a natureza.

📋 As condições detalhadas da visita (horários, valores, ponto de encontro) estão disponíveis na ficha de inscrição:
👉 https://forms.gle/qjiR9guoebMP1j1h8
⏳ Inscrições até 6 de setembro.

Venha connosco!

Comunicado da Campo Aberto — Apoio à Petição Pública "Nem a Sé se salva? Mais Verde, Menos Hotéis"A Campo Aberto, associ...
10/08/2026

Comunicado da Campo Aberto — Apoio à Petição Pública "Nem a Sé se salva? Mais Verde, Menos Hotéis"

A Campo Aberto, associação cívica dedicada à defesa e valorização dos espaços verdes urbanos do Porto, vem por este meio manifestar o seu apoio formal à petição pública que visa a preservação da área dos jardins da Diocese, no Morro da Sé.

A proposta em causa consubstancia uma alteração radical e irreversível de uma parcela fundamental do centro histórico do Porto — uma área já significativamente densificada em termos de construção, na qual os espaços permeáveis e verdes se encontram reduzidos a uma expressão residual. A substituição de um dos últimos jardins remanescentes nesta zona por um novo empreendimento hoteleiro representaria a eliminação definitiva de um recurso ambiental e paisagístico que, uma vez perdido, não poderá ser recuperado.

A Campo Aberto entende que o desenvolvimento urbano do Porto não pode continuar a processar-se em detrimento dos escassos espaços verdes que subsistem na cidade consolidada. A manutenção de solo permeável e arborizado nestas áreas é essencial para o desempenho de funções ambientais e urbanísticas, nomeadamente ao nível do arrefecimento urbano, da infiltração e gestão de águas pluviais, da biodiversidade e da preservação da identidade e da habitabilidade do centro histórico.

Face ao exposto, a Campo Aberto apela à sociedade civil, às instituições e às entidades com responsabilidade na matéria para que se associem a esta causa, subscrevendo a petição pública disponível em:
https://peticaopublica.com/?pi=PT132421

Foto partilha de João Batista

🌱 Duas visitas, uma manhã e uma tarde diferentesNo passado dia 18 de julho, a Campo Aberto levou um grupo de sócios e am...
26/07/2026

🌱 Duas visitas, uma manhã e uma tarde diferentes

No passado dia 18 de julho, a Campo Aberto levou um grupo de sócios e amigos a conhecer duas realidades inspiradoras de agricultura biológica na região do Porto.

De manhã, visitámos a Horta da Porto Business School, um espaço instalado num terraço com 72 canteiros, onde a Filipa Almeida cultiva em modo biológico produtos hortícolas, ervas aromáticas, pequenos frutos e flores. Um verdadeiro oásis verde no meio da cidade, que promove hábitos saudáveis e biodiversidade junto de toda a comunidade escolar.

Depois de um piquenique bem passado no Parque do Carriçal, seguimos à tarde para "O Rapaz da Quinta", em Leça do Balio, onde o Tiago Ferreira nos mostrou o seu projeto de agricultura biológica: legumes, fruta, ervas aromáticas, cogumelos e até pão artesanal, sempre com foco na sazonalidade e no respeito pelos recursos naturais.

Duas histórias diferentes, mas com um ponto em comum: jovens citadinos que encontraram na terra uma forma diferente — e mais sustentável — de viver e de estar.

Obrigado à Filipa e ao Tiago por nos terem recebido e partilhado o vosso trabalho! 🌿

Amanhã termina o prazo de Consulta Pública sobre o Programa Setorial das Zonas de Aceleração da Implantação de Energias ...
14/07/2026

Amanhã termina o prazo de Consulta Pública sobre o Programa Setorial das Zonas de Aceleração da Implantação de Energias Renováveis (PSZAER).

Não deixe nas mãos de outros o exercício do seu direito.

A Estrutura de Missão para o Licenciamento de Projetos de Energias Renováveis 2030 (EMER 2030), responsável por esta proposta é uma estrutura vocacionada para acelerar a produção energética, e não para o ordenamento do território ou a proteção ambiental.

Aceda ao Portal Participa: https://participa.pt/pt/consulta/programa-setorial-das-zonas-de-aceleracao-da-implantacao-de-energias-renovaveis-pszaer

URGENTE: A consulta pública do PSZAER encerra a 15 de julho! Já ouviu falar do "Mapa Verde"? É o programa que vai defini...
11/07/2026

URGENTE: A consulta pública do PSZAER encerra a 15 de julho!

Já ouviu falar do "Mapa Verde"? É o programa que vai definir onde podem ser instaladas, de forma simplificada e sem avaliação de impacte ambiental, as futuras centrais solares e eólicas em Portugal.

A proposta em consulta não mostra sequer os mapas concretos das zonas afetadas — dificultando que as populações percebam o que realmente está em causa.
Territórios rurais de baixa densidade, Áreas de aproveitamento hidroagrícola, Zonas da Reserva Ecológica Nacional...estão entre os potencialmente afetados.

Por favor participe! Só demora alguns minutos:

Aceda ao Portal Participa: participa.pt
Procure "Programa Setorial das Zonas de Aceleração da Implantação de Energias Renováveis (PSZAER)"
Submeta o seu contributo (é necessário Cartão de Cidadão)
Partilhe este post para chegarmos a mais gente.

O prazo está a terminar — 15 de julho!

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Foto: CM Grândola

Espaços verdes do Porto: o debate que junta ciência, memória e esperançaNo dia 15 de Junho, cerca de 30 pessoas reuniram...
19/06/2026

Espaços verdes do Porto: o debate que junta ciência, memória e esperança

No dia 15 de Junho, cerca de 30 pessoas reuniram-se para discutir a evolução dos espaços verdes do Porto, num encontro promovido pela associação Campo Aberto que cruzou mais de quatro décadas de dados científicos e imagens de satélite com a experiência de quem trabalha todos os dias pela arborização da cidade.

A sessão abriu com a apresentação [nos próximos dias partilharemos os links para as apresentações] de Filipa Guilherme, investigadora da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP). Baseando-se na sua tese de doutoramento, a investigadora trouxe ao debate a relação intrínseca entre a biodiversidade urbana e a evolução da cobertura do solo, cruzando fotografias e dados de satélite de um período de 72 anos (entre 1947 e 2019).

Os seus dados deixaram claro que não basta existirem áreas verdes isoladas: é a continuidade e a estabilidade desses espaços ao longo do tempo — os chamados habitats persistentes — que criam condições favoráveis para sustentar ecossistemas mais ricos e resilientes. Filipa Guilherme alertou que a destruição provocada pela urbanização causa frequentemente um "efeito retardado," o que significa que o declínio das espécies e as extinções locais ocorrem com uma latência temporal, não sendo imediatamente visíveis após a perda do habitat.

Seguiu-se a intervenção de Nuno Quental, voluntário da Campo Aberto e da GARRA, que apresentou uma análise da acessibilidade dos portuenses a espaços verdes. A cidade tem conhecido múltiplos atentados ao verde urbano, nomeadamente devido à ocupação de logradouros e de mau planeamento urbano. Contudo, uma análise cuidada revelou a existência de pelo menos 46 áreas que poderiam ser convertidas em verde público, o que melhoria drasticamente o panorama. O recente site Porto Verde (https://coolio1.github.io/porto_areas_verdes_mudanca/), ainda em melhoria, já contem uma grande quantidade de mapas detalhados.

Pedro Pardinhas encerrou o painel apresentando o trabalho de identificação de espaços que, sem grande investimento, poderiam ser facilmente arborizados. Estas ideias aparentam bom acolhimento pela Câmara Municipal do Porto. Ficou no ar a ideia de que existe vontade política para avançar, mas que essa vontade precisará de se traduzir em acções concretas e mensuráveis nos próximos anos, designadamente na concretização do Plano de Arborização do Porto. O sítio do GARRA (https://www.garraporto.org/arborizacao) contem mais informações.

O encontro confirmou aquilo que os dados já indicavam à partida: o desafio dos espaços verdes no Porto não é apenas técnico ou científico, é também uma questão de decisão colectiva sobre o tipo de cidade que se quer construir. A Campo Aberto deixa o convite em aberto para continuar a acompanhar de perto os próximos passos do Plano de Arborização, e para manter este diálogo entre ciência, associativismo e poder local.

Se quiser colaborar, contacte a Campo Aberto ([email protected]) ou o GARRA ([email protected]).

Para recordar e chegar todos os interessados!Na próxima segunda, dia 15 de Junho, às 21h00 — a Campo Aberto reúne invest...
10/06/2026

Para recordar e chegar todos os interessados!

Na próxima segunda, dia 15 de Junho, às 21h00 — a Campo Aberto reúne investigadores, voluntários e cidadãos para falar sobre os espaços verdes do Porto, porque são importantes e o que os Estudos revelam sobre o território que habitamos.
Participe na discussão sobre o seu futuro nesta Cidade.

📍 Rua de Santa Catarina, 951, 3.º A, Porto
🕘 21h00
🎟️ Entrada livre
Partilhe com quem se importa com o Porto 💚

🌳 Evolução e futuro dos espaços verdes no Porto

A evolução dos espaços verdes do Porto, suportada por mais de quatro décadas de dados científicos e imagens de satélite, estará em debate no próximo dia 15 de Junho, às 21h00. A associação Campo Aberto convida a população, especialistas e decisores a analisar a transformação da nossa cidade e a delinear o futuro do verde na urbe.

Sabia que 45% da população ainda não tem acesso a um parque de dimensão significativa a uma distância pedonal curta?

Venha descobrir o que os dados revelam sobre o território que habitamos e participe na discussão com um painel multidisciplinar:

Filipa Guilherme (Investigadora em Ecologia Urbana, FCUP): autora de estudos sobre a evolução dos usos do solo no Porto – apresentação principal (20 a 30 min).

Nuno Quental e Pedro Pardinhas (voluntários da Campo Aberto e GARRA) – apresentação do trabalho associativo sobre espaços verdes e arborização.

A entrada é livre.

📅 15 de Junho de 2026 | 21h00
📍 Rua de Santa Catarina, 951, 3.º A, Porto
🎟️ Entrada livre

🌳 Evolução e futuro dos espaços verdes no PortoA evolução dos espaços verdes do Porto, suportada por mais de quatro déca...
28/05/2026

🌳 Evolução e futuro dos espaços verdes no Porto

A evolução dos espaços verdes do Porto, suportada por mais de quatro décadas de dados científicos e imagens de satélite, estará em debate no próximo dia 15 de Junho, às 21h00. A associação Campo Aberto convida a população, especialistas e decisores a analisar a transformação da nossa cidade e a delinear o futuro do verde na urbe.

Sabia que 45% da população ainda não tem acesso a um parque de dimensão significativa a uma distância pedonal curta?

Venha descobrir o que os dados revelam sobre o território que habitamos e participe na discussão com um painel multidisciplinar:

Filipa Guilherme (Investigadora em Ecologia Urbana, FCUP): autora de estudos sobre a evolução dos usos do solo no Porto – apresentação principal (20 a 30 min).

Nuno Quental e Pedro Pardinhas (voluntários da Campo Aberto e GARRA) – apresentação do trabalho associativo sobre espaços verdes e arborização.

A entrada é livre.

📅 15 de Junho de 2026 | 21h00
📍 Rua de Santa Catarina, 951, 3.º A, Porto
🎟️ Entrada livre

25 DE MAIO - DIA NACIONAL DOS JARDINSEM HOMENAGEM A GONÇALO RIBEIRO TELESInstituído em homenagem a Gonçalo Ribeiro Teles...
26/05/2026

25 DE MAIO - DIA NACIONAL DOS JARDINS

EM HOMENAGEM A GONÇALO RIBEIRO TELES

Instituído em homenagem a Gonçalo Ribeiro Teles, celebra-se em 25 de maio o Dia Nacional dos Jardins. Arquiteto paisagista, Jardineiro de Deus como lhe chamou o filósofo Eduardo Lourenço, celebramos nesta data também o cidadão, o homem de ação, o governante que introduziu em Portugal uma ousada e muito necessária legislação ambiental nos anos que se seguiram, com o 25 de Abril, à restauração da liberdade.

Já no antigo regime de ditadura, por ocasião das grandes inundações de 1967, explicou ao país as razões ecológicas desse fenómeno. Infelizmente, em vez de se atacarem as causas, estas foram-se continuamente agravando, e a passagem ao regime democrático não foi suficiente para corrigir erros, sobretudo após a saída de Gonçalo Ribeiro Teles da governação.

Assim, chegámos à devastação das tempestades no inverno deste ano. Mas, de novo, em vez de se terem tirado as lições dadas pelos vendavais, logo, a pretexto de simplificar processos, foi dispensada de licença ou comunicação prévia a reconstrução de casas em leito de cheia, abrindo assim o caminho para a repetição dos estragos em próximas ocasiões. Em vez de aproveitar para apoiar os atingidos a construir fora das zonas de leito de cheia, o governo atual, com o Decreto-Lei n.º 40 – A / 2026, instituiu um regime é certo excecional e temporário mas com vigência de um ano. Tempo suficiente para cometer novos erros desprezando a oportunidade de reparar os já existentes.

No domínio da arborização, também a tempestade tem servido de pretexto para podas e abates indiscriminados. As árvores mais robustas, que resistiram à intempérie, não logram ainda assim ser poupadas ao trauma, desta vez provocado por autarquias menos informadas.

Oportunamente, o CNADS – Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável, se bem que focado sobretudo na orla costeira, veio a público, em 14 de maio, chamar a atenção para a necessidade de regular os chamados direitos adquiridos, constantemente invocados, acrescentamos nós, para justificar erros urbanísticos seja na orla costeira seja noutros pontos do território.

O recurso a esta figura, diz o CNADS, contribui para criar situações paradoxais e injustas. Mas, podemos acrescentar, o mesmo se tem passado com outros instrumentos de planeamento para além dos que se referem à orla costeira, como acontece com frequência em planos diretores municipais em que se atropelam valores relativos ao património natural, ecológico e paisagístico.

A Campo Aberto, ao recordar o pensamento e a obra de Gonçalo Ribeiro Teles, chama a atenção para a necessidade de ter em conta as condicionantes ecológicas, se queremos evitar as consequências trágicas de as esquecermos na forma como se planeia e gere o território.

www.campoaberto.pt

Endereço

Rua Santa Catarina 951, 3A
Porto
4000-455PORTO

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