Associação Porto de Baião

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17/10/2026

Colagem de momentos do convívio final da Caminhada da nossa Associação pelas margens do Sousa, em Gondomar, "Linha de Midões, Moinhos de Jancido.

Instantâneos- VI

E foi, mais uma vez, a "caminhada", a partilha de conhecimentos, a natureza e, acima de tudo, o convívio e a Amizade.

Com especial gratidão às cozinheiras voluntárias da Associação Cultural de São Gonçalo do Covelo que nos prepararam o famoso "caldo de nabos", icónico da gastronomia de Gondomar.

No agradável Parque de Merendas, junto ao Rio Sousa, onde decorreu o campeonato do jogo da malha, "renhidamente disputado", taco a taco, que o mesmo é dizer "malha a mallha".

Acompanhados pela desafinação alegre dos nossos Cavaquinhos.

Entre Baião e a Área Metropolitana do Porto, à espera da próxima... 🤗

15/10/2026

Eis como são "de luxo" as Caminhadas da Associação Porto de Baião.
Neste caso... "de ouro".

E porque nos chegou mais este
Instantâneo n.o V.

"Linha de Midões, Moinhos de Jancido"

Em Covelo, Gondomar.

14/10/2026

A Linha de Midões. As minas do carvão, do antimónio, do ouro...
Os Moinhos de Jancido.
As pontes.
O Rio Sousa.

INSTANTÂNEOS
DE UMA ALEGRE CAMINHADA - IV

Gratidão aos companheiros que têm vindo a enviar estes "instântâneos"...

Gratidão especial ao nosso companheiro Jerónimo de Sousa.

(a continuar para as minas e para o nosso convívio final)

🚶🚶🚶‍♀️🚶‍♀️🚶🚶‍♀️🚶🚶‍♀️🚶🚶‍♀️🚶🚶‍♀️🚶🚶‍♀️

08/10/2026

Instantâneos de uma caminhada - III

"MOINHOS DE JANCIDO, LINHA DE MIDÕES"

Ou, a História sob os nossos pés... 🧐🥸

Ou, do balde e da força humana, ao alcatruz e à nora, e à tração animal.

Ou, uma das fases da "Revolução Agrícola".

Porto de Baião

Privilégio do testemunho do nosso companheiro Jerónimo Sousa, que junto ao rio Sousa, por aqui ensaiou os primeiros passos da vida.

Gratidão, igualmente, à nossa amiga Alexandra Teixeira, pelos créditos deste registo.

🌿

07/10/2026

A primeira água que o Porto bebeu, da rede pública...

Instântâneos da nossa Caminhada e Convívio - II

Moinhos de Jancido, Linha de Midões.

Natureza, História, Convívio, Amizade.

Caminhada e Convívio "Moinhos de Jancido", Linha de Midões, Gondomar.Parafraseando Fernando Pessoa, no seu poema magistr...
06/10/2026

Caminhada e Convívio "Moinhos de Jancido", Linha de Midões, Gondomar.

Parafraseando Fernando Pessoa, no seu poema magistral da "Mensagem", sobre o "Mar Português;

"Deus ao mar o perigo e o abismo deu /
Mas nele é que espelhou o céu".

E a comparação não é despicienda, mesmo se substituírmos o "Mar" por esse Rio que deu (ou recebeu) nome de batismo de uma das cinco grandes "famílias" que estiveram na origem de um país: Portugal:

O Rio Sousa.

Com muita história e muitas histórias para contar.

Ontem, porém, a Caminhada da Porto de Baião, esteve prevista, e deixou de estar prevista, pela oscilação das previsões meteorológicas, em parceria com os nossos amigos do Grupo Etnográfico de Rio Tinto.

"Em cima da hora", porém, voltou a promesssa de muito bom tempo, e uns tantos voluntariosos, com apoio da nossa magnífica equipa de logística, meteram pés a caminho.

A parceria com os nossos amigos de Rio Tinto ficou adiada para data a anunciar.

Com a nossa gratidão por todo o empenho que puseram na iniciativa.

Gratidão a todos os que participaram.

À nossa equipa de logística.

Ao nosso guia Jerónimo de Sousa.

À Associação de São Gonçalo do Covelo.

De tudo isto, oportunamente, deixaremos, por aqui, algumas imagens e notícias.
A Natureza e a História deram-nos muita riqueza.

A amizade dos participantes é sempre a rainha das iniciativas!

Obrigado!

30/09/2026
Caminhada 5-10-26Moinhos de Jancido (PR1 GDM)PROGRAMA:9h00 – Concentração e Receção no Parque de Estacionamento junto ao...
29/09/2026

Caminhada 5-10-26

Moinhos de Jancido (PR1 GDM)

PROGRAMA:

9h00 – Concentração e Receção no Parque de Estacionamento junto ao Centro de Saúde da Foz de Sousa.

9h30 - Início do Percurso: 6 km aproximadamente. Caminho rural margeando sempre o Rio. Com paragens pontuais em sítios de interesse paisagístico histórico e cultural, nomeadamente junto ao Núcleo Molinológico de Jancido.

12h30 - Chegada ao Parque de Merendas de Moledo. Refeição Solidária onde pontifica o típico caldo de nabos referência gastronómica das terras de Gondomar, bifanas, broa, azeitonas e fruta.

Convívio musical e jogos populares até às 16h00

Organização: Associação Porto de Baião em parceria com o Grupo Etnográfico da E.P. de Rio Tinto.

Nota: haverá uma viatura para transportar os instrumentos musicais e afins, na hora e local da partida.

Haverá também uma viatura para levar os motoristas, de regresso, aos carros que ficaram no local de partida.

Inscrição gratuita, mas obrigatória, agradecendo-se o contributo voluntário para ajuda das despesas da organização.

As inscrições deverão ser feitas até ao dia 2 de outubro (Sexta-feira), agradecendo-vous a maior brevidade possível, por questões logísticas.

Os interessados que não fizeram a inscrição por outra via deverão indicar o nome de cada participante para o e-mail seguinte:

[email protected]

Será um prazer a vossa participação e companhia.

17/06/2026

Quando a burguesia endinheirada comprava títulos de nobreza, e
alguma fidalguia falida vendia o orgulho que já não podia sustentar…

Ou, uma das leituras possíveis, da ironia "eciana" do “encontro arranjado por Maria Mendonça, prima do herói da “Ilustre Casa de Ramires”, com a filha do carniceiro de Ovar, a bela Ana de Lucena…

Em Cárquere.

Ou ainda, depois de Mafalda, Egas e Afonso, as referências literárias que, em Resende, Baião e Cinfães, têm uma das maiores fontes de inspiração e concentração da obra queirosiana.

Ou, sobretudo, o divertimento do nosso Grupo de Teatro - ainda no grau zero – no passeio, na ida e regresso de comboio, por Terras de Resende – Parte V

***

🚂 E foi assim, que o nosso passeio divertido, logo pelas sete da manhã, apanhou de surpresa passageiros e turistas nas plataformas da Estação de Campanhã, no interregional com destino à Régua e Pocinho.

A Estrela da improvisada companhia que dava logo mais nas vistas era a já referida Ana de Lucena que, para dar maior ênfase à busca de um título nobre para a sua família, não hesitou em ir buscar uma cabeleira das que se usavam cem anos antes, no século XVIII.

As Apresentações, iniciais e breves, já dentro da carruagem, esperaram pela Estação de Ermesinde, onde veio ao nosso encontro o Gonçalo Ramires, sempre aproveitando todos os minutos para continuar a escrever o romance “que Eça lhe encomendou dentro do seu próprio romance”: A Torre de Dom Ramires.

🚂🚃 E foi, também assim, que os nossos companheiros de viagem, além da figura do jovem Fundador educado nas Terras que, desta vez, levámos como destino, por essa figura tutelar da Região e do Condado Portucalense que havia de ser um país, conheceram, também, a casamenteira, prima de Gonçalo, e o seu amigo, o capelão da Torre.

O bondoso e bonacheirão padre Soeiro.

Uma espécie de “anti – Amaro”.

🚂🚃🚃 A demonstrar que o autor desse monumento que são “Os Maias”, também com a primeira geração de Resende, não era contra os padres, mas apenas contra o clericalismo de alguns que se portavam mal.

Não ficando sem dizer que, ali um pouco mais em cima, na sua primeira paróquia (Feirão, de Resende), no alto do Montemuro, Amaro até nem se portou assim muito mal…

O padre Soeiro, porém, sempre bem recebido na torre de Gonçalo Ramires e dos seus antepassados, estudava e dominava arquivos e linhagens, e muito ajudou a resolver conflitos, a preparar escrituras, e informar Gonçalo para as suas pretensões literárias e políticas.

🚂🚃🚃🚃🚃 E o mais que se poderá dizer em breves apontamentos que as quatro dezenas de participantes nos vão sugerindo, conforme as imagens que vão chegando

14/06/2026

De como o menino Infante, adolescente e jovem Afonso, perdeu o bigode e não ficou, por isso, menos guerreiro… 😊

Nos passos de Egas, Afonso, Mafalda e Eça – IV

Desta vez, em Cárquere.

Que foi, por razões diversas, um dos lugares míticos da visita dos Associados e Amigos da Associação Porto de Baião.

👑 Sem prejuízo de todo o muito que se pode dizer sobre a Igreja do Mosteiro, tal como se apresenta atualmente, e da sua evolução histórica, arquitectónica e decorativa, vejam-se as magníficas pinturas a fresco e o modo engenhoso como podemos surpreender-nos ao observá-las, ou a história da “Senhora Branca”, ou ainda a janela românica do Panteão do Resendes.

Ou a torre imponente, e a janela românica onde a história e a lenda se cruzam, atravessando ténues fronteiras.

Os figurantes Egas Moniz e o jovem Afonso tiveram aqui a primazia como referência desta primeira parte, sobre Cárquere.

Pormenores de ordem organizativa levaram a transferir este ponto, como um dos focos principais da nossa visita, para a parte de tarde.

Deste entretanto, perdeu o jovem Infante, o seu bigode. O que tornou ainda mais engraçada a sua função ilustrativa.

👑👑 E tudo isto, ao lado dessa figura maior, de referência da Fundação da nossa nacionalidade, Egas Moniz, o “Aio”, Senhor das Terras de Ribadouro e educador do Infante, no traquejo das armas e das regras da nobreza, que o fariam cumprir, futuramente, a missão de Fundador e Conquistador do novo Reino de Portugal.

Ninguém vai esquecer, assim, o cenário ancestral da igreja de Cárquere e os vestígios do que resta do Mosteiro que, juntamente com Guimarães, se confunde com o próprio berço de Portugal.

Foi ali que o jovem Afonso Henriques cresceu sob a tutela firme de Egas Moniz, o Aio, que moldou o caráter do futuro Rei, e plantou as sementes da Fundação da Nacionalidade.

👑👑👑 Diz a lenda que o jovem Príncipe nascera com as pernas tolhidas, uma enfermidade que desafiava o destino da pátria nascente.

Diante do desespero, a Virgem Maria terá aparecido a Egas Moniz numa visão, ordenando-lhe que construísse uma igreja em Cárquere e ali depositasse o menino.

No altar que os visitantes podem ver, espreitando por detrás do atual retábulo-mor.

O milagre operou-se: as pernas de Afonso Henriques endireitaram-se, permitindo-lhe empunhar vigorosamente a espada e sonhar com um Portugal independente.

👑👑👑👑 Como testemunha eterna deste milagre e desta forte interrelação, surge a “Senhora de Cárquere” uma pequenina e raríssima imagem de marfim (com 2,9 cm de altura), secreta e religiosamente guardada com devoção, ao longo dos séculos.

Replicada, agora, por cima do altar-mor, e numa outra imagem destinada à procissão da sua festa.

Esta peça histórica e sagrada simboliza o elo místico entre a fé, a dedicação inabalável de Egas Moniz e o destino heráldico de Afonso Henriques, eternizando Cárquere como o lugar onde o sonho da independência ganhou força e “pernas para andar”.

Endereço

R. Eng. Ferreira Dias 924, 3. O , E41, Porto
Porto
4100-246

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