31/08/2026
«Para o poeta Alvaro García de Zúñiga, a língua (e as línguas) são a matéria-prima do seu trabalho. Uma língua musical, visual, uma língua inventada, esvaziada, destruída e reconstruída, geradora de sons/sentidos múltiplos. Uma língua sem nacionalidade específica que se diverte a cruzar-se com outras línguas e a inverter as convenções linguísticas.»
No dia 15 de setembro, às nove e meia da noite, no Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha, vamos estar à volta do Alvaro García de Zúñiga e da sua obra, guiados pela presença luminosa do Henrique Manuel Bento Fialho.
Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha