Ao Cabo Teatro

Ao Cabo Teatro AO CABO TEATRO busca nos repertórios clássico e contemporâneo a matéria poética que alimenta uma ideia de teatro como interpretação e reescrita do presente

AO CABO TEATRO busca sistematicamente nos repertórios clássico e contemporâneo a matéria poética que alimenta uma ideia de teatro como máquina de interpretação e reescrita do presente. A cada novo projecto, mobiliza uma equipa coerente no exercício de um modelo de criação que constrói universos significantes através do enfrentamento contínuo de saberes e linguagens teatrais. Nos últimos anos, visi

tou recorrentemente a obra de Tchékhov ("Platónov", 2008; "A Gaivota", 2010; "As Três Irmãs", 2011) e a de Shakespeare ("Ricardo II", 2007; "Medida por Medida", 2012; "Coriolano", 2014, “A Tragédia de Júlio César”, 2019) viajou por Tennessee Williams ("Jardim Zoológico de Cristal", 2009), Eugene O'Neill ("Desejo sob os Ulmeiros", 2011), Friedrich Dürrenmatt ("A Visita da Velha Senhora", 2013), Sófocles ("Ájax", 2014), Lars Norén ("Demónios, 2014"), Jean Racine ("Britânico", 2015), Dostoyevsky (“Subterrâneo”, 2017) e Duncan Macmillan (“Pulmões”, 2018). Trabalha igualmente outras formas de relação entre gesto teatral e os seus públicos, entre profissionais e não profissionais, de que são exemplo "Porto São Bento" (TeCA, 2013), “Arquipélago" (Ilha da Bela Vista, 2014) e “Ruínas” (Aveiro, 2021)


(Ao Cabo Teatro é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal/Direção-Geral das Artes)

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